Mulher casada e infiel - Cap.1

 
Mulher casada e infiel - Cap.1CAPÍTULO 1











Minha mulher Lívia é uma mulher muito gostosa (tão gostosa que me deixava TÃO EXCITADO que dava vontade de levar um chifre dela...) e uma vez ela me traiu, ou pelo menos foi o que a danadinha me disse.










Ela me contou depois que insisti... pra ser sincero, tava muito desesperado pra saber como foi a traição dela, seja falsa ou verdadeira...








Outro dia, quando a gente tava transando com tudo... Será que é verdade ou ela inventou pra me deixar mais tesudo... ou deixar a gente mais tarado???










Quando a gente tava no auge, metendo forte, eu fiquei insistindo que queria ver ela dando pra outro... e Pá! Ela soltou que já tinha feito isso numa das vezes que eu viajei a trabalho... fazia um tempinho já...










Mas não tinha me falado nada porque se sente muito arrependida disso... e não quer lembrar disso de jeito nenhum, porque se sente muito mal.








Então eu falei pra ela: me conta, quero saber como foi que aconteceu. E a ingrata começou a me contar.








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Numa dessas vezes que você precisa se ausentar por causa do trabalho, uma noite... que tinham passado na TV uns filmes daqueles mais quentes (apimentados).








Fiquei tão excitada que comecei a me tocar e masturbar igual uma louca desesperada por sexo, pensando no que tinha visto no filme.










Pra me distrair, liguei o notebook e comecei a olhar vários assuntos, mas sem saber como, no fim das contas, tava num fórum onde uns caras se ofereciam pra dar um tempo bom pras minas...










Um desses anúncios era da nossa cidade, era de um cara que tinha um caminhão e vinha de cidade em cidade pra descarregar um material aqui, mas chegou tarde e, como tava fechado, teve que esperar até o dia seguinte...










Dizia que tinha o caminhão parado numa rua perto de tal avenida, onde ficava a porta dos fundos e a entrada de cargas do mesmo, e passava um número de telefone 5567*****... quem tivesse coragem que ligasse. Parece que em cada cidade que ia, ele tinha seus encontros...












Não sei por quê, um impulso me fez ligar pro celular, talvez o tesão que eu tava e não conseguir saciar minha vontade por não ter você por perto..












Quando atendi, ouvi a voz de um cara. Fiquei quieta por um tempo enquanto ele falava: "fala aí", "alô". Só na terceira ou quarta vez consegui formar uma palavra e perguntar se era o cara que tinha colocado um anúncio dizendo que estava na avenida... com o trailer dele e que procurava companhia...










Ao ouvir minhas palavras, ele mudou o jeito de falar, começou a me dizer pra não ter medo, que visse como íamos nos divertir.






Que ia me fazer gozar como ninguém nunca fez... e tantas outras coisas mais...








E aí ele perguntou como eu me chamava. Eu, toda nervosa, falei que era uma mulher casada, que meu marido tava ausente e que ia desligar, que era uma idiota por ter ligado, e que foi porque me senti sozinha num momento. No fim, disse que não, que não ia, que era um engano, e desliguei.










Meu número devia ter ficado registrado como em todos os celulares, normal no celular dele, porque depois de um tempo o cara ligou, mas dessa vez ele disse pra eu me soltar, que não fosse boba, que ninguém ia ficar sabendo... eu fiquei tipo petrificada, sem falar nada.












Ele me disse que se eu continuasse ouvindo, eu falei que sim, mas que tava muito nervosa e meio quente. Aí quando falei do quente, ele começou a fazer mais comentários, dessa vez mais obscenos e pesados, tipo: "não duvida mais, amor, tenho uma pica que vai te fazer a mulher mais feliz do mundo, não é normal, é uma de 30cm e tá esperando entrar na sua boquinha e na sua buceta...












Sou de longa duração, consigo aguentar sem gozar por duas ou até três horas e te dar 4 ou 5 gozadas sem tirar de dentro, deixando você bem cheia de porra... tudo depende de como você se comportar. Não seja boba, vem e não vai se arrepender, você não vai me esquecer na sua vida...












