Capitulo 2: Sam (Episodio 1)

 Esta história que vou escrever agora, fui aprimorando ao longo dos anos... Eu tinha 33 anos quando minha sogra (a mãe da minha namorada na época) se casou, tudo normal, fazíamos churrascos e festas, nos reuníamos, as enteadas eram muito tímidas e sempre com medo, eu as cumprimentava e tratava muito bem e elas respondiam, assim foi por muito tempo, passaram 3 anos, minha sogra e sua família entraram na religião, ficaram muito puritanas, minha esposa conseguiu um trabalho onde viajava muito, eu dirigia um táxi empresarial, minha proximidade com minha sogra era especial (já tínhamos história que contarei em outra ocasião) por essa razão minha sogra tinha muita confiança em mim, um dia eu estava apertado para ir ao banheiro enquanto dirigia e como ficava perto da casa dela decidi passar claro, sempre era bem-vindo, já que o marido dela não estava. Naquele dia, bati na porta e quem abriu foi a Sam, a enteada mais nova da minha sogra (7 anos). Cumprimentei e abracei ela, perguntei pela mãe (minha sogra) e ela me respondeu que tinha ido a uma consulta médica e acabara de sair... Fui ao banheiro e comecei a fazer o que precisava. Quando virei pra trás, vi que minha cunhada estava lá, me encarando fixamente. Enquanto conversávamos sobre qualquer coisa, terminei, me virei enquanto arrumava minhas coisas, ela se aproximou pra ver melhor, mas não disse nada... 
Eu: gosto de como esse short fica em você
Ela: sério mesmo (com um sorriso de orelha a orelha)
Eu: claro, suas perninhas estão muito gostosas hahaha
 Ficou só nisso, dei um beijo e vazei. 
Você: Tá com um cheiro gostoso, até parece que você tomou banho.
Ela:cala a boca porque eu sempre tomo banho
 Passaram-se dias, e fiquei de ver na casa da minha sogra para tomarmos um café. Estávamos rindo e conversando, e quando percebíamos que não tinha ninguém, dávamos um beijo. Chegou a hora da saída das escolas e as meninas chegaram. Ambas me cumprimentaram com muito entusiasmo, chegaram vestidas com seus uniformes escolares. Minha sogra me disse que tinha que ir a um recado a certa hora e perguntou se eu podia cuidar delas por algumas horas, ao que eu disse que sim. Quando Sam ouviu que eu podia cuidar delas, subiu rápido. Passaram-se minutos e minha sogra foi embora, me deixando encarregado da casa. Logo depois, Sam desceu com um short do tamanho de uma calcinha... 
Ela: olha
Eu: e aí, o que foi?
Ela: você não percebe
Eu: nãooo, o que foi? (risada de nervosa)
Ela: já que você disse que gostou do meu short, fui colocar um
Ei, minha baixinha, desculpa, tô meio distraído. Que gostosa você tá, hein? (e a abraça)
 Na hora de fazer, notei no espelho que não dava pra ver costuras por baixo do short de lycra branco que ela usava, como se estivesse dizendo que não tinha nada por baixo. 
Eu: nossa, você não pesa nada, baixinha, bom, parece
Ela: se eu pesar, meu pai diz que eu tô muito pesada
Pois pra mim não me parece.
Ela: olha, levanta e vai ver que não
Eu: Tá bom, mas não vai cair, hein.
 Pego o voo e pulo, levanto a cintura e aí foi meu clique com ela, quando já a olhei com outros olhos. Acho que foi aí que comecei com o plano. 
Pois é, se você pesa mais ou menos, mas foi porque eu peguei mal, né? Mas digamos que sim, você pesa...
Ela:de novo, mas me segura direito pra eu não cair
 Ela se jogou de novo e dessa vez eu a levantei de cesto, ela abriu as pernas me envolvendo com elas, seus braços envolveram meu pescoço e eu por inércia agarrei sua bunda, seu traseiro era tão pequeno que minhas mãos cobriram tudo, pensei que ela ficaria desconfortável e até se irritaria, mas não foi assim, enquanto a carregava eu disse 
Eu: Nossa, você não pesa nada, dá até pra dançar
 E comecei a dançar e girar, me mexendo de um lado pro outro, enquanto ela sorria, conforme eu continuava rodando meus dedos esbarraram no seu centro (sua buceta) e a cada giro e pulo eu sentia como ela apertava sua parte com meus dedos, senti formigamento no meu pau e ele começava a endurecer, aí eu tirei ela de cima de mim... 
Ela: o que foi, cansou?
Eu: não, o que acontece é que eu bati (pra evitar de falar) vou sentar
