Marisol foi uma aluna com quem eu tive algo "mágico", vou descrevê-las pra vocês: alta (1,68 m), meio robusta, mas com um par de peitos, uma bunda e umas pernas que eram dignas de exibição. Era o segundo semestre que eu dava aula pra ela, e desde que a vi, achei ela uma mulher muito gostosa, não só pelo corpaço pra idade dela (20 anos), mas também por um rosto de traços muito finos, uns olhos pretos com um olhar penetrante, uns lábios carnudos e um narizinho que dava um toque de safadeza no rosto dela.
Naquele segundo semestre, a matéria que eu dava pra eles se chamava "desenho do corpo humano (ilustração)". Na hora de formar grupos pra uma dinâmica, percebi que ela tava meio distraída e fora do clima, totalmente por fora. Era óbvio que com aquela atitude ia rodar, então, quando a aula acabou, a situação começou:
— Marisol, me dá licença um momento?
- Claro, mestre, pra que que eu sirvo?
Assim que todo mundo saiu, fiz ela sentar.
—Olha, a dinâmica exige que você interaja com seus colegas, mas te vejo muito sozinha e fora do ritmo, tem algum problema?
—Olha, professor, pra ser sincero, esse grupo é só o segundo semestre que tô com eles, mas simplesmente não me encaixo, eles são muito "elitistas".
—Entendo, mas é mais fácil você se adaptar a eles (13 colegas) do que eles se adaptarem a você, tem que entender isso.
Sei, mestre, mas é foda pra caralho.
Para isso, o rosto dela começou a ficar sério e um par de lágrimas escorreu pelo rosto.
-Além disso, não tô passando nada bem. Minha tia me dava abrigo, mas o marido dela fica me assediando direto e eu resolvi sair de lá. Tô de favor na casa de uma amiga, mas ela chega tarde, por exemplo, hoje ainda não comi nada.
—Olha, eu sei que não devia fazer isso, mas se servir de algo, te empresto uma grana pra você comer.
— E depois como é que eu pago isso? Não tenho emprego nem nada fixo.
Tirei uma nota de 200 pila.
- Hoje por você e amanhã por mim, Marisol, não se preocupa não
Isso foi tudo naquele dia, mas ela ficou feliz pra caralho de ter a nota nas mãos, trocamos contas do Messenger e ela me disse
—Profe, se não for muito incômodo, cê poderia me dar uma carona até a casa da minha amiga?
-Claro, deixa eu ver minha saída e aí vamos
No caminho, a gente ficou batendo papo sobre um monte de besteira, sobre as matérias que ela tava cursando, a relação dela com os alunos, que os colegas ficavam enchendo o saco dela.
-Com certeza teu namorado deve ficar com ciúmes
—Não tenho mestre, se eu te contasse, mas isso fica pra outro dia.
Depois as conversas foram pelo Messenger até que um dia, já no embalo, falei que ela devia ter mais de um pretendente, porque é uma mulher muito gostosa.
— Mestre, peguei muita intimidade com o senhor, vou confessar uma coisa, não nego que já tive namorados, até com dois tive relações sexuais, mas sempre foram muito “vazias”. Essa amiga que tô falando é lésbica, me deu hospedagem e agora a gente tá como casal, e a verdade é que ela me fez sentir o que nenhum homem conseguiu.
- O que é que nenhum homem tem, a não ser que tenha uma pica de 30 cm ou algo assim?
-Nãooo, nada a ver,
disse, corando
—Mas meus namorados só queriam saber de subir, meter, tirar, 1 minuto, gozar e pronto, e o meu prazer, cadê?
-Aaaah, mas também tem uns namoradinhos pubertos que não sabem foder.
— Cê fode bem pra caralho, é?
—Pois quando quiser, é só me avisar, não é pra te deixar na vontade, mas o diabo sabe mais por velho do que por diabo.
Aí acabou nossa conversa erótica, e na escola a gente era aluna-professor, mas, numa noite, ao sair da escola, tava chovendo e eu vi ela andando na rua, buzinei, cheguei perto e falei:
—Marisol, sobe, não vai ficar doente.
Ela subiu e eu pude notar que, com a blusa molhada e o ar-condicionado do carro, os bicos dos peitos dela ficaram duros feito pedra, o que me deixou com muito tesão.
