Estávamos na casa de campo com o Salvador. Depois de um bom tempo transando e fazendo aquilo que eu tanto precisava. Vi ele na cozinha falando com a mãe dele e achei que era uma ligação normal, mas quando me aproximei, vi que estavam em videochamada contando toda a verdade.
Quando me aproximei mais, sorri pra ele e percebi que estava em videochamada. Ainda bem que entrei em silêncio. Quando o Salvador se vira e diz:
Salva: — Já te contei tudo e aqui estou com o motivo do meu sumiço na casa dos teus sogros, mãe — eu fiquei toda vermelha — vem cá, cumprimenta, senão ela não acredita...
Me aproximei do celular e vi a Ramona, mãe do Salvador, que estava com os óculos e sorrindo pra caramba.
Ramona: — Oi, gata... Oi, como você tá?
Eu: — Oi, Ramona, tudo bem e a senhora?
Ramona: — Tudo ótimo, agora fico tranquila que meu filho tá bem e aí com você — eu sorri pra ela — bom, crianças, vou dormir.
Salva: — Pode ir, mãe, dorme tranquila que a gente vai comer.
Ramona: — Ok, bom apetite e obrigado por me contar, filho.
Salva: — Como sempre, mãe. Um beijo e manda um abraço pro pai — nós dois acenamos e ela desligou a chamada.
Eu: — Ai, que vergonha... Não sabia que...
Salva: — Shhhh — ele colocou o dedo na minha boca e se aproximou — calma. É que ela me ligou porque viu a Irene sozinha e quando perguntou por mim, ela disse que eu tinha vindo pra cá. Ela achou que a gente tinha brigado e eu confessei tudo.
Eu: — O que seria "tudo"?
Salva: — Tudo: que esse bebê que ela espera não é meu, que a gente tá junto por causa do teu marido, que eu continuo apaixonado por uma mulher só, e também que eu tava com você. Como ela não acreditava, até você aparecer, isso deu a prova perfeita de que eu não tava mentindo. Ela disse que já desconfiava, porque desde antes do aniversário dela eu tava estranho, ela não quis insistir e quando foi o aniversário dela, aquela suposta namorada, mais tudo que veio depois, tipo tantas postagens que eu fazia, ela não entendia por que eu tinha um olhar diferente. ela não me via feliz. Mas no dia antes de vir, passei na casa dela, pedi a chave pro meu pai e a gente conversou um pouco. Meu olhar e a felicidade que eu tinha já eram completamente os mesmos de antes. Agora ela sabe o motivo.
Eu: - Mas era necessário que eu estivesse na frente dos olhos dela e que você me expusesse?
Salva: - Te falo que foi a coisa mais importante. Porque ela tinha medo, já que na família dela houve muitos casos de suicídio por amor, bah... Porque foram rejeitados por amor. Então dar essa tranquilidade pra minha mãe, de que estou realmente bem e estou com você, é pra mim e sempre vai ser muito importante, entendeu?
Eu: - Sim, sim... Te entendo...
Salvador serviu a comida e nós dois sentamos pra comer. Mudamos de assunto e ele me contou que toda a relação fictícia dele com a Irene estava cada vez mais impossível de acompanhar por causa do verdadeiro pai do bebê dela e outras coisas. Eu escutava ele e não queria que ele ficasse mal, já que as duas mulheres que estavam ou estiveram com ele escolheram o pai dos nossos filhos, em vez dele. Terminamos de comer e tentei levantar a mesa, mas ele me segurou.
Salva: - Não, não... Isso eu faço. Você junto com seu bebê são meus convidados e só vocês vão aproveitar tudo isso.
Eu: - Bom, mas pelo menos me deixa te agradecer pela comida e por nos convidar - eu abracei ele pelo pescoço e ele me abraçou pela cintura e dei um beijo suave na boca dele - muito obrigada por tudo.
