CAPÍTULO 5Vamos ver até onde ela era capaz de ir...
Depois daquela noite tão gostosa entre mãe e filho (acompanhante e cliente), onde por pouco o filho penetrava completamente a sua progenitora voluptuosa, ia entrar onde nasceu... a mãe fez com que o seu rebento gozasse todas as vezes possíveis, para que a penetração não se completasse. Mal a cabeça, a glande dele tinha entrado nos seus lábios vaginais, dava pra dizer que só entrou a pontinha.
No dia seguinte, como um dia normal qualquer, já que o filho não sabia que a acompanhante era a mãe, de manhã, no café da manhã, eles se encontraram de novo, mas agora como mãe e filho! Vamos ver até onde ela está disposta a questionar o seu pequeno filho sobre a noite com a puta da acompanhante.
Logo hoje no café da manhã vou perguntar como foi com a acompanhante, quero saber se ele está disposto a me contar absolutamente tudo o que fez com a puta da acompanhante, e se não estiver, vou fazer com que conte! pensou Andrea com um sorriso malicioso.
Mãe: Bom dia, filho, senta logo pra tomar café! – ela vestia uma pijama meio justa na parte das minhas bundas, onde dava pra ver e marcar o cuzinho que eu tinha, e a camiseta também meio justa, mostrando meus peitões. Normalmente eu quase não usava essa pijama, e muito menos sem calcinha, se usava, quando saía do quarto colocava um roupão. Mas dessa vez queria mostrar pro meu menino um pouco do que eu tinha pra ele continuar me comparando com a acompanhante.

Filho: Bom dia, mãe! Já tô sentando. E o pai, não vai tomar café? - Ben ficou de boca aberta vendo a mãe quando entrou na cozinha, via como a calcinha fio dental marcava completamente as enormes, carnudas e lindas bundas dela, nunca tinha visto a mãe tão assim, não tinha percebido como ela era gostosa, até ontem que comparou ela com a acompanhante. Sem contar que pela camiseta larga marcava completamente os peitões enormes dela, não tinha colocado sutiã pra provocar ainda mais o filhote.
Mãe: Senta direito! - Falei sorrindo pra ele - e não, seu pai já foi trabalhar, chamaram ele cedo do serviço, tinha que resolver uns pepinos que surgiram. - Caminhei até o fogão pra servir o café dele, mas mexia todo o meu BUNDÃO pra ele perceber, meu bebê, DO QUE ELE TINHA EM CASA, e mesmo que não quisesse, pelo tamanho ainda mexia, era algo que não dava pra esconder.

filho: ahh.... já entendi, tá bom mãe! - ficava babando vendo o rabão da mãe balançar, as tetas também balançavam pra caralho, os bicos marcando na roupa, ela era uma deusa. Tudo nela era enorme, bem carnuda, parecia uma delícia, era perfeita, todo mundo queria ter uma mulher assim em casa, o único problema do Ben é que era a mãe dele.
Mãe: Vem aqui que vou te servir! - cheguei perto, deixei o prato e o copo dele, e sentei na frente pra tomar um café - e aí filho, como foi ontem com aquela putinha...! - franzi as sobrancelhas com um sorrisinho de leve -
Filho: valeu mãe! - começou a comer e quando ouviu a mãe perguntar aquilo, sabia que o café da manhã não ia ser tranquilo, morria de vergonha de admitir que ainda era virgem... que não tinha conseguido meter de verdade na puta. - Ué... foi bem, por que a pergunta, mãe?
Vi que meu filho fez uma cara de irritado, tipo "que porra é essa", mas desculpa filho, tô só começando! Você vai sofrer por eu ter descoberto ontem que você fica de olho na sua própria mãe, que tarado e safado eu criei nessa casa!
Mãe: como assim "por que a pergunta"? - falei abrindo as mãos. Sem querer, meus peitos pesados apareceram ainda mais - te pagaram uma puta, acho que foram as duas melhores horas da sua vida até agora! Ou não gostou? Ela não te tratou bem?
Filho: só achei estranho, - tentava não desviar o olhar das tetonas enormes da mãe. Mas era impossível - já que você não tava muito a favor disso, mas foi bem legal mãe, valeu por perguntar!
Mãe: claro que não tava a favor, bebê! Mas já que aconteceu, espero que tenha se divertido pra caralho! - sorri olhando nos olhos dele, mas sem querer vi que ele tentava desviar o olhar dos meus peitos, mas não conseguia!Eu mesma fazia mais movimentos pra eles balançarem mais e ele perder a vista neles, respirava fundo e inflava eles ainda mais! — E como foi sua primeira vez? Foi como você esperava, filho? Você sabe que pode confiar em mim, love, eu posso saber de tudo porque sou sua mãe e posso te orientar ou explicar qualquer coisa nesse aspecto, já que não quero que você tenha um filho cedo, meu bem!
