Meu Sogro Nudista 1

Oi, eu sou a Wendy e isso aconteceu quando eu tinha 23 anos e um corpo que parecia empenhado em chamar atenção, mesmo que eu fizesse de tudo pra evitar. Minha bunda era grande e proeminente, uma curva acentuada que o tecido das calças nunca conseguia disfarçar de verdade, por mais larga que a peça fosse. Contrastava com meu abdômen, que mantinha firme graças aos exercícios que fazia na academia há pouco tempo, e com meus peitos pequenos que eu não tentava esconder sob camadas de roupa.

Na maioria dos dias, eu me esforçava pra manter minha aparência, sim. Mas não era sobre chamar a atenção de qualquer um, e sim sobre me sentir eu mesma. Por isso escolhia roupas curtas e justas; a sensação do tecido apertado era como um abraço constante que me lembrava onde eu terminava e o mundo começava. A maquiagem, por outro lado, eu reduzia ao mais minimalista possível. Um pouco de rímel pra iluminar o olhar, um toque de cor nos lábios e pronto. Preferia deixar minha pele respirar.Meu Sogro Nudista 1Meu marido Bryan e eu nos conhecemos como muitos, aos 20 anos, bêbados e em uma festa. Até então, eu tinha sido um pouco desenfreada nos meus relacionamentos, pulando de um cara para outro. Até tive um ménage em alguma bebedeira da faculdade.

Pensei que Bryan fosse bom o suficiente para uma aventura de uma noite. Ele era bonito, muito bonito, com a cabeça quase raspada, e acabou sendo um amante incrivelmente atencioso. Ele adorava chupar minha buceta, mesmo que a penetração geralmente acabasse rápido. Essas noites casuais se tornaram uma a cada três noites, e senti a atração e a estabilidade de um relacionamento de longo prazo. Os primeiros anos do nosso casamento foram felizes, mas a vida e a tragédia apareceram.

Os pais de Bryan eram relativamente jovens quando tiveram filhos, mas mesmo assim, desde que conheci Bryan, sua mãe enfrentou uma doença debilitante. Apenas dois anos depois de nos casarmos, ela faleceu.

Nos anos seguintes, Bryan e seus irmãos ficaram cada vez mais desconfortáveis com as decisões de vida do pai. Viagens muito caras, presentes extravagantes para todos os seus netos e rumores de um "estilo de vida estranho" que ele levava em segredo. Não era que eles se preocupassem com a herança ou com a saúde dele a longo prazo, em si; apenas uma ansiedade generalizada de que ele estivesse exagerando demais.

Na semana passada, ele disse que precisava se mudar da casa da família "por algumas semanas", e muitos rumores surgiram sobre o que poderia ser. Ele estaria alugando? Haveria algum reparo que ele não poderia pagar? Ou ele venderia?