Salva: - Obrigado por aceitar. Vocês estarem aqui hoje e eu adoraria que fosse pra sempre comigo. Você me faz tão feliz! - dessa vez ele virou um pouco a cabeça e abriu a boca, e a gente se devorou num beijo de muita língua e bem molhado. Nossas mãos estavam inquietas, uma das minhas mãos se agarrou no pescoço dele e a outra foi descendo pelas costas dele. Enquanto isso, as mãos dele foram ambas pro meu rabo, que ele começou a apertar cada vez mais forte contra o corpo dele. Por instinto, eu abri mais as pernas, ele me ergueu contra o corpo dele e massageava o pauzão dele contra os lábios da minha buceta. A água da torneira corria forte e batia. contra os pratos e os talheres que estavam na pia da bancada. Salvador abriu um pouco os olhos, olhou de lado, só conseguiu diminuir a pressão da água e foi saindo só um fiozinho de água enquanto continuávamos nos beijando. Novamente nós dois estávamos loucos pra transar de novo. Meu corpo inteiro respondia ao dele, arrepiando minha pele, meus peitos ficando bem duros, minha buceta se molhando e minha boca procurando a dele. Os beijos estavam mais molhados e num instante ele parou de repente, nós dois abrimos os olhos, nos olhamos, aquele olhar que o Salvador tem, é muito penetrante, muito profundo. Naqueles olhos castanhos eu me perdia, nós dois nos olhávamos e piscávamos devagar e tranquilos. O nariz dele esbarrou no meu e começamos a brincar com ele.
Salva: — Você é linda.
Eu: — Você também é.
— demos um beijo curto.
Salva: — Eu gosto dos seus beijos, do seu olhar e de você.
Eu: — Comecei a te querer de um jeito diferente, já não é mais como antes.
Salva: — Muito mais do que você me queria antes?
Eu: — Siiim, muito mais do que antes. Já não como um amigo que me ajudou e esteve comigo quando eu estava grávida e agora. Porque você sempre me mostrou seu amor sincero e esteve aqui pra mim e pro meu filho. É muito gratificante ter você por perto.
Salva: — Fiz tudo isso porque te amo, meu amor. Sempre te amei e agora que estamos juntos, te amo ainda mais. Como eu te disse, queria que tudo isso fosse assim a vida inteira, que fosse pra sempre. Porque você é a única mulher que eu preciso na minha vida e pra sempre...
Nos beijamos por um bom tempo, nos acariciávamos mais forte, nos sentindo muito próximos e o pau enorme dele batia na entrada dos meus lábios. Me agarrei nos ombros dele e sentia como aos poucos a ponta entrava na minha cavidade molhada, abrindo caminho a cada movimento que ele fazia. Ele me beijava devagar e mordia meu lábio superior, esticava e beijava. Depois fazia o mesmo com o outro. Eu apertava os cabelos dele entre meus dedos, tentando puxá-lo mais contra minha boca, pra ele não se afastar de mim. A saída do meu orgasmo era iminente, mas eu tentei aguentar mais pra poder explodir junto com ele. A gente continuava se movendo devagar pra aguentar mais. Quando ele solta minha boca pra parar e me olhar de novo. Ele viu meu vestido que eu tava usando, mal levantou, eu segui as instruções dele e tirei por cima da minha cabeça e deixei cair no chão. O olhar dele foi direto pras minhas tetas enormes e duríssimas que pareciam encarar ele. Ele abaixou um pouco a cabeça enquanto beijava devagar no meio delas. Eu tava ofegando sem parar, quase explodindo, mas ainda tentando aguentar mais um pouco. Ele com uma mão só segurou minha bunda e a outra foi subindo pelas minhas costas até meus ombros, foi pra frente e esticou delicadamente meu mamilo esquerdo, apertava, amassava e sentia a textura macia mas muito dura por estar cheio de novo daquele precioso líquido branco que causava tanta fraqueza em ver sair, em provar e sentir na boca dele. Começaram a sair gotas de cum e ele não hesitou, se prendeu com a boca bem aberta, sentindo a língua dele brincar com minha auréola e isso me fez explodir. Eu cavalgava mais forte e mais rápido. Avisei ele: - Aaaaagggghhhhhhh... Vou