Filho: Não inventa, mãe! Eu nem tenho namorada, como vou ter um filho! — disse ele, tentando continuar comendo sem querer seguir o papo. —
Mãe: Quando tiver! E você não me respondeu! — falei meio irritada pra ele saber que eu tava falando sério. —
Filho: Já, já tá bom! O que você perguntou, mãe? — disse como se não soubesse o que tinha perguntado, todo perdido. —
Mãe: Como foi sua primeira vez? Foi como você esperava?
Filho: Foi sim, mãe, foi muito boa. Na real, não esperava algo assim, mas foi muito boa, demais... eu diria! — a última parte ele falou mais devagar, como se não quisesse que a mãe ouvisse. —
Mãe: Fico feliz, filho, por mais que você não acredite! Espero que aquela tipa tenha te tratado bem. — sem querer, me fiz de sonsa e, ao pegar o café, derrumei na camiseta, bem em cima do meu peito. — Droga, que atrapalhada! — peguei o pano e comecei a passar por toda a minha TETONA tentando limpar, mas passava em volta toda, fazia movimentos a mais. Como não tava de sutiã, ao sentir o café, minha pele ficou toda arrepiada e, claro, o bico duríssimo, marcando demais! Parecia que eu tava amamentando com a mancha bem em cima do bico! —
Filho: Ela me tratou muito... bem! — disse animado, mas diminuindo a voz no final. — Disso você não precisa se preocupar, mãe. — ele via a mãe se limpando aquele pechão, parecia tão safado o jeito que ela passava o pano naquela tetona carnuda, marcando tudo na camiseta. Ben se sentia mal, por mais que não quisesse ver e pensar na mãe com luxúria, não conseguia, era impossível. Ele dizia pra si mesmo todo dia: não pensa nela...! —
Mãe: Puxa, você fala como se tivesse gostado muito, haha! Me diz, você gostou? — me limpei toda e larguei o pano, mas claro que a camiseta ainda tava molhada, só secou um pouco, mas não completamente, e essa era a graça! —
Filho: Hmm... gostar do que exatamente? — já tava com a pica dura só de ver aquela mãe gostosa. ... e com sentimento de culpa por sentir aquilo por ela, como era possível um filho desejar a própria mãe como mulher, como mulher...!
Mãe: Boa pergunta! Se você gostou do que ela fez e, claro, dela? — falei enquanto olhava pra ele com um sorriso carinhoso, me endireitei um pouco na cadeira pra meus peitos ficarem mais salientes na mesa e aparecerem mais. —
Filho: Ahm! Gostei das duas coisas! — falava bem devagar, como se não quisesse que ninguém ouvisse. —
Mãe: Poxa, filho, já te falei pra não ter vergonha comigo, pode me contar! Sou sua mãe, você devia confiar em mim!
Filho: Tenho vergonha de te contar isso, mãe, mas sim, gostei do jeito que ela é...!
Mãe: Devagar, filho, depois que me contar isso, vai passar a confiar mais em mim! — via como o olhar dele ia direto pro meu mamilo, impossível não notar, praticamente queria furar o tecido, como se fosse uma barraca, e ainda com o tamanho! — Ela é muito gostosa? Seu pai dizia que era a melhor.
Filho: Sim, ela era... muito... GOSTOSA...! Pra falar a verdade, mãe. — continuava nervoso, e ainda com os peitos da mãe na frente dele. — Papai escolheu a melhor.
Mãe: Muito gostosa? Você viu o rosto dela? Seu pai me disse que ela ia de fantasia pra não revelar a identidade, por segurança dela.
Filho: Sim, na verdade fui eu que escolhi a fantasia, e não vi o rosto dela inteiro, mas pelo que deu pra ver, ela parecia linda... muito bonita...! — e respirava fundo demais quando falava dela. —
Mãe: Que safado meu filho...! Qual você escolheu? Pela sua expressão, vejo que gostou muito...! — queria que ele descrevesse o corpo dela pra poder me usar de exemplo, mas tinha que ir com calma, sem pressa. Não queria que meu filho começasse a se assustar com meu comportamento. —
Filho: Falo, mas não ri... pedi a da Mulher-Elástica! Porque ela realmente parecia... muito boa, pra falar a verdade! — e dessa vez sorriu mais. —
Mãe: haha ok, amor!, não sabia — Que você gostava da Elastigirl, a mãe dos Incríveis! — eu falava a palavra "mãe" pra ele perceber que tava me dizendo que gostava de uma senhora, uma coroa, uma milf... igualzinho como chamam hoje em dia! —
Filho: Bom... sim, eu gosto de algo! — sabia que tava encurralado... —
Mãe: Eu diria que gosta até demais! Onde você pediu ela pra sua primeira vez, querido? E parecia com a do filme? — precisava ir ao supermercado, sabia que não dava e não queria tirar toda a informação numa conversa só. Queria levar aos poucos pra ele achar normal e ele mesmo me contar com detalhes. —
Filho: É, bem...! — já nem sabia o que dizer, a mãe dele tinha deixado ele muito nervoso. —
Mãe: Que nada, filho, aos poucos você perde a vergonha! Mas depois você me conta mais. Vou deixar você, tenho que ir comprar umas coisas... — me levantei e vi ele olhando de rabo de olho pra minha bunda, e mexi ela de leve pra provocar ele ainda mais, pra ele perder essa putaria. —
Pensei mais tarde: que mãe tão má e cruel que eu sou... como eu tento falar de sexo com meu próprio filho. Me faz sentir mal, mas ao mesmo tempo eu curto, e isso me preocupa. É algo que eu não deveria sentir, ele é meu filho, eu gerei ele, mas repito todo dia: é pra educar ele sobre como tratar uma mulher... e como ele deve se comportar.
