AVISO IMPORTANTE!!! VOU POSTAR FOTOS ALEATÓRIAS EM TODOS OS OUTROS POSTS PRA VOCÊS VEREM, NOS COMENTÁRIOS!!! Ela saiu do banho, vestida bem gostosa como sempre. Cruzei com ela no corredor indo pro banheiro, ia tomar banho enquanto lia uma mensagem do meu amigo que ele tinha mandado um tempo atrás e dizia "Comprei umas bebidas pra gente como a gente combinou, daqui a pouco passo aí pra deixar", respondi "Não precisava, já tínhamos falado sobre isso" mas ele não viu, me virei pra ver como ela mexia aquela bunda gostosa andando. Poucos minutos depois ouvi uma buzina, sabia que era ele. L: Tão buzinando, você pediu alguma coisa? Eu: Não, é o "F", trouxe umas bebidas pra gente como combinamos ontem à noite. L: O que eu faço? O que eu falo? Eu: Atende ele L: Tá bom Ouvi ela fazer ele entrar e eles estavam conversando um pouco, depois de alguns minutos, silêncio. Continuei fazendo minhas coisas no banheiro e depois tomei banho. Quando saí, entendi porque tanto silêncio, ele tava sentado no sofá e ela ajoelhada na frente dele, chupando a pica dele. Eu: O que você tá fazendo? Perguntei pra L. L: O que você me mandou fazer, atender ele. Eu: Falei pra você atender ele, não chupar a pica dele. F: Muito prestativa a putinha, hein Disse F brincando, ela tirou a pica da boca olhando pra ele com um sorriso e voltou a chupar ainda com o sorriso no rosto. A sensação era estranha porque não sentia ciúmes como se fosse minha namorada, mas ao mesmo tempo sentia um pouco, me entendam, eu tinha apostado nela, corri o risco dela me ignorar e contar pro marido que eu tinha dado em cima dela, corri o risco com o marido dela de comer ela na frente dele, e aos poucos veio à tona a puta que ela podia ser, esse mérito era meu e ela é minha, mas ao mesmo tempo eu brinquei com fogo e tinha que ver até onde aguentava a queimadura. O jogo e as rédeas hoje ela tinha tomado, também não queria ser otário com meu amigo, mas tinha que colocar as coisas no lugar de novo, o dono dela era eu, o dono da aquela puta era eu, e eu precisava deixar as coisas claras de novo. Também não me considero uma pessoa de muitas palavras, mais de agir. Me aproximei, ficando parado ao lado dela a centímetros do corpo dela. Ela me olhou, mas só de relance, como se minha presença não importasse, só continuava chupando e olhando nos olhos do meu amigo. Ele curtia e percebeu, sorrindo, que eu queria entrar na brincadeira, mas ele tava enganado. Eu vinha buscar o que era meu, e ele não faria parte. Agarrei L pelos cabelos pra levantar ela. A cara dela ficou perto da minha pica. Ela abriu a boca pra dizer um "Aii", acho, porque com uma mão segurou a mão que puxava os cabelos dela, como se tivesse reclamando. Não dei tempo e enfiei a pica até o fundo da garganta dela, usei a boca dela pra me chupar. Depois de uns segundos, deixei ela respirar. L: "O que cê tá fazendo? A gente não combinou isso." Puxei os cabelos dela pra trás e aproximei minha cara da dela, segurando o rosto dela com a outra mão. Eu: "Você é minha puta e pertence só a mim." Ela tentou falar, eu dei um tapa e enfiei dois dedos na boca dela pra abrir. Eu: "Entendeu?" Ela assentiu. Cuspi na boca e no rosto dela, sem tentar ser suave, mais pra impor. Minha pica voltou pra boca dela na hora, o olhar dela voltou a ser o mesmo, o que eu gostava: desejo, paixão, luxúria. Ela entendeu de novo que o papel dela era ser minha puta e fazer o que eu quisesse. Ela deixou o F completamente de lado, pra ela eu voltei a existir sozinho. Meu amigo me olhou enquanto se tocava, mas não entendia a situação, nem se ia emprestar minha puta de novo. Uns minutos