Eu nunca me importei com esse tipo de problemas entre os irmãos de Bryan. Thiago, meu sogro, me parecia um homem muito doce, que tentava aproveitar a vida que tinha. Afinal, ele era relativamente jovem para ser viúvo; e para uma pessoa de cinquenta e poucos anos que se cuida, há muita alegria nele e muito para viver. Então, com prazer, ofereci para ele ficar com Bryan e comigo durante essas semanas. Antes da chegada dele, eu corria pela casa, arrumando as últimas tralhas e preparando o quarto de hóspedes para o Thiago. Morávamos numa casa modesta, estilo rancho, com três quartos, mas tínhamos negligenciado algumas das tarefas domésticas mais básicas. O Bryan viajava a trabalho quinzenalmente; então, de certa forma, nossa casa parecia mais uma residência temporária. Mas com a vinda do Thiago, eu sentia a pressão de tornar nosso lar um espaço acolhedor e um verdadeiro refúgio. Enquanto limpava os últimos resquícios de sujeira da geladeira, o Bryan ficou andando sem jeito atrás de mim, apoiado no balcão, até que, nervoso, finalmente falou. —Tem uma coisa que preciso te contar sobre ele... — disse o Bryan. Fazia tempo que eu não o via tão nervoso. —O quê? Seu pai tem algum problema de saúde? —Não, não é tão ruim, é só que ele tem uma questão meio... constrangedora. Parei com as tarefas domésticas e dei toda a minha atenção a ele. —É por isso que todo mundo tá tão estranho? O Bryan assentiu e finalmente falou baixinho: —É que... meu pai é meio nudista. Isso foi a última coisa que eu esperava ouvir. Não achei constrangedor, desagradável ou repulsivo. Mais do que tudo, achei engraçado e fiz o possível para segurar a risada. —Como assim? Tipo, ele gosta de ir numa praia de nudismo ou algo do tipo? —Ah, com certeza. Mas é mais que isso... ele simplesmente anda pela casa, pelado e de boa. —Sério? — agora eu ri baixinho. —Olha, eu não acho tão engraçado — ele disse. Tentei adotar um tom mais sério e compreensivo. —Desculpa, desculpa, e não é engraçado, acho que é até meio fofo. Há quanto tempo isso rola? —Ah, não muito depois que minha mãe faleceu. Acho que quando não tinha mais ninguém, ele simplesmente parou de usar roupa e se acostumou. —Ele vai querer fazer isso aqui? O Bryan deu de ombros. —Ele não mencionou e eu não perguntei. Você se importa se ele O que foi? Posso pedir pra ele vestir uma roupa se você se sentir desconfortável.

— Por favor, quero que ele se sinta em casa, tá bom? Nada que eu já não tenha visto antes. Na verdade, ele é bem gostoso e está em forma pra um homem da idade dele — eu disse.

Ser alto e ter uma cabeleira grisalha farta também não fazia mal nenhum.

— Mas... ele não espera que a gente faça o mesmo, sabe? — acrescentei.

A expressão de surpresa se desenhou no rosto do Bryan.

— Nem em um milhão de anos. Ele brincou algumas vezes dizendo que eu também podia andar por aí assim, mas nunca me pediu. E olha, ele não é nenhum pervertido, tá? É só como ele se sente confortável.

— Ei, olha, tudo bem, sério. Fico feliz que ele encontre formas de se expressar e se sinta em casa aqui. Sem problema.

Thiago chegou pouco depois do jantar, num turbilhão de malas e caixas. Dei um abraço forte nele.

— Que bom te ver! Foi tranquilo dirigir até aqui? — perguntei enquanto o abraçava.

— Ah, claro, não tenho do que reclamar. Obrigado por ser tão gentil.

— Por nada! Por favor, se precisar de qualquer coisa, pode pedir. Você sabe onde fica o quarto de hóspedes, né? O Bryan pode levar toda sua bagagem pra lá.

Dei uma leve cotovelada no Bryan pra ele se mexer.

— É bom te ver, pai — ele disse finalmente, e então deu um aperto de mão que o Thiago transformou num abraço meio estranho.

— É... bom te ver também. Ei, quando eu me instalar um pouco, trouxe umas garrafas boas de vinho como agradecimento. Vocês querem abrir e ter uma boa noite?

Logo quando eu estava prestes a dizer sim, o Bryan interveio:

— Obrigado, mas eu saio bem cedo amanhã, não seria legal. Provavelmente vamos dormir logo.

Me incomodou o Bryan me incluir no plano dele de dormir cedo. Thiago parecia visivelmente decepcionado.

— Ah, tudo bem. Viagem de trabalho?

— Sim, infelizmente vou ficar fora por uma semana mais ou menos.

— Mas eu vou estar aqui — interrompi para mudar o clima —, espero que você não fique muito sozinho.

—Ah, que legal. Bom, vou deixar vocês terem uma noite a sós; uma semana é muito tempo separados — ele disse, piscando. Eu fiquei corada com a implicação.

