Passaram-se vários dias depois que eu tinha chupado ele no chuveiro. Jorge me evitava. Mudou a atitude, não se aproximava mais como antes, não me tocava, nem me olhava diretamente. Até que um dia, no fim da aula, ele pediu para falar comigo a sós. — Karla — disse, com voz séria, braços cruzados, olhos baixos —. O que aconteceu entre a gente não foi certo. Me sinto um lixo. Amo minha esposa, de verdade. Nunca tinha traído ela… e não quero fazer de novo. No começo, eu não disse nada. Só olhei pra ele. Tinha aquela expressão quebrada de um homem que quer fazer o certo, mas já provou o inferno… e gostou. — Quero manter distância. Não posso continuar assim. Preciso respeitar ela. Ela confia em mim — continuou, quase implorando. — Tudo bem — respondi, calma —. Entendo. Mas não ia deixar ele escapar tão fácil. Não depois de ter provado aquela rola tão deliciosa e gostosa, queria ter ela na minha buceta e no meu cu. Nos dias seguintes, cuidei de provocar ele mais do que nunca. Usava tops sem sutiã, legging que enfiava entre os lábios da buceta, cumprimentava ele com beijos no rosto bem colados, e toda vez que ele se aproximava pra me corrigir, eu esfregava nele como se fosse sem querer. Sabia que ele lutava pra se manter longe… mas também sabia que o pau dele o traía toda vez porque eu sentia as ereções. Até que uma tarde, bem antes de fechar a academia, entrei no depósito fingindo que procurava um colchonete. Tava molhada, quente, desesperada pelo pinto dele. Me abaixei na frente da prateleira com a bunda bem levantada, e quando ouvi os passos dele atrás de mim, falei sem olhar: — Vai continuar se fazendo de fiel… com o pau duro do jeito que tá por minha causa, ou vai me foder e me fazer sua? Ele não disse nada. Só trancou a porta. Num segundo, me agarrou pela cintura e me jogou contra o colchonete. A respiração dele era selvagem. Baixou minha legging sem piedade e rasgou minha calcinha fio-dental, e se ajoelhou atrás de mim.
—Você tá encharcada, putinha —rosnou ele, me abrindo com os dedos—. Sabia que isso ia acontecer? —Claro que sim… desde que chupei seu pau pela primeira vez, não penso em outra coisa a não ser na sua piroca linda e em ter você dentro de mim me fazendo gemer. Ele lambeu minha bucetinha com fome. Eu ainda de quatro e ele por trás, a língua dele entrava e saía enquanto eu gemia e me esfregava contra o rosto dele, passando minha excitação nos lábios dele. Me chupou como se quisesse me castigar com a boca, enfiou os dedos com força, cuspiu em mim, falou um monte de putaria no meu ouvido enquanto enfiava os dedos na minha buceta e chupava minha xereca: —Nenhuma mulher me soube tão gostosa assim… caralho… te odeio por provocar isso. —Me fode —supliquei—. Enfia teu pau agora. Me fode com força. Faz do jeito que não faz com a tua mulher. Ele meteu de uma vez. Sem preâmbulo, sem pausa. O pau duro e grande dele entrou com força, batendo no fundo da minha buceta. Ele me comeu com raiva, com desespero, com necessidade. Me segurava pelo cabelo, me dava tapas na bunda e tapava minha boca pra ninguém nos descobrir, dizendo:
—Você é tão puta… não consigo te tirar da cabeça… puta gostosa! —Me dá toda essa sua pica—eu gemi—. Enche minha bucetinha, me faz sua. Sou uma puta à sua disposição —Sim! É isso mesmo! Uma puta safada que chupa minha pica tão gostosa. Ele me comeu em todas as posições naquele colchonete. Levantou minha perna, cuspiu na minha boca, mordeu meu pescoço. Quando ia gozar, olhei nos olhos dele: —Me dá na boca, quero engolir seu leite de novo. Ele gozou com um gemido rouco. Eu me ajoelhei rápido, chupei com força enquanto ele gozava, quente, grosso, e engoli tudo enquanto olhava pra ele sorrindo. Quando terminou, ofegante, tremendo, só disse: —Você vai destruir meu casamento… E eu, limpando o canto dos lábios com o leite grosso dele, respondi: —E ainda não terminei com você, quero que me coma por trás e goze dentro de mim. Passou uma semana depois da nossa primeira trepada e naquela tarde eu já tinha decidido. Depois de tudo que a gente fez, depois de vê-lo quebrar as próprias regras, de ouvi-lo gemer meu nome entre culpas, de saborear o leite dele direto da fonte… queria mais. Queria vê-lo implorar, me desejar, se perder. Tinha um hotel discreto perto da academia, um que parecia feito pra esse tipo de pecado silencioso. Naquele dia eu reservei um quarto e como ele saía tarde, eu falei pro meu marido que ia chegar tarde ou não ia porque ia na casa de uma amiga, e ele disse que não tinha problema. Pedi um quarto com espelho no teto, e por baixo da minha roupa de academia, coloquei a lingerie mais provocante que tinha: só uns fios pretos, rendas quase invisíveis, e um sutiã que mostrava mais do que cobria. Também levei um presente especial: um par de algemas acolchoadas de couro, resistentes mas confortáveis, e um plug anal na minha bunda. Queria brincar. Queria dominá-lo e que ele me dominasse. Esperei ele na entrada da academia com um sorriso que eu sabia que ele não conseguia resistir. —Tenho uma surpresa —falei, baixando a voz, tocando o peito dele. —com a ponta dos meus dedos. Se você se atrever... Ela não disse que sim. Mas também não disse que não. Minutos depois, já estávamos no quarto. Jorge olhava tudo com uma mistura de culpa e desejo. Sentei ele numa cadeira de frente pra cama. Não dei tempo pra ele pensar. Fiquei entre as pernas dele e tirei a roupa devagar. Primeiro a blusa, depois a legging que desci lentamente, deixando meu corpo ficar exposto na frente dele. —Porra... —murmurou ao ver a lingerie—. O que você tá fazendo comigo? —Te dando o que você precisa —sussurrei, sentando na coxa dele—. Te castigando... ou te premiando, depende do seu ponto de vista. Enquanto eu me dava palmadas na frente dele.
