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Compêndio IIILIÇÃO FINAL: macho ALFA (Parte II)
(Nota do Marco: mais uma vez, essa parte do relato se esticou e fui obrigado a cortar em três seções. Vou tentar postar a parte final daqui a algumas horas. Desculpa pelo transtorno.)
Finalmente, quando consegui tirá-la, falei na lata: - Vem pro quarto da sua mãe daqui a dez ou quinze minutos! Aí, a gente vai se divertir os três juntos.
Kat corou na hora: provavelmente a primeira vez que pediam pra ela participar de um menage, e ainda mais com a mãe. Os dedos dela pararam nos meus bíceps, a respiração cortada como se tivesse levado um soco. Mas o tremor das coxas dela, escorregadias do meu gozo e da própria excitação, denunciava que a hesitação era mentira.
Fui pro quarto da Clarissa e a raposinha já estava se esfregando a buceta e apertando os peitos me esperando.
- Ah, chegou antes! - exclamou meio surpresa, mas sem vergonha.
A visão dela (deitada nos lençóis de seda, os dedos se movendo entre as coxas, os bicos endurecidos pelo próprio toque) mandou uma nova onda de sangue pro meu pau ainda inchado. O cabelo loiro platinado se espalhava como creme derramado nos travesseiros, os olhos verdes escurecidos pela antecipação. O cheiro da excitação dela me bateu antes de eu cruzar a porta, denso e almiscarado, se misturando com o perfume floral que ela tinha passado no pescoço.
Não perdi tempo e a Clarissa também não quis. Quando me deitei sobre ela, sorri: o Ethan provavelmente tava no trabalho, se gabando numa reunião de diretoria enquanto a esposa dele me esperava de pernas abertas. De novo nos beijamos, mas não tinha amor entre a gente. Era mais uma fome de carne que outra coisa: os lábios dela tinham gosto de vinho roubado e desespero, a língua empurrando na minha boca com a mesma urgência que os quadris se esfregavam nos meus. Os lençóis de cetim deslizavam debaixo da gente enquanto ela arqueava as costas, os peitos tamanho D se erguendo, os bicos já duros de antecipação.
- Quero sua bunda! - minha voz saiu rouca, selvagem, meus dedos se cravando na curva macia dos peitos D dela com força suficiente pra deixar marcas.Clarissa se tensou: uma respiração rápida, os olhos verdes dela se arregalando por meio segundo antes de soltar o ar pelo nariz. Minha pica pulsava contra a coxa dela, escorregadia de fluido, deixando um rastro brilhante enquanto ela se mexia debaixo de mim. Sabia que não tavaperguntandoOs dedos dela se enroscaram nos lençóis de seda, os nós dos dedos ficando brancos.
— É que… eu nunca… — ela começou, mas os quadris dela se ergueram mesmo assim, traindo a hesitação.
O cheiro da excitação dela ficou mais forte, misturando-se com o odor acre do suor nervoso enquanto ela ficava de joelhos. Os peitos dela balançavam pesados, os bicos roçando no colchão a cada respiração superficial, a bunda dela empinada no ar: carnuda, pálida, intocada. Cuspi na minha palma, batendo uma devagar, vendo ela se contrair com o som.
Comecei a provocar ela, passando minha vara pra frente e pra trás sobre a fenda dela. Ela sentiu o calor.
— É… enorme! — ela exclamou, a voz entre excitada e assustada.
O cu dela tava apertado demais, então precisei usar uns dedos antes da penetração de verdade. Felizmente, a entrada do meu primeiro dedo foi recebida com prazer e surpresa. Era algo que ela nunca tinha sentido antes, e comecei a estimular ela de um jeito novo e excitante ao mesmo tempo. Quando o segundo dedo entrou, Clarissa soltou um gemidinho. Eu precisava alargar ela. A mistura de ardência e prazer tava intoxicante pra ela. Quando enfiei o terceiro dedo, ela deixou escapar um grunhido baixo e cheio de tesão. Meus dedos estavam apertados, mas Clarissa acompanhava o ritmo que eu dava. As unhas dela rasgaram a seda: não por dor, mas pra evitar me implorar pra ir mais rápido. A resistência dela foi ficando cada vez mais fraca, e os gemidos dela viraram algo mais gostoso do que dolorido.
