05: A correia é opcional (Parte II)




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Compêndio IIIMais uma vez, fomos para aquele cantinho do quintal dela, coberto de arbustos. O Titan ficava nos encarando, inquieto na gaiola, provavelmente sentindo o cheiro safado que vinha da entreperna da dona dele. O cheiro de grama amassada e a excitação dela engrossavam o ar, safado e doce. Abri o zíper da calça e da cueca, e o tecido prendeu na minha glande inchada.

• Nossa! Já tá bem durinho! — disse ela num tom brincalhão, lambendo os lábios quando se soltou. Os dedos dela pairaram, trêmulos, antes de envolver o caule. — E a pontinha tá tão rosada e bonitinha.

O contraste do cabelo platinado dela com a minha pele avermelhada era obsceno.

No começo, o aperto dela era desajeitado, forte demais, depois mole demais, mas o calor da palma fez meus quadris se mexerem sem querer. Ela riu quando uma gota de líquido pré-seminal brilhou na ponta, e o polegar dela espalhou em círculos lentos.

• Você vai ter que ter paciência. É a primeira vez que quero fazer isso num homem. — confessou, abaixando a boca pra beijar a fenda.
05: A correia é opcional (Parte II)Sua língua apareceu timidamente, me provando, e me perguntei se sentiria o gosto que Marisol ainda deixava. Mas Kat só gemeu, fechando os lábios em volta da cabeça como se fosse algo sagrado. A sucção era desajeitada, os dentes roçando a carne sensível, embora a visão da cabeça loira dela se movendo atrapalhadamente fez o calor se enrolar nas minhas entranhas.

- O quê? - perguntei incrédulo, quando consegui reagir.

• Sim! - repetiu, roçando os lábios na cabeça inchada enquanto falava. O hálito dela era quente contra minha pele molhada. - A maioria dos caras com quem estive não respeitava meu privilégio como mulher... então nunca fiz isso por eles.

A língua dela disparou para pegar uma gota de líquido pré-gozo antes que pudesse escorrer pelo meu pau. A ponta rosada desapareceu entre os lábios dela de novo com um estalo suave.
cachorro• Além disso... - ela sorriu com malícia por entre os cílios, apertando os dedos na minha base. - o seu parece tão limpinho e rosado, igual a um pirulito, que só quero cobrir ele de beijos e lamber pra sempre.

Não aguentei mais e meus quadris começaram a se mexer sozinhos.
mamada• Mais devagar, Marco! - protestou Kat, se afastando só o suficiente pra falar, com saliva entre os lábios e minha ponta inchada. Ela tava com as bochechas vermelhas e os olhos lacrimejando enquanto lutava pra manter a mandíbula bem aberta. - Nunca enfiei uma *rola* tão grande antes.tão grande* na boca!

Os dedos dele se cravaram nas minhas coxas, as unhas gastadas deixando marcas na pele.

• A menos que você queira que eu
afoguei* com ela?
(A menos que você queira que eu *
EngasgarA ameaça foi minada pelo jeito que a língua dela se moveu pra pegar o líquido pré-gozo que escorria da minha fenda, as narinas dela se dilatando com o cheiro erótico.cogidaNão sei se ela falou isso pra me excitar ainda mais, mas o estilo da Kat é completamente diferente do da mãe dela e, claro, do da minha esposa.
A Clarissa fazia porque tava com fome de sexo, e a Marisol porque adorava chupar meu pau, enquanto a motivação da Kat era aprender, comigo esticando a boca dela aos poucos pra ela se acostumar com meu tamanho.
Desculpe, não posso traduzir essa palavra, pois não tenho contexto suficiente para garantir uma tradução precisa e adequada. Se você puder fornecer a frase completa ou mais detalhes, ficarei feliz em ajudar.! ¡Desculpe, não posso traduzir essa palavra, pois não reconheço "Gulk" como um termo em espanhol. Se você puder fornecer o texto completo em espanhol, ficarei feliz em ajudar com a tradução para o português brasileiro.— Marco, para!... Você já tá me enchendo o saco até a garganta! – Kat me avisou, claramente puta, me empurrando pra trás com as duas mãos na minha cintura. Ela limpou os lábios com as costas da mão, os olhos verdes meio lacrimejando. – Eu te avisei! Devagar!Mae e filhaA indignação dela teria sido mais convincente se os dedos ainda não estivessem enrolados confortavelmente em volta da minha base, com o polegar acariciando a veia pulsante que tinha embaixo.

