Tenho 26 anos e essa Ă© uma das coisas mais safadas que jĂĄ fiz, espero que vocĂȘs curtam muito! Faz um tempo, teve uma festa de uns amigos num salĂŁo. Comprei um vestido gostoso e fui com toda a vontade de me divertir. O plano era perfeito. Noite, festa e amigos!
Mas no meio da festa, cruzei com o Alberto, um amigo do meu pai. NĂŁo sabia que ele conhecia meus amigos. Ele foi convidado pelo pai da minha amiga, que o conhecia. O Alberto me conhece desde pequena e Ă© amigo do meu pai. Tem quase 70 anos.

Então, quando vi ele, a gente se cumprimentou na hora. Ele me disse que tinha ido sozinho e tava na mesa com os amigos do pai da minha amiga. A gente bateu um papo, tirou umas fotos e combinou de dançar na hora do baile.
Na rodada de dança, a gente dançou. E a gente ria porque ele me disse que na mesa os amigos perguntaram quem era a mina com quem ele tava dançando đ -E o que vocĂȘ disse pra eles? -NĂŁo quis contar que vocĂȘ Ă© filha de um amigo. Quis me divertir um pouco e falei que vocĂȘ era uma "amiguinha". Eu comecei a rir e falei "Agora eles vĂŁo te perguntar a noite inteira!". A gente dançou e tirou mais fotos juntos.



A gente conversou bastante. Ele Ă© viĂșvo e tem filhos mais velhos que eu. Contei pra ele que tava solteira e trabalhando. Que jĂĄ alugava e morava sozinha. â Que bom! Um dia vocĂȘ pode me mostrar onde mora! â Claro! A gente combina e toma uns mates! No fim, a gente dançou praticamente a noite toda juntos. Nenhum dos dois tinha par de dança, entĂŁo fizemos companhia um pro outro. Quando a noite jĂĄ tava acabando e todo mundo tava muito bĂȘbado, ele me perguntou se eu ia embora sozinha e eu disse que sim. Ele se ofereceu pra me levar e eu aceitei. Ele me levou atĂ© em casa, no caminho eu coloquei mĂșsica e a gente foi cantando por causa da bebedeira! đ Chegamos em casa e eu ofereci pra ele entrar e conhecer meu apĂȘ, e fazer um cafĂ© se ele quisesse. Ele aceitou e a gente entrou. Mas ele viu uma garrafa de fernet e falou: âMais que um cafĂ©, a gente pode tomar um fernet gostoso, nĂ©?â Eu ri e aceitei, e claro, coloquei mĂșsica pra acompanhar o momento e a gente começou a dançar. De tanto drink indo e vindo, mĂșsica atrĂĄs de mĂșsica... ele começou a me acariciar e me dar beijos no pescoço. Eu nĂŁo falei nada, nĂŁo tava muito consciente, sĂł ria.
A partir daĂ, tudo saiu do controle. O ĂĄlcool fez a gente fazer a coisa mais louca: um homem de 70 anos com a filha do amigo dele, se beijando, se apalpando e se pelando. Eu, de vez em quando, pensava na situação: um amigo do meu pai, que podia ser meu avĂŽ. Se alguĂ©m descobrisse, a gente podia ter problemas sĂ©rios. Mas eu nĂŁo conseguia parar. O ĂĄlcool me deixou em outro estado, tava com tesĂŁo e me deixei levar pela situação.
Ele sentou numa cadeira. Tirou meu vestido e me fez montar nele. Começamos a nos beijar enquanto ele me segurava pela bunda e chupava meus peitos. Eu chupava o pescoço dele e quicava nele com muita vontade. Eu tava toda molhada, tinha molhado a calça dele de tanto roçar. Tirei a camisa dele e fiquei beijando ele. Ele me beijava. No fundo, tocava um reggaeton que deixava a gente ainda mais quente. Ele confessava umas coisas enquanto me beijava: â A vida inteira tive tesĂŁo em vocĂȘ, gata! A vida inteira te vendo crescer, virar mulher. Ver como vocĂȘ desenvolveu esses peitos, essas pernas, essa bunda. Sempre foi minha fantasia favorita! Isso