Miranda continuava abraçada no Eduardo, os dois pelados e grudentos na cama bagunçada, quando passou a mão na cabeça careca dele com carinho e deu um sorriso com aquele misto perfeito de amor e safadeza.
—Meu corno manso bom… você foi tão obediente hoje, tão perfeito lambendo todo o sêmen que deixaram na minha buceta e no meu cu… Você merece uma surpresa especial.
Eduardo ergueu o olhar, curioso e excitado.
—Uma surpresa, amor?
Miranda se esticou até o criado-mudo, abriu a gaveta de baixo e tirou uma caixa preta chique que Eduardo nunca tinha visto. Abriu ela devagar na frente dele.
Dentro tinha um arreio preto de couro macio e um consolo grande, realista, de uns 22 centímetros, grosso, cheio de veias, com a cabeça inchada e um par de bolas pesadas no final. Era claramente uma cinta-pau pra meter.

Eduardo ficou olhando pro brinquedo de boca aberta.
Miranda pegou ele nas mãos, acariciando o consolo com os dedos enquanto falava com voz rouca e dominadora:
—Isso é pra você, meu amor. Quero colocar esse arnês e te meter no cu. Quero que você sinta exatamente o que eu senti hoje… como dói no começo, como o cu se abre, como te preenche e te arrebenta… e como depois vira o prazer mais sujo e viciante do mundo.
Ele se aproximou mais, roçando o consolo na barriga do Eduardo.
—Quero que a gente troque os papéis, corno manso. De agora em diante, eu vou ser quem manda. Você vai ser meu marido beta, meu corno passivo. Eu vou ser a que arrebenta seu cu enquanto te lembro de tudo que esses caras me fizeram. Quero que você se entregue por completo, que geme como eu gemi, que sinta o que é ser usado e fodido sem piedade… Aceita, meu amor? Quer ser minha putinha passiva?
Eduardo engoliu seco, a pica pequena pulsando de pura humilhação e tesão. As bochechas dele estavam vermelhas que nem tomate, mas ele acenou que sim sem hesitar.
—Sim, Miranda… aceito. Quero ser seu marido corno beta… quero que você arrebente meu cu do jeito que arrebentaram o seu. Quero sentir tudo. Quero que você assuma o controle total.
Miranda deu um sorriso vitorioso e safado, sentou-se na cama e começou a colocar o cinto lentamente, ajustando as tiras em volta dos seus quadris largos e da bunda carnuda. O consolo grande ficou apontando pra frente, grosso e ameaçador.
—Bom garoto… Agora sim, minha putinha beta. Se prepara, porque assim que eu terminar de ajustar isso… vou te foder o cu como merece um corno manso e obediente.
Eduardo ficou olhando pra ela, tremendo de antecipação, completamente entregue.
Miranda ajustou o arnês, apertou as fivelas e olhou pro marido com os olhos brilhando de dominação e tesão.
—Pronto… Agora sim, corno… chegou sua vez de sentir o que é ter a bunda arrombada.

Miranda terminou de ajustar o arnês em volta dos seus quadris largos. O consolo grosso e cheio de veias ficou apontando pra frente, pesado e ameaçador. Ela passou uma generosa camada de lubrificante na cabeça e olhou pro Eduardo com uma mistura de carinho e domínio absoluto.
—Fica de quatro, sua putinha beta… quero ver essa buceta aberta pra mim.
Eduardo obedeceu tremendo. Ficou de quatro na cama de casal, a mesma onde horas antes sua mulher tinha sido destruída por quatro caras. Apertou o rosto contra o travesseiro, levantou a bunda gorda e mole e separou as nádegas com as mãos.
Miranda se ajoelhou atrás dele, acariciando as costas dele com uma mão enquanto com a outra guiava a ponta do consolo até o cu virgem dele.
—Relaxa, corno… vou entrar bem devagar pra você sentir cada centímetro do que enfiaram em mim hoje.
Encostou a glande no buraquinho apertado e empurrou só um pouco. Só a cabeça.
—Ahhh… dói… dói pra caralho, love… —gemeu Eduardo, rangendo os dentes, o corpo todo tenso.
—Shhh… respira… sente ele… sente ele todo —sussurrou Miranda com voz doce, mas firme, empurrando mais um centímetro bem devagar—. Isso é o que eu senti quando rasgaram minha buceta… cê gosta, seu viadinho passivo? Cê gosta que sua esposa tá te comendo feito uma putinha?
Empurrou mais um centímetro. O consolo grosso abria o cu do Eduardo aos poucos, esticando sem dó.
S-sim... dói... mas... eu te amo tanto..." — ele ofegou, suando.