depois, já cansado de ficar em pé. Eu: "Goza." Falei pro meu amigo. "Puxa uma cadeira se quiser." Ele levantou e trouxe uma cadeira perto da gente, sem parar de se masturbar. Enquanto eu me acomodava no sofá, L não deixava minha pica escapar da boca dela, onde eu me mexia, ela fazia de tudo pra não soltar dos lábios dela. Ela tinha ficado muito excitada, fazia gargantas profundas, com muita saliva e tossindo no final, recuperando um pouco de ar. Ar e voltando pra ação. Descia e subia rápido, virando a cabeça de um lado pro outro — pra ser mais claro, descia apontando o rosto pra esquerda e, ao subir, virava pra direita. Meu amigo tava vendo um boquete foda que tavam me fazendo e cada vez aumentava mais o ritmo da punheta dele. F: Como chupa a pica, pelo amor de Deus. A minha ela não chupa assim. Eu: É que ela é minha putinha, e só pode fazer isso comigo, né putinha? Tirei a rola da boca dela, e ela, babando um pouco, com a cara cheia de cuspe, respondeu "Sim, papai" e continuou. Eu: Já vai vir a porra, sabia? Mas não engole, segura na boca. F: Uff, eu também quero gozar, posso dar minha porra pra ela? Eu: Não, já emprestei ela demais pra você. F: E o que eu faço? Eu: Sei lá, goza na sua mão, que eu saiba. Poucos segundos depois, minhas bolas forçaram pra cima, soltando uma quantidade impressionante de porra — lembrem que eu tinha sido um brinquedo sexual a tarde inteira, sem chance de gozar, então a descarga era grande. Ela custou mas conseguiu aguentar, me olhou com a boca fechada e juntou algumas gotas dos lábios e do queixo com os dedos, pra colocar na boca. Queria sorrir me olhando, mas a porra escapava, ela tava curtindo a gozada que me deu quando ouvi meu amigo gemer. Continuava se masturbando numa velocidade do caralho, se inclinando pra frente e pra trás. F: Deixa eu dar na boca dela. Eu: Não, ela é minha putinha. F: Por favor — falava bem entrecortado. Eu: Mostra pra ele como ficou cheia sua boca. L se virou e, ainda com uma mão debaixo do queixo pra não escorrer no chão, abriu a boca — tava cheia de porra bem branca e grossa. Eu: Tem espaço pra mais um pouco? Levantou os ombros como quem diz "Sei lá". Eu: Beleza, tenta — goza na boca dela você também, amigo. F: Sério? Eu: Sim, aproveita porque vai ser a última vez. L, ainda ajoelhada no chão, abriu a boca olhando pra cima, e meu amigo levantou na hora, batendo punheta e se segurando na testa da minha putinha. Eu: Vai engolir as duas juntas, quando eu mandar. F Aproximou mais a cabeça da pica dele até os lábios de L e começou a gozar. Vários jatos fortes, no final tava transbordando de porra praticamente. Fez sinal pra ela engolir. Eu: Ainda não, olha pra mim e faz gargarejo. Ela fez, me olhando. Eu: Agora mostra pra ele. Fez o mesmo e umas gotas escorriam da boca dela. Eu: Engole. Ela obedeceu. L: Quanta porra, que delícia. Eu: Gostou? L: Amei, muito gostoso. F: Onde você arrumou essa? Como ela pode ser tão puta. Eu: Sei lá, pergunta ela. L: Eu não era assim, mas ele me transformou numa puta, NA puta dele, e agora não consigo viver sem a pica dele. Eu: Beleza amigo, já fiz minha parte. F: É, vou nessa. Eu: Você vai e escova bem os dentes. Coloca uma tanguinha bonita e me espera de quatro na cama, que ainda não terminei com você. L: Sim, meu amor. Enquanto me despedia do F, L passou toda rebolando, andando como o que era, uma puta, em direção ao quarto. F: Você vai se divertir pra caralho com essa puta, amigo. Nos despedimos e ele foi embora. Agora eu ia cobrar de verdade, pensei, caminhando pro quarto.
3 comentários - Milf gostosa da banca 19
Excelente relato y los giros por el control.