No caminho, a gente foi batendo papo e eu decidi me jogar na fogueira.
-Imagina só que você fique doente e sua namorada se sinta mal por não ter "com o que te injetar" pra você sarar
-Nem se iluda, com os dedos e a língua dela faz milagre
- Pois não é por nada não, mas eu com a minha também faço milagres.
—Sério que o senhor tem uma tão grande assim, mestre?
Você diz "sapo" e eu pulo. Desde que você subiu, com o frio e a água, seus peitões estão durinhos. Só de olhar pra eles junto com essa sua carinha linda, já fico com uma ereção do capeta.
-Vamos ver se ela tem coragem de me mostrar essa buceta.
Naquele momento, eu me encostei e, sem mais delongas, abaixei o zíper da minha calça e tirei meu pau do cativeiro. Ele estava duro como pedra, e a cabeça roxa de tesão por fazer aquilo na frente de uma aluna lésbica.
—Posso tocar nela?
- tocar ela, beijar ela, chupar essa coisinha sua
Ela tocava como se nunca tivesse visto uma, e começou a me masturbar, o que me deixou louco, e sem pensar, acariciei os peitos dela por cima da blusa.
—Tô afim, mestre, tô afim pra caralho, mas seria trair minha mina.
-Se você chupar até eu gozar, "tecnicamente" não é traição, porque eu não te comeria
Ela se inclinou e começou a chupar meu pau, as pessoas passavam correndo perto do carro, mas a chuva e os vidros embaçados não deixavam ninguém ver o que a Marisol tava fazendo com a boquinha dela. Assim ficou uns 15 minutos até que parou e me disse:
— Ela não vai vir?
— Quer provar meu gozo?
Sim, sim, eu quero.
E ela mamou uns 5 minutos a mais, até que eu não aguentei mais e gozei na boca dela. No começo ela engasgou e, quando terminou, um fiozinho de porra escorria pelo canto dos lábios dela. Dei uma toalha de mão pra ela se limpar e ela me perguntou
—Tô parecendo uma puta, né?
—Não, você parece uma mulher que resiste em ser lésbica, adoraria te fazer voltar a ser hétero ou bi de novo.
depois daquele encontro, vieram mais alguns, cada vez mais intensos, até que parei de vê-la porque ela mudou de residência…
COMO SEMPRE AGRADEÇO SEUS COMENTÁRIOS, PONTOS E TUDO MAIS
Naquele segundo semestre, a matéria que eu dava pra eles se chamava "desenho do corpo humano (ilustração)". Na hora de formar grupos pra uma dinâmica, percebi que ela tava meio distraída e fora do clima, totalmente por fora. Era óbvio que com aquela atitude ia rodar, então, quando a aula acabou, a situação começou:
— Marisol, me dá licença um momento?
- Claro, mestre, pra que que eu sirvo?
Assim que todo mundo saiu, fiz ela sentar.
—Olha, a dinâmica exige que você interaja com seus colegas, mas te vejo muito sozinha e fora do ritmo, tem algum problema?
—Olha, professor, pra ser sincero, esse grupo é só o segundo semestre que tô com eles, mas simplesmente não me encaixo, eles são muito "elitistas".
—Entendo, mas é mais fácil você se adaptar a eles (13 colegas) do que eles se adaptarem a você, tem que entender isso.
Sei, mestre, mas é foda pra caralho.
Para isso, o rosto dela começou a ficar sério e um par de lágrimas escorreu pelo rosto.
-Além disso, não tô passando nada bem. Minha tia me dava abrigo, mas o marido dela fica me assediando direto e eu resolvi sair de lá. Tô de favor na casa de uma amiga, mas ela chega tarde, por exemplo, hoje ainda não comi nada.
—Olha, eu sei que não devia fazer isso, mas se servir de algo, te empresto uma grana pra você comer.
— E depois como é que eu pago isso? Não tenho emprego nem nada fixo.
Tirei uma nota de 200 pila.
- Hoje por você e amanhã por mim, Marisol, não se preocupa não
Isso foi tudo naquele dia, mas ela ficou feliz pra caralho de ter a nota nas mãos, trocamos contas do Messenger e ela me disse
—Profe, se não for muito incômodo, cê poderia me dar uma carona até a casa da minha amiga?