Finalmente, cuspi na bunda dela. A Clarissa agora tava pronta pra coisa boa. Enfiei a ponta lá dentro e, como esperava, tava apertada pra caralho, sentindo a ardência. Fui devagar, com paciência, deixando ela se acostumar comigo. Aí, a própria bunda dela começou a rebolando contra mim. Segurei ela pela cintura e a Clarissa queria mais e mais. O ritmo da cabeceira batia com o relógio do Ethan na mesa: os dois marcando o tempo que eu não devia tar curtindo. Do jeito que a bunda dela apertava em volta de mim (quente, tensa, firme), mandava faíscas pela minha espinha. A respiração dela falhou, uns gemidinhos escapando dos lábios quando cheguei no fundo, meu quadril colado na bunda gostosa dela. A resistência inicial derreteu numa coisa mais molhada, mais quente, o corpo dela cedendo de má vontade pra invasão.— Ah, sim! Isso é incrível! — exclamou a esposa do meu rival do trampo enquanto eu roubava a última pureza dela.
A voz dela era um gemido entrecortado, meio abafado pela incredulidade. Os dedos dela se torciam nos lençóis de seda, os nós dos dedos brancos, enquanto as costas se arqueavam como a corda de um arco. O jeito que a buceta dela me engolia por completo (tão apertada que minha visão embaçava) era obsceno. Cada estocada superficial arrancava um gemido dela, o corpo tremendo entre o prazer e a sobrecarga. Dava pra sentir a pulsação dela através do aperto de torno do cu, palpitando ao meu redor em batidas erráticas.Cada centímetro que eu ganhava era bem-vindo. Clarissa se esfregava contra mim com uma desesperação crescente, o quadril recuando pra encontrar cada investida. A aliança de casamento dela arranhava a mesinha de cabeceira a cada empurrão, deixando filigranas douradas na madeira. O som molhado de pele batendo em pele enchia o quarto, se misturando com os gemidos abafados dela. Os gemidos dela ficavam mais agudos: não de prazer, mas pela realização de que nunca mais seria ‘apertadinhapara Ethan. O cabelo platinado dela grudava na pele avermelhada em mechas molhadas, os peitos balançando pesadamente debaixo dela a cada sacudida.
oPorra!... Porra!... Que fundo é isso?—gemeu, a voz falhando quando cheguei ao fundo, minhas bolas coladas nas coxas trêmulas dela.O esticão era visível: o anelzinho apertado dela agora alargado obscenamente em volta da minha grossura, brilhando de saliva e suor.
Aí, a porta do quarto, que estava entreaberta, se abriu devagar. Kat ficou paralisada na entrada, os olhos verdes arregalados, os lábios entreabertos num choque mudo. A imagem da mãe dela curvada sobre a cama, a buceta empalada no meu pau, os dedos arranhando os lençóis… bateu nela feito um soco. A respiração dela prendeu num sopro audível, os dedos apertando o batente da porta até os nós dos dedos ficarem brancos. Por um instante, ninguém se mexeu. Aí Clarissa gemeu, a boceta escorrendo nos lençóis de seda debaixo dela, e o som tirou Kat do transe.
• M-m-mamãe! —conseguiu balbuciar Kat, quebrando o silêncio. Sua voz falhou: não por nojo, mas pela percepção de queOs gemidos da mãe dela eram idênticos aos dela.Clarissa se tensou, a buceta dela se apertando em volta do meu tão forte que quase me fez gozar.
— Katherine!... Isso não é...o que parece... - disse sua boca, mas sua buceta dizia o contrário.
A cena a destruiu: Clarissa não conseguia esconder seu prazer na frente da filha, e a sensação de ser pega a excitou de forma avassaladora. Seus quadris se contorceram para trás involuntariamente, empurrando-me mais para dentro, sua respiração entrecortada em gemidos. O olhar de Kat oscilou entre o rosto avermelhado da mãe e onde estávamos ligados: a bunda da mãe balançava em sincronia com minha virilha.
Os dedos de Kat deslizaram pela barriga dela, escorregando entre os próprios lábios molhados com um gemido.• É exatamente o que parece! – exclamou, o polegar esfregando o clitóris em círculos rápidos e desesperados.