—É, bom... tudo bem, boa noite!

Mais tarde naquela noite, eu realmente insinuei algo para o Bryan. Nossa vida sexual estava bem parada ultimamente, mesmo quando estávamos os dois em casa; nunca estávamos no clima ao mesmo tempo. Bryan pegou no sono pesado logo depois que as luzes se apagaram, me deixando sozinha e acordada. Depois de cerca de uma hora me revirando na cama, decidi escapar do quarto e ler um pouco na sala.

Saí com meu pijama de sempre: sem sutiã, uma camiseta velha e shorts.esposaAo passar pela cozinha, me surpreendi um pouco ao encontrar meu sogro lá, curvado sobre a geladeira, aparentemente de roupão.

— Você está bem no quarto de hóspedes? — perguntei.

Ele se virou, e foi então que o vi de relance. Seu roupão estava aberto no meio, sem nada por baixo, revelando todo o seu corpo. Thiago tinha uma barriga considerável, própria de um homem da sua idade, e estava bem bronzeado. Para minha surpresa, ele estava depilado em todo o corpo e não pude evitar dar uma olhada no pau do meu sogro. E olha que era um membro. Comprido e grosso, mesmo estando completamente mole.

— Ah, não se preocupe comigo, só estou vendo o que acho para comer — disse ele.

Uma pausa constrangedora encheu o ambiente, enquanto eu continuava olhando para o seu pauzão e pensando "Será que ele está um pouco duro?", me perguntei. "Já é muito grande, quase dezoito centímetros pelo que dá para ver. Quão grande ele poderia ficar ereto?"

Não tinha nenhuma reclamação sobre o pau do Bryan, mas o dele não era assim. E além disso, como ele se depilava tão bem, sem um fio de pelo?

Ele pigarreou, riu baixinho e então disse:

— Meus olhos estão aqui em cima.

O comentário dele quebrou o feitiço, e percebi o que estava fazendo. Olhei imediatamente para os seus olhos.

— Meu Deus, sinto muito. Não quis ficar encarando, só... você me surpreendeu.

Thiago fez um esforço pouco entusiasmado para fechar o roupão, mas eu intervim:

— Ah, não se preocupe com isso. O Bryan me disse que às vezes você anda por aí assim.

— O que ele disse? Que eu sou meio nudista?

Ele me forçava a olhá-lo nos olhos, quase a um ponto desconcertante.

— Sim, e tudo bem. Queremos que você se sinta tão confortável aqui quanto na sua casa. Por favor, nos avise se precisar de alguma coisa. Vou voltar para o nosso quarto, boa noite.

Voltei correndo para o nosso quarto, completamente esquecida de que queria ler um pouco. Uma vez lá, fechei a porta de golpe, ainda de olhos arregalados e segurando uma risadinha.