Ela: eu queria mais voltinhas
Eu: melhor você sentar aqui comigo.
 Aí ela se joga e sobe em cima de mim com as pernas abertas, óbvio com a parte dela esfregando na minha. No momento que senti, fiquei gelado pensando no que iam dizer, só senti que ela começou a se esfregar sozinha, não fiz nada e deixei ela continuar até parar, imaginei que ela tinha gozado... O tempo foi passando e essas coisinhas assim iam acontecendo, nada demais. Um dia, recebi a ligação do marido da minha sogra e fiquei um pouco preocupada. Atendi, e ele só queria me dizer que, se a esposa dele me pedisse para cuidar da Sam, que eu fizesse o favor sem cobrar, que ele mesmo me daria um incentivo. Pouco depois, veio a ligação da minha sogra, pedindo se eu podia cuidar dela e deixá-la dormir lá em casa, já que a Ara (a outra filha dela) estava se formando e eles iam levá-la para a festa na sexta. No sábado cedinho, ainda deram uma viagem de presente pra ela... aí eu disse que sim... Chegou o dia e eu passei na casa dela, minha esposa estava viajando a negócios, então não estaria por uma semana. Cumprimentei e fomos embora, eram 7 da noite e fomos por docinhos, nos divertimos muito, tiramos muitas fotos e tal, liguei para minha esposa para desejar boa noite mas nunca disse que a garota estava comigo. Ao chegar em casa, ficamos um pouco sujos porque fomos ao parque, falei que ela tinha que tomar banho pra descansar, mas ela disse que não e começamos a brincar de pega-pega e cócegas, tudo muito legal. Em uma dessas, eu a coloquei no banheiro e a coloquei no chão. 
Eu: agora a gente continua com o jogo, enquanto você tem que tomar banho
Ela:não gosto, porque fico entediada
Eu: hmm vamos fazer alguma coisa, se você tomar banho a gente vê um filme antes de você cair no sono
Ela: melhor a gente dorme na cama e fica vendo a noite toda
Eu: ok, mas anda logo porque eu também vou tomar banho
 Ela foi tomar banho e, num descuido, eu espreitei, já que deixei a porta aberta. Seu corpo infantil nu me excitou e comecei a tocar no meu pau, quase me masturbando. Quando caí na real, fui embora e ouvi um grito, então voltei. Ela pediu uma toalha; quando a entreguei, olhei para ela. Ela cobria o corpo com seus bracinhos... 
Eu: que gostosa você ficou, viu? E tá toda limpinha
Ela: se eu cheirar gostoso
Eu: sim, muito gostosa e ainda seu corpo tá todo bonitinho, toma
 Ele se cobriu e foi embora, então foi minha vez. Eu estava tomando banho e ele me perguntou se podia comer um chocolate, ao que eu disse que sim. Depois de um tempo, olhei de lado e vi que ele me observava com uma cara séria e a boca aberta enquanto saboreava os chocolates. Eu, com toda a intenção, ensaboei minha parte para que ficasse dura e desse um bom show. Fechei o chuveiro e ele foi embora... Já estávamos jantando quando pedi o celular dela porque não encontrava o meu, assim ela poderia me ligar. Quando ela me deu o celular desbloqueado e foi para outro canto, rapidamente entrei na câmera e tirei uma selfie "ousada" para ela. E olhei o que tinha na galeria: várias fotos minhas tomando banho pelado. No histórico de internet, vi que ela procurava por paus de homens mais velhos. Minha cabeça explodiu na hora e rapidamente comecei a bolar um plano... Eram 10 da noite quando recebi a ligação da minha sogra perguntando como estávamos. Terminei a ligação em minutos e fomos nos deitar. Minha cunhadinha adormeceu no sofá, então a carreguei até a cama do quarto de visitas. Quando a deitei, seu roupão de dormir subiu um pouco, deixando sua calcinha à mostra. Começaram as coceirinhas... Lembrei que ela tinha tomado banho e fui buscar sua calcinha usada, levando-a para a cama. Já na minha cama, com a luz apagada e apenas a tela do celular, me pus a cheirar sua calcinha e me masturbar. Minutos depois, ouviu-se um estrondo horrível e começou a chover... Pouco depois, escutei uma voz pedindo ajuda. Fui ver e era minha cunhada, perguntando se podia dormir comigo porque estava com medo... Deitados na cama, cada um no seu celular e sem sono, comecei a bolar meu plano. A imagem dela pelada, só de calcinha, me deixava louco... 
 