O cheiro de sexo (almiscarado e denso) tomava conta do ar, se misturando com o cheiro forte do suor e do gozo derramado. As coxas de Kat tremiam enquanto ela via a mãe engolir meu pau (cada centímetro, cada estocada brutal), a própria excitação escorrendo pelas pernas em rios pegajosos.• Não acredito... que você tá aguentando... assim! — sussurrou Kat, a voz rouca de espanto.
Clarissa gemeu, o corpo arqueando, os peitos se arrastando nos lençóis de seda debaixo dela. O ritmo da cama combinava com os arranhões e uivos do Titã no cercado: os dois negando o acesso à ração pra ele.
Foi aí que Clarissa percebeu a nudez de Kat: do jeito que as coxas da filha brilhavam com meu gozo, o rubor revelador subindo pelo peito dela. Os dedos de Kat se moviam entre as pernas com urgência, a respiração falhando no ritmo de cada empurrão que me enterrava mais fundo na bunda da mãe.
o Ele... te comeu... também? — arfou Clarissa, a voz falhando enquanto meu pau esticava ela obscenamente.
Kat concordou, mordendo o lábio com força suficiente pra deixar marcas.
• Sim! — sussurrou.E me encheu toda!A admissão pairou pesada no ar, carregada de algo primitivo.
Essa revelação levou ambas as mulheres ao limite: não havia dúvida de que eu era o macho alfa delas e elas, minhas putas. Os quadris de Clarissa se sacudiram violentamente, sua buceta se apertando em volta de mim como um funil enquanto ela soltava um gemido gutural: metade rendição, metade reclamação. Os dedos de Kat se moveram freneticamente entre as pernas, suas coxas tremendo enquanto observava a mãe tomar cada centímetro de mim, sua própria lubrificação escorrendo pelo assoalho de madeira em gotas descaradas. O ar engrossou com almíscar e sal, a hierarquia não verbal se estabelecendo entre elas como uma batida compartilhada.
Enfiei em Clarissa com mais força, minhas bolas batendo nas coxas dela com umestalomolhada que a fez gemer. Os dedos dela se torceram nos lençóis, nós dos dedos brancos como osso, a coluna se arqueando como a corda de um arco esticada demais.
o Ah…Deus! - ela gemeu, a voz trêmula, o cu pulsando ao meu redor em contrações descontroladas.
A voz dela falhou.Você... me arruinou pra ele! - protestou, referindo-se ao marido, metade soluço, metade gratidão.Kat gemeu, seu próprio ritmo falhando enquanto via a mãe se desmanchar debaixo de mim, os olhos verdes vidrados de tesão e algo mais sombrio:adoraçãoClaro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
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O chão de madeira manchado com os pingos de Kat refletia os lençóis debaixo de Clarissa:ambas marcadas pelo mesmo pauEu meti com mais força. A Clarissa adora. Era algo diferente. Novo. Algo que ela nunca experimentou com o Ethan. Talvez, algo que ela tentou porque eu impus. A Kat nos olhava de boca aberta. Deve ser impactante ver a própria mãe sendo fodida por outro, mas ter sido fodida pela mesma pessoa tornava tudo excitante. A Marisol sempre dizia que toda vez que me via fodendo a mãe e a irmã dela, ficava ainda mais molhada pensandoessa poderia ser eu...- Kat, me beija! - ordenei, minha voz soando como uma súplica enquanto enfio até o fundo dentro da mãe dela.Ela obedeceu. Aqueles peitos... aquela bunda... fico mais duro. A Clarissa adora. Isso quebra a dualidade: eu excito ela, mas beijar a filha enquanto como ela me deixa mais duro. Os lábios de Kat me beijam com desespero. Ela quer ser a próxima... E eu sou o que quer montar...
