Jogo da Garrafa 2

Depois da humilhação que a buceta da Daiana me fez passar, a gente encerrou o jogo e seguiu pra terminar o trabalho da faculdade. Ninguém falou mais nada sobre o que tinha rolado, mas todas me olhavam com um tom de deboche e cochichavam entre si. O olhar da Daiana pra mim era de superioridade, tipo "sou melhor que você". Pensei que tudo tinha ficado por ali, na faculdade. Quando a gente se encontrava nas aulas, eu tentava evitar as minas pra não ter que falar do assunto. Eu sentia vergonha, mas no fundo tinha gostado. O orgasmo anal que a buceta da Daiana me proporcionou foi mais intenso e gostoso do que qualquer punheta que eu já tinha batido na vida.

Chegou o fim de semana e finalmente consegui fugir de tudo aquilo, trancado no meu quarto jogando no meu PC, onde eu era realmente feliz e ninguém podia me encher o saco. Minha mãe bate na porta do meu quarto dizendo que alguém da faculdade estava me procurando. Não fazia ideia de quem podia ser, já que eu não tinha amigos na faculdade. Desci pra abrir a porta e, pra minha surpresa, a Daiana estava parada na entrada, o cabelo preso num rabo de cavalo, uma legging curta que deixava bem marcadas as pernas trabalhadas e a região do meio, e em cima um top esportivo que apertava os peitões dela, parecendo que iam explodir a qualquer momento. Ela me cumprimentou, se apresentou pra minha mãe como uma colega de estudo e fez sinal pra eu ir pro meu quarto. Fiquei com medo dela comentar algo sobre o que rolou no jogo da garrafa, então rapidamente levei ela pro meu quarto. Perguntei exaltado por que ela estava na minha casa, ela só sorriu, abaixou a legging junto com a calcinha fio dental e sentou na ponta da minha cama, me olhando com aquele mesmo olhar da outra vez, aquele olhar de superioridade. Na hora eu entendi o que ela queria, então me ajoelhei e fui de quatro até a buceta dela pra lamber primeiro devagar, depois aumentando o ritmo cada vez mais. Aquela situação me deixava com muito tesão. Quem sabe dessa vez eu teria sorte e ia comer ela. Longe disso acontecer, quando a Daiana cansou de eu chupar a buceta dela, ela colocou minha cabeça no chão, deixando minha bunda gorda empinada na direção dela. Senti ela esfregar a buceta na entrada do meu cu, toda babada pelo oral que eu tinha dado nela. Ela começou a esfregar a buceta cada vez com mais pressão, não demorei pra começar a gemer de prazer. Depois de três esfregadas de buceta grande, meu pau começou a soltar umas gotas de porra. Não podia acreditar, de novo ela tinha me feito gozar pelo cu, e dessa vez não custou nada pra ela. Ela continuou, já que nem tinha aquecido os motores ainda, haha. Sentia cada vez mais fluxo saindo da buceta dela, meu cu estava encharcado com aquilo. Num momento ela parou de esfregar e começou a meter meu cu com a buceta grande dela. Incrivelmente, comecei a sentir espasmos de prazer incontroláveis, tão intensos que doíam. Eu suplicava entre lágrimas pra ela parar, mas ela só me olhava com aquele olhar de superioridade que era a marca registrada dela. Ela me fez gozar pela segunda vez, me causando o orgasmo mais intenso que já senti. Meus olhos estavam em branco e meu corpo tremia de prazer. Ela gozou no meu cu e sentou na cama, me dando o sinal pra limpar a buceta dela com minha língua. Depois disso, ela se vestiu e foi embora. Fiquei um tempão largado no chão do meu quarto, ainda tremendo dos espasmos que a putaria de cu que a Daiana tinha me dado tinha provocado. Fui no banheiro tomar um banho pra tirar o fluxo da Daiana do meu cu, recém-violado pela buceta de uma mulher. E pra minha surpresa, meu pai sentado na sala me olhando com orgulho. Mas claro, ele não sabia que os gemidos femininos de prazer que ele ouviu vindo do meu quarto não eram da Daiana, na verdade eram meus...

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