Bryan acordou e ele perguntou, meio sonolento: —Tá tudo bem? Mordendo o lábio, eu disse: —Eu vi seu pai. Bryan acenou levemente. —Ah, é? Ele precisa de alguma coisa? Eu balancei a cabeça, sorrindo com ar de suficiência. —Não, quero dizer, eu vi... tudo... do seu pai. —Ahhh... —ele respondeu—. E foi legal? Espera, o que tem de engraçado? —Bom, dei uma olhada, sabe, e era... —fiz um gesto com as mãos para indicar—... grande. Diante disso, não consegui me segurar e ri. Ao ver a cara do Bryan, percebi que ele não achava a situação tão engraçada quanto eu. —Desculpa, foi muito constrangedor? —Ele deu de ombros— É que eu vi. Se eu tivesse um pau enorme, provavelmente também andaria pelado por aí. —Amor... —comecei, me desculpando—. O seu é maravilhoso. Mas acho que ele só se sente bem consigo mesmo. Sério, aposto que é muito libertador ficar sempre assim e não se importar com o que os outros pensam. —O quê...? —ele respondeu—, você também quer andar pelada pela nossa casa? —Não sei, talvez um dia. A verdade é que nunca tinha passado pela minha cabeça, e pela primeira vez eu pensei nisso. Não pude evitar de ficar excitada, mesmo sendo meu sogro. Ele ainda era um homem bem atraente, com uma rola longa e grossa, e ficar à vontade andando pelada com ele seria uma forma picante de passar a semana. —Seria meio estranho se você começasse quando ele tá por perto, só achei que você seria muito tímida pra uma coisa dessas —disse Bryan. —Eu não sou nenhuma santinha, tá? Só posso ser um pouco insegura. —Bom, se você topar, vai lá —ele respondeu, quase com naturalidade demais—. Ele já viu um monte de mulheres peladas na vida, o que importa mais uma? Enfim, tá muito tarde pra mim, a gente não precisa falar disso agora. —Ah, tem certeza que não quer que eu te dê um boa noite especial hoje? Bryan sorriu. —Tá bom. Eu consigo dormir mesmo. Prometo que quando eu voltar a gente vai ter o tempo do mundo. Eu estava acostumada com as insinuações desanimadas. Sempre fui mais sexual que o Bryan, ou que qualquer um dos meus parceiros anteriores, na verdade. Desde a faculdade, conhecia bem meu vibrador. Independentemente da imagem que eu tinha de mim mesma, tinha orgulho da minha sexualidade. Gostava de prazer e da minha capacidade de conseguir quando quisesse. De manhã, mal lembrava vagamente que o Bryan tinha me beijado por volta das 4h da manhã, ao sair para sua viagem de negócios. Quando acordei mais tarde, fui para a cozinha e encontrei meu sogro sentado numa cadeira, completamente pelado, tomando café e lendo no celular. —Bom dia, que bom ver um rosto por aqui —ele disse. —Espero que você tenha dormido bem. —Uma noite perfeita! E o café também está bom. Enquanto preparava meu próprio café, a curiosidade me venceu. —Então, posso perguntar quando você começou a se sentir confortável assim? —O quê? Ficar pelado? —ele perguntou—. Ah, depois que a Helen morreu, acho. Ninguém em casa, eu simplesmente me via andando assim. Com o tempo, fui ficando cada vez mais confortável. Depois, fui passar um tempo de férias na França. Acabei dando de cara com uma praia nudista e pensei: "Que se dane". Foi glorioso, com o sol na pele, nada me prendendo. Você já participou de algo assim? Aquela pergunta inocente quase me deu um calorzinho. —Ah, nem pensar, não me sinto confortável o suficiente comigo mesma. Acho que preciso ficar mais em forma antes de tentar, nem que seja em casa. —Bom, todos os tipos e tamanhos são bem-vindos. Mas se me permite ser tão direto, você não tem nenhum problema nesse aspecto. —Obrigada. —respondi, um pouco corada— Bom, vou tomar um banho. Vou tentar guardar um pouco de água quente pra você. —Sem problema! Tenho o dia todo pra tomar banho. Enquanto a água quente caía sobre mim, pensei na sensação de estar na minha própria pele, e como seria andar perto de um quase estranho como o Thiago, completamente nua.

Honestamente, não eram os nervos que me seguravam. Talvez fosse um pouco de vergonha. Ou talvez ainda fosse aquela insegurança que sentia no meu próprio corpo. Deixar que outros vissem tão casualmente me ajudaria a superar? Mostrar minhas imperfeições tão abertamente me faria perceber que não eram tão grandes assim? Era um pensamento intrigante e levemente excitante.

Antes de terminar, depilei os pelos pubianos. Nunca tinha raspado completamente, mas gostei de como ficou no Thiago e estava disposta a experimentar.

Fechei o chuveiro e, ao sair, percebi que não havia toalhas limpas. Na correria do dia anterior para arrumar, devo ter levado todas para a lavanderia e deixado lá. Minhas opções agora eram secar ao ar por um tempo, vestir roupa ainda molhada ou... ir até a lavanderia como estava.