Eu respondi: "Por favor, não me enche o saco, tô lutando comigo mesma, por favor, não continua... vou desligar, por favor." E voltei a tocar meus peitões por cima do meu suéter e, com a outra mão, minha buceta.








Depois de 2 minutos, o telefone tocou de novo, era ele outra vez.








- Vamos, não seja ruim, vem... tô na avenida perto de... sou o cara do trailer, te espero, cê vai ver o quanto vai se divertir pra caralho, se cê curte bem gordinha, quero te arrebentar de tanto prazer, vem pra perto, e vai provar uma coisa realmente boa que cê nunca vai esquecer, cê vai sair novinha e relaxada do meu trailer, vou fazer você largar essa tensão que cê tá sentindo agora. - Aí eu cortei e falei.








- Ok, não continua, você conseguiu. Daqui 5 a 10 minutos eu tô aí, meu carro é azul... Por favor, fica de olho. Vou estacionar na frente do seu trailer pra ficar escondido e ninguém me ver. Por favor, não quero que ninguém fique sabendo, por favor, já tô indo. - E desliguei. Coloquei um casaco por cima da pouca roupa que eu tava usando.








Peguei o carro e fui em direção à avenida que ele disse.






Pelo caminho, eu ia toda nervosa e ao mesmo tempo morrendo de vontade de chegar... eram 10 da noite, tinha deixado nosso filho dormindo, não tinha ninguém nas ruas.










Quando cheguei na esquina, vi dois trailers e na frente um caminhão. Passei na frente e estacionei, apagando rapidamente os faróis.








Pouco tempo depois, ela apareceu na minha frente, batendo com os nós dos dedos no vidro do carro.






- top! Top!






Um cara de uns 35 ou 40 anos, alto, forte, meio simpático. Pegou na maçaneta da porta e abriu. Quando senti o vento, percebi que lá embaixo, na pressa, não tinha colocado nada, só estava usando a camisolinha pequena que usava em casa, que batia um pouco acima da metade da coxa, e a calcinha por baixo.








Na parte de cima, eu tava com o suéter e, por cima, um casaco pequeno. Ela me falou.










- Bem-vinda, gostosa, vamos nos divertir pra caralho, vem pra cabine do trailer que a gente fica mais à vontade. - De repente eu pensei: devo estar muito louca pra ter vindo até aqui...








Mas é que não sei o que me deu, uma força estranha e uma vontade louca de gozar me empurrava, como sonâmbula desci do carro, ele me pegou pela mão e fomos em direção à cabine do caminhão, pensei que era agora ou nunca.








Meu futuro amante, em qualquer outra ocasião eu teria recusado, mas meu tesão estava enorme, estava sem depilar fazia pelo menos uns dois ou três dias.










cheirava a trailer, igual mecânico, porque tava impregnado com o cheiro que o trailer inteiro tinha.








Ele tava usando uma calça jeans apertada que marcava um belo volume na virilha e uma camisa de flanela estilo lenhador que destacava os músculos de homem forte e bruto.










Quando chegou, abriu a porta e, me segurando pela cintura, me ajudou a subir e aproveitou pra passar a mão na minha bunda enorme, me dizendo.










- Ummm!! como você tá, gostosa? Tá dando vontade de te comer todinha, achei que não vinha mais. Vai ver como a gente vai se divertir... Meu nome é Romeu e o seu??!!!

Falei meu nome e, enquanto ele continuava com a mão na minha bunda, percebi (pela grossura da roupa) que eu não tava com muita roupa por baixo. Vi no rosto dele um sorriso safado e cheio de desejo.









Entrei e me sentei, e logo em seguida ele entrou pela outra porta. Correu as cortinas da frente e uma da cabine.








E não parava de elogiar meu corpo, perguntava se você me deixava abandonada sexualmente... que a gente ia se divertir pra caralho com as palavras dele de "putinha mãe", esse jeito safado de falar me deixava ainda mais excitada, se é que isso era possível.








Quando terminei de fechar as cortinas, ela acendeu a luz da cabine. Eu falei pra ela apagar, pra não correr o risco de alguém ver a gente lá de fora...








