O dia que quase fui pego com a mão na buceta

Essa é uma história antiga, da minha época de faculdade.
Já fazia um tempo que eu tinha criado uma boa química com um colega na universidade.
No começo, a relação era puramente de estudos, até que na minha cabeça começaram a rolar umas fantasias. Meu colega, vamos chamar ele de Guido, parecia não se ligar, ou pelo menos disfarçava muito bem.
O maior problema era que a namorada dele também estudava na mesma faculdade. Então era comum a gente trombar com ela nos corredores ou no bar. Ela me conhecia, já que fazia parte do grupo de estudos do namorado, e a nossa relação era mais que cordial.

Com esse grupo, do qual Guido e eu fazíamos parte, a gente se juntava pra estudar nos fins de semana. É que, como a gente estudava à noite, a maioria não podia se encontrar durante a semana.
O horário das aulas era das 19h às 23h quase todo dia. Eu saía do escritório e ia direto pra faculdade. A verdade é que eu ia bem arrumada por causa disso, o que durante minha faculdade me rendeu mais de um benefício.

Naquela semana, a gente tinha combinado de se encontrar no sábado às 15h na casa de um colega. A gente precisava preparar um trabalho prático pra entregar na sexta seguinte.
Durante a tarde, a gente avançou bastante. A verdade é que, como muitos tinham que sair cedo, a ideia era render ao máximo. Lá pelas 20h, a maioria já tinha ido embora, ficando só o dono da casa, o Guido e mais duas colegas.

A gente pediu umas pizzas e continuou estudando. Como já estávamos cansados, decidimos relaxar um pouco, e enquanto comíamos, a gente aproveitou pra tomar umas cervejas.
Logo a cerveja ajudou a desinibir a gente, e ao relaxar, começamos a falar de qualquer coisa, menos da faculdade. Os assuntos eram variados e ajudavam a gente a se conhecer um pouco mais.

Ficamos um tempão assim, até que começaram as confissões de tipo sexual. Era um jogo meio besta, mas ajudou a gente a se divertir. um tempo.
Já tinha ficado tarde, então demos por encerrada a reunião e combinamos que cada um terminaria uma parte em casa pra apresentar tudo junto na sexta.
Como o Guido estava sem carro, me ofereci pra levá-lo até a casa dele. Tive que insistir, porque na real a gente não morava perto, mas ele acabou aceitando. Também levamos uma das minas, que ficava no caminho. Depois de deixar ela, o Guido começou a me dar as direções pra casa dele.
No caminho, continuamos batendo papo sobre o que a gente tinha jogado, e num momento o Guido me perguntou: “É verdade que você transou com o Luis, o professor de Análise?” – É que durante o jogo eu tinha confessado que tinha transado com um professor assistente pra passar numa matéria. – “Sim, é verdade”. E a gente começou a rir junto.
Ele disse: “Você é foda. Te achava na dela, sem muita enrolação, mas não pensei que chegasse a esse ponto”. – “Se eu quero algo, eu consigo”, falei, “não fico dando volta”. Nisso, o Guido pareceu querer saber mais sobre o que tinha rolado com aquele professor. É que ele também tinha cursado aquela matéria comigo e não tinha conseguido passar. Ao descobrir meu segredinho, quis se inteirar. – “Mas ele que te cantou? Como foi?”. Tive que contar tudo.
Esse assistente era um professor novo. Devia ter uns 10 anos a mais que eu. Não era muito bonito, mas também não era feio. Eu sentava na frente de tudo, então numa turma de 50 a 60 pessoas, aquele era o melhor lugar pra ser notada. Eu me destacava do resto porque geralmente ia muito bem vestida. Saía do escritório e ia pra faculdade, enquanto a maioria tinha tempo de ir em casa trocar de roupa.
Um dia percebi que o professor me olhava, e longe de me inibir, comecei a olhar pra ele também. Ficamos trocando olhares durante várias aulas, até que um dia fiquei depois da aula pra fazer uma pergunta pra ele. Quando todo mundo já tinha saído da sala, me aproximei do professor, que aproveitando minha pergunta começou a puxar conversa. A gente deve ter ficado Conversando uns 15 minutos até eu me despedir pra ir pra próxima aula. A porta tinha ficado aberta. Agora era só seguir o jogo. No dia seguinte, eu tinha aula de novo. De novo fiquei depois da aula pra fazer outra pergunta. Logo a gente voltou a conversar sobre outras coisas até que num momento ele me convidou pra tomar um café. Naquele dia eu faltei na aula seguinte e fiquei com o professor tomando algo na cafeteria da faculdade. Nada demais, mas ajudou a gente se conhecer melhor. Naquele dia eu comentei que no sábado ia sair pra dançar com minhas amigas numa balada do centro, e que se ele quisesse vir com os amigos, aproveitasse que várias amigas minhas estavam sozinhas. A gente não combinou nada, mas trocamos telefones. No sábado, como todo sábado, comecei a me arrumar cedo com minhas amigas. Geralmente a gente se encontrava na casa de alguma e lá se trocava, se maquiava e começava a beber algo. Enquanto tava na casa da minha amiga, meu celular tocou. Era meu professor. Ele queria confirmar se a gente ia pra aquela balada. Ele disse que provavelmente iria com dois amigos. Contei pras minhas amigas, mas elas não deram muita bola. A gente bebeu algo e quando chegou a hora, fomos dançar. Eu tinha vestido umas calças douradas com uns sapatos de plataforma. Sou bem alta, mas com esses sapatos ficava ainda mais. Em cima, tava com uma regata preta bem decotada. Já na balada, a gente começou a dançar e eu me esqueci do meu professor, até que de noite sinto alguém me pegar por trás. Quando me viro, vejo que era meu professor. Ele tinha vindo sozinho porque os amigos não quiseram acompanhar. Como a música tava alta e a gente não conseguia conversar, ele me convidou pra beber algo perto do bar, onde a música era um pouco mais baixa. A gente ficou bebendo algo lá, conversando sobre qualquer coisa, até que num momento ele me fala que eu tava realmente muito gostosa, e também muito alta. Que já na faculdade eu tava sempre muito gostosa, mas que ali ele tava direto tinha me surpreendido. Depois de dar uma risada e agradecer, ele voltou a me elogiar. “A verdade é que vim só pra te ver. Não curto muito balada, faz tempo que não vou dançar, mas desde um tempo você me deixa louco e não quis perder a oportunidade”.

