Boa noite, amigos e comunidade Poringa Girl. Hoje vou contar pra vocês como começou meu relacionamento com minha meia-irmã e como acabamos transando e nos conhecendo cada vez mais fundo.
Primeiro, vou me apresentar: tenho 26 anos, 1,70m de altura. Sempre fui uma pessoa que curte esportes e fazer atividades, embora ultimamente tenha me descuidado um pouco, mas ainda jogo futebol com os amigos e faço umas paradas.
Desde moleque, sempre fui muito tarado. Descobri a punheta bem cedo e desde então não parei mais. Virei viciado em sexo quando, na adolescência, comecei a me encontrar com uma mina mais velha que eu, e a gente acabava transando em lugares públicos, parques e tal — mas essas são histórias pra outra hora. Sem mais enrolação, vamos nessa.
Era final de tarde lá por 2018, já tendo completado a maioridade. Aproveitando o dia da primavera com meus amigos de infância, decidimos passar a tarde num parque bem conhecido da minha tão amada Rosário. Levamos tudo que um grupo de amigos precisa pra se divertir: uma bola, música pra ouvir e uma grana pra depois tomar alguma coisa. Quando chegamos, o parque tava lotado de gente, a maioria adolescente, e começamos a andar pelo lugar até achar um canto pra largar as coisas e começar a zoar. No meio do caminho, meu melhor amigo, Nico, encontrou um grupo de amigas dele, e acabamos nos conhecendo e nos apresentando todo mundo. Seguimos nosso rumo até achar um lugar só nosso.
Depois que nos acomodamos, começamos a jogar bola entre nós cinco e a bestar, passando o tempo. Lá pelas 18h30 / 19h, vimos o grupo de amigas do Nico chegando. Elas perguntaram se a gente ia ficar mais um tempo e se podiam ficar com a gente. Vendo a situação, aproveitamos pra sentar com as minas e começar a conversar entre todos. Depois de um tempo, resolvi ir buscar umas cervejas num quiosco perto que eu já conhecia e perguntei quem ia comigo, o Martin, outro amigo meu, falou "vamos", e nisso duas das minas, a Luz e a Clara, levantaram e disseram que iam junto com a gente.
No caminho pro quiosco, a gente ia os quatro conversando e eu via que o Martin já tava se interessando mais pela Luz, só zoeira entre os quatro até que num momento o Martin me chama pelo meu sobrenome.C:fode-me, eu tenho o mesmo sobrenome que você haha
Y:Sério? Já tô vendo que somos parentes.Martin e Luz nos olhavam, esperando o desfecho, até que, pelos nomes dos parentes, percebemos que tínhamos um laço em comum. Os tios deles eram meus tios, então não tínhamos muitas opções: se não éramos meio-irmãos, éramos primos.
(Vale deixar claro que eu moro com a minha mãe e que meus pais estão separados há anos)
Quando perguntei quem era o pai dela, fiquei gelado. Nunca imaginei que fosse ele; esperava o nome de algum dos meus tios.
Claramente, minha mudança de estado foi evidente, assim como minha cara, já que Martin me olhou e perguntou se eu estava bem, até que eu caí na real de novo e falei pra Clara que ele também era meu pai, e que, por isso, éramos meio-irmãos.
Saímos do quiosque com várias cervejas, e minha única intenção era começar a beber pra processar um pouco mais o que Clara tinha acabado de me contar. A volta pro parque com o resto do grupo foi em silêncio da nossa parte. Quando chegamos lá, abrimos as cervejas e eu me enfiei na bebida sem falar muito, até que o álcool começou a fazer efeito e eu fui me soltando. Continuamos conversando entre todos até percebermos que já eram quase 21h, então começamos a juntar as coisas e cada um foi pra sua parada de ônibus. Como eu moro um pouco longe dos meus amigos, quando cheguei na rua onde pegava o busão, me despedi de todo mundo e vi que Clara também tava se despedindo. A gente se olhou e, só pelo olhar, já sabia que íamos pra mesma parada. Já na parada, começamos a conversar e perguntei que ônibus ela pegava ou pra que zona ela ia.C:Peguei o 121, tô indo pra zona oeste.
