Eu tinha 30 anos na época, e minha namorada uns 28. Nossa vida parecia ir vento em popa por fora: tínhamos alugado uma casa decente num bairro tranquilo, com garagem espaçosa para o carrinho que havíamos acabado de comprar. Nos deslocávamos com facilidade, pagávamos as contas em dia, mas por dentro era um deserto. O sexo com ela era uma lembrança distante; sempre "cansada", "com dor de cabeça", ou simplesmente virava na cama me dando as costas. Eu me perguntava se eu era o problema —se meu desejo a sobrecarregava, ou se tinha outro que a excitava em segredo—, mas isso me corroía a cabeça sem respostas. Era triste, como agora, um vazio que te rói devagar.
A casa tinha um quarto de visita no térreo, grudado na garagem, perfeito para quando vinha família ou amigos. Não era comum, mas naquela noite chegou a prima da minha namorada, de uns 28 anos, com o namorado. Ela era uma mulher normal, atraente do seu jeito: pele clara, cabelo longo e liso que caía pelas costas, peitos não muito grandes mas bem formados e apetitosos —daqueles que ficam firmes sob uma blusa justa—, bunda média mas redonda, que se mexia com um balanço sutil quando andava. Chegaram no carro dele, e como a garagem era espaçosa, imaginei que guardariam o deles ao lado do nosso. Jantamos rápido, conversamos um pouco, e fomos dormir. Ou foi o que pensei.
Era por volta das 2 da manhã quando tentei com minha namorada mais uma vez: carícias suaves nas costas, roçando seu quadril sob o lençol, descendo devagar até sua virilha. Nada. Ela virou com um grunhido sonolento, me deixando com a raiva subindo pela garganta. "De novo não", pensei, a rejeição queimando como ácido. Não conseguia dormir; a insônia me picava como um mosquito. Lembrei que a prima e o namorado haviam chegado tarde —eu devia ter movido o carro para que entrassem com o deles. Coloquei um roupão leve sobre o pijama curto, desci as escadas com sono acumulado, pisando suave para não acordar ninguém.
Ao chegar na... Nos últimos degraus, notei que a garagem estava às escuras. "Que estranho", pensei. "Não iam guardar o carro? Ou será que saíram?". Mesmo assim, precisava tirar o meu, por via das dúvidas. Dei um passo para dentro, a porta entreaberta, e vi um brilho opaco: a luz de um celular no modo lanterna, iluminando um canto perto do meu carro. Me assustei, o coração batendo forte. Dei um passo para trás por instinto, me encostando na parede. Então ouvi sussurros: a voz da prima, baixa e entrecortada, "shh, não faz barulho, podem acordar". Ela parecia bêbada, ou talvez só excitada ao extremo, como se não tivessem dinheiro para um motel e o tesão tivesse vencido ali mesmo. Fiquei imóvel, a curiosidade me mordendo mais que o medo.
Com a luz fraca do celular apontando para eles, vi a cena que me tirou o fôlego: ele sentado numa cadeira velha que a gente usava para ferramentas, calças abaixadas até os tornozelos, pau ereto e venoso apontando para o teto. Ela ajoelhada na frente dele, segurando ele com uma mão enquanto enfiava na boca como se fosse um pirulito. Chupava sem parar: língua lambendo a cabeça inchada, sugando forte, enfiando até a garganta com barulhinhos molhados que tentavam abafar. Ele agarrava o cabelo dela, guiando devagar, rosnando baixinho. Ficaram assim um bom tempo —minutos que pareceram eternos—, ela acelerando o ritmo, saliva escorrendo pelo queixo, olhos fechados em concentração. Eu quis ir embora, subir as escadas e esquecer, mas a curiosidade era um ímã. Além disso, a rejeição da minha namorada me tinha deixado com tesão, frustrado, e ver isso me acendia como um pavio. Me mexi sorrateiro, procurando um ângulo melhor atrás de uma caixa de ferramentas, sem fazer barulho, o pulso acelerado como se eu fosse o ladrão.
