Mãe Amamentando/Cap7

Mãe Amamentando/Cap7
CAPÍTULO 7










Sam tava pensando numa aberração completa, querer ser o homem que engravida a própria mãe, querer meter nela e sentir a carne colada dos dois sexos, gozar dentro dela. Deixar os espermatozoides na buceta e no útero dela. Qualquer pessoa que soubesse disso ia dizer que ele é doente e tem a cabeça fraca.












Sam ficou pensando na barraca e já não prestava mais atenção na conversa da mãe e da tia. Já tinha ouvido o mais importante.











Nossa.....! Como eu poderia dizer pra minha mãe que eu poderia engravidar ela, sem que ela pense que sou um filho pervertido e degenerado por pensar nisso. Uma inseminação artificial. Definitivamente não é tão cara, porra..... como eu falo....!











Depois que Sam ficou pensando, passaram 30 minutos, e ouviram uns barulhos! Era a Renata abrindo a barraca.











Mamãe: Ei! Filho, já tá dormindo? – disse Renata entrando na barraca. – Pensei que já tava dormindo, já que não saiu mais...! – Ela ficou de joelhos, deixando as pernas ainda mais grossas e carnudas à mostra, já que a barraca é pequena e não dá pra ficar em pé.











Filho: desculpa, tava meio cansado. — falei com o olhar perdido, por causa do que tava pensando, eu queria ser o homem que pudesse dar outro filho pra ela. Ela ia ficar puta comigo se soubesse o que eu penso e desejo.











Mamãe: bom, a conversa não foi muito interessante... E a gente só tomou mais uma e pronto. – disse enquanto pegava os cobertores e se cobria. – Ahh! Bebê, esse é da sua tia Lulú! – disse enquanto pegava um cobertor meio dobrado. – Ela vai morrer de frio, melhor leva pra ela! – entregou pra Sam. – Enquanto você vai, já aproveito pra tirar o sutiã. – e poder dormir confortável.











Ahh sim, quando ela disse sutiã, eu voltei a ter noção. E ela tinha razão, no Uber quando peguei aqueles peitões enormes, ela tava de sutiã. Óbvio que dorme sem ele.

Nossa! Como elas vão ficar só com a camiseta tentando segurar uns pedaços de peitão tão carnudos, tão leiteiros.....! se mostrando tão imponentes e perfeitas. Pensei.











Filho: Ah sim, mãe, eu levo ela! — falei pegando o cobertor e dobrando ele melhor. — Depois você me conta "essa conversa nada interessante!" Hehe. — falei olhando pra ela enquanto pegava na minha bochecha, esfregando e sorrindo. — Vou deixar lá, não demoro! — Porra, já quero dormir abraçando minha mãe e sentir ela toda...!









.......................









Saí rápido, já que queria ver o show das enormidades dos peitos da minha mãe tirando o sutiã dela.











Cheguei na barraca da minha tia, que por sinal tava bem perto, tipo uns 3 metros de distância, haha! Abri o zíper.











Filho: Tia..... isso é seu! - coloquei só minha mão e rosto, e deixei o cobertor.











Lulú: Ah...! Muito obrigada, sobrinho! Já tava achando que tava faltando uma, kkkkkk!











No momento em que falo, pego minha mão e puxo com ela, foi com força, quase entrou por completo na barraca, até me surpreendi.













Lulú: Me ajuda a ajeitar ela direitinho...! - disse a dona Lourdes, com uma voz bem melosa. Nisso, pegou a mão do sobrinho e colocou na sua entreperna, por cima da lycra, sentindo toda a carne dela. - Ajeita ela direitinho...! - num suspiro, e levou a mão do sobrinho Sam até a buceta dela, sem tirar a mão dela, massageando a boceta no prazer dela, do jeito que ela gostava, mas com a mão do sobrinho. E isso a deixava ainda mais quente e molhada. Saber que era a mão do filho da irmã dela. - Assim... mmmm... é... assim Sam...! Tá gostando do que sente...?! Uh... hum...!













Filho: ah... sim...! - realmente não esperava nada disso. Porra! eu tava ficando louco sentindo toda a buceta dela mesmo através da lycra e da tanga, sentia a grossura dos lábios vaginais, eram potentes, carnudos. Se meu pau estivesse ali, derretia de tanto calor... parecia um forno..! Tava fervendo. - sim, são muito gostosas as suas... - não terminei de falar e ela colocou o dedo na minha boca.













Lulú: Minha buceta... tá toda molhada, sente bem... vai! Amm... quer entrar aqui...? — e olhava pro sobrinho com uma cara de puta safada.













Filho: Mmmm.... siii, sim, tia! - falei todo excitado. Minha pica já tava dura! - quero..... uummmmm.....! - já sentia minha mão molhada dos sucos dela.













Lulú: Se você conseguir escapar... quando sua mamãe dormir. Minha irmãzinha tem o sono pesado, hehe! — começou a fazer círculos com o movimento da mão. E com a outra mão, agarrou uma das tetas, apertando com gosto. — Vai estar aqui...! Ai...! Pra você invadir ela toda com seu...! — largou a teta enorme e levou a mão direto pro volume do sobrinho, como ele tava de pijama, conseguiu agarrar e sentir tudo. — pau... meu amor! Kkkk! — depois de falar e sentir o pau dele, tirou a mão do sobrinho da própria buceta e levou até a boca, colocou a língua pra fora e lambeu a palma inteira, provando todo o líquido, parecia uma puta profissional. — Ahm... cheira muito bem, hein, sobrinho! Olha... — depois de lamber a mão do Sam, agora fez ele chupar. — Põe a língua pra fora e prova, menino! — Sam abriu a boca e a tia esfregou a mão toda cheia de sucos e saliva dele.















