Milf da banca 19

AVISO IMPORTANTE!!! VOU POSTAR FOTOS ALEATÓRIAS EM TODOS OS OUTROS POSTS PRA VOCÊS VEREM, NOS COMENTÁRIOS!!! Ela saiu do banho, vestida bem gostosa como sempre. Cruzei com ela no corredor indo pro banheiro, ia tomar banho enquanto lia uma mensagem do meu amigo que tinha mandado um tempo atrás e dizia "Comprei umas bebidas pra gente como a gente combinou, daqui a pouco passo aí pra deixar", respondi "Não precisava, já tínhamos falado sobre isso" mas ele não viu, me virei pra ver como ela mexia aquela bunda linda andando. Poucos minutos depois ouvi uma buzina, sabia que era ele. L: Tão buzinando, você pediu alguma coisa? Eu: Não, é o "F", que trouxe umas bebidas pra gente como combinamos ontem à noite. L: O que eu faço? O que eu digo pra ele? Eu: Atende ele L: Tá bom Ouvi ele fazer ele entrar e eles estavam conversando um pouco, depois de uns minutos, silêncio. Continuei fazendo minhas coisas no banheiro e depois tomei banho. Quando saí, percebi porque tanto silêncio, ele estava sentado no sofá e ela ajoelhada na frente dele, chupando o pau dele. Eu: O que você tá fazendo?. Perguntei pra L. L: O que você me mandou fazer, atender ele. Eu: Falei pra você atender ele, não pra chupar o pau dele. F: Muito prestativa a putinha, hein Disse F em tom de brincadeira, ela tirou o pau da boca olhando pra ele com um sorriso e voltou a chupar ele ainda com o sorriso no rosto. A sensação era estranha porque não sentia ciúmes como se fosse minha namorada, mas ao mesmo tempo sentia um pouco, me entendam, eu tinha investido nela, assumi o risco dela não me dar bola e contar pro marido que eu tinha dado em cima dela, assumi o risco com o marido dela de comer ela na frente dele, e aos poucos veio à tona o quão puta ela podia ser, esse mérito era meu e ela é minha, mas ao mesmo tempo eu brinquei com fogo e tinha que ver até onde aguentava a queimadura. O jogo e as rédeas hoje ela tinha tomado, também não queria ser babaca com meu amigo, mas tinha que colocar as coisas no lugar de novo, o dono dela era eu, o dono da aquela puta era eu, e eu precisava deixar as coisas claras de novo. Também não me considero uma pessoa de muitas palavras, mais de agir. Me aproximei, ficando parado do lado dela a centímetros do corpo dela, ela me olhou, mas só de canto, como se minha presença não importasse, só continuava chupando e olhando nos olhos do meu amigo, ele curtia e percebeu, sorrindo, que eu queria me juntar, mas ele estava enganado, eu vinha buscar o que era meu e ele não faria parte. Peguei L pelos cabelos pra levantar ela, o rosto dela ficou perto da minha pica. Ela abriu a boca pra dizer um "Aii", acho que porque com uma mão tinha segurado a mão que segurava os cabelos dela, como se reclamando. Não dei tempo e enfiei a pica até o fundo da garganta dela, usei a boca dela pra me chupar. Depois de alguns segundos, deixei ela respirar. L: O que cê tá fazendo? A gente não tinha combinado isso. Puxei os cabelos dela pra trás e aproximei meu rosto do dela, segurando a cara dela com a outra mão. Eu: Você é minha puta e pertence só a mim. Ela tentou falar, dei um tapa e enfiei dois dedos na boca dela pra abrir. Eu: Entendeu? Ela assentiu. Cuspi na boca e no rosto dela, sem tentar ser suave, mais imponente, minha pica voltou pra boca dela na hora, o olhar dela voltou a ser o mesmo, o que eu gostava, desejo, paixão, luxúria, e ela entendeu de novo que o papel dela era ser minha puta e fazer o que eu quisesse, deixou completamente de lado o F, pra ela eu voltei a existir só eu. Meu amigo me olhou enquanto se tocava, mas não entendia a situação, nem se ia