Y:ah, beleza então vamos dividir o bancoE ela assentiu, sorrindo pra mim, o que me fez perceber como ela era gostosa. Não sei se foi pelo efeito do álcool ou o quê, mas quando vi aquele sorriso, me toquei da beleza dela. Sem mais, ficamos conversando besteiras e ligando os pontos dos laços familiares.
Quando o ônibus chegou, deixei ela passar na frente, mas na hora que fui subir, a carteira caiu. Me abaixei pra pegar e, quando levantei a vista pra entrar, vi por baixo daquele vestido de verão bem soltinho umas pernas lindas que subiam se contorcendo, firmes, até chegar numa rabetinha redonda. Pela cor da pele, levemente bronzeada do jeito que todo mundo gosta, e uma calcinha fio dental branca que se perdia no meio daqueles dois glúteos. Não acreditei no que tinha visto, era tão sexy, mas fiquei tão em choque a tarde toda que não reparei no corpo dela até aquele momento. Sem mais, subi no ônibus e sentei do lado dela.C:A verdade é que foi meio chocante pra caralho ter conhecido meu irmão assim, nunca esperava por essa.
Y:Pois é, nunca esperava por isso, viu o que falam de Rosário?
C:Sim, e ainda mais indo pro mesmo lado, talvez em algum outro momento a gente se viu sem saber o que a gente é.
Y:É inacreditável, mas fazer o quê, fico feliz de ter uma meia-irmã e que ela seja tão gente boa.
C:Pra mim também, além do choque, tô feliz de ter te conhecido.a conversa seguiu sem muito mais até que eu estava perto de descer, umas 10 quadras da minha casa, bem perto pra falar a verdade, aí ele me dizC:Tem teu celular aí? Me procura no Instagram pra gente manter contato, é @Clara...Rapidamente procurei por ela e comecei a segui-la. Nos despedimos com um beijo, ela desceu e eu segui o caminho pra casa vendo o Instagram dela. Fiquei maluco com a beleza dela, um rosto perfeito, uma pele linda, uns cabelos lisos e pretos que batiam acima da bunda, um corpo que em algumas fotos dava pra notar e umas fotos meio provocantes onde marcava o decote ou dava pra ver a cara de safada dela.
Quando cheguei em casa, tava sozinho. Minha mãe tinha saído com as amigas, então me preparei pra tomar um banho e ir no mercadinho comprar algo pra comer e umas cervejas pra continuar o esquema, já que era sexta-feira e eu não tinha nada pra fazer no dia seguinte. Naquela noite, demorei pra pegar no sono, mesmo estando sob o efeito da cerveja. Tinha tanta informação na cabeça e tanta coisa pra processar que não parava de me revirar na cama. Se não tava pensando no que aconteceu durante o dia, vinham as imagens do Instagram dela, onde ela parecia tão gostosa e tão única, com aqueles peitões enormes que ela deixava aparecer e aquelas pernas firmes, uma mulher do caralho, e isso que a gente ainda era adolescente. Não sei em que momento dormi, mas acordei com a luz entrando pela janela do quarto. Peguei o celular pra ver e eram só 9h04 da manhã, e tinha duas notificações do Instagram: uma dizendo que Clara tinha começado a me seguir e a outra que era uma solicitação de mensagem, que pra minha surpresa era de uma das amigas de Clara.
A mensagem era curta, mas direta. Não conseguia acreditar no que tava vendo. O nome dela era Rocio.
R: Não sabia que o Nico tinha um amigo tão gostoso. Espero te ver de novo sozinho, lindo.
...