gozar... Salva: - Mmmmmmm sim siiii... Eu também... Vou... - nós dois gritamos como desesperados - Aaaaaggghhh Yulitaaaa... Meu amor... Eu: - Agggggghhh, Salvi... Agggggghhh... Dessa enorme explosão dentro da minha pussy, tanta quantidade foi descendo pra minhas nádegas e minhas pernas, também molhando a virilha e as pernas dele. Eu desci devagar. A gente se deu um beijo, levantei meu vestido e ele foi lavar. Fui até onde o Jeremías tava, e ele tava irritado e chupando o punho. Levantei ele, aninhei ele contra meu peito e fui com ele pro quarto. Pra poder sentar mais confortável e trocar a fralda dele, se precisasse. Sentei na cama e ele parecia que grunhia desesperado pra se prender no meu peito, acomodei ele e ele se prendeu. Uma das mãos dele abraçava minha teta enorme e eu sorri vendo ele. Salvador voltou da cozinha e Ao ver aquela imagem, senti uma ternura e satisfação, porque ele gostava de me ver amamentando meu bebê. Quando o vi de pé, sorri pra ele e falei:
Eu: - Agora o rei reivindica o que é dele por direito.
Salva: - Que ele aprenda a dividir. Ali naquele território tem dois pedaços enormes de terra, que é mais do que suficiente pra um só...
- Parece que Jeremias entendeu o comentário, porque esticou a mão pro outro peito, tentando mostrar que os dois eram dele. Nós dois rimos.
- Nããão... Jere, deixa um pouquinho pra mim, pelo menos...
Eu: - Acho que ele não gosta de dividir a comida dele - sorri.
Salva: - Já fico feliz se ele ficar satisfeito, e depois vou fazer você ter mais leite, mas pra mim.
Olhei pra ele surpresa com aquele sorriso enigmático, sem entender o que ele queria dizer. Jeremias foi mamando e soltando a mão do meu outro peito, estava quase dormindo. Com dois dedos, soltei meu peito da boca dele, coloquei ele no meio dos dois e comecei a fazer o arroto. Levantei, coloquei ele no berço. Enquanto acariciava ele, Salvador se aproximou e me abraçou por trás.
Salva: - Adoro te ver tão amorosa e meiga como mãe com seu bebê.
Eu: - Bom, obrigada. Como é aquela história de que você vai fazer eu ter mais leite, mas pra você? - me virei, ficando com nossos corpos bem próximos.
Salva: - Ahhhh, isso... Não sei se é verdade, mas num blog que li há muito tempo, um conto de lactofilia, um cara dizia que ao lamber a buceta de uma mulher que amamenta, podia aumentar a produção de leite. Como a gente já transou muito bem e você sempre tem leite nos peitos, pode ser que não precise, mas se eu te esvaziasse - sorriu - a gente podia testar.
Eu: - Ahhh... Não sabia, mas é tanta tesão que você me dá que nem precisa disso, porque olha - mostrei meu outro peito que Jeremias não tinha mamado, que parecia que ia explodir de tanto leite.
Salva: - Uuuuuffff...
Ele me levou pra cama e me fez sentar. Ele, ajoelhado, começou a tocar com as duas mãos aquele peito que eu tinha oferecido. Aproximou a boca, senti o hálito dele, isso me fez tremer e começar a gemer. Senti a língua dele subindo e descendo pelo meu peitão, ele endureceu e começaram a sair gotas de leite. Ele fazia uma leve pressão com os lábios para chupar e assim saía mais leite. Eu sorria enquanto olhava pra ele, tentei endireitar o pescoço. Ele para, solta minha teta, se levanta, me faz deitar de lado. Ajeitei uns travesseiros pro meu pescoço e ele se aproxima da minha teta que ele tava chupando antes, mas agora mais pra baixo. Eu ofereci meu braço, ele aceitou e, tendo ele assim, me deu muito mais tesão do que eu já tinha. Tendo nos meus braços aquele homem que enlouquecia com minhas tetas CONTINUA (Falta pouco pro final)
Quando me aproximei mais, sorri pra ele e percebi que estava em videochamada. Ainda bem que entrei em silêncio. Quando o Salvador se vira e diz:
Salva: — Já te contei tudo e aqui estou com o motivo do meu sumiço na casa dos teus sogros, mãe — eu fiquei toda vermelha — vem cá, cumprimenta, senão ela não acredita...
