Quando eu era moleque, com uns 5 anos de idade, conheci uma menina na rua dos meus avós, a Perla. Uma garota branquinha, ruiva, muito gostosa. A gente se deu bem, mas não do jeito que vocês tão pensando — viramos melhores amigos. Estudamos juntos no primário, no colégio, no ensino médio e até parte da faculdade. Saíamos pra festa pra caralho, eu conhecia os namorados dela e ela as minhas namoradas. Sabíamos tudo um do outro. Dormíamos juntos, até tomamos banho juntos sem nunca se olhar com outros olhos, só de irmãos.
Por outro lado, eu tinha um primo 2 anos mais velho que eu (filho de uma irmã do meu pai), o Juan. A gente se dava muito bem, mais que primo — dava pra dizer que era meu melhor amigo homem, igual a Perla. Éramos os três mosqueteiros, mas só quando ele vinha pra cidade, já que morava em outra (a 6 horas daqui).
Um dia, eles decidiram começar um relacionamento. Fiquei feliz pelos dois. A relação foi ficando séria até que resolveram se casar. Tudo era cor-de-rosa. Ela engravidou e tiveram uma linda menina, a Mia. Eu ia na casa deles todo santo dia e ajudava com grana, sem problema nenhum. Quando a bebê fez 2 anos, ofereceram um trampo pro meu primo na cidade grande e ele aceitou. Mudaram-se. No começo, a gente se falava muito, mas com o tempo fomos nos afastando, até perder todo contato por um motivo ou outro.
11 anos depois…
Nesses 11 anos, meu pai morreu, meu avô também, e eles nem deram as caras — não sabiam de nada, verdade. Já estávamos chegando nos 35 anos de idade. Um dia, do nada, apareceu o Juan na porta da casa da minha avó. Virei, olhei pra ele e corri pra abraçar. Ele ficou feliz. Ficamos um tempão lá e depois decidimos ir comer em algum lugar. Já na comida, ele me pediu desculpas por não ter ido nos enterros e por ter se afastado. Me contou que tava doente e que em pouco tempo ia morrer. A notícia foi uma bomba pra mim. Choramos, procuramos soluções, etc. Na despedida, me deu o endereço e o novo número de telefone dele.
JUAN: queria que você fosse nos visitar na cidade. A Perla tá... Ficou feliz que você veio visitar, além disso pode conhecer as meninas. A Mia já tem 14, quase 15, e a Sami tem 11, você não conhece ela.
EU: deixa eu resolver umas paradas e pode dar como certo.
Resolvi uns negócios, preparei tudo e só com uma mala me joguei na cidade, cheguei no endereço que ela tinha me dado e bati. Juan abriu, sorriu e me abraçou, como se não tivéssemos nos visto em anos. De repente, escuto uma voz.
PERLA: Juan, que foi, love? Quem é?
JUAN: Ninguém, só um bicho que encontrei.
Ele se afastou e foi aí que minha cabeça piro. Perla, já transformada numa mulher madura, com uma cinturinha minúscula e um baita atrativo, tão gostosa quanto a mãe, linda, apetecível, eu diria.
EU: O que eu preciso fazer pra minha irmã me abraçar? Parece que não sentiu minha falta.
Ela veio correndo e se jogou em mim, eu a peguei no colo e a gente girou, as pernas dela enlaçaram minha cintura e eu senti o calor do corpo dela (de baixo)...
PERLA: Você é um filho da puta, tantos anos e nada, te odeio, desgraçado.
EU: Juan, não sabia que você tinha casado com uma caminhoneira com esse vocabulário.
De repente, da escada vem uma menina, moreninha, cabelo preto, pequenininha, muito parecida com ele.
JUAN: Te apresento a Sami. Sami, ele é seu tio.
Cumprimentei ela com a mão e abracei. Quando virei o olhar, lá estava ela, "Mia", idêntica à mãe quando criança, e sem ninguém falar nada, ela desceu correndo e me abraçou.
MIA: Eu lembro de você, tio.
EU: Pensei que já tinham me esquecido.
