Naquela época, na parte sexual, a gente se dava bem, era quando a gente tava começando a experimentar ela ficar com outros caras. A gente já tinha feito umas duas vezes, e o escolhido era um colega de trabalho dela, mais novo, aliás, acho que uns 19 anos. Embora me desse muito tesão e eu adorasse que ela me contasse os encontros dela enquanto a gente transava, eu ainda não tinha coragem de ver ao vivo, ainda me sentia estranho. Pra essas experiências, tinha umas regras, e as três principais eram: sempre que fosse transar com outro, ela tinha que me contar e dar todos os detalhes; outra era nunca no lugar onde a gente morava; e mais uma era que com outros sempre tinha que ser de camisinha. Cumprindo as regras, a verdade é que a gente se divertia pra caralho, chegando até ao ponto de eu escolher a roupa dela quando ela ia nesses encontros (geralmente uma saia curta e a calcinha fio dental que não podia faltar). E o colega dela não era exatamente o menos feliz com a situação, querendo comer minha mulher pelo menos umas duas vezes por semana. Enfim. O ponto é que numa ocasião que eu tive que trabalhar de noite (dois dias por mês), cheguei em casa de manhã como de costume e tudo parecia normal. Minha mulher tava meio cansada, mas não prestei muita atenção porque eu mesmo tava exausto. A gente tomou café, foi no mercado, e enquanto fazia as compras, ela sumiu por um tempo. Quando a gente se encontrou de novo, eu vi ela meio suspeita, então perguntei pra onde ela tinha ido ou o que tinha comprado, e ela não queria me contar… Insisti o caminho todo até que, chegando em casa e com minha insistência, ela finalmente mostrou o que tinha comprado: a pílula do dia seguinte. Na hora, comecei a imaginar o que tinha acontecido e fiquei puto, porque se era o que eu suspeitava, ela tinha quebrado uma das nossas regras principais… Tentei me controlar e, contra minha vontade, exigi uma explicação e que ela me dissesse o que tinha rolado. É que… O Raúl veio… – ela começou. E DAÍ!? – respondi, embora já soubesse o que tinha acontecido. passado, mas queria ouvir aquilo… Silêncio. E DAÍ? – repeti, tentando me acalmar. A gente transou… A gente tinha combinado que aqui não! Mais silêncio. Ahã??? Então é isso, foi o que aconteceu. Naquele momento minha imaginação começou a voar com as possibilidades e, inevitavelmente, começou a surgir uma ereção na minha calça. Não, nada de "foi o que aconteceu", você já quebrou uma regra, então agora me conta. Pelo visto ela percebeu que, além de estar puto, a situação também começava a me excitar, então respirou fundo e começou a me explicar com toda a calma do mundo… É que eu tava conversando com o Raul e sem querer acabei deixando escapar que hoje você não ia estar em casa… E aí uma coisa levou à outra… Ahã, sem querer… E depois?? É que você sabe como ele é tarado – eu sabia pelo que ela já tinha me contado hahaha – e aí assim que soube que você não ia estar, ele quis vir me ver… Te ver ou te comer? – interrompi. Pois é, isso mesmo. Continua – falei já com a voz "calma". Quando vi, ele já tava fora de casa e não dava pra não abrir… Juro que eu sabia o que ele queria e tinha toda a intenção de falar que aqui não, mas assim que abri a porta, ele já se jogou em cima de mim, nem me cumprimentou e já tava desabotoando minha calça enquanto beijava meu pescoço, e você sabe como isso me deixa doida… Sim, eu sei. Continua. Então quando vi, ele já tinha baixado minha calça e tava me apalpando toda, pegava na minha bunda, apertava meus peitos por cima da roupa e, sem parar, me virou, me curvou e nem baixou minha calcinha, só puxou pro lado e de uma vez meteu, pra você ter ideia, nem percebi quando ele tinha baixado a calça e a cueca dele. E que calcinha você tava usando? – perguntei, já deixando a luxúria vencer a raiva. A fio dental rosa que você gosta – respondeu. Era exatamente a fio dental que eu mais gostava nela, de renda, muito bonita quando ela tava de lado. E depois? Pelo visto ele tava muito tesudo, porque agora sim ele meteu com força, enfiava até o fundo e não parava de dar tapas na minha bunda e puxar meu cabelo. Mas não durou muito por causa disso, acho que ele me comeu no máximo uns 10 minutos e quando percebi, ele já estava gozando. … … Onde???? Bem… dentro… E a camisinha??? – comecei a ficar puta de novo. É que te falei, foi tudo muito rápido, quando me dei conta já estava bem empalada e naquela