Me aproximei do celular e vi a Ramona, mãe do Salvador, que estava com os óculos e sorrindo pra caramba.
Ramona: — Oi, gata... Oi, como você tá?
Eu: — Oi, Ramona, tudo bem e a senhora?
Ramona: — Tudo ótimo, agora fico tranquila que meu filho tá bem e aí com você — eu sorri pra ela — bom, crianças, vou dormir.
Salva: — Pode ir, mãe, dorme tranquila que a gente vai comer.
Ramona: — Ok, bom apetite e obrigado por me contar, filho.
Salva: — Como sempre, mãe. Um beijo e manda um abraço pro pai — nós dois acenamos e ela desligou a chamada.
Eu: — Ai, que vergonha... Não sabia que...
Salva: — Shhhh — ele colocou o dedo na minha boca e se aproximou — calma. É que ela me ligou porque viu a Irene sozinha e quando perguntou por mim, ela disse que eu tinha vindo pra cá. Ela achou que a gente tinha brigado e eu confessei tudo.
Eu: — O que seria "tudo"?
Salva: — Tudo: que esse bebê que ela espera não é meu, que a gente tá junto por causa do teu marido, que eu continuo apaixonado por uma mulher só, e também que eu tava com você. Como ela não acreditava, até você aparecer, isso deu a prova perfeita de que eu não tava mentindo. Ela disse que já desconfiava, porque desde antes do aniversário dela eu tava estranho, ela não quis insistir e quando foi o aniversário dela, aquela suposta namorada, mais tudo que veio depois, tipo tantas postagens que eu fazia, ela não entendia por que eu tinha um olhar diferente. ela não me via feliz. Mas no dia antes de vir, passei na casa dela, pedi a chave pro meu pai e a gente conversou um pouco. Meu olhar e a felicidade que eu tinha já eram completamente os mesmos de antes. Agora ela sabe o motivo.
Eu: - Mas era necessário que eu estivesse na frente dos olhos dela e que você me expusesse?
Salva: - Te falo que foi a coisa mais importante. Porque ela tinha medo, já que na família dela houve muitos casos de suicídio por amor, bah... Porque foram rejeitados por amor. Então dar essa tranquilidade pra minha mãe, de que estou realmente bem e estou com você, é pra mim e sempre vai ser muito importante, entendeu?
Eu: - Sim, sim... Te entendo...
Salvador serviu a comida e nós dois sentamos pra comer. Mudamos de assunto e ele me contou que toda a relação fictícia dele com a Irene estava cada vez mais impossível de acompanhar por causa do verdadeiro pai do bebê dela e outras coisas. Eu escutava ele e não queria que ele ficasse mal, já que as duas mulheres que estavam ou estiveram com ele escolheram o pai dos nossos filhos, em vez dele. Terminamos de comer e tentei levantar a mesa, mas ele me segurou.
Salva: - Não, não... Isso eu faço. Você junto com seu bebê são meus convidados e só vocês vão aproveitar tudo isso.
Eu: - Bom, mas pelo menos me deixa te agradecer pela comida e por nos convidar - eu abracei ele pelo pescoço e ele me abraçou pela cintura e dei um beijo suave na boca dele - muito obrigada por tudo.