Miranda se inclinou sobre as costas dela, beijando a nuca enquanto continuava entrando milímetro por milímetro.
—Te amo por ser assim, Eduardo… meu cuck passivo, meu viadinho obediente. Adoro que você tenha aceitado ser o beta da casa. Enquanto eu saio pra ser cheia de pica, você vai ficar aqui me esperando com o cu pronto pra ser comido pela sua própria mulher. Isso te excita, putinha?
Mais um centímetro. Já tinha mais da metade pra dentro.
Eduardo soltou um gemido longo e trêmulo. A dor era intensa, mas alguma coisa começava a mudar… um calor estranho e profundo começava a se espalhar.
—S-sim… me excita… adoro que seja você quem me quebra… Te amo, Miranda… te amo por ser a esposa perfeita lá fora e a puta infiel mais gostosa do mundo aqui dentro… Você é tudo que eu preciso…
Miranda sorriu e empurrou um pouco mais, agora quase todo o consolo estava dentro.
—Olha como ela te abre o cu, meu amor… cada centímetro é meu. Você é meu marido cuck beta… meu viadinho que deixa a mulher comer ele enquanto ela come quem quiser. Me fala que você gosta…
Eduardo já respirava ofegante. A dor ainda estava lá, mas o prazer começava a ganhar terreno. A piroquinha dele gotejava no lençol.
—Eu… eu gosto… dói gostoso… Te amo por ser tão infiel, tão livre, tão puta… Você é a esposa perfeita… a mãe exemplar… e minha dona na cama. Essa é a nossa relação perfeita, amor… você tomando todo o controle e eu me entregando por inteiro…
Miranda começou a se mover bem devagar, entrando e saindo só uns centímetros, fodendo ele com carinho mas firmeza.
—Assim, minha putinha… relaxa e aproveita. Te amo tanto por ser meu cuck passivo… por me deixar ser a gostosa que quero ser e por oferecer sua bunda virgem pra eu arrebentar. Somos perfeitos juntos, Eduardo… o casamento mais doente e mais lindo do mundo.
Eduardo gemeu mais alto, empurrando a bunda para trás ele mesmo, buscando mais profundidade.
—Mais… me dá mais… Eu te amo, Miranda… te amo por ser minha rainha infiel… Essa é nossa relação perfeita… você me dominando e eu sendo seu corno beta pra sempre…
Miranda acelerou um pouquinho o ritmo, mas ainda lento e profundo, fodendo ele com amor enquanto sussurrava no ouvido dele:
—Pra sempre, meu amor… pra sempre.

Miranda acelerou o ritmo das batidas, passando de estocadas lentas e controladas pra um vai e vem mais rápido e profundo. O consolo grosso entrava e saía com força, batendo nas nádegas macias do Eduardo, fazendo o som seco de carne contra carne encher o quarto junto com seus gemidos abafados.
—Toma… toma mais forte, corno manso… —ela ofegava, agarrando os quadris dele com unhas pintadas e enfiando até o fundo a cada empurrão—. Sente como sua própria mulher arrebenta teu cu… cê gosta, vadiazinha beta? Cê gosta que eu te coma como uma puta no cio?
Eduardo gemia mais alto, o corpo tremendo inteiro. A dor já tinha desaparecido quase por completo; agora só restava um prazer intenso, ardente, que fazia ele empurrar a bunda pra trás pra receber ela mais fundo.
—S-sim… eu adoro… adoro quando você me arrebenta… —balbuciava entre gemidos—. Te amo… te amo tanto…
Miranda se inclinou sobre as costas dele, colando os peitos suados contra o corpo enquanto continuava fodendo ele com força, o arnês batendo na pele dele.
—Pensa, meu amor… o que teus pais iam pensar se te vissem agora? Imagina tua mãe abrindo a porta e encontrando o filho mais velho, o pai responsável, de quatro na cama de casal… com o cu aberto e a esposa enfiando uma pica falsa até o talo. O que teu pai ia dizer? “Esse é meu filho? O que ensina os netos a andar de bicicleta… sendo comido analmente pela mulher como uma putinha passiva?”.
Eduardo soltou um gemido longo e trêmulo, a pica pequena pingando sem parar no lençol.
—Se… se morreriam de vergonha… iam pensar que sou um degenerado… um viado… mas… mas me excita tanto imaginar isso… me excita que me vejam assim… humilhado… usado… comido pela minha própria esposa…
Miranda acelerou ainda mais, enfiando com uma fúria controlada, o consolo entrando e saindo sem piedade.