Eu: o que você tá vendo no seu celular?
Ela: nada, só tava entediada vendo uns vídeos
Eu: hmm, quer brincar de lago sem celulares?
Ela: sim, sim siiiiii
Eu: mas não conheço nenhum jogo pra criança, só pra adulto, então melhor não
Ela: vai lá, não importa, eu quero jogar
 Logo acendi uma lanterna e tirei um baralho. Expliquei as regras: quem tirasse a carta mais forte, impunha um desafio ou castigo ao outro. 
Eu: ok, vamos lá, mas antes, tem certeza que quer continuar? Este é o nosso quarto seguro, aqui podemos fazer o que quiser e ninguém vai poder jogar além de você e eu.
Ela:sim
 De primeira, tirei a carta mais alta e comecei leve: 
Eu: Já viu um corpo pelado?
Ela:sim e vc
Eu: sim
 Isso continua por vários turnosaté que eu me anime 
Eu: já que ganhei, gostaria de tirar uma foto sua (comecei com algo leve)
 O jogo ficou mais quente, eu sabendo o que estava fazendo, ela com sua inocência de não perder a brincadeira 
Eu: voltei a ganar… hmm já sei o que eu quero e você não pode dizer não, ok, é algo ousado
Ela: bele
Eu: quero que você tire sua calcinha e coloque nas minhas mãos
 Sem dizer nada, ele os tirou sorridente e me entregou. Imediatamente, cheirei sua calcinha ainda com seus líquidos. Ela me olhava, surpresa. 
Eu: que delícia que minha gostosa tá cheirando
Ela: você gosta disso?
Eu: claro, você é a melhor garota e tem um corpinho lindo, claro que eu gosto, como eu queria ter uma namorada como você
Ela: tô toda feia
Eu: não é verdade, quem disse isso? aliás, se você quiser, eu quero ser seu namorado
Ela: sério, siiiiii
Eu: Mas você sabe o que isso significa e o que os namorados fazem?
Ela: só um pouquinho
Então, o que papai e mamãe fazem e tal
Ello:ok
 
 
 