Salva: - Obrigado por aceitar. Vocês estarem aqui hoje e eu adoraria que fosse pra sempre comigo. Você me faz tão feliz! - dessa vez ele virou um pouco a cabeça e abriu a boca, e a gente se devorou num beijo de muita língua e bem molhado. Nossas mãos estavam inquietas, uma das minhas mãos se agarrou no pescoço dele e a outra foi descendo pelas costas dele. Enquanto isso, as mãos dele foram ambas pro meu rabo, que ele começou a apertar cada vez mais forte contra o corpo dele. Por instinto, eu abri mais as pernas, ele me ergueu contra o corpo dele e massageava o pauzão dele contra os lábios da minha buceta. A água da torneira corria forte e batia. contra os pratos e os talheres que estavam na pia da bancada. Salvador abriu um pouco os olhos, olhou de lado, só conseguiu diminuir a pressão da água e foi saindo só um fiozinho de água enquanto continuávamos nos beijando. Novamente nós dois estávamos loucos pra transar de novo. Meu corpo inteiro respondia ao dele, arrepiando minha pele, meus peitos ficando bem duros, minha buceta se molhando e minha boca procurando a dele. Os beijos estavam mais molhados e num instante ele parou de repente, nós dois abrimos os olhos, nos olhamos, aquele olhar que o Salvador tem, é muito penetrante, muito profundo. Naqueles olhos castanhos eu me perdia, nós dois nos olhávamos e piscávamos devagar e tranquilos. O nariz dele esbarrou no meu e começamos a brincar com ele.
Salva: — Você é linda.
Eu: — Você também é.
— demos um beijo curto.
Salva: — Eu gosto dos seus beijos, do seu olhar e de você.
Eu: — Comecei a te querer de um jeito diferente, já não é mais como antes.
Salva: — Muito mais do que você me queria antes?
Eu: — Siiim, muito mais do que antes. Já não como um amigo que me ajudou e esteve comigo quando eu estava grávida e agora. Porque você sempre me mostrou seu amor sincero e esteve aqui pra mim e pro meu filho. É muito gratificante ter você por perto.
Salva: — Fiz tudo isso porque te amo, meu amor. Sempre te amei e agora que estamos juntos, te amo ainda mais. Como eu te disse, queria que tudo isso fosse assim a vida inteira, que fosse pra sempre. Porque você é a única mulher que eu preciso na minha vida e pra sempre...
Nos beijamos por um bom tempo, nos acariciávamos mais forte, nos sentindo muito próximos e o pau enorme dele batia na entrada dos meus lábios. Me agarrei nos ombros dele e sentia como aos poucos a ponta entrava na minha cavidade molhada, abrindo caminho a cada movimento que ele fazia. Ele me beijava devagar e mordia meu lábio superior, esticava e beijava. Depois fazia o mesmo com o outro. Eu apertava os cabelos dele entre meus dedos, tentando puxá-lo mais contra minha boca, pra ele não se afastar de mim. A saída do meu orgasmo era iminente, mas eu tentei aguentar mais pra poder explodir junto com ele. A gente continuava se movendo devagar pra aguentar mais. Quando ele solta minha boca pra parar e me olhar de novo. Ele viu meu vestido que eu tava usando, mal levantou, eu segui as instruções dele e tirei por cima da minha cabeça e deixei cair no chão. O olhar dele foi direto pras minhas tetas enormes e duríssimas que pareciam encarar ele. Ele abaixou um pouco a cabeça enquanto beijava devagar no meio delas. Eu tava ofegando sem parar, quase explodindo, mas ainda tentando aguentar mais um pouco. Ele com uma mão só segurou minha bunda e a outra foi subindo pelas minhas costas até meus ombros, foi pra frente e esticou delicadamente meu mamilo esquerdo, apertava, amassava e sentia a textura macia mas muito dura por estar cheio de novo daquele precioso líquido branco que causava tanta fraqueza em ver sair, em provar e sentir na boca dele. Começaram a sair gotas de cum e ele não hesitou, se prendeu com a boca bem aberta, sentindo a língua dele brincar com minha auréola e isso me fez explodir. Eu cavalgava mais forte e mais rápido. Avisei ele: - Aaaaagggghhhhhhh... Vou gozar... Salva: - Mmmmmmm sim siiii... Eu também... Vou... - nós dois gritamos como desesperados - Aaaaaggghhh Yulitaaaa... Meu amor... Eu: - Agggggghhh, Salvi... Agggggghhh... Dessa enorme explosão dentro da minha pussy, tanta quantidade foi descendo pra minhas nádegas e minhas pernas, também molhando a virilha e as pernas dele. Eu desci devagar. A gente se deu um beijo, levantei meu vestido e ele foi lavar. Fui até onde o Jeremías tava, e ele tava irritado e chupando o punho. Levantei ele, aninhei ele contra meu peito e fui com ele pro quarto. Pra poder sentar mais confortável e trocar a fralda dele, se precisasse. Sentei na cama e ele parecia que grunhia desesperado pra se prender no meu peito, acomodei ele e ele se prendeu. Uma das mãos dele abraçava minha teta enorme e eu sorri vendo ele. Salvador voltou da cozinha e Ao ver aquela imagem, senti uma ternura e satisfação, porque ele gostava de me ver amamentando meu bebê. Quando o vi de pé, sorri pra ele e falei:
Eu: - Agora o rei reivindica o que é dele por direito.