Se vocês tão gostando até agora, me avisem que eu continuo contando, porque isso tá só começando. Mas, graças à Rocio, acabei transando com a Clara, mas isso eu conto mais pra frente...
Primeiro, vou me apresentar: tenho 26 anos, 1,70m de altura. Sempre fui uma pessoa que curte esportes e fazer atividades, embora ultimamente tenha me descuidado um pouco, mas ainda jogo futebol com os amigos e faço umas paradas.
Desde moleque, sempre fui muito tarado. Descobri a punheta bem cedo e desde então não parei mais. Virei viciado em sexo quando, na adolescência, comecei a me encontrar com uma mina mais velha que eu, e a gente acabava transando em lugares públicos, parques e tal — mas essas são histórias pra outra hora. Sem mais enrolação, vamos nessa.
Era final de tarde lá por 2018, já tendo completado a maioridade. Aproveitando o dia da primavera com meus amigos de infância, decidimos passar a tarde num parque bem conhecido da minha tão amada Rosário. Levamos tudo que um grupo de amigos precisa pra se divertir: uma bola, música pra ouvir e uma grana pra depois tomar alguma coisa. Quando chegamos, o parque tava lotado de gente, a maioria adolescente, e começamos a andar pelo lugar até achar um canto pra largar as coisas e começar a zoar. No meio do caminho, meu melhor amigo, Nico, encontrou um grupo de amigas dele, e acabamos nos conhecendo e nos apresentando todo mundo. Seguimos nosso rumo até achar um lugar só nosso.
Depois que nos acomodamos, começamos a jogar bola entre nós cinco e a bestar, passando o tempo. Lá pelas 18h30 / 19h, vimos o grupo de amigas do Nico chegando. Elas perguntaram se a gente ia ficar mais um tempo e se podiam ficar com a gente. Vendo a situação, aproveitamos pra sentar com as minas e começar a conversar entre todos. Depois de um tempo, resolvi ir buscar umas cervejas num quiosco perto que eu já conhecia e perguntei quem ia comigo, o Martin, outro amigo meu, falou "vamos", e nisso duas das minas, a Luz e a Clara, levantaram e disseram que iam junto com a gente.
No caminho pro quiosco, a gente ia os quatro conversando e eu via que o Martin já tava se interessando mais pela Luz, só zoeira entre os quatro até que num momento o Martin me chama pelo meu sobrenome.C:fode-me, eu tenho o mesmo sobrenome que você haha
Y:Sério? Já tô vendo que somos parentes.Martin e Luz nos olhavam, esperando o desfecho, até que, pelos nomes dos parentes, percebemos que tínhamos um laço em comum. Os tios deles eram meus tios, então não tínhamos muitas opções: se não éramos meio-irmãos, éramos primos.
(Vale deixar claro que eu moro com a minha mãe e que meus pais estão separados há anos)
Quando perguntei quem era o pai dela, fiquei gelado. Nunca imaginei que fosse ele; esperava o nome de algum dos meus tios.
Claramente, minha mudança de estado foi evidente, assim como minha cara, já que Martin me olhou e perguntou se eu estava bem, até que eu caí na real de novo e falei pra Clara que ele também era meu pai, e que, por isso, éramos meio-irmãos.
Saímos do quiosque com várias cervejas, e minha única intenção era começar a beber pra processar um pouco mais o que Clara tinha acabado de me contar. A volta pro parque com o resto do grupo foi em silêncio da nossa parte. Quando chegamos lá, abrimos as cervejas e eu me enfiei na bebida sem falar muito, até que o álcool começou a fazer efeito e eu fui me soltando. Continuamos conversando entre todos até percebermos que já eram quase 21h, então começamos a juntar as coisas e cada um foi pra sua parada de ônibus. Como eu moro um pouco longe dos meus amigos, quando cheguei na rua onde pegava o busão, me despedi de todo mundo e vi que Clara também tava se despedindo. A gente se olhou e, só pelo olhar, já sabia que íamos pra mesma parada. Já na parada, começamos a conversar e perguntei que ônibus ela pegava ou pra que zona ela ia.C:Peguei o 121, tô indo pra zona oeste.