A dona Lourdes tava fazendo o que queria com ele, deixava ele feito cachorrinho, arrastando pela calçada. Uma mulher tão escandalosamente gostosa, voluptuosa. Podia deixar qualquer um assim.













Filho: aaaah... tia...! Se eu tentar gozar...! - estava completamente nervioso e excitado, já que isso, ele não esperava. Só sabia que meu pau estava de novo totalmente duro.













Lulú: Vai logo, matured, que minha irmã tá te esperando e não quero que ela venha ver porque você tá demorando tanto, hahaha. — disse fazendo sinal com a mão pra ele ir. — e a gente não quer que ela veja você massageando meus lábios... haha! Anda logo, matured!











...............









Saí fora. Felizmente, pra entrar na barraca eu tinha que me abaixar e andar de quatro. Porque senão, seria impossível esconder minha pica.











Abri o zíper da barraca e vi minha mãe já deitada, digamos assim, com as mãos cruzadas, segurando as peitudas carnudas por baixo, dava pra ver uns peitões gigantes, enormes!














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E como ela estava amamentando, dava pra ver umas veias ao redor, parecia uma delícia como abraçavam toda aquela teta espetacular.....! E ainda mais porque ela é branquinha, loirinha. Pareciam umas montanhas enormes!













E de fato ela tinha tirado o sutiã, ficou só com uma blusinha, tipo de dormir, onde marcava completamente os bicos enormes dela, era impossível não ver. Eram e são umas tetonas magistrais.













O incrível é que, além de todo aquele corpo maciço e gostoso, ela tinha um sorriso angelical, lindo, maravilhoso, parecia perfeita.











Mamãe: Já, amor? Demorou um pouquinho, hehe! - disse Renata sem parar de olhar pra ele toda gostosa.











Filho: Sim, já, desculpa, é que eu ajudei minha tia a enfiar! - a deixar bem molhadinha aquela safada haha. Pensei - mas já cheguei!











Mamãe: Muito bem, Sam...! Olha só como elas estão....! Querem estourar, tão cheíssimas, muito pesadas e recheadas de porra...... me ajuda a aliviar elas! - Disse Renata sorrindo e lambendo o lábio de um jeito loucamente sensual. Parecia uma deusa suprema completa.












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Filho: Eu... tô... si... mão! — falei gaguejando, ela parecia tão encantadora e ao mesmo tempo tão perversa. E isso a tornava perfeita, a mulher perfeita. E aquelas tetonas gloriosas dela eram outro nível de mulher. O maior prazer do mundo seria poder comer ela, com aquela carinha de anjo perverso pedindo mais, que eu gozasse nela, que ela me pedisse pra deixar ela bem barriguda, enquanto as bundonas dela quicavam nas minhas bolas cheias de porra, ao mesmo tempo sentindo aquelas tetonas gloriosas balançando com o movimento enquanto eu penetrava ela no pelo, sentindo toda a carne dos lábios da buceta dela, enquanto ela geme e fala meu nome no meu ouvido... porra, o que eu tô pensando.....!















Mamãe: Vem, bebê! – disse ela, acenando com o dedo para ele se aproximar, de um jeito bem safado, como se estivesse seduzindo outro homem, mas não, era o filho dela, sangue do seu sangue.

- Me desculpa, filho, mas você tem que me ajudar a esvaziar esses peitões enormes, sim ou sim. Não tem escolha. Pensou Renata.











Filho: sim, sim, sim, sim mãe... - fui engatinhando, como se fosse para o paraíso. Para aquelas tetonas obesas dela que sempre gostei, desde que me lembro.













Mamãe: Sam... tá pronto? – disse ela, já que tinha Sam na frente dela.











Filho: claro que sim, mãe! - e ali, com as tetonas obesas dela balançando na frente, todas espalhadas, e eu na frente dela, ela faz um gesto de prazer, se agita pra caralho, e sorri. E eu perguntei - cê gosta que eu chupe esses peitos?











Mamãe: Claro que não, filho! Mas é um jeito de me ajudar. E valeu por isso, Sam. – disse Renata com ironia, ao mesmo tempo que sorria e franzia as sobrancelhas. Começou a tentar puxar um peito pra fora, mas com aquele tamanho não era tão fácil. Querer tirar aquelas montanhas de carne.













Filho: Tô ligado, mãe! Deixa eu te ajudar. — falei, tentando puxar o peito obeso dela. Tava tão gostoso de ver. O mamilão dela, com um pontinho de leite, já tava quase vazando. Me excita sentir aquela tetona tão pesada, tão redonda, tão macia e firme. Afundo meus dedos, a carne dela transborda. Amasso com as mãos como se fosse uma bola, levanto, massajo, aperto, e minha mãe gemendo bem disfarçado, até demais, eu diria. Era a primeira vez que ela curtia assim a carne daquelas monstruosidades de peito.













Sobre respirar, sentir minhas duas mãos na sua peituda, que transbordam. É um par de melancias que não cabem na mão, e o rosado da pele dela, a brancura... O outro mamilo dela meio que aparecia, e me excitava ver eles assim.













ao mesmo tempo que abaixo minha cabeça até minha boca encontrar a teta dela, aperto o mamilo dela com meus lábios com um pouco de força, passo minha língua no mamilo, como se estivesse batendo nele com ela, e levanto meu olhar pra ver a cara dela tentando disfarçar o prazer.











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