O tempo passou voando com nossa conversa. Eles ofereceram a casa pra dormir, embora eu tivesse dito que ia pra um hotel, e foi assim por um bom tempo. Arrumei um trampo de fotografia rápido, meu trabalho tava começando a ser conhecido. Juan e Perla não sabiam que eu era milionário, na real, ninguém sabe. Ajudava bastante em casa e no tratamento do Juan. Já tava há 1 ano na cidade. Minha sobrinha sonhava com os 15 anos dela, mas por causa do Juan não tinha muita grana. Eu me dava super bem com as meninas, inclusive, contei pra elas sobre uma namorada que eu tinha na... adolescência, foda-se, mãe solteira e o pai sou eu, que logo a conheceria. Juan não melhorava de saúde.
EU: escuta, quero oferecer uma coisa pra vocês. Juan, não quero que aconteça algo contigo sem ver sua filha de vestido de 15 anos. Eu vou pagar e não aceito um não como resposta. É minha menina e merece o melhor, assim como a Sami.
Os olhos da Amia brilharam, me olhando como o provedor. Eu notei no olhar dela algo que me impactou, acho que foi daí que nasceu tudo.
Estávamos em fevereiro, os 15 anos seriam em julho. Dei a eles um cartão com uma quantia alta de dinheiro pra não se preocuparem com a festa. Nessa fase da doença do Juan, ele tinha que ir pro seguro e ficar 3 dias por mês, então a Perla ia. Eu me ofereci pra ficar com as meninas e cuidar de tudo.
EU: não se preocupem, eu cuido delas. Vou levá-las pra passear, comprar roupas e coisas pra se distraírem.
PERLA: olha, melhor elas irem com o Juan e eu fazer as compras.
EU: hahaha, já vai ter tempo pra vocês, mas não queria que as meninas ficassem tristes.
JUAN: caralho, não sei o que faria sem você.
EU: eu não sei o que faria sem vocês (e veio na minha cabeça a minha MIA).
Acordamos cedo naquele sábado e levei elas num shopping pra comprar roupas, pra renovar o guarda-roupa.
MIA: tio, mas o que eu pego?
EU: o que vocês quiserem, princesa. Por dinheiro não se preocupa, eu pago.
MIA: é que minha mãe me veste como criança e eu quero algo mais... sei lá, sexy.
SAMI: igual aquela menina.
EU: ok, vamos fazer o seguinte, vê se não me meto em encrenca. Pega o que você gosta de roupa: camisa, calça, saia, sutiã, calcinha, de tudo. Guarda em segredo enquanto eu falo com sua mãe e convenço ela.
Os olhos das duas brilharam e saíram correndo pra ver. Passamos horas e eu fui pagar. O dia passou e umas 9 da noite a Perla me liga falando que ia dormir com o Juan no seguro, que não voltaria.
EU: então tenho luz verde pra vocês ficarem acordadas até tarde, assim posso levar vocês ao cinema.
PERLA: claro que sim, mas com uma condição: depois você me dá um fim de semana igual, safado. EU: feito. Contei pras meninas, a Mia ficou feliz, a Sami não queria, falei pra ela ficar aqui que a gente não demorava, e que emprestava meu computador se ela topasse, ela aceitou, a Mia ficou feliz e foi pro quarto dela.
MIA: Tio, cê pode vir?
EU: Fala, mami.
MIA: Pro nosso encontro, posso usar alguma roupa que você comprou pra mim?
EU: Nosso encontro? Cê nem sabe o que é isso.
MIA: hahaha, é que só vai eu e você, e segundo isso é um encontro.
EU: Ok, então leva o que quiser, com certeza tudo vai ficar lindo em você. Te espero lá embaixo.
Quando vi ela descendo as escadas, acho que foi o dia que comecei a ver ela com outros olhos. Ela vestia uma camiseta curta que chegava até o umbigo, manga longa e decote solto, uma minissaia Levis que destacava as pernas longas e brancas dela, e umas sandálias. Olhei pra ela e falei como ela tava linda. A gente foi pra praça pra chegar no cinema e ver um filme.