Quando voltei a olhar, ela estava tirando o casaco, deixando ver uma blusa justa que marcava os peitos firmes e apetitosos. Ela a levantou devagar, libertando eles no ar fresco da garagem: mamilos rosados e eretos, duros como pedrinhas de tesão. "Chupa elas", ela sussurrou pra ele com voz rouca, e ele não se opôs: se inclinou, meteu um na boca, chupando forte enquanto amassava o outro com a mão. Lambia em círculos, mordiscando de leve, fazendo ela arquear as costas e suspirar baixinho, "isso… assim…". Os peitos dela brilhavam de saliva sob a luz fraca, balançando levemente a cada movimento. A sacanagem me atingiu: imaginei minhas mãos ali, minha boca devorando eles, compensando o vazio da minha cama lá em cima.
Continuaram assim um tempo, ele alternando entre os peitos dela, apertando os mamilos até ela gemer abafado. Depois, ela se levantou, pediu pra ele ficar de pé. Se virou, apoiou as mãos na cadeira, arqueando as costas pra expor a bunda — nem grande nem pequena, mas redonda —, calça e calcinha abaixadas até os joelhos. Ele se posicionou atrás, segurando os quadris dela com as mãos firmes, e a penetrou devagar no começo: a cabeça do pau dele — pequeno mas eficiente, como notei depois — roçando nos lábios da buceta molhada dela, entrando centímetro por centímetro. Ela soltou um suspiro longo, mordendo o lábio pra não gritar. Começou a meter com vontade, como se tivessem se provocando por horas: saindo quase todo pra enfiar de novo, fundo, fazendo a bunda dela bater contra a pelve dele com tapinhas suaves mas inconfundíveis. Quis gravar — pegar o celular e capturar cada enfiada —, mas o flash ou o som me entregariam. Me limitei a olhar, meus olhos fixos em como a xota dela abria e fechava em volta daquele pau, mel brilhando na luz fraca. Ela não soltava gemidos altos, mas o rosto dela na penumbra era puro êxtase: olhos semicerrados, boca aberta num gemido mudo, quadris empurrando pra trás pra receber mais fundo.
Mudou o ritmo: ele acelerou, metendo brutal mas controlado, uma mão descendo pra esfregar o clitóris dela enquanto a fodia. Ela tremia, os peitos balançando livres, mamilos roçando no ar frio. Pensei no psicológico: o risco de serem pegos na minha garagem, o álcool ou a excitação turvando o julgamento dele, o desejo cru que minha namorada me negava. Eu me sentia parte daquilo, um voyeur invisível, minha própria ereção latejando sob o roupão, quente e dolorida pela frustração acumulada.
Depois, ela o sentou de novo na cadeira, ficou na frente dele, de frente: guiou o pau dele até sua entrada, sentando devagar até que entrou tudo. Agarrou seus joelhos para se equilibrar e começou a se mover pra cima e pra baixo, cavalgando ele com um ritmo lento no começo, sentindo cada centímetro. Tocava os próprios peitos, apertando os mamilos, mordendo a boca para abafar gemidos. "Que loucura", pensei, vendo ela como uma doida descontrolada: quadris girando em círculos, boceta engolindo o pau inteiro, mel escorrendo pelas coxas dela. Ele agarrava a bunda dela, ajudando a descer com mais força, rosnando baixinho. Ficaram assim por minutos, ela acelerando, peitos batendo no peito dele, o som molhado de pele contra pele enchendo a garagem em sussurros.
De repente, ele sussurrou algo pra ela, e eu me assustei: será que tinham me percebido? O coração bateu forte nos meus ouvidos. Mas não: ele pediu para ela se deitar no capô do meu carro, com as pernas abertas. Não sabia se xingar, gritar com eles por usar meu carro como cama, ou ficar agradecido pelo espetáculo. Ela obedeceu, subindo no capô —o metal frio contra as costas dela—, abrindo as pernas bem abertas, expondo a boceta inchada e brilhante. Ele se ajoelhou primeiro, enfiando a cara lá: lambendo devagar no começo, língua plana percorrendo os lábios, chupando o clitóris inchado. Ela gemia baixinho, "ai... isso... me chupa...", mão no cabelo dele guiando. Lambia voraz, metendo a língua dentro, fodendo ela com a língua enquanto os dedos abriam mais suas dobras. O cheiro de sexo devia encher o ar, mas do meu esconderijo eu só via: a boceta dela brilhando de saliva e mel, peitos subindo e descendo com a respiração ofegante.
