CAPÍTULO III: Revelação—E te juro, vacilona! Toda aquela coragem que tive pra segurar a mão dela foi embora e meu corpo inteiro se arrepiou. Até esses peitos ficaram durinhos. Era a Florencia! Ela quem tava me tocando, nunca foi o pobre do Eze! Eu culpando ele pelas minhas tesões e botando raiva nele pelo que fez com a Flor. Fiquei pasma, foi tudo em menos de 5 segundos.
Belu relembrava aquele dia como se aquele instante tivesse sido na noite anterior. Noelia, com taça na mão, lubrificava os lábios mais do que o normal, parecia que o relato da amiga, além de prestar a devida atenção, mexia com algo dentro dela.
— Soltei a mão dela, perdi a força. Saber que era a Florencia quem tava me dominando me deixou imóvel. Ela voltou a me tocar e acariciar, sentia a mão dela na minha bunda, nas minhas coxas, panturrilhas, tudo. Até que ela enfiou a mão dentro do short que eu usava pra dormir e foi um avanço de temperatura muito grande pra mim. Sabia muito bem que eu tava gostando, como se não fosse a primeira vez que ela fazia aquilo com outras mulheres. Chegou na minha buceta, a danada, e bem devagar começou a passar os dedos de cima pra baixo. Minha temperatura subia, não sabia o que tava acontecendo. Tava excitadíssima pela minha amiga e do meu lado tava o macho que comia ela todo dia! Minha mente viajava... Até que senti que o melhor era me deixar levar, tava aproveitando e a situação de tensão me excitava muito. Você não vai acreditar, mas me senti muito puta e submissa. Meu corpo se entregou pra Florencia e deixei ela me tocar o quanto quisesse. Não sabia que horas nem que dia era. Só queria viver o momento. A calcinha fio-dental que eu tava usando não aguentava mais de tão molhada que tava. A safada puxou ela pro lado e foi contato pele a pele. Sentir a ponta dos dedos dela tocar minha racha, apoiar no meu clitóris, foi uma ida pro céu. Será que eu tava experimentando sexo lésbico? Não sabia, mas minha amiga tava me dando um prazer delicioso. Tava indo muito bem até que a babona enfiou um dedo. Era óbvio que podia acontecer, mas eu me surpreendi. Minha boca continuava tampada e eu gemia que nem uma louca. O prazer que eu sentia tomou conta de mim. Sentia escorrendo pelas minhas pernas o líquido que saía de dentro de mim. Tava imóvel, mas muito feliz! Num momento, ela se aproxima de novo do meu ouvido e apoia a língua, começa a passar suavemente e, amiga, você não sabe, minhas pernas tremiam. Começou a descer pelo pescoço e ficou um tempinho ali. Repito, eu imóvel. A mão dela brincando com a minha buceta, a outra na minha boca e a língua dela me lambendo toda me fazia sentir no paraíso. Um dos dedos da mão que tampava minha boca, ela enfiou pra dentro e eu fui tão puta que comecei a chupar aquele dedo tão delicado, mas pervertido. Ela tirou a mão encharcada da minha buceta e desabotoou meu sutiã por baixo do pijama. Começou a tocar meus mamilos e pegar nas poucas tetas que eu tinha na época com um amor e um prazer. Tava desconfortável pra chupar ela porque senão era uma puta bagunça. Tava entregue demais e toda molhada, hahahaha." Noelia tentava de qualquer jeito disfarçar a excitação, mas cada frase de Belém era uma carícia suave na buceta dela. — "Mas por que você não parou ela? Tinha acordado o Ezequiel!!" Forçadamente, ela conseguiu dizer. — "Tá de brincadeira? Te falei que tava no puto paraíso. Não sabia o que era certo naquela época. Só era eu sendo amada, violentada ou como você queira chamar. Além disso, dá pra ver que você fica toda molhada com o que tô te contando, então deixa o moralismo pra quem enche o saco." Noelia só conseguiu baixar um pouco a cabeça e continuar ouvindo. Sentia os mamilos durinhos e a umidade na buceta aparecendo e fazendo o papel dela. Belém continuou o relato: — "Num momento, ela para de me tocar e lamber minhas costas. Sentia que ela se mexia na cama, tipo procurando posição. Até que senti ela abrir minhas pernas por baixo e uma coisa molhada se aproximar da minha buceta já supermolhada. A língua da Flor lambia e lambia meus sucos. Tava louca, era minha amiga e eu tava em Nárnia. curtindo o amor que ela me dava. Quando éramos novinhas, a gente se pegava, pegava outras gatinhas e até em alguma balada a gente se beijava pra escapar de algum otário, tarado e feioso, mas era sexo lésbico de verdade. Ela tava chupando minha buceta como podia, abrindo minha bunda como podia, passou a língua no meu cu, lambia em volta. Me fez de puta dela e eu, escravizada e submissa, curtia cada movimento. Não tinha nojo de nada. Era a primeira vez que uma mulher me virava de prazer e eu tava amando. Sempre transei com homens, mas isso era diferente e igualmente gostoso. Flor, que era uma mina de poucas proporções mas com traços muito lindos, era uma bomba bisexual. Como algo tão delicado como ela era tão ousada com as mãos? Não é à toa que o Eze montava nela sempre que podia, pensei, ela tem um sex appeal do caralho e sabe como provocar e te deixar igual um passarinho na gaiola. Obviamente não aguentei mais e quando ela percebeu, tapou minha boca de novo rápido e eu não sei se soltei água, mijo ou o que fosse por ali, mas molhei tudo..." Belém, com um sorriso, terminou sua história e Noé, pasma, só perguntou: -"Bel, você gosta de mulheres então?" Belém sorriu de novo: -"hahahaha Noé, amo pica e buceta por igual, e ainda mais quando tão inchadas e molhadas igual a sua haha". Isso aqueceu Noélia por completo. O vinho tava fazendo efeito nas duas. Noé tentava se manter sã e de cabeça fria, mas...
1 comentários - A Melhor Amiga ▪︎ Capítulo 3