Uma vez lá, depois de beliscar algo pra recarregar as energias e passar um tempão conversando, eu falei. Eu: Quero continuar, vamos? V: O que você quer continuar? Eu: Quero continuar transando, vamos antes que seu marido chegue. V: Tá bom, mas não tenho muito tempo. Combinamos de sair pra jantar. O telefone dela tocou, era ele. Ela disse que já tinha chegado e estava no quarto, onde ela tava? Ela respondeu que tava beliscando algo comigo e que ele viesse ao bar. Pensei que com a chegada dele a aventura tinha acabado, mas não, assim que ele cumprimentou a gente e sentou, ela fez o contrário e se levantou. V: Vamos? Eu não entendia a situação. Eu: Tem certeza? V: Sim, vamos. Levantei da cadeira, sem dizer mais uma palavra. C: Onde vocês vão? V: Pro quarto, o senhor aqui ficou com vontade de me comer, acredita? C: Mas a gente ia sair pra jantar. O marido não tava reclamando que eu ia transar com a mulher dele, tava reclamando que eles tinham combinado de sair pra jantar e ela talvez não fosse, era tudo muito estranho. V: Não te custa nada jantar sem mim hoje à noite, né? C: Tá bom, se é o que você quer. V: Na verdade, quero outra coisa. C: O quê? V: Quero ficar com o Ignacio até amanhã, quando ele vai embora, depois ainda temos alguns dias só pra gente. Te incomoda eu ficar com você? Eu: De jeito nenhum, eu adoraria. V: Viu, meu amor, vou pegar umas coisas no quarto e volto rapidinho. Nós dois vimos ela se afastar, o papo entre a gente era completamente nulo, ficamos em silêncio. C: Já comeu minha esposa? Eu: Sim. C: Gostou? Eu: Sim. C: Faz tempo que ela não tem um orgasmo comigo, já não consigo satisfazer ela. Com você conseguiu? Eu: Sim. Não queria mais falar nem continuar naquela situação tão anormal, pelo menos pra mim. Poucos minutos depois ela voltou com uma bolsa grande e mais um par de sapatos na mão. V: Tô pronta, vamos? Eu: Sim. V: Tchau, amor, a gente se fala daqui a pouco. C: Tá bom, divirtam-se. A situação me dominava, era uma mistura de tristeza por ele, luxúria e tesão pelo proibido que a gente tava fazendo. Chamei o garçom e falei que tudo o que ele pedisse ou quisesse pedir do quarto dele, que colocasse na minha conta e passei o número do cartão. Eu: "É o mínimo que posso fazer por você". E levei a mulher dele pro meu quarto. Transamos de novo, dessa vez foi mais selvagem dos dois lados. Nos momentos em que eu tinha que me mexer, metia sem piedade, e ela fazia o mesmo quando tinha chance de montar em mim ou dar uns sentões fortes, que com aquelas cadeiras terríveis e gemidos, deve ter feito algum vizinho alucinar ouvindo a gente transar. Depois de um banho e dela se vestir de um jeito bem provocante, saímos pra comer e passear um pouco. Um ar fresco cairia bem, pensamos. Os olhares estavam todos nela, do jeito que a caribenha se vestiu não era algo normal nessa parte do mundo, talvez na América Central sejam mais despojados e soltos com o jeito de se vestir. Tirei umas fotos dela pra mandar pro marido antes de voltar pro hotel. A gente tava se divertindo pra caralho e, se não fosse pela tensão sexual, junto com a vontade que a gente tava e o tesão que a roupa dela causava em mim e em algum olheiro que alimentava o morbo, a gente teria ficado passeando pela capital. De volta ao hotel, passamos pelo lobby rindo e curtindo a noite, quando de repente vimos ele sentado bebendo um copo. Tava sério e só olhou pra gente por uns segundos. Eu só dei uma olhada rápida de 1 ou 2 segundos e continuei andando com a Vero de mãos dadas. Ela acenou pra ele feliz, mas continuou andando comigo. Ao entrar na minha suíte e, dessa vez, explorar um pouco mais, ela se virou pra me beijar apaixonadamente. Começou a me despir enquanto andava de costas até a cama, que ficava a vários metros, já que a gente tava na sala. Minha roupa ficou espalhada por todo o apartamento e, quando cheguei perto da cama, tava completamente pelado enquanto ela me masturbava no caminho. Pude Tirar toda a roupa dela, menos a calcinha, que de novo era outra lingerie branca, mas com salto de outra cor. Ela sentou na cama e se aproximou, me agarrando pela bunda, pra deixar meu pau na altura da boca dela. Chupei um bom tempo enquanto ela falava com aquele sotaque caribenho, me dizendo um monte de putaria. Daí ela se deitou e puxou a fio dental pro lado. Eu me joguei em cima dela na hora, desesperado pra satisfazer meu tesão, mas ela não deixou, só me bateu uma bronha. Até que num certo momento, ela enlaçou as pernas nas minhas costas, levantou a cintura toda da cama e, com uma mão babada, passava no meu pau e na buceta dela, até que, com a cabeça do meu pau, senti a pele dela. Era diferente da última vez, então olhei pra baixo pra ver o que ela tava fazendo. V: Faz a booty pra mim, papai. Devagar e sem pressa, mas sem parar também, consegui colocar tudo. Eu me mexia devagar na posição do missionário, levantando uma perna dela com o braço pra entrar melhor no cu dela, beijava e passava a boca no pescoço e nos peitos dela. Ela tava doida de prazer, de vez em quando tentava se mexer mais rápido e mais forte, mas eu mantinha no meu ritmo, queria prolongar aquele momento o máximo possível. V: Bate forte, papai, eu preciso. Virei ela de lado e continuei metendo nessa posição por um tempão, enquanto curtia como eu mandava nela do meu jeito. V: Me arrebenta, me fode tão forte que doa até eu voltar pra Costa yummy. Coloquei ela de quatro, levantando bem alto a booty dela e colocando vários travesseiros debaixo do quadril pra ela não ter chance de abaixar se doesse. Apoiei as duas mãos na cabeça dela enquanto ela mordia um pouco o lençol e as mãos dela se agarravam nele pela dor e prazer que sentia. Não sei como aguentei vários minutos assim, além de ouvir ela falando putaria com aquele sotaque, talvez porque eu sabia que era difícil vê-la de novo depois dessa viagem. V: Me arromba o cu... V: Me enche de porra... V: Que puta foda gostosa, caralho. Meu marido não faz nem metade... Eu gozei e, como ele pediu, enchi ele de porra. Quando tirei meu pau, uns segundos depois começou a jorrar do cu dele, vários jatos de porra branca e grossa. Depois de um tempo, só caímos no sono, sujos e suados.
6 comentários - Ignácio e um casal costarriquenho 2
El cornudo no quiso participar????
El cornudo no quiso participar????
Ud sabeeeeeeeeeeeeee