Foda-se!, pensei, e saí.masturbacaoThiago ainda estava na cozinha, tomando seu café com naturalidade.

— Como foi o banho? — perguntou, sem nem perceber que eu estava pelada.

Caminhei rapidamente até a lavanderia, sem parar muito, mas também sem tentar chamar atenção para minha nudez.

— Só vou pegar uma toalha.

— Claro, parecia que você esqueceu de vestir alguma coisa.

Parei de repente e, com a mão na cintura, respondi em tom de brincadeira:

— Tem problema?

— Ah, nenhum! É libertador, né?

— Acho que é, hein?

Agora eu me sentia um pouco atrevida. Desisti de ir à lavanderia e comecei a me servir outra xícara de café.

— Quais são os planos para hoje? — perguntei, tentando soar o mais casual possível.

— Ah, provavelmente vou ficar por aqui a maior parte do tempo. Seu quintal é bem privado?

Assenti. — Sim, é arborizado e não tem vizinho perto por quilômetros.

— Que bom... talvez um pouco de sol por ali para relaxar. Você acha que é libertador ficar pelada em casa? Espera até sentir o sol no corpo. O que você tem pra fazer hoje?

A ideia de fazer trabalho de verdade quebrou o encanto.

— Ah, só algumas coisinhas do trabalho. Não preciso sair de casa pra isso.

— Bom, por que não me faz companhia quando tiver um tempo? Roupa é opcional.

Sorri.

— Por que não? Bom, vou tentar fazer um pouco de trabalho. Me avisa se precisar de alguma coisa.

— Vou sim — ele concordou. — Gosto do código de vestimenta casual de negócios por aqui. Só cuidado com as chamadas do Zoom.

Empurrei seu ombro de brincadeira.

— E se eu fizer assim? — disse, e cruzei os braços sobre o peito com expressão séria.

— A definição de profissionalismo — respondeu.

Mostrei a língua pra ele e depois fui pulando pro meu escritório em casa.

Embora tivesse decidido abraçar completamente o estilo de vida nudista, ainda me parecia um pouco distraído e bobo tentar trabalhar assim. Depois de algumas horas de Trabalhando pela metade, com o rabo de fora, vi meu sogro no quintal e decidi fazer companhia pra ele.

Peguei uma água com gás da geladeira e saí. Encontrei Thiago deitado numa espreguiçadeira. Ele virou a cabeça pra me reconhecer e perguntou:

— Aí está você, o que achou?

— Tenho que admitir, é realmente uma delícia!

— Né? Nesse momento tô tomando sol de novo na Riviera Francesa.

Sentei numa poltrona em frente a ele.

— Pois é, o Bryan tem me contado que você tá tirando umas férias bem longas ultimamente.

O comportamento do Thiago mudou um pouco.

— Também diz que tá preocupado com meu dinheiro? Esses moleques não têm ideia. Tô muito bem graças a uns investimentos que nunca contei pra eles.

— Ah é? — respondi.

— É, por isso tô aqui. Tô fazendo uns reparos importantes na minha casa agora. Aluguei outra, mas só posso me mudar daqui a algumas semanas.

— Bom, fique à vontade pra ficar o tempo que quiser. Pode até cancelar o aluguel e se mudar de vez.

— Isso é muito gentil — respondeu —, tenho me sentido meio sozinho ultimamente.

Esse último comentário me pegou. Ele já não parecia mais meu sogro, mas, pela primeira vez, eu via um homem mais velho e sensível procurando uma nova chance na vida.

— Já pensou em voltar a sair com alguém, em encontrar uma companhia?

— Ah, de vez em quando passa pela minha cabeça. É que nem sei por onde começar. Acha que um velho como eu poderia simplesmente chegar num bar e pagar um drink pra uma mulher?

— Tenho certeza que tem sites pra conhecer mulheres na sua fase da vida, ou atividades em grupo e coisas assim.