—E meus filhos… o que tuas meninas e teu moleque pensariam se entrassem agora? Veriam o papai gemendo que nem uma puta enquanto a mamãe arrebenta o cu dele com uma pica grande… o pai que lê histórias pra eles antes de dormir virado numa putinha beta que se deixa dominar e foder pela mulher infiel. Isso te excita, corno manso? Te excita saber que nossa família perfeita descobre que em casa a gente é isso aqui?
Eduardo já não conseguia falar palavras coerentes, só gemia e balançava a cabeça, lágrimas de prazer escorrendo pelas bochechas dele.
—S-sim… me excita… me excita tanto… que saibam que sou seu corno passivo… seu viadinho obediente… Te amo, Miranda… te amo por ser tão dominante… tão puta… tão perfeita…
Miranda abraçou ele por trás sem parar de meter, beijando a nuca suada dele enquanto continuava empurrando com força.
—E eu te amo, meu corno lindo… te amo por se entregar assim… por me deixar assumir o controle total… por ser meu marido beta perfeito. Ninguém entende o que a gente tem… lá fora somos a família ideal, o casal estável, os pais exemplares… aqui dentro somos isso: eu te comendo o cu enquanto lembro que sou uma hotwife infiel que abre as pernas pra quem eu quiser. E isso deixa nós dois loucos… né, amor?
Eduardo gozou sem se tocar, um jato fraco mas intenso saiu da sua pica pequena e murcha, sujando o lençol enquanto ele tremia inteiro.
—Eu te amo… te amo… somos perfeitos… essa é nossa relação perfeita… você me dominando… eu sendo sua putinha passiva… pra sempre…
Miranda continuou metendo nele por mais alguns segundos, até que ela também gozou só com o atrito do cinto contra o clitóris dela e o poder absoluto de dominá-lo. Ela desabou sobre as costas dele, ainda dentro dele, abraçando ele com força.
—Eu te amo, minha putinha beta… te amo tanto… somos a coisa mais doentia e mais linda que existe.
Ficaram assim, ofegantes, abraçados, o consolo ainda enfiado no cu do Eduardo, enquanto o amor e o tesão os envolviam por completo.
Miranda não diminuiu o ritmo nem por um segundo. Continuava metendo com força constante, o consolo grosso entrando e saindo do cu do Eduardo com um som molhado e ritmado que enchia o quarto. Cada estocada funda fazia ele arquear as costas, gemer e tremer, mas ela não parava: segurava firme nos quadris dele, cravando as unhas enquanto continuava fodendo sem piedade.
—Pensa nos teus filhos, corno… —sussurrou no ouvido dele com voz rouca e dominante, inclinando-se sobre as costas suadas dele—. Imagina as meninas e o menino abrindo a porta de repente… e vendo o papai de quatro, o cu aberto e a mamãe fodendo ele com um pau falso até o fundo. O que eles iam pensar? O que a tua filha mais velha ia dizer se visse o pai que leva ela pra escola, que ajuda com os deveres… gemendo igual uma puta enquanto arrebentam o cu dele?
Eduardo soltou um gemido longo e entrecortado, empurrando a bunda pra trás pra receber ela mais fundo. A dor já era puro prazer, a piroquinha dele escorrendo sem parar no lençol.
—S-s... iam ficar com medo... iam pensar que sou um monstro... um degenerado... que o pai delas é um viadinho passivo... — ele gemia, a voz trêmula de humilhação e tesão—. Mas... mas me excita tanto imaginar isso... me excita que elas saibam que sou seu corno... sua putinha beta... que deixo você me arrebentar...
Miranda acelerou um pouco mais, metendo com força, o arreio batendo na bunda dela a cada estocada.
—E o seu filho homem… o que ele diria se visse o modelo de homem dele sendo penetrado analmente pela própria mãe? Ele veria o pai que ensina a jogar futebol se transformar numa foxy passiva que deixa fuder e humilhar. Imagina a cara de choque deles… e ainda assim, me molha mais do que tudo saber que somos capazes disso. Me excita saber que nossa família perfeita tem esse segredo doentio… que lá fora somos os pais ideais e aqui dentro eu arrebento seu cu enquanto penso em como outros caras me comem.
Eduardo já não conseguia segurar os gemidos, o corpo inteiro tremendo.
—S-sim… me excita… me excita que você seja minha vadia infiel… que você saia pra abrir as pernas pra paus grossos e eu fique aqui esperando com o cu pronto pra você me foder. Me excita que você seja a mamãe doce que dá beijinhos nos meninos de manhã… e a mesma que me humilha e me faz de seu viadinho à noite. Eu te amo por isso… te amo por ser tão perfeita e tão suja ao mesmo tempo…
Miranda deu uma estocada especialmente funda e ficou ali por um segundo, bem lá dentro, girando os quadris pra ela sentir cada centímetro.