Fiquei olhando fixo pra ele, esperando o próximo passo. Naqueles poucos segundos, ele entendeu que era a hora. Chegou mais perto, me pegou pela cintura e começou a me beijar. No começo, não resisti, mas logo tentei me afastar. Sem querer ser grossa, falei no ouvido dele: “aqui não, alguém pode ver a gente”. Ele entendeu na hora, já que tanto eu quanto ele tínhamos parceiros e era arriscado. Além disso, se alguém da faculdade visse, não sabia o que podia rolar.

Combinamos de nos encontrar lá fora. Ele tava com o carro dele e eu com o meu, então acertamos de nos ver num posto de gasolina a umas quadras dali.

Me despedi das minhas amigas, pra quem falei a verdade, e fui pegar meu carro.

Quando cheguei no posto, meu professor já tava lá dentro do carro dele. Estacionei do lado e sinalizei pra ele estacionar também, pra gente ir num carro só. Depois de estacionar, ele entrou no meu. Assim que sentou, começou a me beijar. Ficamos assim uns minutos, e a temperatura foi subindo. As mãos dos dois percorriam o corpo um do outro. Depois de um tempo, decidimos ir pra um motel perto.

Já no motel, não teve muita enrolação. Logo ficamos pelados e comecei a fazer oral nele. Ele não tinha uma piroca enorme, mais ou menos normal. Mas tava dura igual uma estaca. Chupei com vontade, e num momento comecei a chamar ele de “professor”. Isso parecia deixar ele louco, e em pouco tempo ele me virou pra me comer com gosto. Pedi pra ele colocar camisinha, e eu gozei, mas ele também gozou na hora.