Salva: - Que ele aprenda a dividir. Ali naquele território tem dois pedaços enormes de terra, que é mais do que suficiente pra um só...
- Parece que Jeremias entendeu o comentário, porque esticou a mão pro outro peito, tentando mostrar que os dois eram dele. Nós dois rimos.
- Nããão... Jere, deixa um pouquinho pra mim, pelo menos...
Eu: - Acho que ele não gosta de dividir a comida dele - sorri.
Salva: - Já fico feliz se ele ficar satisfeito, e depois vou fazer você ter mais leite, mas pra mim.
Olhei pra ele surpresa com aquele sorriso enigmático, sem entender o que ele queria dizer. Jeremias foi mamando e soltando a mão do meu outro peito, estava quase dormindo. Com dois dedos, soltei meu peito da boca dele, coloquei ele no meio dos dois e comecei a fazer o arroto. Levantei, coloquei ele no berço. Enquanto acariciava ele, Salvador se aproximou e me abraçou por trás.
Salva: - Adoro te ver tão amorosa e meiga como mãe com seu bebê.
Eu: - Bom, obrigada. Como é aquela história de que você vai fazer eu ter mais leite, mas pra você? - me virei, ficando com nossos corpos bem próximos.
Salva: - Ahhhh, isso... Não sei se é verdade, mas num blog que li há muito tempo, um conto de lactofilia, um cara dizia que ao lamber a buceta de uma mulher que amamenta, podia aumentar a produção de leite. Como a gente já transou muito bem e você sempre tem leite nos peitos, pode ser que não precise, mas se eu te esvaziasse - sorriu - a gente podia testar.
Eu: - Ahhh... Não sabia, mas é tanta tesão que você me dá que nem precisa disso, porque olha - mostrei meu outro peito que Jeremias não tinha mamado, que parecia que ia explodir de tanto leite.
Salva: - Uuuuuffff...
Ele me levou pra cama e me fez sentar. Ele, ajoelhado, começou a tocar com as duas mãos aquele peito que eu tinha oferecido. Aproximou a boca, senti o hálito dele, isso me fez tremer e começar a gemer. Senti a língua dele subindo e descendo pelo meu peitão, ele endureceu e começaram a sair gotas de leite. Ele fazia uma leve pressão com os lábios para chupar e assim saía mais leite. Eu sorria enquanto olhava pra ele, tentei endireitar o pescoço. Ele para, solta minha teta, se levanta, me faz deitar de lado. Ajeitei uns travesseiros pro meu pescoço e ele se aproxima da minha teta que ele tava chupando antes, mas agora mais pra baixo. Eu ofereci meu braço, ele aceitou e, tendo ele assim, me deu muito mais tesão do que eu já tinha. Tendo nos meus braços aquele homem que enlouquecia com minhas tetas CONTINUA (Falta pouco pro final)
2 comentários - Giuliana: amante infiel e lactante. Pt. 4