Cuckold, ella no deja de sorprenderme

Desde sempre, sua única fantasia era: "Estar em casa com algum homem que viesse fazer algum reparo, que a assediasse, abusasse dela e a comesse", não uma fantasia de estupro violento, mas sim de ser dominada e subjugada, sem que o outro soubesse que ela desejava que aquilo acontecesse. Tínhamos que fazer um reparo em casa, e pensei que era uma boa oportunidade para realizar a fantasia dela. Ela aceitou a minha e cumpriu com louvor. Chamei vários para passar orçamentos; na verdade, o preço não me importava, o que eu queria era que ela os visse e dissesse por qual se deixaria comer. Contratei os que ela escolheu: dois caras de uns 35-38 anos, um de estatura normal, o outro maior, alto, de costas largas, tipo jogador de basquete. Desde o primeiro dia, ela andava na frente deles de minissaia de lycra de algodão bem no limite do bumbum e o top do biquíni. À noite, ela me contava como eles a olhavam, disse que o alto tinha um volume bem marcado na calça, me contava como ela se abaixava para que vissem o bumbum por baixo da minissaia, etc. Todo um trabalho de provocação que, ao meu ver, em pouco tempo daria o resultado esperado.

Em alguns dias, os caras já se animavam a dizer coisas como: "Assim não dá para trabalhar, vou ter um infarto", "Se você não fosse casada, estaria fazendo outra coisa e não isso", etc. O trabalho era de uma semana, não havia muito tempo para preliminares prolongadas, então no quarto dia eu disse a ela para ficar direto com o biquíni, ou seja, a calcinha fio dental e o top. Fui trabalhar e por volta das 11h ela me mandou um WhatsApp no trabalho e disse: "Os pedreiros me comeram". Minha pica explodiu, fiquei duro na hora. Ela não deu detalhes. Passei o resto do dia pensando no que estaria acontecendo em casa e tentando disfarçar a ereção por baixo da calça. Quando cheguei em casa, ela disse:

— Um pouco antes de você chegar, eles me comeram de novo.

Para que não pensem que minha esposa me traía, eu disse a eles:

— Então já provaram que boa fodedora é minha... esposa, eles teriam que me dar um desconto agora.

Eles se entreolharam, risadinha nervosa, e Roberto (o mais alto) me respondeu:

---Linda mulher que você tem, muito ardente, difícil se segurar e não se tentar.

__ Não precisam se segurar, se ela procura por pau tem que dar, não vão deixá-la na vontade.

Assim que eles foram embora ela começou a me contar: Levei refrigerante, quando dou o copo pro Roberto (o mais alto) ele apoiou na bancada da cozinha, me pegou pela cintura e foi me levando pra trás até me apoiar contra a parede, como não resisti e só fiquei rindo, ele agarrou minha bunda, como deixei, tirou meu fio-dental, me pegou pelos ombros e me virou, fiquei de cara pra parede, e ele meteu o pau por trás entre minhas pernas, não podia acreditar no pedaço de pau que ele estava esfregando na minha buceta, sentia como se tivesse um spray de desodorante ambiental entre as pernas pelo diâmetro, ele me vira e aí eu vi, nunca tinha visto ao vivo um pau daquele tamanho, só nos pornôs vi picas assim, ele agarrou minha cabeça e me levou pra baixo, pra que eu chupasse, não cabia na minha boca aquele pedaço enorme de carne, ele me fez apoiar a barriga na mesa, começou a esfregar o pau na minha racha e a me penetrar aos poucos, eu estava encharcada, sentia como ia se abrindo conforme aquele monstro entrava na minha pussy, ele me fez endireitar, me abraçou, me levantou e assim me levou pra bancada, me disse pra me apoiar ali porque ia quebrar a mesa de tanto me sacudir, depois de vários minutos eu estava super excitada pronta pra gozar, ofegava e gemida como louca, definitivamente era a maior coisa que já tive dentro da minha pussy, ele tirou, apoiou no meu cu e empurrou, me mexi pra sair, disse:

--Me solta, nem louca deixo você meter isso na minha bunda.

Ele apoiou a mão na minha cabeça e empurrou pra baixo segurando meu rosto apertado contra a bancada, me disse:

--- puta, faz dias que você tá esquentando nosso zíper procurando por pau, agora aguenta aí. Imagem ilustrativa do site (não tenho fotos disso)Cuckold, ella no deja de sorprendermeCom suas pernas ele abria as minhas e continuava com meu rosto pressionado contra a bancada, continuou empurrando, lubrificado apenas pelo fluxo da minha buceta e pela saliva dele, empurrava cada vez mais forte, mas não entrava e estava começando a doer minha bunda, gritei de dor, ele perguntou se eu tinha lubrificante e onde estava, eu disse onde, ele chamou o outro e pediu que trouxesse, lubrificou bem, aí senti meu ânus se abrindo, passou a cabeça, e depois os mais de 20 cm de pau que ele tem, quando a única coisa que ficou de fora foram as bolas, ele começou a bombear com tudo, já tinha soltado minha cabeça, me pegou pelos ombros e puxava para trás para me penetrar mais forte e fundo, a cada investida minhas pernas tremiam, Marcos estava parado do nosso lado olhando e se masturbando lentamente, eu gemía e ofegava como uma louca, sentia minha bunda tão aberta e ele chegava tão fundo que pensei que ia me sujar toda, disse para ele parar porque ia me fazer sujar, de propósito ele acelerou mais o ritmo, tirava quase tudo e enterrava até o fundo, tive um orgasmo intenso, em segundos veio outro mais, senti o sêmen morno no reto, sentia as contrações do pau dele no meu ânus com a expulsão de cada jato de porra, quando ele tirou o pau estava todo sujo, fiquei com vergonha, mas ele sorriu e disse:

— Parece que fiz um bom trabalho.