............
E assim passou o domingo e a segunda, eu fazia comentários pra ele sobre esse assunto até na frente do pai dele, queria que ele fosse ganhando mais confiança pra poder me contar tudo, porque eu queria que ele me contasse com detalhes, que fosse mais que uma conversa de aprendizado, uma conversa quente de sexo, entre mãe e filho. Mas ela não tava percebendo esse detalhe.
Pra isso, Ben já tava pensando em mandar WhatsApp pra escort na mesma noite pra marcar um encontro na sexta.
.......
Na segunda à noite, depois de terminar a janta, já que estavam sozinhos porque o pai já tinha ido dormir, quando a mãe começou a lavar a louça... lavar a louça e preparar a comida pra escola, a Andrea começou de novo a conversa, dessa vez mais pesada e picante...!
Mãe: coloca o que sobrou da comida na geladeira, verifica se tá bem fechado!
Filho: claro, sim, mãe!
Mãe: já vai me contar mais, amor? Você não terminou de me falar, mas vai, agora que seu pai já foi pro quarto, me conta enquanto preparo os lanches pra amanhã. — naquele dia eu tava com uma saia meio solta, mas por causa do tamanho da minha bunda e do meu quadril, ainda dá pra ver, e mais ainda se eu empino de propósito ou me inclino. E uma blusa do mesmo jeito, meio justa, mas por causa dos meus peitões grandes, marca ainda mais, querendo ou não... só precisava de dois botões abertos pra aparecer a linha dos meus peitos e me fazer parecer tão vulgar, como se eu quisesse provocar os homens. É o problema de ser uma mãe de peitões grandes... —
Filho: ahh... sim, o que era? — finge que não lembra. —
Mãe: se você gostou de como ela tava? Se parecia com a do filme? A do filme é magra e tem muita rabeta haha, demais, eu diria... haha! — e começo a rir e via a carinha dele, não parecia que na sexta-feira o rosto dele tava cheio de desejo de possuir meu corpo e me fazer dele...! —
Filho: sim, mãe! na verdade... tava até... maior...! — e fez uma expressão com o olhar e as mãos de algo grande. Mas ainda tava com vergonha, porque falava baixinho e devagar, como se não quisesse que ouvissem. Era óbvio que um filho normal falaria da mulher que ele comeu e de como a bunda dela era grande, mesmo que fosse igual à dela... será que ele já queria que eu o visse com olhos de luxúria? —
Mãe: Nãão... sério que era maior! Então era gorda igual a minha? — e sabia que ele tava atrás de mim, virei pra olhar ele e no momento do comentário começo a mexer minha BUNDONA gorda... mas de um jeito lento e sensual. Como quem diz: "tão grande quanto a da sua mãe? Olha bem, filho...!" —

Filho: Nossa....- tento olhar pra outro lado, mas é impossível não reparar naquele rabão gigante e gostoso da própria mãe! E ainda por cima os saltos, um detalhe que a deixa muito mais sensual....! Ela tava boa demais, porque mesmo tendo um bundão e umas coxas enormes com um quadril largo, tinha uma cintura fina! Tava mais que gostosa e perfeita em tudo! Ver como a saia gruda naquele rabão enorme que ela tem...! Caralho, que carne aparecendo com o pano colado.... já tinha o tecido enfiado no meio daquelas nádegas carnudas, por causa do rebolado tão suculento que ela dava...!
CONTINUA
BLOQUEARAM MINHA CONTA DE NOVO E APAGARAM O CAP DE SCORT, NÃO SEI QUANTO TEMPO VOU FICAR ASSIM.
JÁ ATIVARAM MINHA CONTA, NÃO SEI O QUE ACONTECEU. MAS ELES APAGARAM OS CAPÍTULOS DE AMAMENTAÇÃO E SCORT.
Se quiserem dar uma olhada na conta do Patreon, essa história tá mais avançada.
E o cronograma deste mês tá público. Tem dois níveis, diamante e platina.
Toda história vai ser longa.
Nas páginas gratuitas, vou postar um capítulo da mesma história a cada 2 ou 3 meses.
Histórias de mãe e filho, MILF, tias, vizinhas, sogras, mulheres voluptuosas. E toda história continua rolando a cada mês.
Também se quiserem me seguir no Instagram, onde posto detalhes. Meu perfil é:Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
0 comentários - Mãe se Passa por (SCORT)/Cap5