Beso de guasca (relato de um corno)

Este relato é de um corno que detalha sua experiência com um garanhão que a mulher dele e ele contataram. O que vem a seguir é o relato do "Gringo" (o corno).Olha! Aqui vai o relato de outro encontro, dessa vez de 2018 com um contato que a gente tinha feito pelo site que a gente tinha na época. Essa foi a primeira vez que a Lali me fez provar a rola de um macho.

Ontem tivemos nosso 1º encontro com um contato do site, que vou relatar agora.

Carlos tinha nos mandado uma mensagem à tarde, que eu respondi dando um pouco de informação sobre a gente e algumas fotos. Fomos batendo um papo e comentei que, como recebemos uma porrada de mensagens, costumamos filtrar não pela estética, mas por quem manda umas fantasias que mexem com a nossa cabeça. Carlos tirou um tempinho e descreveu várias situações de Cuckold bem quentes, o que deixou claro que ele manjava muito da fantasia. Daí passamos pro WhatsApp e jogamos a ideia de nos encontrar à noite. Pus a Lali a par da situação, e ela topou na hora o encontro (é que ela é tãoooo puta!). Naquele momento eram umas 20h, e combinamos que ele viria em casa às 22h15. A Lali me deu o dispositivo de castidade pra eu já colocar no pau, então já estava pronto bem antes. É assim: a Lali curte os cornos dela, e eu não tenho direito nem de bater uma enquanto rola o encontro, só quando o bull vai embora ela traz a chave (que fica sempre com ela) e me deixa penetrar a buceta dela toda dilatada enquanto cheiro o sexo que o macho dela deixou.

Carlos me pediu pra ir mandando fotos de como a Lali ia se produzindo, tarefa que eu ia cumprindo conforme ela ia se vestindo (blusinha, meia arrastão, minissaia e sem nada por baixo dessa última). Sendo 22:20, tocam a campainha e a Lali foi abrir, já que tínhamos ordens específicas pra ser ela quem recebesse ele. Carlos chegou vestido com roupa de escritório e na hora pudemos ver que ele tinha a mesma boa energia que dava pra sentir nas mensagens. Lali me mandou preparar café pros três. Sentados na mesa, Carlos perguntou se podia fumar (nossos cigarros estavam ali apoiados perto dele), aí a gente concordou e foi relaxando um pouco, já que sendo fumantes, qualquer conversa fica mais gostosa dividindo uns baseados.

Passados uns 15 minutos e depois de bater um papo furado, o Carlos fala 'cê tá meio longe de mim'. Ele levantou e eu achei que ia sentar do lado da Lali, mas ela também levantou e já foram se pegar. As línguas se cruzaram e nosso touro logo percebeu que a Lali não tava de calcinha, porque ele rapidamente levantou a saia dela e começou a massagear a bunda dela. Eu comecei a tirar as xícaras de café da mesa e a Lali, vendo isso, me fala 'lava elas, corno, não deixa sujas na pia'. Enquanto eu lavava as xícaras, esvaziava o cinzeiro e passava um pano na mesa, minha mulher me diz 'Nós vamos pra cima, depois sobe o celular pra mim'.

Quando subi pro quarto, o Carlos já tava pelado na cama e a Lali tava chupando a pica dele. Isso é uma parada que ele ama, e ela faz com todo cuidado e dedicação. Dava pra ouvir uns comentários tipo 'que boquete gostoso, sua puta', 'enfia tudo na boca', e o Carlos puxava ela pelo cabelo e enfiava a pica até ela engasgar. A Lali se esforçava pra engolir e de vez em quando tirava da boca pra pegar um ar. Eu me sentei numa cadeira que tem no quarto e comecei a filmar tudo, de cueca e com o dispositivo de castidade no lugar.

Depois da chupada, ele virou minha mulher de barriga pra cima e começou a chupar ela de novo. Me dá um ciúme do caralho ver ela sendo chupada, é foda! Rapidão ele abriu uma caixa de camisinha e, depois de colocar, começou a comer ela no papai-e-mamãe. Depois levantou as pernas dela pro alto e metia bem fundo. Lali gemia enquanto repetia 'sou sua putinha' a pedido do Carlos. Depois de um tempo, ele colocou ela de quatro e Lali me chamou porque adora me fazer sofrer: mandou eu abaixar a cueca e ela começou a chupar minha rola, enfiando a língua entre os buracos da gaiolinha. Minha rola explodia lá dentro, mas sem chance de ter uma ereção. Muito desesperador!

A foda continuava enquanto eu filmava. Carlos deitou e a Lali subiu por cima, posição que eu sei que ela adora, já que curte muito cavalgar a pica. O ritmo dos movimentos era intenso e Carlos falava pra ela que queria gozar na boca dela. Depois de alguns minutos, ela saiu de cima e eu me levantei pra filmar enchendo a boca da minha mulher de porra. Carlos se masturbava enquanto a Lali esperava de boca aberta pra receber os primeiros jatos. O momento não demorou e dava pra ver que o Carlos tava gozando pra caralho e ela recebia tudo sem desperdiçar uma gota. Na hora, pensei que o encontro tinha chegado ao fim, mas a Lali, com a boca cheia, faz sinal pra eu chegar perto e entregar a câmera pro Carlos. Ela me pega pelo rosto e aproxima a boca da minha. Abro a boca e ela passa toda a porra do Carlos, que era uma quantidade do caralho. Engulo tudo que consigo e a gente se perde num beijão, enquanto fios de porra escorriam pelos cantos das nossas bocas. Não esperava que isso fosse rolar, mas é sempre difícil prever as coisas que vão acontecer com a Lali.

Nós trocamos de roupa, descemos. Cumprimentei o Carlos e, como um bom cuck, agradeci ele ter vindo comer minha esposa. A Lali foi abrir a porta pra ele e eu vi os dois se despedindo com um beijão.


Autor:O Gringo

4 comentários - Beso de guasca (relato de um corno)

Ummmm mas cornudo imposible , tomarle la.lechi del Macho de tu esposa ( que es ya su hembra ) ....me encanta y me para el pitito.
Ummmm mas cornudo imposible , tomarle la.lechi del Macho de tu esposa ( que es ya su hembra ) ....me encanta y me para el pitito.