Fazia muito tempo que a gente queria, eu e minha namorada, seduzir uma amiga. A gente já transava há muito tempo pensando nela. Ela era nossa instrutora de aeróbica, pagávamos aulas particulares pra ela. Ela não sabia que a gente era sapatão. Saíamos com ela, às vezes tomávamos um café juntas.
A gente enganou ele, falamos que tinha uma festa à fantasia, que ia ser no apartamento da minha amiga, já tínhamos tudo preparado, só esperávamos com o que ele ia se fantasiar.
Chegou vestida de empregadinha, isso nos deixou muito excitadas. Nós nos jogamos nela como se fosse um pedaço de carne, já estávamos tão tesudas nas aulas de aeróbica. Praticamente não conseguimos nos controlar. Ela ficou um pouco assustada, no começo se esquivava, mas no final nossas carícias e movimentos sexuais fizeram com que ela fosse cedendo aos poucos. A paixão estava no ar, e a gente sabia onde apertar e o que conseguir.
O traje dela caiu feito embalagem de presente, nosso presente. A coitada já tava tão molhada que de uma hora pra outra a roupa dela caiu, mal dava pra segurar o que restava. Mas nossas línguas e mãos eram muito ágeis, praticamente devoramos ela. Não teve tempo de pensar, a gente tirou a roupa dela e partiu pra cima igual lobas em cima de uma presa. Foi tipo um ataque rápido e certeiro, em poucos minutos ela tava sob nosso controle.
a vontade dela já era nossa, não conseguiu dizer nada, só gritava "por favor, nãooooooo", mas já era tarde, já tava excitada, praticamente nas nossas mãos e a vontade dela sob nosso controle, ela nos tocava com desejo e tesão, entrou no jogo muito fácil
Nós nos dávamos carinho e ele continuava como cúmplice, observando, se excitando, mas logo entraria na brincadeira.
Tinha que estar no meio, era nossa convidada, colocávamos ela na cabeceira, tocávamos com nossas mãos procurando a bucetinha dela, abrindo caminho até aquele clitóris excitado e suculento.
Nós brincávamos com ela, lambendo os bicos dos peitos dela, acariciando o corpo dela, esquentando ela igual a um motor.
uma leve sacanagem que a gente tinha
reservada pra um grande final, possuir ela como uma presa inocente, tomar ela como nossa, fazer ela tremer até o fim, ouvir como esses gritos enchiam o lugar, como a festa era ela e caiu numa armadilha, a armadilha do nosso desejo, a festa sempre foi ela.
A gente enganou ele, falamos que tinha uma festa à fantasia, que ia ser no apartamento da minha amiga, já tínhamos tudo preparado, só esperávamos com o que ele ia se fantasiar.
Chegou vestida de empregadinha, isso nos deixou muito excitadas. Nós nos jogamos nela como se fosse um pedaço de carne, já estávamos tão tesudas nas aulas de aeróbica. Praticamente não conseguimos nos controlar. Ela ficou um pouco assustada, no começo se esquivava, mas no final nossas carícias e movimentos sexuais fizeram com que ela fosse cedendo aos poucos. A paixão estava no ar, e a gente sabia onde apertar e o que conseguir.
O traje dela caiu feito embalagem de presente, nosso presente. A coitada já tava tão molhada que de uma hora pra outra a roupa dela caiu, mal dava pra segurar o que restava. Mas nossas línguas e mãos eram muito ágeis, praticamente devoramos ela. Não teve tempo de pensar, a gente tirou a roupa dela e partiu pra cima igual lobas em cima de uma presa. Foi tipo um ataque rápido e certeiro, em poucos minutos ela tava sob nosso controle.
a vontade dela já era nossa, não conseguiu dizer nada, só gritava "por favor, nãooooooo", mas já era tarde, já tava excitada, praticamente nas nossas mãos e a vontade dela sob nosso controle, ela nos tocava com desejo e tesão, entrou no jogo muito fácil
Nós nos dávamos carinho e ele continuava como cúmplice, observando, se excitando, mas logo entraria na brincadeira.
Tinha que estar no meio, era nossa convidada, colocávamos ela na cabeceira, tocávamos com nossas mãos procurando a bucetinha dela, abrindo caminho até aquele clitóris excitado e suculento.
Nós brincávamos com ela, lambendo os bicos dos peitos dela, acariciando o corpo dela, esquentando ela igual a um motor.
uma leve sacanagem que a gente tinha
reservada pra um grande final, possuir ela como uma presa inocente, tomar ela como nossa, fazer ela tremer até o fim, ouvir como esses gritos enchiam o lugar, como a festa era ela e caiu numa armadilha, a armadilha do nosso desejo, a festa sempre foi ela.
0 comentários - O maravilhoso jogo