Já no cinema, a gente percebeu que o filme ia começar às 8, sendo que eram 6. Falei pra gente ir jogar fliperama um pouco enquanto não começava, e ela topou. Antes de entrar, dei dinheiro pra ela e falei que ia no banheiro, que ela fosse pedindo... Não passaram nem 10 minutos quando encontrei ela sentada num banco, bem triste, e perguntei o que tinha rolado. Acontece que umas amigas zoaram ela, e ela preferiu sair. Me contou que falava pra elas de um namorado que comprava coisas pra ela e que ia pagar os 15 anos dela. Eu ri e perguntei por que ela disse isso, se era eu quem pagava. Ela respondeu que foi pra se sentir importante e pra elas saberem que o namorado dela tinha grana.
EU: Vamos dar uma surpresa pra essas minas, minha princesa. Vai lá e senta enquanto pede alguma coisa. Daqui a pouco eu chego e você tem que me seguir a onda o tempo todo, ok? E não me desmente. Esse vai ser nosso segredo.
Ela fez isso na hora. Fui numa loja de presentes, comprei um boneco dos favoritos dela, um kit de maquiagem e uma corrente de ouro que já tinha separado como presente de 15 anos dela e aproveitei...
Quando entrei no lugar, ela tava de costas. As amigas dela estavam me olhando... Ficaram de boca aberta com tantos presentes. Mia se vira e me olha com todos aqueles presentes e sorri.
EU: oi, meu amor (ela abre os olhos enormes e sorri)
MIA: oi, meu amor
Estendi os braços para entregar os presentes, ela veio pegá-los. Quando os coloco na mesa, ela me abraça…
MIA: e agora, o que eu faço? (sussurrando)
EU: ué, o que você quiser. Você é quem manda, eu sigo você (sussurrando)
MIA: certeza, Tio? (sussurrando)
EU: pra minha mimada, tudo
MIA: obrigada, meu amor. Amei meus presentes
Ela me beija a bochecha, depois mais perto dos lábios e, com uma pausa de microssegundos, me beija na boca. Os dois estávamos de olhos abertos e surpresos. Eu fechei os meus, deixando rolar, e o beijo dura 10 segundos. Um beijo meigo…
Por outro lado, eu tinha um primo 2 anos mais velho que eu (filho de uma irmã do meu pai), o Juan. A gente se dava muito bem, mais que primo — dava pra dizer que era meu melhor amigo homem, igual a Perla. Éramos os três mosqueteiros, mas só quando ele vinha pra cidade, já que morava em outra (a 6 horas daqui).
Um dia, eles decidiram começar um relacionamento. Fiquei feliz pelos dois. A relação foi ficando séria até que resolveram se casar. Tudo era cor-de-rosa. Ela engravidou e tiveram uma linda menina, a Mia. Eu ia na casa deles todo santo dia e ajudava com grana, sem problema nenhum. Quando a bebê fez 2 anos, ofereceram um trampo pro meu primo na cidade grande e ele aceitou. Mudaram-se. No começo, a gente se falava muito, mas com o tempo fomos nos afastando, até perder todo contato por um motivo ou outro.
11 anos depois…
Nesses 11 anos, meu pai morreu, meu avô também, e eles nem deram as caras — não sabiam de nada, verdade. Já estávamos chegando nos 35 anos de idade. Um dia, do nada, apareceu o Juan na porta da casa da minha avó. Virei, olhei pra ele e corri pra abraçar. Ele ficou feliz. Ficamos um tempão lá e depois decidimos ir comer em algum lugar. Já na comida, ele me pediu desculpas por não ter ido nos enterros e por ter se afastado. Me contou que tava doente e que em pouco tempo ia morrer. A notícia foi uma bomba pra mim. Choramos, procuramos soluções, etc. Na despedida, me deu o endereço e o novo número de telefone dele.
JUAN: queria que você fosse nos visitar na cidade. A Perla tá... Ficou feliz que você veio visitar, além disso pode conhecer as meninas. A Mia já tem 14, quase 15, e a Sami tem 11, você não conhece ela.