—E eu te amo por ser meu cuck perfeito… por me deixar ser a hotwife que quero ser, por aceitar que eu te transforme na minha putinha passiva. Me excita que você seja o pai responsável que todo mundo admira… e que em particular seja o marido beta que goza sem se tocar enquanto a própria esposa arrebenta seu cu. Ninguém entende esse love… mas é o nosso. É perfeito. Te amo, Eduardo… te amo enquanto meto no teu cu como uma puta dominadora.
Eduardo gozou de novo, um jato fraco mas intenso saiu da sua piroquinha pequena, sujando mais o lençol enquanto ele tremia e gemia:
—Eu te amo… te amo… somos a coisa mais doentia e mais linda… continua me rasgando… sou seu… pra sempre…
Miranda continuou metendo forte nele, abraçando ele por trás, beijando a nuca suada dele enquanto os dois se perdiam naquele turbilhão de humilhação, amor e tesão absoluto.
—Para sempre, meu corno manso… para sempre.
Miranda não aliviou nem um segundo. Continuava metendo com força constante e profunda, o consolo grosso entrando e saindo do cu do Eduardo sem piedade, batendo contra a bunda dele a cada estocada. O ritmo tava brutal agora: rápido, dominante, sem dar trégua. O cinto batia na pele suada dele, e cada metida fazia Eduardo se arquear mais, os gemidos ficando mais altos e desesperados.
—Toma… toma tudo, corno manso… sente até o fundo —ela ofegava, agarrando as cadeiras dele com força pra enfiar até os ovos falsos—. Cê gosta que sua esposa te arrebente o cu assim? Gosta de ser minha putinha passiva enquanto eu penso em como outros caras me comem?
Eduardo já não aguentava mais segurar. O prazer atravessava ele por inteiro: o consolo abrindo ele sem piedade, a humilhação absoluta, o amor doentio que compartilhavam. A pica dele, pequena e murcha, começou a pulsar sem controle, escorrendo um fio constante de porra que se acumulava no lençol debaixo dele.
—S-sim… eu adoro… eu adoro ser seu cuck passivo… —balbuciava entre gemidos abafados—. Eu te amo… te amo tanto…
De repente o corpo dele inteiro se tensionou. Um orgasmo seco e profundo sacudiu ele por dentro: sem gozar quase nada (só um fiozinho fraco e transparente), mas intenso, como se todo o ser dele se contraísse em volta do consolo que tava preenchendo ele. Ele tremeu violentamente, as pernas falharam, e caiu de peito na cama enquanto continuava empurrando a bunda pra trás pra não perder nem um centímetro.
— Tô gozando… tô gozando enquanto você fode meu cu…! —gritou com a voz trêmula—. Te amo, Miranda… te amo por ser minha puta infiel… por se deixar foder por paus enormes, por rolas grossas que eu nunca vou te dar… e por me arrebentar com essa pica falsa…!
Miranda acelerou um pouco mais, fodendo ele durante o orgasmo, prolongando aquilo, fazendo ele continuar tremendo e gemendo.
—Me diz... me diz como nosso casamento tá se fortalecendo, corno manso... —exigiu ele, metendo forte enquanto falava no ouvido dele.
Eduardo, ainda tremendo com os espasmos, respondeu entre ofegos:
—Tá ficando mais forte… porque eu sou seu cuckhold perfeito… seu marido beta que aceita tudo… que deixa você sair pra ter sua buceta e seu cu arrombados por paus de verdade… e depois se entrega pra você me destruir… Isso nos une mais que tudo… você sendo a esposa puta que precisa de machos de verdade… eu sendo o cuck passivo que goza só de sentir você me dominar… Nosso casamento é mais forte porque não tem segredos… tem amor sujo, tem entrega total… te amo por ser essa puta infiel que me faz sentir vivo… e eu te amo por me deixar ser sua putinha obediente…
Miranda gemeu de prazer ao ouvir isso, acelerando as investidas até que ela também gozou de novo: um orgasmo forte só com o roçar do cinto contra o clitóris dela e o poder absoluto de tê-lo assim, quebrado e entregue debaixo dela.
—Te amo, meu cuckold… te amo por ser exatamente isso… —sussurrou enquanto ficava bem dentro, abraçando ele por trás, beijando a nuca suada dele—. Nosso casamento é perfeito porque você aceita que eu seja fodida por uns pauzões… e eu aceito que você seja minha putinha passiva… Ninguém nos entende… mas a gente se entende… e isso nos torna invencíveis.