Ela respirou fundo e mergulhou de novo com determinação renovada, girando a língua em círculos lentos e depois achatando-a contra a parte de baixo. Dessa vez, apertou mais os lábios e sugou as bochechas enquanto chupava com cuidado, como se estivesse testando quanta pressão conseguia fazer antes de sentir ânsia de novo. Uma gota de líquido pré-gozo brotou da minha ponta e ela lambeu com avidez, resmungando de aprovação pelo gosto.

— Salgado! — comentou, estalando os lábios antes de sorrir pra mim. — Mas salgado *pra caralho*.
bom*. Tipo... amendoim salgado.

A comparação absurda me fez bufar, mas a língua dela já percorria a borda da minha glande com uma precisão agonizante, os dentes roçando o suficiente para tensionar minhas coxas.

Então me segurei e deixei ela chupar no próprio ritmo.

A sensação era irreal: os lábios da Kat se esticavam em volta do meu pau, a língua percorria cada protuberância e veia com carícias curiosas e molhadas. Ela começou devagar, quase com cautela, deixando a saliva acumular em volta da cabeça antes de engolir centímetro por centímetro. Cada vez que recuava, a respiração acelerava em ofegos curtos e excitados, as pupilas dilatadas de concentração.

• Viu? Tô aprendendo!... — A voz dela era rouca, o sorriso safado, enquanto limpava o queixo com as costas da mão antes de mergulhar de novo.
infidelidade consentidaEntão, quando chegou na haste, a língua quente e pegajosa dela explorou como se tivesse descobrindo algo novo. Os dedos de Kat tremiam enquanto seguravam minhas coxas, os nós dos dedos ficando brancos enquanto ela se forçava a ir mais fundo, centímetro por centímetro, até o nariz afundar nos cachos ásperos da minha base. Uma lágrima escapou dos cílios dela quando ela engasgou, mas dessa vez não recuou. Em vez disso, a garganta dela se contraiu ao meu redor em pulsos involuntários, quentes e apertados, enquanto a língua dela arrastava pela minha parte de baixo com movimentos lentos e adoradores. Os sons molhados eram obscenos, amplificados pelo vai e vem inquieto do Titan além das cercas.

Chegou um momento em que eu pressionei de novo o fundo da garganta dela, mas dessa vez ela fez no próprio ritmo e, aos poucos, começou a acelerar.

Os lábios de Kat se esticaram obscenamente ao redor da minha grossura, com a língua pressionando a parte de baixo enquanto ela me engolia mais fundo a cada movimento da cabeça. A saliva se acumulava nos cantos da boca dela, escorrendo pra lubrificar o pau quando ela recuava, com respirações curtas e rápidas entre sons molhados de sucção. O ritmo era irregular, sem prática, mas o entusiasmo dela compensava. Cada vez que engasgava, ela parava, engolia com força e mergulhava de novo com determinação renovada, cravando os dedos nas minhas coxas até deixar hematomas vermelhos.

• Caralho, que gostoso! Podia fazer isso contigo todo santo dia! – exclamou com um sorriso safado enquanto recuperava o fôlego.
Provavelmente a Kat e a Marisol vão ter um monte de coisa em comum pra conversar...», pensei comigo mesmo.

Os lábios de Kat brilhavam com saliva e meu líquido pré-gozo, e a língua dela se mexia rápido pra pegar a gota que escorria do queixo. O jeito que ela lambia os lábios, devagar e de propósito, me deu outra sacudida no meio das pernas. Os dedos dela tremiam enquanto seguravam minhas coxas, as unhas cravando no jeans enquanto ela engolia saliva com um barulho, a garganta trabalhando em volta do gosto persistente.

Os sons que ela fazia engolindo me levaram ao limite, e minhas mãos, no impulso, seguraram a cabeça dela no lugar. Ela tentou protestar, mas eu não liguei.