Ele me respondeu que ficasse tranquila, que fechavam tudo e era impossível ver alguma coisa de fora. Enquanto dizia isso, ele se aproximou de mim e, chegando o rosto perto, me deu um beijo no canto da boca... Depois ele disse.










- Fica à vontade, você tá meio tensa, vamos, tira o casaco, vai ficar melhor... aqui não tá frio, quando você disse que vinha, deixei o trailer ligado com o aquecedor até ver você chegando de carro.










Tirei ela, ficando só com o suéter por cima da combinação curta. Quando percebi como estava, quis me cobrir um pouco, porque fiquei com muita vergonha. Então ele me disse.










- Porra, mulher... você já vem praticamente preparada, nem saia colocou... - E levantou um pouco a combinação pra ver se ela tava de calcinha. - Bom, calcinha ela tá usando, mas vai ser por pouco tempo... hehehe! - e soltou uma risadinha.




Eu respondi meio sem graça.






- É... que! com a pressa e o nervosismo, esqueci de colocar a saia e saí de casa correndo do jeito que tava, mas… eu não sei o que deu em mim pra não perceber como eu vim.... - Ele então disse se aproximando.








- Você nem se preocupa, não tem problema, me excita mais e me deixa mais tarado e safado.... - O cheiro dele misturado com o do trailer.






Tudo isso, em vez de me repelir, me excitava ao pensar que eu estava me entregando pra alguém que eu não conhecia, um homem, gente boa, que me deixava a mil.








Ele começou a me beijar com paixão e safadeza... dava pra sentir a língua dele na minha, aquele gosto de menta.










Enquanto ele tentava enfiar a mão por baixo do suéter pra apalpar meus peitões enormes por cima da combinação.








Isso me deixava com muito tesão, eu estava entrando numa nuvem, quando de repente ele parou de me beijar e tocar e me disse.










- Vem, tira esse suéter... assim não dá pra fazer muita coisa. - Peguei ele pela parte de baixo e, levantando os braços, tirei pela cabeça.










Isso deixou ele ainda mais tarado e ele se jogou de novo em cima de mim, me beijando gostoso e tentando enfiar uma das mãos no decote para apalpar meus peitões. Não conseguia chegar onde queria, então, pegando a combinação pelo decote, em vez de baixar as alças, deu um puxão e rasgou ela de cima a baixo, me deixando praticamente só de calcinha e sutiã...








De novo ela começou a me beijar e passar as mãos nos meus ombros, enfiando os dedos pra acariciar minha cintura. As mãos foram descendo pelas minhas costas até chegar no fecho do sutiã e soltou ele.








Nem percebi que ele tinha aberto, porque na hora ele puxou meu sutiã e ficou com ele numa mão, enquanto a outra já tava apalpando minhas tetonas peladas. Quando me viu assim, ele falou.












- Caralho... mas queee par de peitos você tem...!!! São gran... ENORMES.... éé.... na minha vida nunca vi uns assim..... sim senhor...!! São de verdade...??? Ohhhh muito durinhos pra sua idade..... - Cada vez me deixava mais excitada o jeito que ele falava, era a primeira vez que alguém me tratava assim. Dava pra dizer como uma puta, nunca tinham me chamado disso e esse cara não só me chamava como no final me trataria como uma puta mesmo e isso começava a me dar tesão, me sentir uma dessas mulheres......





CONTINUA


BLOQUEARAM MINHA CONTA DE NOVO E APAGARAM O CAP DE SCORT, NÃO SEI QUANTO TEMPO VOU FICAR ASSIM.


Já ativaram minha conta, não sei o que aconteceu. Mas deletaram os capítulos de amamentação e scort.



Se quiserem dar uma olhada na conta do Patreon, essa história tá mais avançada por lá.
E o cronograma deste mês tá público. Tem dois níveis: diamante e platina.
Toda história vai ser longa.
Nas páginas gratuitas, vou postar um capítulo da mesma história a cada 2 ou 3 meses.
histórias de mãe e filho, milf, tias, vizinhas, sogras, mulheres voluptuosas. E toda história continua rendendo a cada mês

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