Agarrei a Clarissa pela cintura (com força suficiente pra deixar marcas) e ela grunhiu, o corpo dela balançando pra frente com a força das minhas estocadas. O cu dela apertou como um punho em volta do meu pau, quente e apertado pra caralho, mas ela aguenta tudo, a respiração dela saindo em gemidos. A pele dela brilha de suor, os músculos tremem sob meu aperto enquanto eu meto nela, o som molhado dos nossos corpos ecoando nas paredes. Enquanto isso, a Kat aperta as tetas grossas dela contra meu peito, os mamilos roçando na minha pele em círculos lentos e provocantes. Ela praticamente ronrona, os quadris se esfregando na minha coxa, a lubrificação dela manchando minha perna como se tivesse marcando território.O espelho perto da cama embaçou com o calor delas, refletindo só borrões de pele morena e cabelo dourado.
A cabeceira batia um ritmo louco na parede, sincronizado com os arranhões frenéticos do Titã no cercado dele. Não aguento mais: a bunda da Clarissa apertada demais, as tetas da Kat macias demais, o ar pesado demais com o cheiro da excitação delas. Minhas bolas se contraem, e com um grunhido, enterro até o fundo, meu gozo jorrando em três pulsadas grossas que fazem o corpo inteiro da Clarissa tremer. Ela solta um soluço abafado, o cu pulsando em volta de mim em espasmos irregulares, os dedos arranhando os lençóis como se quisesse rasgá-los. Fico preso dentro dela, ainda pulsando, meu pau tão enfiado fundo que não consigo me mexer sem desencadear outra réplica. A Kat não espera: os dedos deslizam entre as pernas dela, esfregando o clitóris em círculos frenéticos enquanto observa a mãe tremer debaixo de mim.
Enquanto tô preso dentro da mãe dela, enfio os dedos na Kat e mordisco as tetas dela. A Clarissa ofega, o cu arde, mas ela adora. Os dedos da filha se crispam entre as pernas dela, o clitóris inchado sob meu toque, a respiração falhando a cada roçada do meu polegar. Os gemidos Os dedos da Kat vibram contra meus lábios enquanto mordo o mamilo dela: o suficiente pra fazer ela gritar, mas não tanto que impeça ela de se esfregar na minha mão. Os sons molhados da excitação dela se misturam com os gemidos entrecortados da Clarissa, o cheiro de sexo tão denso que dá pra quase sentir o gosto. O quadril da Kat se contrai, as coxas apertando meu pulso enquanto enfio dois dedos dentro dela, alcançando aquele ponto molinho que faz ela ver estrelas.
• Porra!... Porra! - ela gemeu, a voz falhando enquanto a buceta dela aperta meus dedos como uma luva.
Quando finalmente saio da Clarissa, a Kat praticamente se joga em cima de mim, as mãos dela já procurando guiar meu pau pra onde ela quer: bem fundo dentro dela, esticando, enchendo ela igual antes. A Clarissa fica olhando, os olhos verdes escuros cheios de fome, os dedos deslizando distraídos pela própria pele avermelhada.• Então... como é que você vai fazer? Acha que dá conta de nós duas juntas agora?alfa? — pergunta debochada, a voz rouca.
O desafio paira no ar, mas não hesito.
— Não se preocupa! — respondo, virando de costas e arrastando Clarissa comigo. — Posso satisfazer as duas.
Meu tom não foi arrogante. Só confiante, como se afirmasse um fato. Kat mordeu o lábio, mas obedeceu, montando em meus quadris sem reclamar, os lábios molhados já roçando meu comprimento. Clarissa hesitou só um instante antes de colocar uma perna sobre meus ombros, as coxas emoldurando minha cara enquanto desce sobre minha boca. A cama cedeu sob o peso das duas, como se o colchão não aguentasse tanta safadeza.
No instante em que a boceta dela tocou minha língua, Clarissa gemeu, os quadris se mexendo instintivamente. Lambi devagar no começo, saboreando o gosto dela: almiscarado, salgado, misturado com algo só dela. Kat gemeu por cima de mim, sentando no meu pau centímetro por centímetro, as paredes dela pulsando ao meu redor como se quisesse me espremer. Clarissa se esfregou na minha boca, as coxas tremendo, os dedos enroscando no meu cabelo enquanto passo a língua no clitóris dela. O ritmo era caótico, sem coordenação (Kat quicando no meu pau, Clarissa se movendo contra minha cara), mas nenhuma das duas ligava. Estavam perdidas demais na sensação, na pura perversão daquilo tudo.A boceta de Clarissa estava molhada contra meus lábios, a excitação dela escorrendo pelo meu queixo enquanto chupava o clitóris dela com pressão suficiente pra fazê-la gemer. As coxas dela se fecharam em volta da minha cabeça, os quadris se mexendo enquanto eu lambia com movimentos lentos e deliberados. Os peitos de Kat balançavam por cima de mim, os bicos eretos balançando a cada quicada desesperada, a respiração dela saindo em gemidos.