-Claro, deixa eu ver minha saída e aí vamos
No caminho, a gente ficou batendo papo sobre um monte de besteira, sobre as matérias que ela tava cursando, a relação dela com os alunos, que os colegas ficavam enchendo o saco dela.
-Com certeza teu namorado deve ficar com ciúmes
—Não tenho mestre, se eu te contasse, mas isso fica pra outro dia.
Depois as conversas foram pelo Messenger até que um dia, já no embalo, falei que ela devia ter mais de um pretendente, porque é uma mulher muito gostosa.
— Mestre, peguei muita intimidade com o senhor, vou confessar uma coisa, não nego que já tive namorados, até com dois tive relações sexuais, mas sempre foram muito “vazias”. Essa amiga que tô falando é lésbica, me deu hospedagem e agora a gente tá como casal, e a verdade é que ela me fez sentir o que nenhum homem conseguiu.
- O que é que nenhum homem tem, a não ser que tenha uma pica de 30 cm ou algo assim?
-Nãooo, nada a ver,
disse, corando
—Mas meus namorados só queriam saber de subir, meter, tirar, 1 minuto, gozar e pronto, e o meu prazer, cadê?
-Aaaah, mas também tem uns namoradinhos pubertos que não sabem foder.
— Cê fode bem pra caralho, é?
—Pois quando quiser, é só me avisar, não é pra te deixar na vontade, mas o diabo sabe mais por velho do que por diabo.
Aí acabou nossa conversa erótica, e na escola a gente era aluna-professor, mas, numa noite, ao sair da escola, tava chovendo e eu vi ela andando na rua, buzinei, cheguei perto e falei:
—Marisol, sobe, não vai ficar doente.
Ela subiu e eu pude notar que, com a blusa molhada e o ar-condicionado do carro, os bicos dos peitos dela ficaram duros feito pedra, o que me deixou com muito tesão.
No caminho, a gente foi batendo papo e eu decidi me jogar na fogueira.
-Imagina só que você fique doente e sua namorada se sinta mal por não ter "com o que te injetar" pra você sarar
-Nem se iluda, com os dedos e a língua dela faz milagre
- Pois não é por nada não, mas eu com a minha também faço milagres.
—Sério que o senhor tem uma tão grande assim, mestre?
Você diz "sapo" e eu pulo. Desde que você subiu, com o frio e a água, seus peitões estão durinhos. Só de olhar pra eles junto com essa sua carinha linda, já fico com uma ereção do capeta.
-Vamos ver se ela tem coragem de me mostrar essa buceta.
Naquele momento, eu me encostei e, sem mais delongas, abaixei o zíper da minha calça e tirei meu pau do cativeiro. Ele estava duro como pedra, e a cabeça roxa de tesão por fazer aquilo na frente de uma aluna lésbica.
—Posso tocar nela?
- tocar ela, beijar ela, chupar essa coisinha sua
Ela tocava como se nunca tivesse visto uma, e começou a me masturbar, o que me deixou louco, e sem pensar, acariciei os peitos dela por cima da blusa.
—Tô afim, mestre, tô afim pra caralho, mas seria trair minha mina.
-Se você chupar até eu gozar, "tecnicamente" não é traição, porque eu não te comeria
Ela se inclinou e começou a chupar meu pau, as pessoas passavam correndo perto do carro, mas a chuva e os vidros embaçados não deixavam ninguém ver o que a Marisol tava fazendo com a boquinha dela. Assim ficou uns 15 minutos até que parou e me disse:
— Ela não vai vir?
— Quer provar meu gozo?
Sim, sim, eu quero.
E ela mamou uns 5 minutos a mais, até que eu não aguentei mais e gozei na boca dela. No começo ela engasgou e, quando terminou, um fiozinho de porra escorria pelo canto dos lábios dela. Dei uma toalha de mão pra ela se limpar e ela me perguntou
—Tô parecendo uma puta, né?
—Não, você parece uma mulher que resiste em ser lésbica, adoraria te fazer voltar a ser hétero ou bi de novo.
depois daquele encontro, vieram mais alguns, cada vez mais intensos, até que parei de vê-la porque ela mudou de residência…
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1 comentários - Minha aluna me fez gozar no carro
👍😈