— Vou gozar! Tô quase gozando! — avisei com os dentes apertados, os dedos enroscados no cabelo platinado dela.

Os olhos de Kat se arregalaram, não de pânico, mas de algo mais perto da euforia, enquanto ela balançava a cabeça freneticamente contra meu aperto.
05: A correia é opcional (Parte II)- Engole tudo! - A ordem saiu da minha garganta mais áspera do que eu pretendia, mas ela obedeceu na hora, selando os lábios com mais força ao meu redor bem na hora que veio a primeira pulsação.

A garganta dela se contraiu em volta da cabeça enquanto engolia desesperadamente, franzindo o nariz por causa da intensidade.

Deixei ela se afastar o suficiente para ofegar entre cada investida, com o lábio inferior tremendo e o queixo brilhando, antes de afundar de novo. A segunda erupção pintou o fundo da garganta dela e ela tossiu, cravando as unhas nas minhas coxas enquanto lutava para engolir.
cachorroNa terceira, já tinha se adaptado: a língua dela lambia a parte de baixo pra tirar até a última gota, as bochechas afundavam na sugada, o que me deixava a visão embaçada.

— Quatro! — contei com a voz rouca, vendo os cílios dela tremerem a cada jato grosso que enchia a boca dela.

Kat finalmente desabou sobre os calcanhares, com o peito ofegante e a camiseta curta encharcada de suor colada nos peitos dela. Um fio de porra escapou do canto dos lábios inchados, e ela lambeu preguiçosamente com a língua antes de sorrir pra mim.

— Porra! — ofegou, passando o dorso da mão na boca. — Isso foi... intenso.

O Titan escolheu aquele momento pra gemer da jaula dele, arranhando a grade com as patas. O som tirou ela do torpor, e ela bufou, limpando o rosto na barra da blusinha, manchando o tecido com uma meleca branca e grudenta.

— Acho que esquecemos da plateia.

Enfiei o pau de volta na cueca, com o pano molhado da minha cueca colando de um jeito desconfortável, enquanto olhava pro relógio de novo. O ponteiro dos minutos tinha avançado, e eu imaginei a Clarissa já deitada na cama de casal dela, com os lençóis amassados e os dedos impacientes entre as coxas. Kat segurou meu pulso antes que eu pudesse me afastar, com o polegar passando pelo contorno dos meus nós dos dedos.

— Ei! — exclamou, com a voz ainda rouca do esforço. Os olhos verdes dela pousaram no volume inconfundível que ainda endurecia contra meu zíper. — Você ainda tá...
interessado*.mamadaA observação veio acompanhada dos dedos dele percorrendo a parte interna da minha coxa, um toque leve como uma pluma, mas cheio de intenção.

— É melhor eu me limpar! — respondi, enfiando o pau de volta na calça, ignorando o olhar insistente e cheio de desejo da Kat.

A Kat também percebeu que eu ainda estava duro e pronto pra uma segunda rodada. Ela mordeu o lábio inferior e os dedos dela, sem perceber, traçaram a mancha molhada no top curtinho onde meu gozo tinha vazado.

• S-sim... minha mãe me mata se me vir assim. — ela gaguejou, a voz ainda carregada de tesão.

O sol da tarde refletia o brilho do suor na clavícula dela, fazendo a pele brilhar igual mel.

Sem a Kat ver, olhei pro relógio: era meio-dia e quinze. A Clarissa já devia estar andando de um lado pro outro no quarto dela, com o cheiro da impaciência impregnado no robe de seda que ela nunca se dava ao trabalho de amarrar direito. Meu pulso acelerou só de pensar naquela imagem.

— Vou no banheiro! Espera aqui!

A Kat concordou distraidamente, se jogando na grama com as pernas abertas, apertando a barriga com os dedos como se estivesse traçando o fantasma da minha gozada dentro dela.

A respiração dela saiu trêmula, divertida.

• Claro! — a palavra se dissolveu num gemido quando ela se mexeu, e o shortinho subiu, deixando ver a costura interna molhada. — Mas agora... (A língua dela apareceu pra pegar uma gota perdida no lábio de baixo.) Agora tô mais curiosa pra saber como seria ficar cheia desse leite todo.
cogidaA confissão pairou no ar entre nós, crua e pegajosa como a bagunça da camiseta dele. Titan gemeu da sua jaula, arranhando a grade com as patas, desesperado.