Eduardo, ainda tremendo por causa do orgasmo, virou a cabeça só o suficiente pra olhar pra ela com olhos vidrados de amor.
—Pra sempre, love… pra sempre.
Ficaram assim, ela ainda dentro dele, abraçados, ofegantes, o amor e o tesão fundidos num só.

Miranda diminuiu o ritmo até parar completamente, deixando o consolo bem fundo por um último segundo. Depois, com uma ternura infinita, começou a tirá-lo devagar, centímetro por centímetro, deixando Eduardo sentir cada milímetro se retirando do cu ainda aberto e sensível. O movimento era lento, quase reverente, como se estivesse cuidando de algo precioso.
—Shhh… já foi, meu amor… já foi… —sussurrou ela com voz suave e maternal, inclinando-se para beijar a nuca suada dele—. Relaxa… respira… você foi tão bem, minha putinha corajosa.
Quando a glande saiu com um leve som molhado, Eduardo soltou um gemido longo e trêmulo de alívio e prazer residual. Miranda deixou o arnês de lado sobre o lençol e se deitou ao lado dele, virando-o com cuidado para que ficassem de frente um para o outro. Abraçou ele forte contra o peito, envolvendo-o com os braços e as tetas macias, beijando a testa dele, as bochechas, as pálpebras, o nariz, os lábios… beijos lentos, ternos, cheios de amor puro.
—Meu corno lindo… minha vida inteira… —murmurava entre beijos—. Você é tão perfeito… tão entregue… tão meu. Te amo tanto por confiar em mim assim, por me deixar te quebrar e continuar me amando depois.
Eduardo, ainda tremendo por causa do orgasmo intenso que acabara de ter, se aninhou contra ela, afundando o rosto no pescoço dela e beijando a clavícula.
—Eu te amo… te amo mais que tudo… —sussurrou ele, com a voz embargada de emoção—. Obrigado por cuidar de mim… por ser tão dominante e tão doce ao mesmo tempo.
Miranda acariciou as costas dela com as unhas, fazendo círculos suaves, e beijou a têmpora dela.
—Vamo incluir isso na nossa rotina diária, meu amor… —falou baixinho, como se fosse um segredo compartilhado—. Não todo dia, mas sim quando a gente precisar… quando eu voltar de um rolê com algum macho e tiver com tesão de ter sido comida… ou quando você sentir que precisa se entregar por completo. Terça e quinta à noite, depois que os meninos dormirem… eu coloco o cinto e vou te comer devagar no começo, igual hoje, pra você curtir sem dor. Vou falar putaria, vou dizer que você é minha putinha beta, meu cuck passivo… e depois te mimo igual agora, te beijo, te abraço, falo o quanto te amo.
Eduardo suspirou feliz contra a pele dela.
—Eu adoro… adoro a ideia… de que isso seja parte de nós… de saber que terça e quinta vou ser seu passivo… que você vai assumir o controle e eu vou me entregar. E quando você sair com outros… eu vou estar aqui, esperando com a buceta pronta pra você me arrebentar depois… pensando em como te comeram enquanto você me fode.
Miranda beijou a boca dela com doçura, lambendo os lábios dela devagar.
—Exato, meu amor… e nos fins de semana, quando a gente ficar sozinho um tempinho, vou colocar o cinto e vou te foder vendo um filme pornô de gangbang… vou te fazer ver como outras mulheres são usadas por vários caras enquanto eu te arrebento o cu e falo: “Olha, corno… é assim que vão me arrebentar da próxima vez… e depois você vai limpar tudo com a língua”. Vai ser nosso ritual… nosso segredo que nos mantém unidos.
Eduardo levantou o rosto e beijou ela na boca, longo e profundo.
—Vai ser perfeito… me excita tanto pensar nisso… em que nossa rotina diária inclua isso… em que eu seja seu cuck passivo todos os dias que quisermos… e que você seja a esposa dominante que me domina e me ama ao mesmo tempo. Te amo por me fazer sentir assim… por me fazer sentir completo.
Miranda beijou a testa dela, as bochechas, os olhos fechados.
—E eu te amo por ser exatamente o que eu preciso… meu marido carinhoso, meu pai responsável, meu cuck obediente, minha putinha beta. Vamos fazer disso parte de nós… devagar, com amor, com tesão… mas sempre com muito amor.
Ficaram abraçados, se beijando suave e devagar, acariciando as costas, o cabelo, a pele… falando baixinho sobre como iam incorporar aquilo, como iam se sentir mais unidos do que nunca, enquanto o quarto ainda cheirava a sexo e a eles dois.
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