Trio con Lau y Santi regalo de cumpleaños 2

E aí, amigos? Por causa de trampo vou dar uma sumida por um tempo, mas não sem antes terminar pelo menos um conto. Santi vai tirando meu pau devagar da bunda dele enquanto se beija com a Lau, sinto a porra escorrendo e caindo na minha barriga. A Lau bate uma punheta frenética nele, o Santi segura ela pela cintura. A Lau pega um travesseiro, coloca debaixo da barriga dela, apoia os antebraços no colchão e entrega aquela vista incrível, a da bunda linda dela empinada. O Santi passa a mão na própria língua pra salivar e lubrificar a cabeça do pau. Nem precisava, meus dedos na buceta da Lau já estavam encharcados com o melzinho dela. Os beijos da Lau tão mais quentes, a língua dela mais ousada, ela tá muito excitada (ciumenta, talvez, de ainda não ter recebido a atenção que a gente sempre dá). O Santi dá um empurrão forte que faz ela soltar um gemido de protesto, seguido de outro empurrão mais forte, onde dá pra ouvir o barulho da batida da pélvis e das nádegas dela. Ela já se acostumou, porque o pau do Santi tá todo banhado no melzinho dela, e agora o gemido dela é de prazer. O Santi quer atravessar ela com o pau, segurando a cintura dela, tentando fazer o som da carne batendo ficar cada vez mais alto. Eu apertando, espremendo os peitos da Lau, que geme cada vez mais alto. Mordo os ombros dela, lambo o suor das costas e do pescoço dela, como não se excitar lambendo o suor da pele? Já tava duro de novo, vou me higienizar, entro no chuveiro ainda sentindo o cheiro do perfume que a Lau deixou em casa e que borrifo nos travesseiros quando sinto saudade dela. Saio e o Santi tá de bruços e a Lau sentada, cavalgando o pau dele. Me aproximo e encosto o pau entre as nádegas dela que vão e vêm, que prazer ver como aquela bunda linda engole meu pau. O Santi me segura pela cintura e me empurra na direção da bunda da Lau, indicando que eu também participe. Seguro meu pau com uma mão e com a outra apoiada no cóccix da Lau, faço uma leve pressão pra ela apoiar a barriga na do Santi e empinar mais a bunda sem o pau sair da buceta dela. O tempo para por alguns segundos. Vejo o pau de Santi coberto de uma porra branquela, o cuzinho da Lau molhado, os lábios da buceta dela brilhando de tanto líquido, uma delícia pros olhos. Meu pau desaparece de vista e sinto minha cabeça deslizar pelo pau de Santi como guia até o fundo da Lau. Ela, com um susto, joga a cabeça pra trás ao sentir pela primeira vez dois paus dentro da pussy dela. Eu, como toda vez que tô dentro daquele inferno que ela tem entre as pernas, fico desesperado, agarrando os ombros dela pra me firmar e comer ela com mais força. As batidas das minhas bolas contra as do Santi e o barulho contra a bunda da Lau, os gemidos dela, os do Santi não deixavam ouvir os meus. "Quer que eu goze em você?", escuto. "Quer que eu goze em você, puta?" "Sim", responde a Lau. "Quer agora?" "Sim, sim, me dá agora." "Toma... ahhhhh... siiiim... toma sua porra." Sinto um lava fervendo queimar meu pau, a apertada com todo aquele lubrificante desaparece. Agora é uma boca ardente mordendo meu pau. Não aguentei mais e também explodi em porra naquela pussy, naquele pau. Ficamos os dois exaustos em cima do Santi por um minuto, eles trocavam alguma coisa, se beijavam e riam. Toda vez que gozam, se olham, se beijam e riem cúmplices. Como o tempo com eles, o tempo pra escrever também é pouco. Se você chegou até aqui, gostou e quer saber como continuou a noite em claro com a Lau e a manhã seguinte, deixa uns pontinhos, os comentários são sempre bem-vindos. Valeu pelo apoio.

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