—Você tá encharcada, putinha —rosnou ele, me abrindo com os dedos—. Sabia que isso ia acontecer? —Claro que sim… desde que chupei seu pau pela primeira vez, não penso em outra coisa a não ser na sua piroca linda e em ter você dentro de mim me fazendo gemer. Ele lambeu minha bucetinha com fome. Eu ainda de quatro e ele por trás, a língua dele entrava e saía enquanto eu gemia e me esfregava contra o rosto dele, passando minha excitação nos lábios dele. Me chupou como se quisesse me castigar com a boca, enfiou os dedos com força, cuspiu em mim, falou um monte de putaria no meu ouvido enquanto enfiava os dedos na minha buceta e chupava minha xereca: —Nenhuma mulher me soube tão gostosa assim… caralho… te odeio por provocar isso. —Me fode —supliquei—. Enfia teu pau agora. Me fode com força. Faz do jeito que não faz com a tua mulher. Ele meteu de uma vez. Sem preâmbulo, sem pausa. O pau duro e grande dele entrou com força, batendo no fundo da minha buceta. Ele me comeu com raiva, com desespero, com necessidade. Me segurava pelo cabelo, me dava tapas na bunda e tapava minha boca pra ninguém nos descobrir, dizendo:
—Você é tão puta… não consigo te tirar da cabeça… puta gostosa! —Me dá toda essa sua pica—eu gemi—. Enche minha bucetinha, me faz sua. Sou uma puta à sua disposição —Sim! É isso mesmo! Uma puta safada que chupa minha pica tão gostosa. Ele me comeu em todas as posições naquele colchonete. Levantou minha perna, cuspiu na minha boca, mordeu meu pescoço. Quando ia gozar, olhei nos olhos dele: —Me dá na boca, quero engolir seu leite de novo. Ele gozou com um gemido rouco. Eu me ajoelhei rápido, chupei com força enquanto ele gozava, quente, grosso, e engoli tudo enquanto olhava pra ele sorrindo. Quando terminou, ofegante, tremendo, só disse: —Você vai destruir meu casamento… E eu, limpando o canto dos lábios com o leite grosso dele, respondi: —E ainda não terminei com você, quero que me coma por trás e goze dentro de mim. Passou uma semana depois da nossa primeira trepada e naquela tarde eu já tinha decidido. Depois de tudo que a gente fez, depois de vê-lo quebrar as próprias regras, de ouvi-lo gemer meu nome entre culpas, de saborear o leite dele direto da fonte… queria mais. Queria vê-lo implorar, me desejar, se perder. Tinha um hotel discreto perto da academia, um que parecia feito pra esse tipo de pecado silencioso. Naquele dia eu reservei um quarto e como ele saía tarde, eu falei pro meu marido que ia chegar tarde ou não ia porque ia na casa de uma amiga, e ele disse que não tinha problema. Pedi um quarto com espelho no teto, e por baixo da minha roupa de academia, coloquei a lingerie mais provocante que tinha: só uns fios pretos, rendas quase invisíveis, e um sutiã que mostrava mais do que cobria. Também levei um presente especial: um par de algemas acolchoadas de couro, resistentes mas confortáveis, e um plug anal na minha bunda. Queria brincar. Queria dominá-lo e que ele me dominasse. Esperei ele na entrada da academia com um sorriso que eu sabia que ele não conseguia resistir. —Tenho uma surpresa —falei, baixando a voz, tocando o peito dele. —com a ponta dos meus dedos. Se você se atrever... Ela não disse que sim. Mas também não disse que não. Minutos depois, já estávamos no quarto. Jorge olhava tudo com uma mistura de culpa e desejo. Sentei ele numa cadeira de frente pra cama. Não dei tempo pra ele pensar. Fiquei entre as pernas dele e tirei a roupa devagar. Primeiro a blusa, depois a legging que desci lentamente, deixando meu corpo ficar exposto na frente dele. —Porra... —murmurou ao ver a lingerie—. O que você tá fazendo comigo? —Te dando o que você precisa —sussurrei, sentando na coxa dele—. Te castigando... ou te premiando, depende do seu ponto de vista. Enquanto eu me dava palmadas na frente dele.
1 comentários - Voltei toda arrombada da academia