NOTA DO ADMIN: não tinham me enviado nenhum conto, por isso não tinha nada pra perdoar. mas já tenho 7 novos, então vou publicando aos poucos.
Oi tio vegeta, sou a Viviana, 31 anos, de Santiago do Chile. Vou tentar ser direta porque preciso desabafar. Sou casada há 5 anos com meu namorado de infância, saímos do ensino médio juntos e fomos pra faculdade, e os dois estudamos medicina. Eu quis seguir a área pedagógica e comecei a trabalhar na mesma universidade onde me formei. No começo, era substituindo, mas logo peguei um contrato fixo. Dá pra imaginar que nunca tive outra parceria sexual, e a verdade é que isso começou a pesar com o tempo. Eu tinha uns 28 ou 29 anos quando comecei a me sentir atraída por um colega que é super atencioso e engraçado, mas não dei importância, afinal sou casada e sabia que nada podia rolar entre a gente. Mas nesse verão, tudo foi pro caralho. Fomos pra Pucon passar férias com meu marido — "a gente se deu um agrado" porque decidimos ser pais, então íamos começar a tentar.
O drama foi que estávamos muito tensos, brigando pra caralho. E, por incrível que pareça, brigamos porque o copo d'água dele estava molhado por baixo e molhou um guardanapo com um número de telefone que eu tinha que guardar. Isso nos levou a terminar aquele dia... Saí pra um pub tomar alguma coisa, irritada, quando o pecado me olhou. Um cara de cabelo comprido que cobria até os olhos, mas dava pra ver um pouco que ele tinha olhos azuis. Não consigo definir o que sentia, mas era eletricidade — não excitação, mas tipo entusiasmo.
Tomei minha caipirinha e ele se aproximou, disse "oi". Conversamos um pouco e ele me chamou pra dançar. Dançamos (tudo isso umas 4 da tarde, mas o lugar tava lotado) e ele me perguntou se eu queria ir com ele pra cabana dele um pouco. Já fazia um tempo que eu ficava pensando em como seria transar com outra pessoa, então decidi ir. Fomos e... sim. Ele começou a me comer, pegava meus peitos e colocava devagar nos lábios grossos e grandes que ele tinha. Não mordia, só apalpava e cheirava. Com a mão, ele me tocava lá embaixo, eu não sabia. Então, deixei ele fazer tudo comigo. Ele levantou minha saia, puxou minha calcinha pra baixo e começou a lamber minha buceta. Tava errado, acho que fazia anos que meu marido não me chupava direito, ou fazia muito mal, ou esse garoto era de outro planeta. Depois ele cansou, me virou e pediu pra eu arquear as costas. Meteu em quatro, com um ritmo suave mas profundo. Pela primeira vez na vida tive um orgasmo vaginal — gritei igual uma condenada. Ele gozou e se limpou nas minhas nádegas. Depois me puxou pela nuca e colocou o pau na minha frente. Eu pensei: "Ai, que nojo", mas já tava ali... então comecei a lamber e chupar. O cheiro de sêmen jovem me excitou pra caralho, e eu me liguei de novo. Ele também. Montei nele por um tempo, gozei de novo, e ele me colocou de barriga pra baixo e me comeu outra vez. Dessa vez, gozou dentro... A gente começou a conversar, e ele me disse o nome dele (não posso falar qual é). O problema é que naquela tarde eu me acertei com meu marido, me sentindo um lixo, mas não consegui contar... E agora o pior, Tio Vegeta! Cheguei na faculdade, consultei o RUT e os nomes dos calouros, e adivinha? Sim... ele tá matriculado no meu curso! Eu comi um garoto de 18 anos... e ele vai ser meu aluno. Não sei se peço demissão ou o que fazer! Tô enrascada! E morrendo de vergonha. Esse é o karma de ser puta.
Oi tio vegeta, sou a Viviana, 31 anos, de Santiago do Chile. Vou tentar ser direta porque preciso desabafar. Sou casada há 5 anos com meu namorado de infância, saímos do ensino médio juntos e fomos pra faculdade, e os dois estudamos medicina. Eu quis seguir a área pedagógica e comecei a trabalhar na mesma universidade onde me formei. No começo, era substituindo, mas logo peguei um contrato fixo. Dá pra imaginar que nunca tive outra parceria sexual, e a verdade é que isso começou a pesar com o tempo. Eu tinha uns 28 ou 29 anos quando comecei a me sentir atraída por um colega que é super atencioso e engraçado, mas não dei importância, afinal sou casada e sabia que nada podia rolar entre a gente. Mas nesse verão, tudo foi pro caralho. Fomos pra Pucon passar férias com meu marido — "a gente se deu um agrado" porque decidimos ser pais, então íamos começar a tentar.
O drama foi que estávamos muito tensos, brigando pra caralho. E, por incrível que pareça, brigamos porque o copo d'água dele estava molhado por baixo e molhou um guardanapo com um número de telefone que eu tinha que guardar. Isso nos levou a terminar aquele dia... Saí pra um pub tomar alguma coisa, irritada, quando o pecado me olhou. Um cara de cabelo comprido que cobria até os olhos, mas dava pra ver um pouco que ele tinha olhos azuis. Não consigo definir o que sentia, mas era eletricidade — não excitação, mas tipo entusiasmo.
Tomei minha caipirinha e ele se aproximou, disse "oi". Conversamos um pouco e ele me chamou pra dançar. Dançamos (tudo isso umas 4 da tarde, mas o lugar tava lotado) e ele me perguntou se eu queria ir com ele pra cabana dele um pouco. Já fazia um tempo que eu ficava pensando em como seria transar com outra pessoa, então decidi ir. Fomos e... sim. Ele começou a me comer, pegava meus peitos e colocava devagar nos lábios grossos e grandes que ele tinha. Não mordia, só apalpava e cheirava. Com a mão, ele me tocava lá embaixo, eu não sabia. Então, deixei ele fazer tudo comigo. Ele levantou minha saia, puxou minha calcinha pra baixo e começou a lamber minha buceta. Tava errado, acho que fazia anos que meu marido não me chupava direito, ou fazia muito mal, ou esse garoto era de outro planeta. Depois ele cansou, me virou e pediu pra eu arquear as costas. Meteu em quatro, com um ritmo suave mas profundo. Pela primeira vez na vida tive um orgasmo vaginal — gritei igual uma condenada. Ele gozou e se limpou nas minhas nádegas. Depois me puxou pela nuca e colocou o pau na minha frente. Eu pensei: "Ai, que nojo", mas já tava ali... então comecei a lamber e chupar. O cheiro de sêmen jovem me excitou pra caralho, e eu me liguei de novo. Ele também. Montei nele por um tempo, gozei de novo, e ele me colocou de barriga pra baixo e me comeu outra vez. Dessa vez, gozou dentro... A gente começou a conversar, e ele me disse o nome dele (não posso falar qual é). O problema é que naquela tarde eu me acertei com meu marido, me sentindo um lixo, mas não consegui contar... E agora o pior, Tio Vegeta! Cheguei na faculdade, consultei o RUT e os nomes dos calouros, e adivinha? Sim... ele tá matriculado no meu curso! Eu comi um garoto de 18 anos... e ele vai ser meu aluno. Não sei se peço demissão ou o que fazer! Tô enrascada! E morrendo de vergonha. Esse é o karma de ser puta.
1 comentários - Fudida pelo meu aluno
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