Depois ele se levantou, se posicionou entre as pernas dela e a penetrou de novo: enfiadas profundas, saindo quase tudo para enfiar até o fundo, batendo no colo do útero dela. Ela arqueava as costas contra o cara, pernas envolvendo ele, gemidos abafados subindo de tom. Ele chupava a buceta intercalando: tirava o pau, lambia um pouco, enfiava de novo. Era uma loucura; eles sim curtiam um sexo bom, sem inibições, na minha própria garagem. Fiquei vendo assim um bom tempo, o prazer crescendo: ela se tocando no clitóris enquanto ele metia, peitos balançando, bunda deslizando de leve por causa do suor no metal.
Pra finalizar, ela sentou ele de novo na cadeira, ficou de frente pra ele mas dando as costas dessa vez: guiou o pau dele pra sua buceta, sentando devagar, dando o peito... na cara dele. Sim, de frente, peitos na altura da boca dele. Começou a se mover: pra cima e pra baixo, rápido, com gritinhos abafados de excitação. Dava pra ver de longe, com aquela luz de celular iluminando eles, como a bunda média dela se mexia, encaixando aquele pau pequeno mas eficiente cada vez mais rápido. O ritmo era frenético: ela cavalgando selvagem, ele chupando os peitos dela, mãos na bunda guiando. Não aguentaram: ouvi o gemido dela, rouco e prolongado, o orgasmo chegando em ondas. Saí de lá imediatamente, subindo as escadas sorrateiro, o coração batendo na garganta.
Não sei se meteram o carro ou não; no dia seguinte tudo parecia normal. Mas vê-los foi uma experiência e tanto: o tesão de espiar, o fogo que minha relação não tinha, a adrenalina de quase ser descoberto. Me marcou, um segredo que revivo em noites de insônia. E parte de mim ainda se pergunta o que teria acontecido se eu tivesse saído das sombras, se tivesse encarado eles... ou me juntado. Se você é mulher e já viveu esse vazio no relacionamento, esse desejo reprimido que explode no proibido, me escreve. Preciso desabafar com alguém que entenda a onda. Salve pra quem ainda tá pegando fogo.
A casa tinha um quarto de visita no térreo, grudado na garagem, perfeito para quando vinha família ou amigos. Não era comum, mas naquela noite chegou a prima da minha namorada, de uns 28 anos, com o namorado. Ela era uma mulher normal, atraente do seu jeito: pele clara, cabelo longo e liso que caía pelas costas, peitos não muito grandes mas bem formados e apetitosos —daqueles que ficam firmes sob uma blusa justa—, bunda média mas redonda, que se mexia com um balanço sutil quando andava. Chegaram no carro dele, e como a garagem era espaçosa, imaginei que guardariam o deles ao lado do nosso. Jantamos rápido, conversamos um pouco, e fomos dormir. Ou foi o que pensei.
Era por volta das 2 da manhã quando tentei com minha namorada mais uma vez: carícias suaves nas costas, roçando seu quadril sob o lençol, descendo devagar até sua virilha. Nada. Ela virou com um grunhido sonolento, me deixando com a raiva subindo pela garganta. "De novo não", pensei, a rejeição queimando como ácido. Não conseguia dormir; a insônia me picava como um mosquito. Lembrei que a prima e o namorado haviam chegado tarde —eu devia ter movido o carro para que entrassem com o deles. Coloquei um roupão leve sobre o pijama curto, desci as escadas com sono acumulado, pisando suave para não acordar ninguém.