 Já esclarecendo os pontos, resolvi ir ao banheiro e disse: "Agora eu volto, gata", e dei um beijo na bochecha dela. Quando voltei, ela me surpreendeu com um pedido... 
Ela: Ei, amor, você já tem minhas calcinhas, agora só falta as suas.
 Eu me enfiei debaixo das cobertas e dei pra eles, quando do nada ele colocou na minha nariz, eu fiquei gelado e ele disse que tinha um cheiro gostoso... 
Eu: amorzinho, que tal se eu ligar a TV e a gente assiste um desenho?
Ela:se o namorado achar de boa
Eu: poxa, mas eu durmo pelado
Ela:ok eu também vou dormir assim pra você não ficar com vergonha
 A gente se enfiou debaixo das cobertas, eu todo nervoso imaginando como ela ia reagir, e ela, bom, lembrando que ela só tem 7 anos. Peguei meu celular e botei um hentai animado, que começava igual qualquer outro desenho. A história era de três menininhas que iam numa lojinha e, por doces e favores, o dono da loja abusava delas sexualmente. As cenas mais pesadas começaram, com toques nos personagens, e por baixo das cobertas eu sentia o corpo dela se apertar enquanto ela via a cena na tela. A cena continuava, os protagonistas iam mais longe, e ela se estremecia mais. Dei uma pausa e perguntei se ela estava bem… 
E aí, gata, tá bem?
Ela:sim, mas…
Eu: mas o quê?
Ela: ela é uma novinha e ele um senhor e tão fazendo isso, que não tem nada de errado?
Eu: não, desde que os dois curtam e se divirtam, tá tudo bem
Ela: então vocês podem fazer isso mesmo
Eu: claro, por exemplo, ela não vai contar pra ninguém e ele também não, então vão ser bem felizes, quer que eu tire?
Ela: não, deixa ela.
 A animação continuou e começou a cena onde a protagonista, uma garotinha, chupava o senhor, então senti seu corpinho se apertar mais contra o meu e senti sua pequena bucetinha grudar no meu quadril, se abrindo um pouco, e ouvi um suspiro. 
Eu: já vou tirar porque tem outras coisas mais pesadas depois (eu dei pause)
Ela: não, deixa eu continuar assistindo, agora não vou saber o que acontece
Eu: kkkkk sério, quer continuar vendo?
Ela: sim
Eu: Na verdade, você é minha namorada, né?
Ela:sim (sentou)
Eu: ok, então vamos ficar juntos
Ela: bele
 Me aproximei e dei um beijinho de biquinho na boca dela, ela ficou toda corada. 
Eu: se não quiser que eu continue, é só me avisar
Ela: se eu gostei
Então agora você vai gostar mais, abre mais essa boquinha aí
 Imediatamente fiz isso, minha boca não se conteve e comecei a beijá-la. Naquele momento, não me importei com a idade e enfiei minha língua enquanto a beijava. Ela, sem perceber, fazia o mesmo. Minhas mãos se descontrolaram e começaram a tocar suas costas, seus quadris, suas coxas. Ela me abraçou pelo pescoço, respondendo às minhas carícias. Num momento de lucidez, me afastei. Estávamos extasiados, não só eu. Percebi isso ao ver seu rosto, enquanto ela ficava ali com os olhos abertos, sem ainda entender o que estava acontecendo. Eu ri. 
Nossa, nunca tinha beijado alguém assim.
 Os olhos dela brilharam 
Ela: sério, eu também nunca tinha feito isso
Você sabe, pensei numa coisa muito louca. Já que somos namorados, eu queria fazer igual o cara da loja daquele desenho animado. Você deixaria?
Ela: sim, tá bom
 Imediatamente abri suas pernas e a vi, seu corpo cor de canela, sua buceta bem rosadinha, pura, comecei a tocá-la por cima e sentia como ela se retorcia, beijei seus pezinhos, sem querer dei play no desenho e começamos a imitar o que víamos, eu já estava na sua entreperna lambendo sua buceta linda, metia a língua até onde dava e ela se contorcia toda até que eu disse que aqui ela podia gritar e fazer o que quisesse, ninguém ia ouvir. Aí, a cada lambida na buceta ela gemia cada vez mais, fiquei assim por uns 10 minutos até que falei: é sua vez. Tirei a parte de baixo e mostrei meu pau que já estava super duro, ela se surpreendeu e sem pedir já veio agarrando, começou a esfregar, acariciar e beijar, e sem mais demora peguei seu cabelo e disse pra abrir a boca, ela abriu e assim começou a me chupar por uns 10 minutos, tirei ela dali e coloquei de quatro, decidi meter, comecei a esfregar nela até que de repente me animei e enfiei, no início os gemidos eram de dor, mas depois de várias enfiadas o prazer dela ficou bem claro, terminamos... tiramos um descanso e continuamos de novo e de novo até que não aguentei mais. No total foram umas 6 vezes... 
 
 

Capitulo 2: Sam (Episodio 1)

 

1 comentários - Capitulo 2: Sam (Episodio 1)

espero que ese 7 sea un 17 sino sos un enfermo hijo de puta