Y:ah, beleza então vamos dividir o bancoE ela assentiu, sorrindo pra mim, o que me fez perceber como ela era gostosa. Não sei se foi pelo efeito do álcool ou o quê, mas quando vi aquele sorriso, me toquei da beleza dela. Sem mais, ficamos conversando besteiras e ligando os pontos dos laços familiares.
Quando o ônibus chegou, deixei ela passar na frente, mas na hora que fui subir, a carteira caiu. Me abaixei pra pegar e, quando levantei a vista pra entrar, vi por baixo daquele vestido de verão bem soltinho umas pernas lindas que subiam se contorcendo, firmes, até chegar numa rabetinha redonda. Pela cor da pele, levemente bronzeada do jeito que todo mundo gosta, e uma calcinha fio dental branca que se perdia no meio daqueles dois glúteos. Não acreditei no que tinha visto, era tão sexy, mas fiquei tão em choque a tarde toda que não reparei no corpo dela até aquele momento. Sem mais, subi no ônibus e sentei do lado dela.C:A verdade é que foi meio chocante pra caralho ter conhecido meu irmão assim, nunca esperava por essa.
Y:Pois é, nunca esperava por isso, viu o que falam de Rosário?
C:Sim, e ainda mais indo pro mesmo lado, talvez em algum outro momento a gente se viu sem saber o que a gente é.
Y:É inacreditável, mas fazer o quê, fico feliz de ter uma meia-irmã e que ela seja tão gente boa.
C:Pra mim também, além do choque, tô feliz de ter te conhecido.a conversa seguiu sem muito mais até que eu estava perto de descer, umas 10 quadras da minha casa, bem perto pra falar a verdade, aí ele me dizC:Tem teu celular aí? Me procura no Instagram pra gente manter contato, é @Clara...Rapidamente procurei por ela e comecei a segui-la. Nos despedimos com um beijo, ela desceu e eu segui o caminho pra casa vendo o Instagram dela. Fiquei maluco com a beleza dela, um rosto perfeito, uma pele linda, uns cabelos lisos e pretos que batiam acima da bunda, um corpo que em algumas fotos dava pra notar e umas fotos meio provocantes onde marcava o decote ou dava pra ver a cara de safada dela.
Quando cheguei em casa, tava sozinho. Minha mãe tinha saído com as amigas, então me preparei pra tomar um banho e ir no mercadinho comprar algo pra comer e umas cervejas pra continuar o esquema, já que era sexta-feira e eu não tinha nada pra fazer no dia seguinte. Naquela noite, demorei pra pegar no sono, mesmo estando sob o efeito da cerveja. Tinha tanta informação na cabeça e tanta coisa pra processar que não parava de me revirar na cama. Se não tava pensando no que aconteceu durante o dia, vinham as imagens do Instagram dela, onde ela parecia tão gostosa e tão única, com aqueles peitões enormes que ela deixava aparecer e aquelas pernas firmes, uma mulher do caralho, e isso que a gente ainda era adolescente. Não sei em que momento dormi, mas acordei com a luz entrando pela janela do quarto. Peguei o celular pra ver e eram só 9h04 da manhã, e tinha duas notificações do Instagram: uma dizendo que Clara tinha começado a me seguir e a outra que era uma solicitação de mensagem, que pra minha surpresa era de uma das amigas de Clara.
A mensagem era curta, mas direta. Não conseguia acreditar no que tava vendo. O nome dela era Rocio.
R: Não sabia que o Nico tinha um amigo tão gostoso. Espero te ver de novo sozinho, lindo.
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Se vocês tão gostando até agora, me avisem que eu continuo contando, porque isso tá só começando. Mas, graças à Rocio, acabei transando com a Clara, mas isso eu conto mais pra frente...
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