me deixava com mais tesĂŁo ainda! Imaginar quantas vezes ele deve ter me olhado sem eu perceber. As tardes na piscina onde ele me via de biquĂni. Nunca imaginei, porque ele tem idade pra ser meu avĂŽ. E agora tĂŽ ali, pelada em cima dele, me deixando chupar e apalpar toda por ele... e eu tava adorando! Tirei a roupa dele toda, ele jĂĄ tava de pau duro, me surpreendi pela idade dele. Ele me olhou e disse que era porque eu motivava ele pra caralho. Levei como o melhor elogio! Sentei nele de novo e comecei a montar. A cavar que nem uma louca. Sentia o pau dele entrando e saindo de mim. Sentia como ele me penetrava, como tava dentro de mim aquele velho tarado. Via ele ofegante e me olhando, gemendo e arfando. Eu quicando sem parar, gemendo e suando. Ele pegou o celular e começou a me filmar.
Ele me gravava enquanto eu cavalgava e falava um monte de putaria. Que eu era uma puta mesmo, igual ele imaginava. Que ia me encher de leite. Que queria continuar me vendo, que ia guardar os vĂdeos de lembrança, que era uma pena nĂŁo poder mostrar pros amigos dele, que nĂŁo iam acreditar, mas que adoraria que eles vissem como eu fodo um docinho gostoso. Tudo que ele falava me excitava, me dava tesĂŁo, me fazia sentir desejada. Ele mandava eu botar a lĂngua pra fora, cavalgar de lĂngua de fora pedindo leite. E eu obedecia.
TĂŽ me perguntando se eu tava gostando de transar com um coroa da idade dele. Falei que sim. Que adorava. Ele perguntou se eu queria repetir e ver ele de novo, e eu dizia que sim. Que queria que ele viesse me comer toda semana, que amava como ele me comia. Tava adorando a situação. Era muito erĂłtica. Me sentia como se fosse uma puta paga que se deixava comer por um velho feio por dinheiro, mas acho que isso era pior porque era de graça e o velho era amigo do meu pai. Num momento ele começou a se contorcer e ofegar e eu entendi... ele me segurou firme pela bunda e eu senti quando começou a gozar dentro de mim. Podia sentir o leite batendo lĂĄ dentro. Tava gozando dentro de mim, o filho da puta. Ele dizia que era o que mais queria. O que mais fantasiava. Gozar dentro de mim, que eu tivesse o leite dele dentro de mim. Ficamos um tempinho abraçados. Ele me beijava e lambia meu suor. Era uma mistura de nojo e prazer o que eu sentia. Me sentia suja e ao mesmo tempo gostava. Ele se trocou e foi embora. Nos despedimos na porta com um beijo longo como se fĂŽssemos namorados apaixonados. E ele disse: "Quando vocĂȘ quiser, me chama esses dias que eu venho." Entrei no banho.
E aĂ fiquei sentada um tempĂŁo, nĂŁo acreditava no que tinha feito. Fui me deitar e custei a dormir, nĂŁo parava de pensar. No dia seguinte, ele me mandou todos os vĂdeos. Eu vi, me vi naquela situação. Me deixou com muito tesĂŁo, ele repetiu: âQuando quiser, a gente repete.â E eu falei: â Vem hoje, se quiser. E fica pra dormir. Ele veio e a gente fez trĂȘs vezes naquela noite. E agora tĂŽ tendo um caso com o amigo do meu pai, um velho de 70 anos que podia ser meu avĂŽ... mas nĂŁo Ă©. Queria que vocĂȘs comentassem se gostaram! E me dessem uma nota bem gostosa! Valeu âșïž tambĂ©m tĂŽ afim de conversar com quem quiser!!
Mas no meio da festa, cruzei com o Alberto, um amigo do meu pai. NĂŁo sabia que ele conhecia meus amigos. Ele foi convidado pelo pai da minha amiga, que o conhecia. O Alberto me conhece desde pequena e Ă© amigo do meu pai. Tem quase 70 anos.