Ao chegar na... Nos últimos degraus, notei que a garagem estava às escuras. "Que estranho", pensei. "Não iam guardar o carro? Ou será que saíram?". Mesmo assim, precisava tirar o meu, por via das dúvidas. Dei um passo para dentro, a porta entreaberta, e vi um brilho opaco: a luz de um celular no modo lanterna, iluminando um canto perto do meu carro. Me assustei, o coração batendo forte. Dei um passo para trás por instinto, me encostando na parede. Então ouvi sussurros: a voz da prima, baixa e entrecortada, "shh, não faz barulho, podem acordar". Ela parecia bêbada, ou talvez só excitada ao extremo, como se não tivessem dinheiro para um motel e o tesão tivesse vencido ali mesmo. Fiquei imóvel, a curiosidade me mordendo mais que o medo.
Com a luz fraca do celular apontando para eles, vi a cena que me tirou o fôlego: ele sentado numa cadeira velha que a gente usava para ferramentas, calças abaixadas até os tornozelos, pau ereto e venoso apontando para o teto. Ela ajoelhada na frente dele, segurando ele com uma mão enquanto enfiava na boca como se fosse um pirulito. Chupava sem parar: língua lambendo a cabeça inchada, sugando forte, enfiando até a garganta com barulhinhos molhados que tentavam abafar. Ele agarrava o cabelo dela, guiando devagar, rosnando baixinho. Ficaram assim um bom tempo —minutos que pareceram eternos—, ela acelerando o ritmo, saliva escorrendo pelo queixo, olhos fechados em concentração. Eu quis ir embora, subir as escadas e esquecer, mas a curiosidade era um ímã. Além disso, a rejeição da minha namorada me tinha deixado com tesão, frustrado, e ver isso me acendia como um pavio. Me mexi sorrateiro, procurando um ângulo melhor atrás de uma caixa de ferramentas, sem fazer barulho, o pulso acelerado como se eu fosse o ladrão.
Quando voltei a olhar, ela estava tirando o casaco, deixando ver uma blusa justa que marcava os peitos firmes e apetitosos. Ela a levantou devagar, libertando eles no ar fresco da garagem: mamilos rosados e eretos, duros como pedrinhas de tesão. "Chupa elas", ela sussurrou pra ele com voz rouca, e ele não se opôs: se inclinou, meteu um na boca, chupando forte enquanto amassava o outro com a mão. Lambia em círculos, mordiscando de leve, fazendo ela arquear as costas e suspirar baixinho, "isso… assim…". Os peitos dela brilhavam de saliva sob a luz fraca, balançando levemente a cada movimento. A sacanagem me atingiu: imaginei minhas mãos ali, minha boca devorando eles, compensando o vazio da minha cama lá em cima.
Continuaram assim um tempo, ele alternando entre os peitos dela, apertando os mamilos até ela gemer abafado. Depois, ela se levantou, pediu pra ele ficar de pé. Se virou, apoiou as mãos na cadeira, arqueando as costas pra expor a bunda — nem grande nem pequena, mas redonda —, calça e calcinha abaixadas até os joelhos. Ele se posicionou atrás, segurando os quadris dela com as mãos firmes, e a penetrou devagar no começo: a cabeça do pau dele — pequeno mas eficiente, como notei depois — roçando nos lábios da buceta molhada dela, entrando centímetro por centímetro. Ela soltou um suspiro longo, mordendo o lábio pra não gritar. Começou a meter com vontade, como se tivessem se provocando por horas: saindo quase todo pra enfiar de novo, fundo, fazendo a bunda dela bater contra a pelve dele com tapinhas suaves mas inconfundíveis. Quis gravar — pegar o celular e capturar cada enfiada —, mas o flash ou o som me entregariam. Me limitei a olhar, meus olhos fixos em como a xota dela abria e fechava em volta daquele pau, mel brilhando na luz fraca. Ela não soltava gemidos altos, mas o rosto dela na penumbra era puro êxtase: olhos semicerrados, boca aberta num gemido mudo, quadris empurrando pra trás pra receber mais fundo.
Mudou o ritmo: ele acelerou, metendo brutal mas controlado, uma mão descendo pra esfregar o clitóris dela enquanto a fodia. Ela tremia, os peitos balançando livres, mamilos roçando no ar frio. Pensei no psicológico: o risco de serem pegos na minha garagem, o álcool ou a excitação turvando o julgamento dele, o desejo cru que minha namorada me negava. Eu me sentia parte daquilo, um voyeur invisível, minha própria ereção latejando sob o roupão, quente e dolorida pela frustração acumulada.