— Agora você tá falando que nem meus filhos. É que não sei se tô pronto pra abrir minha vida pra uma estranha, não é só sobre transar.

— Bom, poderia ser só sobre dar uma trepada.

Tentando quebrar o silêncio constrangedor que se seguiu, Thiago olhou pro relógio.

— Bom, Olha isso? Já está quase tarde, sabe, quando você está semi-aposentado, isso significa que pode começar a beber. Talvez eu prepare um Coquetel, se você tiver interesse.

— Claro, posso faltar ao trabalho o resto do dia.

Quando ele voltou com as bebidas, me pegou dando uma olhada de soslaio no pênis dele e riu baixinho.

— Gostou do que viu?

— Ah, desculpa, meus olhos desviaram pra lá.

— Ah, não me importo, tô acostumado com olhares, são elogiosos.

— É bem grande.

— Ah, eu sei! Por que você acha que a Helen me chamava de 'Potro'?

— Foi um problema pra vocês dois?

No começo, com certeza. Deixava a gente meio tímido e assustado na cama. Ela sempre ficava desconfortável, e não é nada excitante ver ela fazendo caretas de dor toda hora. No final, a gente resolveu; temos filhos, sabe? Mas tenho certeza que você e o Bryan também tiveram que superar isso.

Desviei o olhar timidamente. Bryan tinha um tamanho decente, mas com certeza não era o maior que já tive. Aquela pica pertencia a um ficante que tive pouco depois da faculdade; uma transa horrível, mas um pau que eu ainda fantasiava de vez em quando.

Passamos mais um tempo conversando. Uma tarde tranquila de leitura e bebida, aproveitando o sol e a natureza, completamente pelados. Quando a hora do jantar se aproximou, Thiago preparou uns filés de atum que tinha trazido; não pude evitar admirar a coragem dele de cozinhar pelado.

Enquanto nos despedíamos e nos abraçamos, sutil e quase inconscientemente, apertei os quadris dele pra tentar sentir o pênis contra mim.

No final da noite, eu estava bem excitada. Em parte por ter passado o dia perto de um homem pelado e bem atraente, mas também por ter abraçado meu próprio corpo nu. Não lembrava a última vez que tinha ficado pelada tanto tempo; era profundamente humano e libertador.

Eu estava relaxada, e pra mim, relaxamento sempre levava à excitação. Peguei meu vibrador da mesinha de cabeceira e acariciei lentamente meus lábios vaginais e o clitóris. Imaginei Bryan deslizando sua língua para cima e para baixo, com todo o desejo e atenção que ele dedicava ao sexo oral. Assim que senti o calor e a umidade se espalhando de dentro para fora, comecei a inserir o vibrador lentamente. Minha buceta aceitou livremente o aparelho de tamanho médio, pulsando dentro de mim. Enquanto o empurrava e puxava, as imagens de Bryan satisfazendo meu corpo foram substituídas pelas de outra pessoa.infielNa minha imaginação, esse homem desejava meu corpo, precisava dele para satisfazer desejos e ânsias carnais que havia esquecido há muito tempo. As carícias ternas deram lugar a investidas cada vez mais fortes. Meus dedos acariciavam meu clitóris, enquanto eu enfiava furiosamente o vibrador dentro de mim. Na minha imaginação, Thiago me penetrava com força, enquanto eu gritava de prazer. Seu pau me abria, entrando fundo, minha buceta apertando seu membro a cada investida. Meu orgasmo se intensificava, e eu sabia que ia ser intenso.noraNa vida real, Thiago não estava me atacando, mas sim abrindo a porta do meu quarto, e ficou pasmo com a visão que tinha diante de si.

Claro que ele sabia que algumas mulheres se masturbavam, mas nunca tinha visto algo tão cru assim pessoalmente. Parecia tão bruto, tão sexual para a "delicada" disposição feminina. Era um ato, não de intimidade, mas de necessidade carnal.