Marcos sem me deixar chegar a me recompor me pegou pelo quadril e sem perguntar se por ele eu também deixava, penetrou minha buceta por trás, me deixei levar pelo morbo de realizar minha fantasia e gozei em poucos minutos, atrás de mim ele chegou inundando minha buceta, nem tirou o pau para gozar, filho da puta. O outro ficou ali parado com o pau todo sujo olhando enquanto o companheiro me comia, quando ele tirou o pau de dentro, Roberto me disse:

— Vadia, agora vai ter que lavar meu pau.

Me pegou pela mão, me levou ao banheiro e fez com que eu lavasse na pia, enquanto fazia isso ele ficou duro, me agarrou Ele levou minha cabeça para baixo e me fez chupá-lo, enquanto dizia:

---- Você gosta de esquentar as calças dos outros, putinha, não é? Pois hoje você vai ter toda a pica que anda procurando.

Chupei um pouco e pedi para ele me deixar tomar banho, porque estava toda melada de porra. Foi aí que te liguei para contar que me comeram. Depois tomei banho, me vesti e saí, um tempo depois.

Estava sentada no sofá da sala, quando o Roberto (o dono da pica grande) entrou e disse que ia ao banheiro. Quando saiu, estava pelado de novo. Veio até mim, pegou minha cabeça com as duas mãos e disse:

--- Abre a boca e continua chupando, agora que já tomou banho.

Esfregou na minha cara, nos lábios, começou a foder minha boca, meteu até a garganta, me deu ânsia e ele ria. Me fez levantar, pegou minha mão e quis me levar pro quarto. Falei que na cama não, ele deitou no chão e me fez cavalgar nele. Eu regulava a altura pra ele não enfiar tudo, mas algumas vezes ele levantou o quadril e mandou com força. Deve ter chegado até o útero, porque doeu pra caralho. Xinguei ele, e ele respondeu:

-- Por ser uma putinha que adora esquentar pica, você merece ter a buceta bem arrombada.

(Imagem da web, não tenho fotos disso)analEle me deitou sobre ele, girou e ficou por cima de mim. Estar no chão fazia eu sentir ainda mais o pau me enfiando. Me sentia totalmente dominada, presa, com aquele grandalhão em cima de mim e dentro de mim. Ele me fez gozar pra caralho. Alguns minutos depois, ele gozou. Me levantei e fui ao banheiro. Quando saí, estava Marcos (o mais baixo) sem calça, pau na mão.

— Seus gritos de gozo me deixaram louco, vem aqui, puta, chupa essa.

Comparado com o outro, esse aqui era um docinho. Me sentei, ele ficou na minha frente e eu chupei bem gostoso. Entrava todo na minha boca. Enquanto eu chupava, ele disse:

— Pro meu amigo você deu o cu, agora é a minha vez.

Fui na cozinha buscar o gel lubrificante que tinha ficado na bancada. Me ajoelhei numa cadeira, me apoiei na mesa e deixei meu cu à disposição dele. Ele me comeu bem, enquanto batia uma punheta na minha buceta, passando os dedos. Eu sentia eles ásperos, mas o tesão foi mais forte e gozei de novo. E de novo fiquei com o cu cheio de porra. Um tempo depois, você chegou.

Quando ela me contou, eu não conseguia acreditar no que ouvia. Justo ela, que antes de tocar por baixo da roupa você tinha que lavar as mãos, que antes de transar você tinha que tomar banho ou lavar as bolas e o pau, que você tinha que estar barbeado, etc. Terminou sendo comida por dois caras, sem se barbear, com cheiro de suor e de saco, ainda por cima foi comida jogada no chão, zero higiene. Mas isso contribuiu pra realização da fantasia, porque se interrompessem a ação pra ir lavar, perdia a imediatividade do ato e a sensação de estar sendo abusada.

Ela pensou que aquele dia ia ser o único, que os caras iam saciar a vontade de dar pau nela e depois iam ignorá-la. Mas no dia seguinte, assim que chegaram lá pelas 8h30, Roberto (o dono do pauzão) encarou ela e disse:

— Hoje não precisa se exibir pra me deixar com tesão, passei a noite toda esperando chegar aqui pra te comer.

Ele agarrou ela, tirou a roupa e levou pro quarto. Ela se deixou comer na cama de casal. Segundo ela me contou: a Fiquei uma hora na cama, pela primeira vez chupei a buceta dela e montei nela duas vezes, depois a deixei e fui trabalhar. Ela foi tomar banho e entrou no banheiro do outro, só chegou a se lavar no bidê, enquanto enfiava o pau na boca dela. Depois a levei para a cama e também comi ela duas vezes. Nos dias seguintes, primeiro comiam ela e depois trabalhavam. Levaram a sério quando no primeiro dia eu disse: "Não se segurem, se ela procura por pau tem que dar, não deixem ela com vontade". O trabalho se estendeu porque por comer ela não terminavam e ela teve que apresentar um atestado médico "falso" no trabalho para faltar mais 3 dias e não ter que gastar mais licença.

3 comentários - Cuckold, ella no deja de sorprenderme

Excelente! Consejo: antes de publicar pasale un corrector. +10
Para clavarte una paja no necesitas un best seller
Jaja, se agradece el concejo. Ni me acuerdo del corrector