Então, quando vi ele, a gente se cumprimentou na hora. Ele me disse que tinha ido sozinho e tava na mesa com os amigos do pai da minha amiga. A gente bateu um papo, tirou umas fotos e combinou de dançar na hora do baile.
Na rodada de dança, a gente dançou. E a gente ria porque ele me disse que na mesa os amigos perguntaram quem era a mina com quem ele tava dançando đ -E o que vocĂȘ disse pra eles? -NĂŁo quis contar que vocĂȘ Ă© filha de um amigo. Quis me divertir um pouco e falei que vocĂȘ era uma "amiguinha". Eu comecei a rir e falei "Agora eles vĂŁo te perguntar a noite inteira!". A gente dançou e tirou mais fotos juntos.



A gente conversou bastante. Ele Ă© viĂșvo e tem filhos mais velhos que eu. Contei pra ele que tava solteira e trabalhando. Que jĂĄ alugava e morava sozinha. â Que bom! Um dia vocĂȘ pode me mostrar onde mora! â Claro! A gente combina e toma uns mates! No fim, a gente dançou praticamente a noite toda juntos. Nenhum dos dois tinha par de dança, entĂŁo fizemos companhia um pro outro. Quando a noite jĂĄ tava acabando e todo mundo tava muito bĂȘbado, ele me perguntou se eu ia embora sozinha e eu disse que sim. Ele se ofereceu pra me levar e eu aceitei. Ele me levou atĂ© em casa, no caminho eu coloquei mĂșsica e a gente foi cantando por causa da bebedeira! đ Chegamos em casa e eu ofereci pra ele entrar e conhecer meu apĂȘ, e fazer um cafĂ© se ele quisesse. Ele aceitou e a gente entrou. Mas ele viu uma garrafa de fernet e falou: âMais que um cafĂ©, a gente pode tomar um fernet gostoso, nĂ©?â Eu ri e aceitei, e claro, coloquei mĂșsica pra acompanhar o momento e a gente começou a dançar. De tanto drink indo e vindo, mĂșsica atrĂĄs de mĂșsica... ele começou a me acariciar e me dar beijos no pescoço. Eu nĂŁo falei nada, nĂŁo tava muito consciente, sĂł ria.
A partir daĂ, tudo saiu do controle. O ĂĄlcool fez a gente fazer a coisa mais louca: um homem de 70 anos com a filha do amigo dele, se beijando, se apalpando e se pelando. Eu, de vez em quando, pensava na situação: um amigo do meu pai, que podia ser meu avĂŽ. Se alguĂ©m descobrisse, a gente podia ter problemas sĂ©rios. Mas eu nĂŁo conseguia parar. O ĂĄlcool me deixou em outro estado, tava com tesĂŁo e me deixei levar pela situação.Ele sentou numa cadeira. Tirou meu vestido e me fez montar nele. Começamos a nos beijar enquanto ele me segurava pela bunda e chupava meus peitos. Eu chupava o pescoço dele e quicava nele com muita vontade. Eu tava toda molhada, tinha molhado a calça dele de tanto roçar. Tirei a camisa dele e fiquei beijando ele. Ele me beijava. No fundo, tocava um reggaeton que deixava a gente ainda mais quente. Ele confessava umas coisas enquanto me beijava: â A vida inteira tive tesĂŁo em vocĂȘ, gata! A vida inteira te vendo crescer, virar mulher. Ver como vocĂȘ desenvolveu esses peitos, essas pernas, essa bunda. Sempre foi minha fantasia favorita! Isso me deixava com mais tesĂŁo ainda! Imaginar quantas vezes ele deve ter me olhado sem eu perceber. As tardes na piscina onde ele me via de biquĂni. Nunca imaginei, porque ele tem idade pra ser meu avĂŽ. E agora tĂŽ ali, pelada em cima dele, me deixando chupar e apalpar toda por ele... e eu tava adorando! Tirei a roupa dele toda, ele jĂĄ tava de pau duro, me surpreendi pela idade dele. Ele me olhou e disse que era porque eu motivava ele pra caralho. Levei como o melhor elogio! Sentei nele de novo e comecei a montar. A cavar que nem uma louca. Sentia o pau dele entrando e saindo de mim. Sentia como ele me penetrava, como tava dentro de mim aquele velho tarado. Via ele ofegante e me olhando, gemendo e arfando. Eu quicando sem parar, gemendo e suando. Ele pegou o celular e começou a me filmar.

Ele me gravava enquanto eu cavalgava e falava um monte de putaria. Que eu era uma puta mesmo, igual ele imaginava. Que ia me encher de leite. Que queria continuar me vendo, que ia guardar os vĂdeos de lembrança, que era uma pena nĂŁo poder mostrar pros amigos dele, que nĂŁo iam acreditar, mas que adoraria que eles vissem como eu fodo um docinho gostoso. Tudo que ele falava me excitava, me dava tesĂŁo, me fazia sentir desejada. Ele mandava eu botar a lĂngua pra fora, cavalgar de lĂngua de fora pedindo leite. E eu obedecia.
TĂŽ me perguntando se eu tava gostando de transar com um coroa da idade dele. Falei que sim. Que adorava. Ele perguntou se eu queria repetir e ver ele de novo, e eu dizia que sim. Que queria que ele viesse me comer toda semana, que amava como ele me comia. Tava adorando a situação. Era muito erĂłtica. Me sentia como se fosse uma puta paga que se deixava comer por um velho feio por dinheiro, mas acho que isso era pior porque era de graça e o velho era amigo do meu pai. Num momento ele começou a se contorcer e ofegar e eu entendi... ele me segurou firme pela bunda e eu senti quando começou a gozar dentro de mim. Podia sentir o leite batendo lĂĄ dentro. Tava gozando dentro de mim, o filho da puta. Ele dizia que era o que mais queria. O que mais fantasiava. Gozar dentro de mim, que eu tivesse o leite dele dentro de mim. Ficamos um tempinho abraçados. Ele me beijava e lambia meu suor. Era uma mistura de nojo e prazer o que eu sentia. Me sentia suja e ao mesmo tempo gostava. Ele se trocou e foi embora. Nos despedimos na porta com um beijo longo como se fĂŽssemos namorados apaixonados. E ele disse: "Quando vocĂȘ quiser, me chama esses dias que eu venho." Entrei no banho.
E aĂ fiquei sentada um tempĂŁo, nĂŁo acreditava no que tinha feito. Fui me deitar e custei a dormir, nĂŁo parava de pensar. No dia seguinte, ele me mandou todos os vĂdeos. Eu vi, me vi naquela situação. Me deixou com muito tesĂŁo, ele repetiu: âQuando quiser, a gente repete.â E eu falei: â Vem hoje, se quiser. E fica pra dormir. Ele veio e a gente fez trĂȘs vezes naquela noite. E agora tĂŽ tendo um caso com o amigo do meu pai, um velho de 70 anos que podia ser meu avĂŽ... mas nĂŁo Ă©. Queria que vocĂȘs comentassem se gostaram! E me dessem uma nota bem gostosa! Valeu âșïž tambĂ©m tĂŽ afim de conversar com quem quiser!!
9 comentĂĄrios - O amigo do meu pai đ„