A porta do quarto se fechou atrás de mim com um clique. A silhueta da Clarissa se estendia sobre o lado da cama do Ethan, com um joelho dobrado e o roupão aberto, deixando à mostra a curva pálida da coxa dela. O cheiro do óleo corporal de lavanda e algo mais almiscarado engrossava o ar. Meus dedos roçaram o tornozelo dela, deslizando para cima enquanto eu subia no colchão. A pele dela estava quente, levemente pegajosa de suor, ali onde o sol da tarde tinha esquentado através das cortinas.

Mais uma vez, a cabeça dela pendia perto da borda da cama, mas os peitos dela pareciam montanhas. Sem pensar muito, apertei meu pau entre os peitos dela e comecei a esfregar contra eles.
Mae e filha— Ei, pensei que você ia me acordar com seu pau na minha boca! — protestou Clarissa de repente, com a voz pastosa de sono.

— Desculpa! — murmurei, com os quadris já se movendo entre a maciez acolchoada dela. — Mas seus peitos pareciam tentadores demais.

O cheiro da loção de lavanda dela se misturava com o almíscar da excitação enquanto meu pau deslizava pelo vale escorregadio do decote dela, com os bicos dos peitos endurecendo contra meu membro.

Clarissa riu, com os olhos verdes brilhando enquanto me via esfregar nela.

— Não te culpo! — ronronou, arqueando as costas para me apertar mais contra ela. Os dedos dela foram para meus quadris, ansiosos pra me guiar, mas agarrei seu pulso e imobilizei contra o colchão. — Marco...

— Vira! — rosnei, apertando a pele macia do peito dela até ela ofegar.

O roupão se abriu por completo, deixando à mostra a pele corada da barriga dela e o brilho das coxas.

— Clarissa, não temos muito tempo! Quero te foder agora mesmo!

Ela me olhou piscando, com os lábios entreabertos, não em protesto, mas de puro desejo.

— Agora? — perguntou, com os dedos tremendo em direção à barra da camisola.
infidelidade consentidaA seda deslizou para cima, revelando a dobra macia onde a coxa se encontrava com o quadril.

— Isso! — eu rosnei, agarrando seu tornozelo para colocá-la de joelhos.

O colchão rangeu quando ela se apressou em obedecer, com o cabelo platinado caindo sobre um ombro. O roupão se abriu, expondo as duas covinhas acima da bunda dela, tão diferentes das curvas arredondadas da Kat. Meus dedos cravaram nos quadris dela, puxando-a para trás até os joelhos baterem na borda da cama. O gemido dela ecoou contra a cabeceira enquanto eu baixava a calça o suficiente para liberar meu pau, ainda escorregadio da saliva da Kat.

— A Kat tá com o Titan lá atrás e a gente não tem muito tempo. Quero te comer de quatro!

A risada da Clarissa abafou contra os lençóis.

— Sempre com pressa! — ela provocou, mas as coxas tremiam enquanto eu deslizava a ponta pelos lábios molhados dela.

O contraste era obsceno: a saliva da filha dela misturada com a excitação dela, o cheiro de lavanda e sal tão forte que dava pra sentir o gosto. Enfiei com uma estocada brutal, indo até o fundo com um baque molhado que fez as unhas dela rasgarem o edredom.

— Porra! — ela gritou com a voz trêmula, arqueando as costas enquanto eu marcava um ritmo implacável, sem provocações, sem preparação, só com o impulso cru e sem piedade de um homem que já tava no limite há tempo demais.
05: A correia é opcional (Parte II)Ela estava apertada, me espremendo com pulsações desesperadas, o corpo dela protestando e me dando boas-vindas ao mesmo tempo. Cada golpe do meu quadril a empurrava pra frente, o cabelo platinado dela se enroscando nos lençóis amassados. A cabeceira batia na parede, um ritmo entrecortado que seria alarmante se não fosse pelo jeito que os gemidos da Clarissa aumentavam a cada impacto.

— Aí! — ela ofegou, procurando apoio com os dedos. — Bem aí! Meu Deus! O Ethan nunca...!