EU: deixa eu resolver umas paradas e pode dar como certo.
Resolvi uns negócios, preparei tudo e só com uma mala me joguei na cidade, cheguei no endereço que ela tinha me dado e bati. Juan abriu, sorriu e me abraçou, como se não tivéssemos nos visto em anos. De repente, escuto uma voz.
PERLA: Juan, que foi, love? Quem é?
JUAN: Ninguém, só um bicho que encontrei.
Ele se afastou e foi aí que minha cabeça piro. Perla, já transformada numa mulher madura, com uma cinturinha minúscula e um baita atrativo, tão gostosa quanto a mãe, linda, apetecível, eu diria.
EU: O que eu preciso fazer pra minha irmã me abraçar? Parece que não sentiu minha falta.
Ela veio correndo e se jogou em mim, eu a peguei no colo e a gente girou, as pernas dela enlaçaram minha cintura e eu senti o calor do corpo dela (de baixo)...
PERLA: Você é um filho da puta, tantos anos e nada, te odeio, desgraçado.
EU: Juan, não sabia que você tinha casado com uma caminhoneira com esse vocabulário.
De repente, da escada vem uma menina, moreninha, cabelo preto, pequenininha, muito parecida com ele.
JUAN: Te apresento a Sami. Sami, ele é seu tio.
Cumprimentei ela com a mão e abracei. Quando virei o olhar, lá estava ela, "Mia", idêntica à mãe quando criança, e sem ninguém falar nada, ela desceu correndo e me abraçou.
MIA: Eu lembro de você, tio.
EU: Pensei que já tinham me esquecido.
O tempo passou voando com nossa conversa. Eles ofereceram a casa pra dormir, embora eu tivesse dito que ia pra um hotel, e foi assim por um bom tempo. Arrumei um trampo de fotografia rápido, meu trabalho tava começando a ser conhecido. Juan e Perla não sabiam que eu era milionário, na real, ninguém sabe. Ajudava bastante em casa e no tratamento do Juan. Já tava há 1 ano na cidade. Minha sobrinha sonhava com os 15 anos dela, mas por causa do Juan não tinha muita grana. Eu me dava super bem com as meninas, inclusive, contei pra elas sobre uma namorada que eu tinha na... adolescência, foda-se, mãe solteira e o pai sou eu, que logo a conheceria. Juan não melhorava de saúde.
EU: escuta, quero oferecer uma coisa pra vocês. Juan, não quero que aconteça algo contigo sem ver sua filha de vestido de 15 anos. Eu vou pagar e não aceito um não como resposta. É minha menina e merece o melhor, assim como a Sami.
Os olhos da Amia brilharam, me olhando como o provedor. Eu notei no olhar dela algo que me impactou, acho que foi daí que nasceu tudo.
Estávamos em fevereiro, os 15 anos seriam em julho. Dei a eles um cartão com uma quantia alta de dinheiro pra não se preocuparem com a festa. Nessa fase da doença do Juan, ele tinha que ir pro seguro e ficar 3 dias por mês, então a Perla ia. Eu me ofereci pra ficar com as meninas e cuidar de tudo.
EU: não se preocupem, eu cuido delas. Vou levá-las pra passear, comprar roupas e coisas pra se distraírem.
PERLA: olha, melhor elas irem com o Juan e eu fazer as compras.
EU: hahaha, já vai ter tempo pra vocês, mas não queria que as meninas ficassem tristes.
JUAN: caralho, não sei o que faria sem você.
EU: eu não sei o que faria sem vocês (e veio na minha cabeça a minha MIA).
Acordamos cedo naquele sábado e levei elas num shopping pra comprar roupas, pra renovar o guarda-roupa.
MIA: tio, mas o que eu pego?
EU: o que vocês quiserem, princesa. Por dinheiro não se preocupa, eu pago.
MIA: é que minha mãe me veste como criança e eu quero algo mais... sei lá, sexy.