emprestar minha puta de novo. Uns minutos depois, já cansado de ficar em pé. Eu: Goza. Falei pro meu amigo. Puxa uma cadeira se quiser. Ele levantou e trouxe uma cadeira perto da gente, sem parar de se masturbar. Enquanto eu me acomodava no sofá, L não deixava minha pica escapar da boca dela, onde eu me mexia ela fazia de tudo pra não soltar dos lábios dela. Ela tinha ficado muito excitada, fazia boquetes profundos, com muita saliva e tosse no final, recuperando um pouco de ar. Ar e voltando pra ação. Descia e subia rápido, virando a cabeça de um lado pro outro — pra ser mais claro, descia apontando o rosto pra esquerda e, ao subir, virava pra direita. Meu amigo tava vendo um boquete foda que tavam me fazendo e cada vez aumentava mais o ritmo da punheta dele. F: Como chupa a pica, pelo amor de Deus. A minha ela não chupa assim. Eu: É que ela é minha putinha, e só pode fazer isso comigo, né putinha? Tirei a pica da boca dela, e ela, babando um pouco, com a cara cheia de saliva, respondeu "Sim, papai" e continuou. Eu: Já vai vir a porra, sabia? Mas não engole, segura na boca. F: Uff, eu também quero gozar, posso dar minha porra pra ela? Eu: Não, já emprestei ela demais pra você. F: E o que eu faço? Eu: Sei lá, bate uma na mão, que eu saiba. Poucos segundos depois, minhas bolas forçaram pra cima, soltando uma quantidade impressionante de porra — lembrem que eu tinha sido um brinquedo sexual a tarde toda, sem chance de gozar, então a descarga foi grande. Ela se esforçou mas conseguiu segurar, me olhou com a boca fechada e juntou algumas gotas dos lábios e do queixo com os dedos, pra colocar na boca. Queria sorrir me olhando, mas a porra escapava, ela tava curtindo a gozada que me deu quando ouvi meu amigo gemer. Continuava se masturbando numa velocidade doida, se inclinando pra frente e pra trás. F: Deixa eu dar na boca dela. Eu: Não, ela é minha putinha. F: Por favor. Falava muito entrecortado. Eu: Mostra pra ele como ficou cheia sua boca. L se virou e, ainda com uma mão debaixo do queixo pra não escorrer no chão, abriu a boca — tava cheia de porra bem branca e grossa. Eu: Tem espaço pra mais um pouco? Levantou os ombros como quem diz "Não sei". Eu: Beleza, tenta, goza na boca dela também, amigo. F: Sério? Eu: Sim, aproveita porque vai ser a última vez. L, ainda ajoelhada no chão, abriu a boca olhando pra cima, e meu amigo levantou na hora, batendo punheta e se segurando na testa da minha putinha. Eu: Vocês vão engolir as duas juntas, quando eu mandar. F aproximou mais a cabeça do pau dele até os lábios de L e começou a gozar. Vários jatos fortes, no final tava transbordando de porra praticamente. Fez sinal pra ela engolir. Eu: Ainda não, olha pra mim e faz gargarejo. Ela fez, me olhando. Eu: Agora mostra pra ele. Ela fez o mesmo e umas gotas escorriam da boca dela. Eu: Engole. Ela obedeceu. L: Quanta porra, que delícia. Eu: Gostou? L: Amei, muito gostoso. F: Onde você arrumou essa? Como ela pode ser tão puta. Eu: Sei lá, pergunta pra ela. L: Eu não era assim, mas ele me transformou numa puta, NA puta dele, e agora não consigo viver sem o pau dele. Eu: Beleza amigo, já cumpri. F: É, vou nessa. Eu: Você vai e lava bem os dentes. Coloca uma tanguinha bem gostosa e me espera de quatro na cama, que ainda não terminei com você. L: Sim, meu amor. Enquanto me despedia do F, a L passou toda rebolando, do jeito que era, uma puta, indo pro quarto. F: Que bem que você vai se divertir, amigo, com essa puta. Nos despedimos e ele foi embora. Agora eu ia cobrar de verdade, pensei, caminhando pro quarto.

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