A comparação ficou presa na garganta dela quando me inclinei mais fundo, agarrando os quadris dela com tanta força que deixei hematomas. O som da pele batendo encheu o quarto, sublinhado pelos pedidos entrecortados dela e o latido distante do Titan no quintal.

— Meu Deus, Marco! É enorme! — ela reclamou enquanto deslizava devagar pra dentro.

Clarissa ofegava baixinho, os dedos cravados no edredom amassado enquanto eu chegava no fundo dela. As costas dela arquearam de repente, os músculos tremendo, não só de prazer, mas pelo puro esticamento. Dava pra sentir cada batida das paredes dela se ajustando, o calor escorregadio se agarrando a mim como se quisesse me engolir inteiro.

— Você tá me rasgando! — ela gemeu, a voz quebrada na última sílaba.

Fiquei parado, deixando ela se ajustar, observando os ombros dela se tensionarem sob a pele enquanto ela ofegava.

— É... desculpa. — O pedido de desculpas foi automático, embora meus quadris tenham se mexido sem querer, desejando o atrito.

Em outras circunstâncias, eu teria ido com calma: tirado o roupão de seda dos ombros dela, lambido cada sarda nas coxas dela até ela implorar. Mas o tilintar distante das plaquinhas do Titan lá fora me lembrou que era tempo roubado. Clarissa pareceu ler minha hesitação. Ela se balançou pra trás contra mim com um gemido, a espinha suada dela pressionando contra a minha. peito.
— Não para! — ordenou, com a ordem enfraquecida pelo jeito que as unhas dela se cravavam nas próprias coxas.

— Não te importa que eu não tenha usado camisinha, né? — perguntei enquanto a penetrava mais fundo.

— Ahh!... Marco, não me importa!... Ethan e eu... não transamos há meses... Porra! — gemeu.

O travesseiro de Ethan cheirava ao xampu dele, lavanda e algo cítrico, mas os lençóis fediam a abandono rançoso. Enfiei o nariz na curva do pescoço dela, inalando o sal da pele enquanto me retirava até a ponta e mergulhava de novo. O gemido dela era entrecortado, o corpo se arqueando como a corda de um arco.

— Meses? — perguntei com a voz rouca, empurrando mais forte só pra ver o cabelo platinado dela balançar com o impacto.

Ela soltou uma risada abafada, os dedos arranhando a cabeceira pra se equilibrar.

— Ah, Deus!... Você tá tão fundo! — gemeu enquanto os quadris dela se moviam junto comigo. — Ethan nunca me comeu assim!
cachorroMe senti no topo do mundo, metendo nela até o fundo. Apertei as tetonas dela, pensando em que tipo de idiota o Ethan era na cama.

A voz da Clarissa falhou quando segurei os quadris dela com mais força, inclinando pra cima. Os peitos dela balançavam pesado debaixo dela, os bicos roçando na lateral do colchão do Ethan a cada movimento da minha pélvis. Peguei um, apertando até ela gritar, a carne vazando entre meus dedos que nem fruta passada.

— Ai, Deus, suas mãos!... Maiores!... — O resto se perdeu num gemido quando belisquei o bico do peito dela, rolando entre o polegar e o indicador.

A cama gemeu com um rangido de metal, e a cabeceira batia na parede no ritmo das minhas estocadas. Uma figura de porcelana, algum presente de casamento metido a besta, caiu da mesinha de cabeceira dela e se espatifou no chão de madeira. A Clarissa mal percebeu. As coxas dela brilhavam de suor quando se apertaram contra os lençóis, e os dedos dela se curvavam quando eu chegava no fundo de novo.

— Aí! — ela ofegou, enquanto os dedos procuravam apoio no travesseiro do Ethan. — Aí, porra, bem aí!
mamadaMinha buceta se apertou em volta de mim com pulsações molhadas e ritmadas, e o calor escorregadio me levou ao limite.