SAMI: igual aquela menina.
EU: ok, vamos fazer o seguinte, vê se não me meto em encrenca. Pega o que você gosta de roupa: camisa, calça, saia, sutiã, calcinha, de tudo. Guarda em segredo enquanto eu falo com sua mãe e convenço ela.
Os olhos das duas brilharam e saíram correndo pra ver. Passamos horas e eu fui pagar. O dia passou e umas 9 da noite a Perla me liga falando que ia dormir com o Juan no seguro, que não voltaria.
EU: então tenho luz verde pra vocês ficarem acordadas até tarde, assim posso levar vocês ao cinema.
PERLA: claro que sim, mas com uma condição: depois você me dá um fim de semana igual, safado. EU: feito. Contei pras meninas, a Mia ficou feliz, a Sami não queria, falei pra ela ficar aqui que a gente não demorava, e que emprestava meu computador se ela topasse, ela aceitou, a Mia ficou feliz e foi pro quarto dela.
MIA: Tio, cê pode vir?
EU: Fala, mami.
MIA: Pro nosso encontro, posso usar alguma roupa que você comprou pra mim?
EU: Nosso encontro? Cê nem sabe o que é isso.
MIA: hahaha, é que só vai eu e você, e segundo isso é um encontro.
EU: Ok, então leva o que quiser, com certeza tudo vai ficar lindo em você. Te espero lá embaixo.
Quando vi ela descendo as escadas, acho que foi o dia que comecei a ver ela com outros olhos. Ela vestia uma camiseta curta que chegava até o umbigo, manga longa e decote solto, uma minissaia Levis que destacava as pernas longas e brancas dela, e umas sandálias. Olhei pra ela e falei como ela tava linda. A gente foi pra praça pra chegar no cinema e ver um filme.
Já no cinema, a gente percebeu que o filme ia começar às 8, sendo que eram 6. Falei pra gente ir jogar fliperama um pouco enquanto não começava, e ela topou. Antes de entrar, dei dinheiro pra ela e falei que ia no banheiro, que ela fosse pedindo... Não passaram nem 10 minutos quando encontrei ela sentada num banco, bem triste, e perguntei o que tinha rolado. Acontece que umas amigas zoaram ela, e ela preferiu sair. Me contou que falava pra elas de um namorado que comprava coisas pra ela e que ia pagar os 15 anos dela. Eu ri e perguntei por que ela disse isso, se era eu quem pagava. Ela respondeu que foi pra se sentir importante e pra elas saberem que o namorado dela tinha grana.
EU: Vamos dar uma surpresa pra essas minas, minha princesa. Vai lá e senta enquanto pede alguma coisa. Daqui a pouco eu chego e você tem que me seguir a onda o tempo todo, ok? E não me desmente. Esse vai ser nosso segredo.
Ela fez isso na hora. Fui numa loja de presentes, comprei um boneco dos favoritos dela, um kit de maquiagem e uma corrente de ouro que já tinha separado como presente de 15 anos dela e aproveitei...
Quando entrei no lugar, ela tava de costas. As amigas dela estavam me olhando... Ficaram de boca aberta com tantos presentes. Mia se vira e me olha com todos aqueles presentes e sorri.
EU: oi, meu amor (ela abre os olhos enormes e sorri)
MIA: oi, meu amor
Estendi os braços para entregar os presentes, ela veio pegá-los. Quando os coloco na mesa, ela me abraça…
MIA: e agora, o que eu faço? (sussurrando)
EU: ué, o que você quiser. Você é quem manda, eu sigo você (sussurrando)
MIA: certeza, Tio? (sussurrando)
EU: pra minha mimada, tudo
MIA: obrigada, meu amor. Amei meus presentes
Ela me beija a bochecha, depois mais perto dos lábios e, com uma pausa de microssegundos, me beija na boca. Os dois estávamos de olhos abertos e surpresos. Eu fechei os meus, deixando rolar, e o beijo dura 10 segundos. Um beijo meigo…
1 comentários - Capitulo 3: Mia (Episodio 1)