• Ah! … Porra! - ela gaguejou, os dedos se agarrando aos meus abdominais pra se equilibrar.
Clarissa se contorcia contra minha boca, os gemidos agudos e sem fôlego, o corpo tenso como uma mola. O espelho ao lado da cama embaçou ainda mais: o contorno de Clarissa borrado enquanto o reflexo de Kat virava uma mancha suada.
Tenho talento com minha boca. Todo sábado, compenso os boquetes matinais da Marisol chupando a boceta dela por pelo menos duas horas: língua traçando oitos lentos, lábios sugando a carne inchada dela bem antes de estimular demais até as coxas tremerem como as de um boxeador novato. Clarissa agradecia. Um babaca arrogante como o Ethan não comeria a boceta da própria esposa, nem se ela implorasse com papéis de divórcio na mão. Não me importava de fazer no lugar dele: não quando os quadris dela se mexiam daquele jeito. não, quando seus gemidos se transformavam em gritos silenciosos enquanto meus dentes roçavam seu clitóris.
Enquanto isso, Kat curtia meu pau com frenesi, as cadeiras dela batendo pra baixo com a desesperação de uma mulher faminta. A cintura dela se mexia com abandono frenético, os peitões dela pulando como frutas de uma milfão, cada sacudida mandando uma nova onda de líquido pré-gozo escorrendo da minha cabeça. Ela tava apertada, molhada,perfeita, suas paredes se apertando ao meu redor em pulsos erráticos que ameaçavam me desmanchar cedo demais. Clarissa, do outro lado, se esfregava contra minha boca com menos força, mas não menos fome: suas coxas emolduravam meu rosto como uma prensa, seu gosto inundando minha língua a cada movimento lento e molhado.Os orgasmos as atingiam quase simultaneamente: Kat primeiro, suas costas arqueando bruscamente enquanto sua buceta se contraía ao redor do meu pau em espasmos úmidos e rítmicos. Seu grito era abafado, cru, seus dedos cravados no meu peito o suficiente para deixar hematomas. Clarissa veio um batimento depois, suas coxas apertando meu crânio enquanto tremia violentamente, sua buceta pulsando contra minha língua em ondas ardentes e espasmódicas. Kat desabava para frente, sua testa suada pressionando a minha, sua respiração ofegante enquanto meu leite escorria ao redor do meu pau ainda duro. O ar condicionado do quarto misturava seus aromas num único almíscar: mãe e filha agora indistinguíveis. Só duas cachorras no cio.
Eu ainda estava preso dentro da buceta apertada da Kat, o leite escorrendo entre nós, enquanto uma exausta Clarissa implorava que eu parasse de lamber ela.
— Marco... Chega! — suplicava, enquanto eu chupava seu clitóris com paixão.
Mas não parei: não até que suas coxas esmagassem minha cabeça num último e trêmulo clímax, a buceta dela pulsando contra minha língua como um batimento frenético. Só então me afastei, deixando-a ofegante e se contorcendo, a pele brilhando de suor. Kat gemeu debaixo de mim, a boceta ainda se apertando ritmicamente em volta do meu pau, me espremendo mesmo quando me soltei com um som molhado e obsceno. Os olhos de Clarissa se arregalaram ao me ver: ainda completamente duro, meu pau brilhando com a excitação de Kat e meu próprio gozo.Então tirei ele e as duas ficaram impressionadas: eu ainda estava pronto pra mais uma rodada. Clarissa e Kat trocaram de lugar: as pernas de Kat tremiam enquanto montava minha cara, as coxas molhadas emolduravam minha visão enquanto Clarissa deslizava sobre meu pau com um gemido que soava mais como alívio do que dúvida. A boceta de Kat pairava sobre mim, brilhante e inchada, o cheiro da excitação dela tão forte que dava pra quase sentir o gosto. Ela hesitava, os dedos se agarrando ao meu cabelo com incerteza.