Ficamos deitados na cama um tempão até que, depois de nos amassarmos um pouco, ele conseguiu outra ereção. Chupei de novo com gosto enquanto Praticávamos um 69. Ela começou a falar umas coisas tipo “que vontade de comer uma mina igual você”, ou “sempre me deu tesão”. Nisso, eu viro e fico de quatro, mandando ela me penetrar. Ela colocou outra camisinha e, de pé na beira da cama, começou a me foder com gosto. Eu olhava de lado e perguntava se ia me aprovar, e ela respondia que sim, que eu não me preocupasse, etc.
Depois desse encontro, a gente ainda transou mais duas ou três vezes. Nada demais. Sempre escondido ou na correria. Mas serviu pra ela aliviar a tensão e pra eu passar na matéria.
Enquanto eu contava isso, Guido não comentou nada, só me indicou onde virar.
Quando chegamos na casa, ele me mostrou onde estacionar. Já era tarde e a área era meio escura, então não tinha movimento. Pensei que ele ia tentar me beijar, mas não. Só falou: “eu também teria te aprovado”.
A gente se despediu e nos vimos de novo na semana.
Na primeira vez que nos vimos, algo tinha mudado. Ele sempre foi distante comigo. Ou pelo menos era o que eu sentia. Agora parecia mais carinhoso, mais efusivo. Na sexta, entregamos o trabalho prático e o professor, sem nem ter corrigido, deu o ok, mostrando que tava tudo certo.
Saímos da faculdade e no estacionamento me ofereci pra levar ele em casa. A gente tava realmente feliz porque tinha sido uma matéria bem difícil. Mal entramos no carro, Guido se jogou em mim e me deu um beijo. Me pegou desprevenida, então me assustei. Isso pareceu cortar o clima, mas quando percebi, fui eu que beijei ele de novo.
Começamos a nos beijar no carro, e logo comecei a apalpar o pau dele. Tava duro e eu quis tirar da calça. O carro tava estacionado numa rua interna da faculdade. Mesmo iluminada, não passava muita gente andando por ali. Guido me ajudou a desabotoar a calça dele e consegui puxar o pau. Era estranho. Tinha uma curvatura pra um lado e a cabeça sensivelmente maior que o tronco. Logo me acomodei e comecei a fazer aquilo que faço tão bem. Chupar ele. Guido gemia de prazer. Eu chupava aquela rola com gosto. Fazia tempo que queria chupar, mas Guido nunca tinha reagido.
Devo ter chupado ele por uns 5 ou 10 minutos até que Guido dá um pulo e diz: “Gisela!”. Gisela era a namorada dele. Levanto a cabeça de leve e vejo ela a poucos metros de nós, conversando com duas amigas. Deviam estar a uns 15 metros, uns 3 ou 4 carros de distância. Dali não dava pra nos ver e, se passassem andando do lado do carro, a não ser que olhassem com atenção, por causa do vidro escuro, provavelmente também não veriam lá dentro.
Fiquei na dúvida se ficava quieta, se sentava, etc. Mas naquele momento Guido pega na minha cabeça e abaixa de novo pra rola dele. Começo a chupar de novo. O tesão era foda. Lá estava eu, chupando a rola do meu colega de faculdade, e a namorada a poucos metros, conversando com as amigas. Comecei a falar todo tipo de coisa pra ele. Coisas tipo: “cê gosta de ser chupado com a namorada perto”, “agora vou cumprimentar ela com seu gozo na boca”, etc. Mal terminei de falar isso, Guido dá sinais de que vai gozar. Começo a passar a mão nos ovos dele e a chupar com mais força.
Aí começo a sentir o esperma enchendo minha boca. É difícil engolir tudo, mas dou um jeito e deixo bem limpinha. Assim que termino de chupar, me sento devagar pra ver se a Gisela ainda estava lá. Continuava no mesmo lugar, conversando com as amigas. Guido aproveitou pra fechar a calça quase sem se mexer.
Ficamos ali sem saber o que fazer. Não sabíamos se esperávamos elas irem embora, se saíamos do carro como se nada tivesse acontecido. Estávamos nervosos.
Aí Guido teve a ideia de pegar uns papéis da faculdade e fingir que estávamos falando sobre alguma coisa. Meu coração batia forte e, embora amasse a situação, o medo estava ali, latente.
Nisso Nesse momento, a Gisela se despede de uma das amigas e, junto com a outra, começa a caminhar na nossa direção. Quando vejo ela vindo, instintivamente pisco o farol do carro pra cumprimentar. A Gisela parece não perceber e, ao nos ver, fica feliz. Começa a bater um papo com a gente como se não desconfiasse de nada. Eu me sentia um lixo. Tinha resto de porra do namorado dela na minha boca e ali estava eu, conversando com a Gisela como se nada tivesse acontecido. Nisso, pergunto como ela ia voltar pra casa, e ela diz que ia pegar o ônibus. Foi aí que falei pra ela esquecer isso, que eu daria uma carona junto com o Guido.

A Gisela entrou no banco de trás e a gente já começou a falar da faculdade. O Guido, na frente, quase não falava nada. Tava parado, imóvel. Mais ainda, em certo momento, fingiu que tinha dormido.

Deixei os dois na casa da Gisela e, de lá, fui direto pra casa do meu namorado.

Me senti a maior puta, mas o tesão daquele dia foi uma sensação incrível.

Com o Guido nunca mais rolou nada. Continuamos amigos até hoje, e ele tá felizmente casado com a Gisela.

Autor: Natália

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