Tivemos uma manhã normal, até que precisei tomar banho e vestir o terno de empresário respeitável. Uma limusine viria me buscar pra reunião, ela tinha ficado de me esperar no quarto, mas tive a ideia de fazer ela vestir algo mais putaria e me acompanhar, com a condição de que ela ficasse na limusine, já que a situação não era pra levar ela vestida daquele jeito. No caminho, tirei uma foto dela pra mandar pro marido. Não falei muito durante o trajeto, fiquei mais pensando na reunião e no negócio milionário que poderia fechar em algumas horas se tudo desse certo. V: Cê tá bravo comigo? Eu: Não, por quê? V: Porque você não fala comigo. Eu: Tô pensando na reunião, desculpa, é um contrato muito grande e tô meio tenso. A limusine era grande, estávamos sentados de frente um pro outro. "Eu posso cuidar dessa tensão, papai, se você deixar", ela disse, descendo do assento pra ficar de quatro na minha frente. Queria me fazer um boquete e, claro, eu não recusei. Eu: Só com uma condição. V: Qual? Ela disse, enquanto liberava meu pau. Eu: Que não suje meu terno, você tem que engolir toda a porra. V: Isso não é condição, pra mim é um prazer, papai, relaxa. Ela passou vários minutos fazendo aquilo, sem falar nada comigo e eu também não falava, só curtia e atendia algumas ligações do trabalho. Até que uma delas foi da minha esposa. Tive que me concentrar o máximo que pude, enquanto a morena tinha meu pau no fundo da garganta dela. Minha mulher, Mônica, falou. M: Tô te achando estranho. Eu: Tô meio tenso, amor, mas já tô terminando... de relaxar. M: Cê tá batendo uma? Eu: Isso te incomodaria? M: Se você fizer e não tiver pensando em mim, sim, incomodaria. Olha o que vou te mandar, depois a gente continua. Segundos depois, chegaram umas fotos da minha mulher, com uma legenda no final que dizia: "Espero que ajudem, meu amor, mas não esquece de guardar um pouco de porra pra quando você voltar, te espero bem quente, te amo, boa sorte." Fazia tempo que não recebia esse tipo de mensagem ou atitude dela. assim da minha esposa, isso me excitou ainda mais porque eu conheço ela e sei que quando ela entra no modo puta, por assim dizer, ninguém consegue resistir. A conversa com minha esposa, as fotos e a costarriquenha chupando meu pau na limusine, a caminho da reunião, me fez gozar. Avisei que ia gozar e coloquei uma mão na cabeça dela. Como prometeu, não sujou meu terno nem desperdiçou uma gota, engoliu tudo. Cheguei, a reunião foi rápida, mas não fechou como eu achava; em três meses teríamos que nos reunir de novo. Contei pra Vero quando voltei, e fizemos todo o caminho em silêncio, cada um no seu celular. Ao chegar no hotel, cruzamos com o marido dela, ele nos cumprimentou e achou que a aventura da esposa tinha acabado. Eu fiquei uns metros na frente, indo pra minha suíte, e ouvi ela contando o que aconteceu no meu trabalho. Pediu só mais algumas horas, que eu já ia embora, e o corno aceitou — não tinha jeito, era mais um aviso do que um pedido. No quarto, enquanto eu juntava algumas coisas em silêncio, ela se despiu completamente e disse: “Vem e tira essa raiva de mim, talvez seja a última vez que a gente se veja, aproveita.” Eu me joguei em cima dela como se fosse um pedaço de carne, pronta pra me satisfazer por completo, deixando que eu abusasse dela do meu jeito. Coloquei ela pra chupar meu pau, pra levar palmada na bunda, pra foder em várias posições até ela gozar. E como eu ainda não conseguia, decidi usar de novo aquele cuzão gostoso e disposto a aguentar minhas estocadas de qualquer jeito. Dessa vez ela gemeu tão alto que bateram na porta, e do corredor um outro hóspede gritou: “Mais devagar, que o hotel inteiro tá sabendo!” Não liguei, só continuei metendo o mais forte que podia, e além disso, como ela já tinha gozado várias vezes naquele fim de semana, foi difícil tirar a pouca porra que eu tinha. Quando consegui, gozei um pouco dentro do cu dela e um pouco na boca: “Pra você lembrar do gosto do seu macho argentino.” Tomei banho, fiz as malas e fui pro lobby do hotel esperar o táxi que ia me levar. Pro aeroporto e voltar pra minha casa. O cuck esperava lá como se devolver a mulher dele fosse um prêmio pra ele. Quando cheguei em casa, minha mulher também me esperava pra transar. Naquela semana, não fui direto pro trabalho, fingia um pouco de deprimido e isso fazia minha esposa ficar mais piranha, de certa forma pra me animar. Dias depois, conversei de novo com a Vero pelo WhatsApp, relembramos alguns momentos, rimos e esquentamos um pouco trocando fotos. Na verdade, de vez em quando, do meu escritório e ela da casa dela em Costa Yummy, a gente fazia um sexo por videochamada. Ela não é a mais gostosa do mundo e eu sei com certeza que minha esposa tem um corpo melhor, mas ela tem aquele algo que a faz especial, aquela atitude, aquele sotaque, aquele algo. Decidi, umas 2 ou 3 semanas antes da reunião que teria 3 meses depois do nosso encontro, mandar as passagens pra ela ir comigo pra Buenos Aires e ter de novo uns dias de sexo pesado com a caribenha. Ela aceitou. No reencontro, notei ela mais cheinha, mais encorpada, mais carnuda, e os peitos dela tinham crescido. Depois de passar o primeiro dia inteiro transando na suíte de todas as formas e maneiras possíveis, fazendo tudo que nos vinha na cabeça, até deixar eu comer o cu dela de novo, no jantar perguntei sobre o corpo dela. A resposta dela me deixou gelado. V: Tô grávida, e é seu. Eu: Como você sabe que é meu? V: Tô de 3 meses, e faz 3 meses que a gente ficou junto. Além disso, não deixo meu marido me tocar há 6 meses, não tem outra possibilidade. Eu: O que a gente vai fazer? Ele sabe? V: Sabe, sim. E tá feliz que você me engravidou, ele não conseguiria porque não é homem o suficiente. Ele vai cuidar desse bebê, que é seu e meu.
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