•Quantas vezes você já... já fez isso antes?— suspirou, a voz oscilando entre curiosidade e desespero.Não respondi com palavras. Em vez disso, arrastei minha língua pela sua fenda num movimento lento e obsceno, e suas coxas se fecharam ao redor das minhas orelhas enquanto ela ofegava.
— Sim, algumas vezes! — consegui responder entre lambidas, minha língua traçando círculos ao redor do clitóris de Kat enquanto suas coxas tremiam violentamente contra minhas orelhas.
Ela ofegou (metade surpresa, metade vergonha) quando meus dedos se cravaram em seus quadris, guiando-a num ritmo lento e circular.
• Meus namorados nunca... — começou, e então se interrompeu com um gemido abafado quando meus dentes roçaram sua carne inchada.
Em cima de mim, Clarissa montava minha pica com a determinação concentrada de uma mulher recuperando o tempo perdido, seus quadris se movendo em estocadas precisas que faziam minhas bolas se retesarem a cada mergulhada. O som molhado de pele contra pele enchia o quarto, misturando-se aos gemidos entrecortados de Kat e aos grunhidos guturais de Clarissa.
Gozei dentro de Clarissa de novo: de algum jeito, consegui soltar três jatos quentes, cada pulsação arrancando um grito rouco dos lábios dela enquanto seu corpo se sacudia involuntariamente em cima de mim. Sua buceta se apertava ao redor da minha pica como um vórtice, espremendo até a última gota enquanto ela desabava para frente, os peitos suados se esmagando contra meu peito. Kat gemeu em cima de mim, suas coxas trêmulas enquanto minha língua roçava seu clitóris em carícias rápidas, mas ela está superestimulada demais para buscar outro clímax. Com um suspiro convulso, ela rola para longe de mim, o corpo mole e brilhando de suor.
As duas, mãe e filha, estavam deitadas nuas e exaustas do meu lado. Kat se aninhou em mim, os mamilos eretos roçando meu peito, deixando Clarissa descansar sobre mim. A respiração dela ainda estava ofegante, a bunda ainda se contraindo de vez em quando pelas sequelas. Os lençóis debaixo da gente estão encharcados: uma bagunça de suor, porra e o almíscar inconfundível da nossa luxúria. Kat desenhava no suor da minha barriga, os dedos pegajosos da própria excitação, os olhos verdes vidrados de felicidade pós-sexo. Clarissa soltou um suspiro brusco, o corpo mole, mas o sorriso vitorioso.— Isso foi... Refrescante! Melhor que meu aniversário!... E o dobro de barulho! — exclamou com uma risada suave e satisfeita, a voz rouca de tanto gritar.
— Acostumem-se! — avisei as duas, minha voz áspera, mas tingida de diversão, enquanto o peso da Clarissa me esmagava, a pele suada grudando na minha. — Vamos fazer isso direto!
Kat riu (um som alegre e sem fôlego) e esfregou o rosto no meu ombro, os dentes roçando minha pele numa mordida de brincadeira. Clarissa soltou o ar pelo nariz, a respiração quente na minha clavícula, mas não discutiu. Em vez disso, os dedos dela acariciavam meu peito liso, a aliança de casamento pegando a luz como se zombasse dos votos que um dia simbolizou.
Nós nos beijamos, nos tocamos, nos apalpamos. As mãos dela raramente saíram da área do meu pau inchado, que pulsa impaciente sob os dedos vagantes. O aperto de Kat era ganancioso, a palma deslizando ao longo do meu comprimento com familiaridade descarada, enquanto o toque de Clarissa demorava, o polegar roçando a ponta escorrendo como se memorizasse minha forma. O ar cheira a sexo e suor, a lençóis enroscados e conquista.- Muito bem, Kat! - rosnei, empurrando o quadril dela com meu joelho. - Quer mais uma antes de eu ir?
Elas já estavam me sentando, os músculos protestando, mas meu corpo não se saciou. Ambas me olharam com olhos dilatados, os lábios entreabertos em expressões idênticas de incredulidade.
- O quê? - perguntaram quase em uníssono, as vozes se misturando num coro de choque sem fôlego.Seguinte post
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