altura não dava pra pedir pra ele colocar… Então ele gozou dentro de você!!?? Sim… Pra caralho, ele tinha muito leite, me deixou escorrendo que nem imagina – Ela falava isso pra me excitar de novo e eu esquecer minha raiva, haha. Ok… Ok… E foi só isso, né? Não… Aconteceu mais depois disso? Algo assim… Me explica. Naquela altura eu já não aguentava mais, então desabotoei a calça, tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar devagar… Bom, depois da primeira transa ele se acalmou um pouco, me cumprimentou direito e mandou eu tirar tudo menos a roupa íntima, me deu um tapa na bunda e ordenou que eu fizesse comida pra ele. Então fiquei só de fio dental e sutiã e fui pra cozinha preparar algo. Quando fui no quarto levar a comida, ele estava deitado completamente pelado vendo TV, com o pau meio duro. Entreguei a comida e ele nem olhou pra mim, só falou «chupa ele»… Espera espera espera, isso que você tá falando foi NO NOSSO QUARTO? NA NOSSA CAMA?? Sim… Respirei fundo, tava ao mesmo tempo excitado e puto. Com muito esforço consegui me controlar… Ok… Ok… Continua. E então, comecei a chupar ele enquanto ele comia o que eu tinha preparado… Fiquei assim uns 10 minutos e logo o pau dele endureceu de novo e nem cabia mais na minha boca, você sabe que ele tem um grande… Sim, você já me contou. E quando ele terminou de comer, aí sim ele prestou atenção em mim de novo e ainda bem, porque apesar de ter um belo instrumento, já estava cansada. Naquela hora o pau dele já estava bem duro e a verdade é que eu também já estava excitada, ainda mais porque mesmo a A primeira foda foi intensa, mas não durou muito tempo e me deixou na vontade, então eu já ia tirar a tanga pra aproveitar a posição que a gente tava e me enfiar naquela pica... Mas ele não deixou! Acredita!? Por que não? Tipo, como assim? Ele disse que não, que naquela noite eu era a putinha dele e que as cachorrinhas levam de quatro, então com um pouco de grosseria me colocou de quatro e de novo só afastou minha tanga e meteu de uma vez, mas dessa vez entrou bem mais fácil porque eu já tava toda molhada... Acho que dessa vez eu curti um pouco mais, mas parece que ele exagerou um pouco na mão. Em que sentido? Eu já tava muito excitado e continuava me masturbando, mas tentava não fazer com muita força porque não queria gozar ainda. Pois é, doíam as palmadas que ele dava! Filho da puta, se acabou nas minhas bundinha, hahaha. Ele puxava meu cabelo... Me xingava! O que ele falava?? Hahaha é que tenho vergonha... FALA! Que eu era a putinha dele, que adorava levar pica e me fazia repetir isso enquanto ele me enfiava bem fundo. E aí dessa vez a gente ficou mais tempo assim, ele me comendo de quatro, segurando minha cintura pra meter mais fundo e eu só deixando haha, acho que dessa vez ele aguentou mais porque já tinha gozado. De repente, acho que ele ia gozar porque parou e sem falar nada saiu e deitou. Pensei que era minha vez e eu já tava pronta pra me sentar naquela pica, mas quando comecei a subir nele, ele me agarrou pelo pescoço com uma mão e com a outra me deu um tapa! Ehhh?? Como assim!? Calma, calma, não foi tãão forte, mas me desconcertou um pouco. Ele me deu um tapa e disse «aonde vai, aonde vai, aonde vai? Se quer que eu continue te comendo, vai ter que merecer, putinha! Vai, chupa essa pica». Normalmente eu mandaria ele bem longe, porque ele nunca tinha sido tão intenso, mas eu já tava muito tesuda e queria montar naquela pica, então deixei enquanto Raúl puxava meu cabelo e enfiava a pica na minha boca. mas dessa vez não foi como se eu tivesse chupando ele, ele começou a me comer pela boca! As bolas dele quase batiam no meu queixo, mas não me acovardei e aguentei pra ver se finalmente ele me deixava montar nele… Felizmente não durou muito, quando de repente ele me soltou, aí sim me deixou completamente nua, tirou minha calcinha e me enfiou de quatro de novo… Muito forte, muito rápido… Senti que ele já queria gozar, mas eu não queria ficar na vontade, então tentei me soltar, mas ele me segurou firme pelos quadris e não me largou, continuou metendo e disse: «espera, putinha, cê não tá vendo que vou encher você de porra?» «Mas eu quero ficar por cima!» respondi… «cala a boca, putinha!» Ele me deu um tapa na bunda e continuou metendo até que de repente senti ele gozar dentro de mim de novo…
1 comentários - Encheram minha mulher de porra na minha própria casa