Esta é a minha primeira história e espero que gostem. Meu nome é David, sou divorciado e tenho 40 anos. Depois desse acontecimento, fiquei devastado e minha saída foi o exercício e a mudança física extrema. Tenho 1,86m e pesava na época 118 quilos. Depois de dois anos, estou em uma condição física exemplar e com um corpo que pode ser invejado por qualquer garotão. Agora peso 108 quilos de puro músculo, tenho cabelo preto liso, uma barba grande e bem cuidada, e vários tatuagens nos braços que realmente chamam muita atenção. Durante os dois anos em que decidi mudar meu físico, não saí com ninguém nem tive relações porque me concentrei em mim, mas isso mudou quando, por pura coincidência, encontrei uma ex-colega de escola no supermercado. Ela estava com a filha e uma amiga da filha, e depois desse encontro, tudo mudou. Minha colega era um ano mais velha que eu e teve a filha bem jovem, especificamente aos 19 anos. Na escola, ela era deslumbrante, tinha cerca de 1,60m, era tão branca que dava para ver as veias na pele, uns peitões enormes e um cabelo dourado que a fazia parecer uma princesa no meio de tanta morena. Agora, já adulta, continuava espetacular, mas com os peitos e os quadris maiores por ter sido mãe. E a filha não ficava atrás: branca como a neve, com as veias aparecendo na pele, uns peitões enormes e uns quadris e uma bunda que deviam vir do outro lado da família, porque eram exageradamente grandes. Depois de cumprimentá-la, trocamos números, mas nada aconteceu. Notei que as três me olhavam muito, principalmente a filha da minha colega. Um dia, depois da academia, vi que tinha uma mensagem de voz da minha colega, que vamos chamar de Lúcia. Lúcia: David, queria te convidar para uma festa que vou dar na minha casa com vários ex-colegas da escola. Queria saber se você topa vir? David: Claro! Adoraria ir. Combinamos a data e a hora, e quando cheguei, tinha muitos ex-colegas, entre homens e mulheres que não víamos há anos, depois de uns whiskies e conversas, pedi o banheiro pra Lucia (que já tava bem alterada pelas bebidas) e ela me levou até lá, mas quando abre a porta, me pega pela mão e me dá um beijo. Eu devolvi o beijo e, depois de uns minutos nos pegando e eu apertando aqueles peitos enormes que ela tem, ela para e diz: Lucia: Melhor eu voltar pros convidados, devem estar esperando. David: Claro, já vou. Depois de mijar e com o pau durasso (que, por bênção de Deus, tenho 19 cm de comprimento e bem grosso) porque ela sempre foi minha crush do colégio, vejo que tinha uns calcinhas no chuveiro. Peguei e cheirei. Cheiravam delicioso, uma mistura de sabão com buceta suada. Uma tava seca, então decidi levar esse troféu pra minha casa e usar depois como máscara. Quando saí do banheiro e como tudo tava apagado, comecei a seguir o som da música. Andei pela casa, mas cheguei na porta do quarto da filha, que vamos chamar de Abigail. Sabia que era o dela porque a porta tava meio aberta e ela tava lá, deitada na cama com a amiga vendo um filme, mas o que me chamou a atenção foi que a amiga da Abigail tava chupando os peitos dela enquanto ela via o filme. Eu já tava com a banana dura e ver aqueles peitões sendo chupados deixou mais duro ainda. Observei elas por uns minutos, quando a amiga, que vamos chamar de Mônica, olhou pra porta, levantou e fechou ela com um empurrão. Fiquei ouvindo elas conversarem, e Mônica falou pra Abigail que eu tava olhando. Ela só riu um pouco e disse que isso deixava ela mais excitada e que já queria transar. De repente, vejo a Lucia vindo na minha direção, meio batendo nas paredes, e como sou um cavalheiro, decido ajudar ela. Lucia: Obrigada, David, você pode me ajudar a chegar no banheiro? David: Claro, você tá meio bebida, hehe Lucia: Sim, um pouco. Quando chegamos no banheiro, ela pede pra eu ajudar com a porta, entra e conseguiu tirar a calça que ela tava e deixou ver o fio dental tão louco que se enfiava no meio daquelas bundas tão gostosas e grandes. Eu finjo que não tô vendo porque ela pediu pra eu não ir, e eu tô na porta do banheiro esperando ela. Depois que ela termina de mijar e se limpar, me pede pra ajudar ela a levantar, eu ajudo fácil porque ela não pesa muito, é magra mas voluptuosa. Quando consigo levantar ela, me pede pra subir a calça dela, e pá, me dá outro beijo, eu já com a pica dura e com a vontade a mil, meto a mão no fio dental e enfio dois dedos de uma vez, pra minha surpresa ela tava encharcada e soltou um gemido gostoso. Termino o