Suas unhas arranharam meu antebraço, deixando gotas de sangue enquanto eu a penetrava. O som da pele batendo era obscenamente alto, abafando os latidos distantes do Titan. Os peitos da Clarissa balançavam violentamente a cada impacto, os bicos endurecendo entre meus dedos. "Você tá me deixando louca!", ela ofegou, com a voz quebrada por um gemido. Essa confissão me deu uma nova onda de calor. Me inclinei pra frente e mordi o tendão do pescoço dela enquanto meu ritmo ficava cada vez mais intenso. Ela arqueou as costas bruscamente, os músculos tremendo como corda de arco esticada demais.

- Gostou? Gostou? Se acostuma! - falei zoando, enfiando com mais força dentro dela.

- Porra! Porra! - Clarissa arqueou as costas violentamente enquanto o orgasmo a sacudia, apertando minhas coxas com as pernas dela como um torno.

A cama rangeu sob nosso peso e a cabeceira bateu na parede com tanta força que outro enfeite caiu no chão. Não diminui o ritmo, pelo contrário, enfiei mais fundo, cavalgando nas convulsões dela até ela gemer e se agarrar no travesseiro do Ethan como se fosse segurá-la.

- Vou te arrebentar e vou te comer todos os seus buracos! Você não vai conseguir dar pro Ethan sem pensar em mim!

Ela gozou de novo quando falei isso, mas eu não parei.
cogidaO corpo da Clarissa convulsionou debaixo de mim, a buceta dela pulsando em ondas erráticas enquanto ela se desmanchava pela segunda vez, o orgasmo atravessando ela com tanta violência que os joelhos dela dobraram contra o colchão. Mal dei tempo pra ela ofegar antes de puxar o quadril dela na minha direção, meu pau afundando nas profundezas trêmulas dela com um baque molhado que ecoou pelas paredes. O grito dela ficou abafado no travesseiro do Ethan, os dedos dela arranhando o tecido como se quisesse rasgar ele.

- Você vai ser minha puta no cio toda vez que eu vier aqui! - rosnei, com a voz rouca de possessão - E vai desejar que eu coma você e sua filha na cama do seu marido idiota! Tá claro?

A resposta dela foi um gemido entrecortado, as coxas escorregadias de suor e tesão, tremendo em volta das minhas.

- S-sim!... Ai, Deus! Sim! - respondeu com a voz exausta, rouca de tanto gritar.

A cabeceira batia na parede num ritmo frenético, cada impacto marcado pelo som molhado da pele e pela respiração ofegante dela. Me inclinei sobre ela, roçando a orelha dela com os dentes enquanto minha cintura se movia sem piedade.

- Bem dito, raposinha! Agora, recebe minha gozada e engasga com ela!

Meus dedos cravaram na carne macia do quadril dela, puxando ela pra perto bem na hora que minha liberação me atravessou: três jatos quentes e ardentes batendo direto no útero dela. A Clarissa gritou, o corpo dela tremendo ao sentir cada pulsação grossa inundando ela, a buceta dela se apertando em pequenos espasmos impotentes em volta do meu pau.

- M-Marco...! - A voz dela falhou, os dedos dela se torcendo nos lençóis como se tentasse se ancorar contra a sensação avassaladora.
Mae e filhaDesabei nas costas dela, ainda enterrado fundo dentro dela, nossa pele escorregadia de suor colada enquanto os dois ofegávamos atrás de ar. O cabelo platinado da Clarissa estava todo bagunçado no travesseiro, o corpo dela mole debaixo de mim, só com uns tremeliques de vez em quando nas coxas, ficamos os dois arfando por um tempão.infidelidade consentidao ¡Ahh!... ¡Ahh!... Isso foi... o melhor sexo... que eu já tive... - ela ofegou, com a voz cansada, satisfeita e rouca.

Essa confissão me provocou uma euforia lenta se espalhando pelo corpo, mesmo com meus músculos doendo de exaustão.

- ¡Acostuma! Isso é só o começo! – eu grunhi arrogante, tirando ela com um estalo suave que a fez gemer.

O esperma escorria das dobras inchadas dela para os lençóis, os lençóis do Ethan, e ver ele brilhando na luz da tarde me deu uma nova onda de satisfação.

- ¡Agora, limpa ele! – exigi, pressionando meu pau ainda duro contra os lábios dela.

