Pra começar, perdi a virgindade já faz 2 anos e eu tinha 21, foi com um desconhecido numa resenha. Antes dos 18 eu era super antissocial e super otaku. Aí no meu aniversário de 18, meu irmão levou as cunhadas dele e foi lá que fiz amigas de verdade. Essas duas putas são demais, até hoje continuo com elas e também rola troca de contatinhos entre a gente. Comecei a sair com elas, tipo pra balada, resenha, noite de mina com histórias super picantes. Elas sempre me contavam como transavam e com quem transavam, e eu, super inocente, fui me interessando nessa parada de ser puta. Tipo, é sabido que em todo grupo de amigas sempre tem uma inocente, e essa era eu. Antes de perder a virgindade, teve um cara que teve a sorte de ser a primeira rola que eu provei. Ele se chamava Matías, um cara alto, com um físico de academia espetacular. Aconteceu que numa resenha tranquila com minhas amigas, caíram na casa da minha amiga uns caras, eram 2. Eles nos convidaram pra outra resenha e tal. Fomos eu e minhas amigas, e horas depois uma foi com um cara, depois outra, e fiquei só eu com o Matías. Ele ficou comigo um tempão conversando, e do nada fiquei sozinha na sala com ele. E aí ele começou a me beijar, e começou a entrar gente, então ele me levou pro quintal, onde tinha outro banheiro, e lá continuamos o beijo. Eu já tava bebada também. Num momento, ele me pegou pela nuca, pelo cabelo, ouvi o barulho do cinto dele e depois me fez ajoelhar bem na frente da rola enorme dele. Fiquei meio traumatizada e ao mesmo tempo com um tesão. Ele colocou na minha boca e eu só abri. Ele me fez mamar, não entrava nem metade daquela rola, era grossa e comprida, a maior que já vi na vida. Ele me deixou chupando por um tempão. De repente, ele tirou meu short e tirou a calcinha rosa que eu tava usando. Não sou de usar esse tipo de roupa, tipo renda ou lingerie, na real uso muita roupa íntima de menininha. Quando ele tirou tudo, me sentou no vaso e me deu uma chupada de buceta que me deixou toda mole, acho que nunca gozei tão rápido como naquele dia. E tantas vezes, e ele me colocou na posição pra me penetrar, mas eu não quis. Ele me deixou tipo papai e mamãe em cima do vaso sanitário, colocou uma das minhas perninhas no ombro dele e enfiou o picaço dele na minha buceta. E eu, vendo aquela coisa ali, tive reações e falei que não, impossível. Ele, todo fofo, me deu uns beijos e falou coisas bonitas, mas eu, com um medão, saí de lá e coloquei meu shorts. Falei que era virgem e que o pau dele era grande demais pra mim. Mesmo assim, tudo bem, trocamos número e conversamos um tempão. Mas, enfim, o tempo passa e com o Matías ele tá planejando me deixar penetrar. Mas num fim de semana que foi o fim da minha inocência, uma amiga minha não queria ir sozinha pro encontro de um ficante dela. Minha outra amiga tinha planos de sair, então fui eu. E fomos. Muitos caras, eram cinco e só tinha eu e ela. Começamos a beber e conversar, depois nos levaram pra dar uma volta de moto. E aí, o cara que me levava era muito lindo, e a vibe era daqueles caras meio emos, que são os que eu gosto. E, voltando, ele já foi conversando comigo e tínhamos muito em comum. Quando entramos de novo na casa, ele me puxou pela cintura. Ele era dois anos mais velho que eu, o que também ajudou eu querer ter ele dentro de mim. Ele se chamava Agustín, era, acho, o único cara bonito do grupo. Os outros todos morenos e gordos. Ele bem grego, magrinho, com piercing e tatuagens de anime que eu gostei muito. Bom, a parada é que minha amiga ficou com os outros quatro caras e o Agustín me levou pro quarto. Me fez esperar lá e depois voltou com a chave do quarto. Ele trancou a porta e eu sentada na cama, quietinha. Ele trancou a porta, tirou a camisa e me deu um beijão. Aí se jogou na cama e começou a me apalpar. Eu tava com um shorts preto, legging preta, uma regatinha justa branca que fazia notar o peito que eu não tenho. Ele passou a mão na minha bunda e por baixo da legging. Eu tava usando um biquíni por cima e uma calcinha fio dental rosa de morango. Ele me fez tirar a regata e o biquíni. Fiquei de peitos de fora e ele, na hora, tirou tudo, deixou o pau de fora. Bem dura, depilada, branca. Não era tão grande quanto a do Matías, mas tinha um bom tamanho, acho que uns 18 cm. Ele deitado de barriga pra cima e eu, sem falar nada, comecei a chupar ele. Fiquei meio intensa, passei a língua, chupei os ovos dele, enquanto uma mão batia uma pra ele, dei uns amassos e voltei a chupar. Depois ele me mandou tirar tudo e subir em cima dele. A gente fez 69. Ele me deu uns beijos na buceta, passou a língua na buceta e no cuzinho. A verdade é que ele já tinha me dominado. Ele quis enfiar os dedos na minha buceta e no cuzinho, mas eu tirei a mão dele e deixei claro que não, óbvio sem tirar a pica da boca dele. Depois de um tempo, ele me colocou de bruços na cama, passou os dedos pra preparar e meteu. Não doeu muito, foi rapidinho e depois foi só aproveitar a pica dele enfiada na minha pussy, obviamente com camisinha. Ele me comeu assim de ladinho, depois me mandou levantar e me deu uma sacudida que me fez gritar, já tava me acabando. Depois a gente voltou pra cama e dessa vez eu fiquei por cima dele. Pulei um pouco, depois só fiquei me mexendo devagar enquanto a gente se amassava, isso sim, as mãos dele nas minhas nádegas e as palmadas não faltaram. Ele deixou minha bunda vermelha e ardendo de tão forte que me bateu. Depois ele me colocou de conchinha e me comeu assim, passou a mão na minha pussy enquanto enfiava, também nos peitos e me segurou pelo pescoço. Já não aguentava mais eu e ele também. Ele gozou assim e depois me abraçou. A gente ficou de conchinha até ele amolecer e sair de dentro de mim. Depois fomos os dois pro banheiro. Eu vesti a camiseta dele e ele a calça. Entramos os dois, eu tive que tirar a camisinha que ficou presa dentro de mim. Voltamos pra cama e de conchinha de novo, uns amassos e a gente dormiu. Não dormimos muito porque bateram na porta e, bom, a gente teve que sair. Minha amiga e outra mina entraram no quarto com dois caras. Quando a gente saiu, não tinha ninguém e ele me perguntou o que eu queria fazer. Eu falei que tava cansada e ele se ofereceu pra me levar. Ele me levou pra minha casa e, bom, eu dei meu número pra ele e também dei minha calcinha fio dental. Tirei a roupa na frente da sua casa, só a parte de baixo, depois continuei transando com ele, mas ele não se comportou bem comigo. Tipo, eu não me considero uma puta nem um brinquedo de ninguém, e deixei isso claro pra ele, mas ele nunca me tratou do jeito que eu queria. Pra você entender, ele sempre falava coisas bonitas e me enchia de esperança, e aí descobri que ele tava comendo minhas amigas e quem sabe quantas mais. Então mandei ele pra puta que pariu. Ele não foi meu namorado, mas não gosto que mintam pra mim, ainda mais com essas coisas. Por isso me afastei dele. Deixa pontos se você gostou 7u7
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