Depois, ela o sentou de novo na cadeira, ficou na frente dele, de frente: guiou o pau dele até sua entrada, sentando devagar até que entrou tudo. Agarrou seus joelhos para se equilibrar e começou a se mover pra cima e pra baixo, cavalgando ele com um ritmo lento no começo, sentindo cada centímetro. Tocava os próprios peitos, apertando os mamilos, mordendo a boca para abafar gemidos. "Que loucura", pensei, vendo ela como uma doida descontrolada: quadris girando em círculos, boceta engolindo o pau inteiro, mel escorrendo pelas coxas dela. Ele agarrava a bunda dela, ajudando a descer com mais força, rosnando baixinho. Ficaram assim por minutos, ela acelerando, peitos batendo no peito dele, o som molhado de pele contra pele enchendo a garagem em sussurros.
De repente, ele sussurrou algo pra ela, e eu me assustei: será que tinham me percebido? O coração bateu forte nos meus ouvidos. Mas não: ele pediu para ela se deitar no capô do meu carro, com as pernas abertas. Não sabia se xingar, gritar com eles por usar meu carro como cama, ou ficar agradecido pelo espetáculo. Ela obedeceu, subindo no capô —o metal frio contra as costas dela—, abrindo as pernas bem abertas, expondo a boceta inchada e brilhante. Ele se ajoelhou primeiro, enfiando a cara lá: lambendo devagar no começo, língua plana percorrendo os lábios, chupando o clitóris inchado. Ela gemia baixinho, "ai... isso... me chupa...", mão no cabelo dele guiando. Lambia voraz, metendo a língua dentro, fodendo ela com a língua enquanto os dedos abriam mais suas dobras. O cheiro de sexo devia encher o ar, mas do meu esconderijo eu só via: a boceta dela brilhando de saliva e mel, peitos subindo e descendo com a respiração ofegante.
Depois ele se levantou, se posicionou entre as pernas dela e a penetrou de novo: enfiadas profundas, saindo quase tudo para enfiar até o fundo, batendo no colo do útero dela. Ela arqueava as costas contra o cara, pernas envolvendo ele, gemidos abafados subindo de tom. Ele chupava a buceta intercalando: tirava o pau, lambia um pouco, enfiava de novo. Era uma loucura; eles sim curtiam um sexo bom, sem inibições, na minha própria garagem. Fiquei vendo assim um bom tempo, o prazer crescendo: ela se tocando no clitóris enquanto ele metia, peitos balançando, bunda deslizando de leve por causa do suor no metal.
Pra finalizar, ela sentou ele de novo na cadeira, ficou de frente pra ele mas dando as costas dessa vez: guiou o pau dele pra sua buceta, sentando devagar, dando o peito... na cara dele. Sim, de frente, peitos na altura da boca dele. Começou a se mover: pra cima e pra baixo, rápido, com gritinhos abafados de excitação. Dava pra ver de longe, com aquela luz de celular iluminando eles, como a bunda média dela se mexia, encaixando aquele pau pequeno mas eficiente cada vez mais rápido. O ritmo era frenético: ela cavalgando selvagem, ele chupando os peitos dela, mãos na bunda guiando. Não aguentaram: ouvi o gemido dela, rouco e prolongado, o orgasmo chegando em ondas. Saí de lá imediatamente, subindo as escadas sorrateiro, o coração batendo na garganta.
Não sei se meteram o carro ou não; no dia seguinte tudo parecia normal. Mas vê-los foi uma experiência e tanto: o tesão de espiar, o fogo que minha relação não tinha, a adrenalina de quase ser descoberto. Me marcou, um segredo que revivo em noites de insônia. E parte de mim ainda se pergunta o que teria acontecido se eu tivesse saído das sombras, se tivesse encarado eles... ou me juntado. Se você é mulher e já viveu esse vazio no relacionamento, esse desejo reprimido que explode no proibido, me escreve. Preciso desabafar com alguém que entenda a onda. Salve pra quem ainda tá pegando fogo.
0 comentários - Tesão na Garagem