Deixei escapar um gemido profundo, de olhos fechados, enquanto continuava a curtir meu corpo. Através dos meus próprios gemidos, quase me ouvi dizer:

—Meu Deus, que pauzão!

Apesar de ser sedutor, Thiago sabia que não era certo ficar espiando, então tentou se esgueirar. Porém, dadas as circunstâncias da casa, o chão rangeu e a porta rangeu quando ele tentou sair. No mesmo instante, levantei a cabeça de repente.

Nossos olhares se cruzaram, ambos tomados pelo pânico, como se tivéssemos sido pegos fazendo algo que não devíamos.

Mantivemos aquele olhar por uma fração de segundo, sem nos mover ou dizer nada. Então, algo completamente inesperado aconteceu. Seja pelo susto e pela excitação de ser vista, ou pelo objeto da minha fantasia ali na minha frente, algo me levou ao limite... E eu gozei.sogroNum instante, joguei a cabeça para trás e fechei os olhos, gritando para que todo mundo me ouvisse. Enquanto o orgasmo me invadia, olhei de novo para Thiago, que continuava paralisado. Encerei ele com pura luxúria.

Na euforia do prazer e do êxtase, gritei:

—Me fode, Thiagoo!

Mais uma vez, esfreguei meu clitóris e empurrei meu vibrador para dentro e para fora.

Thiago tentou recuar, mas meu olhar o manteve no lugar, forçando ele a ficar no quarto e observar. Quebrei o contato visual, de novo com um gemido suave. Assim que Thiago se recuperou, voltou correndo para o quarto dele.

Depois do orgasmo imediato, mexi um pouco mais com as mãos e o vibrador, porque ainda estava gostoso. Depois, descansei alguns minutos num estado de completa confusão, antes de conseguir pensar na minha próxima ação. De certa forma, estava presa, embora, afinal de contas, ainda fosse minha própria casa.

Para minha surpresa, não senti vergonha nem arrependimento, só a necessidade, na minha cabeça, de garantir para Thiago que estava tudo bem. Tirei o vibrador da minha buceta e fui até o quarto dele para conversar. No entanto, ao me aproximar da porta fechada, nem me dei ao trabalho de bater. Dava para ouvir os evidentes grunhidos de um homem se dando prazer.

Meu coração se comoveu, não só sexualmente, mas mais porque minhas próprias ações podiam dar prazer a um velhinho doce. Deixei ele continuar com as coisas dele e voltei para a cama.

Thiago tinha entrado no estilo de vida nudista buscando liberdade e humanidade, era isso que realmente interessava a ele. A vida dele sempre tinha sido uma existência cuidadosamente gerenciada e cuidada para as aparências. No entanto, nos últimos anos da vida da esposa, ele experimentou de perto a fragilidade de tudo. Entendeu que, segundo ele, as aparências não importavam e que podia buscar atividades e um estilo de vida puramente por prazer.

No entanto, embora fosse verdade que a maioria das praias nudistas que ele tinha as visitas estavam cheias de homens da idade dele, ocasionalmente havia mulheres jovens. E elas eram dignas de serem vistas. Em algumas ocasiões, ele se masturbou lembrando de alguns daqueles corpos. Embora a culpa o corroísse.

Eu era uma mulher atraente, uma das mais atraentes que ele tinha visto em muito tempo, e ele tentou resistir ao impulso de ver minha nudez como objeto de gratificação sexual. Afinal, eu era sua nora, e isso tinha sua natureza tabu. Mas me ver assim, exigindo meu próprio prazer, removeu uma barreira em sua mente. Eu poderia ser um objeto de prazer, assim como ele era para mim.

CONTINUARÁ...A aventura está só começando, não percam os próximos capítulos! Se quiserem mais, dá uma olhada no meu perfil onde tem outras histórias esperando por vocês. Deixem seus pontos, comentários e compartilhem para mais :D

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