De esposa a puta gostosa

Sou Maria, tenho 39 anos, faltando semanas para os 40, e pra ser sincera, a nostalgia tá pegando forte. Ano passado meu pai morreu, entrei numa deprê e engordei 14 quilos que tão difíceis de perder. Antes eu era uma mulher magra, com curvas lindas e uma bunda grande — onde eu ia, os caras me olhavam. Agora, os seguranças do supermercado me seguem pra ver se não vou roubar, e me sinto meio triste. Tô decidida a mudar de vida, então vou deixar esse relato aqui porque um dia fui uma mulher feliz e vou ser de novo.

Na época da pandemia, eu tinha uns 33 anos. Meu marido e eu estávamos super mal. Sou farmacêutica, meu trabalho congelou meu contrato, e o Martin é segurança de shopping. A gente morava com o enteado dele, que na época tinha 19 anos, e vivíamos nós três. Comecei a notar que o filho dele não saía muito do quarto e geralmente deixava papéis com papel higiênico no chão. Eu, besta, peguei um e senti uma textura viscosa, cheirei e entendi que era porra. Aí falei pro meu marido conversar com ele pra pelo menos jogar os papéis no vaso. Os dias passaram e não vi mais papéis, mas notei como ele me olhava. Às vezes eu me levantava de short pra fazer exercício, e ele me encarava do quarto dele, que dava pra sala. No fim, decidi me exercitar no meu quarto. No final de 2020, meu marido conseguiu voltar a trabalhar, então eu e o filho dele começamos a ficar sozinhos. E, sinceramente, as conversas cada vez eram mais interessantes. Uma noite, depois de ter intimidade com meu marido, não consegui evitar ter pensamentos com o filho dele. Me senti tão mal que contei pro meu marido. Falei que, uma vez transando, senti atração sexual pelo filho dele. Ele disse que era normal e que me entendia porque ele era muito mais velho — ele é 15 anos mais velho que eu. Eu falei que não, mas que ele já tava cheirando a véio, e talvez por isso o filho me excitava. Além disso, a gente só morava junto há dois anos, então eu não criei o garoto. E aí ele me perguntou se eu queria... Fantasiei com o filho dele e falei que não, que não queria. No meu aniversário, a gente comemorou nós três e bebeu pra caralho. Meu marido dormiu no sofá e eu e o filho dele nos esquentamos e nos comemos. Fomos nos comendo até o quarto, deitei na cama e deixei ele me comer do jeito que queria. Ele me colocou de quatro e enfiou o pau em mim, me encheu em bem pouco tempo. Foi intenso, mas não durou nada. Eu tava super excitada, então quando ele foi pro quarto dele, me masturbei e fui embora. No outro dia, estávamos de ressaca braba, era domingo, e contei pro meu marido o que aconteceu. Falei a verdade, chorando. O filho dele tinha ido na casa de uns amigos, pediu permissão pra sair, então a gente aproveitou pra conversar. Ele me entendeu tudo, e eu perguntei se ele não sentia ciúmes. Ele disse que entendia que tava envelhecendo e que eu queria me sentir viva, e mesmo que não fosse essa a motivação, quando ele falou isso, eu achei que ele tinha razão. E ele disse: "Sabe, se quiser dar pra ele, dá, mas quando eu não estiver por perto." Eu garanti que nunca mais ia rolar, e era isso que eu queria, mas... Passaram umas semanas e a gente ficou sozinho, e aí começou. Todas as manhãs a gente transava, nossa posição favorita era 69. Uma noite de Ano Novo, a gente até fez um menage com meu marido. Já tava tudo perdido, a ponto de a gente decidir se divorciar. Até o ano passado, a gente ainda se juntava pra foder todo mundo, até um amigo deles entrou, três contra mim. Mas agora que meu pai morreu, engordei e parei de agradar eles. Então a gente terminou nossa relação sexual, mas vou começar a malhar e arrumar um toy boy pra transar e foder como uns loucos doentes.

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