Clarissa não hesitou, abrindo a boca obedientemente e passando a língua em volta da ponta pra lamber até a última gota dos nossos fluidos misturados. A fome nos olhos verdes dela era quase selvagem enquanto me chupava até me deixar limpo, com os lábios manchados da prova do que a gente tinha feito.

- ¡Boazinha! – elogiei, enrolando meus dedos no cabelo platinado dela enquanto ela trabalhava.

A garganta dela se contraiu em volta de mim, o nariz pressionando minha pélvis enquanto me engolia até a base, não tão fundo quanto a Kat fazia, mas com uma facilidade ensaiada que falava de anos de fome escondida.

- ¡Amanhã eu vou te foder de novo, raposinha! – prometi, recuando bruscamente e deixando os lábios dela entreabertos e brilhando.

Ela me olhou piscando, atordoada, com o peito ofegante e as coxas ainda abertas e tremendo. Ver ela assim, despenteada, exausta e completamente minha, quase me fez repensar em ir embora. Mas o som distante do Titan latindo lá fora me lembrou da hora que era.

Fui pro banheiro com passos desiguais, ainda excitado. Usei a pia e algumas toalhas pra me limpar. O cheiro da Clarissa grudava na minha pele, se misturando com a doçura anterior da Kat, um coquetel inebriante que fazia meu pulso bater forte apesar do meu estado de exaustão. Me esfreguei com força, o sabão fazendo espuma. branca entre meus dedos, mas por mais água que eu usasse, não conseguia apagar a lembrança dos gemidos abafados da Clarissa nem do jeito que a buceta dela tinha me deixado seco. Sorri ao imaginar o Ethan limpando o rosto com um pouco do meu gozo seco enquanto me enxugava com a toalha dele.

Os tacos de golfe brilhavam acusadores perto da porta da frente, as superfícies polidas refletindo a luz do sol da tarde em raios nítidos. As preciosas posses do Ethan, aparentemente mais valiosas do que a esposa negligenciada dele. Empurrei eles com o pé, alinhando-os cuidadosamente por uma cortesia torta. Uma pequena misericórdia pro corno, deixar ele conservar os brinquedos impecáveis enquanto eu estragava a cama de casamento dele.

Kat esperava ao lado da entrada, com as costas apoiadas no capô da minha caminhonete, esquentada pelo sol. A brisa levantou a barra do top curto dela, acariciando a mancha pegajosa onde meu gozo tinha secado na pele dela. Ela deu um susto quando me aproximei, levando os dedos à boca como se ainda pudesse me saborear.

• Marco!...

O sussurro dela se dissolveu quando eu a empurrei contra a caminhonete e minha língua afundou entre os lábios dela antes que ela pudesse terminar. Ela gemeu na hora, as mãos se agarrando na minha camisa e os quadris se inclinando pra frente num pedido silencioso de atrito.

Dei um tapa na bunda dela através daqueles shorts obscenamente curtos e justos, apertando o suficiente pra fazer ela suspirar dentro da minha boca. O tecido estava úmido, fosse de suor ou de tesão, não dava pra saber, e colava na pele dela como uma segunda camada. Kat tremeu, as unhas arranhando meu peito enquanto eu me debruçava sobre ela, meu pau ainda meio duro de ter comido a mãe dela a seco minutos antes. Ela não sabia. Não podia saber. Não pelo jeito que as coxas dela tremiam quando eu mordi o lábio inferior dela, a respiração dela ofegando quando eu sussurrei:

- Então... te vejo amanhã.

Uma promessa silenciosa. Pronto, também faria dela minha. Os olhos dela piscaram, deslumbrados e verdes como folhas tenras sob o sol.

• Vou estar… vou estar te esperando. – suspirou, a voz se partindo na última sílaba.
05: A correia é opcional (Parte II)O jeito que as pernas dela se apertaram (sutil, por reflexo) denunciou ela. Se o Titan estivesse solto, já estaria cheirando aquele calor entre as pernas dela, gemendo com a essência. Sorri satisfeito, recuando o suficiente pra ver ela se mexer pra frente, seguindo a partida dos meus lábios. A regata dela subiu, mostrando marcas vermelhas leves que meus dedos tinham deixado nos quadris dela antes. Um conjunto idêntico ao da Clarissa…Post seguinte


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