beijo e pergunto se tá tudo bem, ela diz que quer ver se os rumores na escola eram verdade e me pede pra tirar a pica, na hora eu tiro e ela se surpreende mas imediatamente, como se fosse mágica, ajoelha, prende o cabelo e começa a chupar meu pau como se tivesse morrendo de fome, glap glap glap glap glap ecoava naquele banheiro. Tentava engolir tudo mas não conseguia por causa da grossura, eu tava colado na parede do banheiro, vendo a mulher que tinha estado em muitas das minhas punhetas juvenis engolindo meu pau e bolas como uma louca, tava quase gozando quando de repente ela para e pergunta. Lucia: Cê pode cuspir na minha boca? Eu, como um deus do desejo, cuspo na boca dela gostosamente e ela, com toda a paixão, continua chupando meu pau a ponto de os olhos dela lacrimejarem de tanto tentar engolir tudo, os dedos dela masturbavam a buceta dela loucamente, dois, três e num momento vi 4 dedos entrando e saindo enquanto ela pedia pra eu meter na boca dela com força porque ela queria conseguir engolir tudo. Ficamos assim uns 10 minutos até eu gozar na garganta dela, ela limpou todo meu pau, Lucia se levantou depois de vários orgasmos com os dedos e o boquete, e me perguntou se eu queria ficar depois da reunião, eu aceitei na hora. Meus ex-colegas se Foram umas 2 da manhã, e eu, no meu auge, falei que ia ajudar a limpar a casa. A Lúcia fechou a porta e na hora me pediu pra gente ir pro quarto dela. Tava há dois anos sem transar com ninguém, e ela descontou esse tempo todo. Levantei ela e, como uma princesa, levei pro quarto, joguei na cama, arranquei a roupa dela e coloquei de quatro. Comecei a chupar a bunda dela com uma selvageria e desespero que a Lúcia gemia enquanto usava os dedos pra se acabar no clitóris. Ela pedia pra eu enfiar os dedos no cu dela, mas eu só queria chupar, então continuei assim por uns minutos até ela me pedir pra colocar ela na beira da cama e violentar a boca dela sem dó. Enfiei na boca da Lúcia com tanta força que as lágrimas escorriam dos olhos dela, tampei o nariz dela com minhas bolas enquanto tomava a boca dela de um jeito que vi que só com isso a buceta dela teve um orgasmo tipo squirt que encharcou todos os travesseiros. Depois de gozar na boca dela e com a vontade sexual a mil pelo que a gente acabou de fazer, ela me pede pra penetrar ela o mais forte que eu conseguir. Coloco ela de quatro e dou umas estocadas tão fortes que o quarto parecia uma melodia de sexo e paixão. As nádegas dela, agora grandes, quicavam deliciosamente na minha pélvis, minhas bolas batiam no clitóris dela e ela gemia falando:
Lúcia: Me dá mais pica... me fode como o animal que você é! Me dá mais picáaaaaa por favor, me dá mais forte!
E um gemido agudo e delicado saía da boca dela enquanto uma eletricidade percorria a buceta dela. Como eu não tinha terminado, pergunto se posso dar no cu dela. Ela aceita e me pede pra passar lubrificante, e aí eu meto de quatro num cu que já tinha sido usado antes, mas agora ia ser meu. O cu dela sugava meu pau de um jeito que eu sentia que queria devorar, ela gemia entre dor e prazer e pedia pra eu não parar, pra meter rápido que já tava quase gozando, e quando eu tava prestes a gozar, por pura mania minha, olhei de novo pra porta do quarto da Lúcia e vi ali entre... Uma luz fraca iluminava Mônica e Abigail me olhando enquanto eu metia no cu da mãe de uma delas... Eu gozei no cu da Lúcia pra caralho enquanto via as duas novinhas se masturbando só de olhar eu arrombando o cu de uma mãe. Se curtiram o conto, deixem os 10 pontos e comentem se querem a segunda parte, porque isso é só o começo.
Lúcia: Me dá mais pica... me fode como o animal que você é! Me dá mais picáaaaaa por favor, me dá mais forte!
E um gemido agudo e delicado saía da boca dela enquanto uma eletricidade percorria a buceta dela. Como eu não tinha terminado, pergunto se posso dar no cu dela. Ela aceita e me pede pra passar lubrificante, e aí eu meto de quatro num cu que já tinha sido usado antes, mas agora ia ser meu. O cu dela sugava meu pau de um jeito que eu sentia que queria devorar, ela gemia entre dor e prazer e pedia pra eu não parar, pra meter rápido que já tava quase gozando, e quando eu tava prestes a gozar, por pura mania minha, olhei de novo pra porta do quarto da Lúcia e vi ali entre... Uma luz fraca iluminava Mônica e Abigail me olhando enquanto eu metia no cu da mãe de uma delas... Eu gozei no cu da Lúcia pra caralho enquanto via as duas novinhas se masturbando só de olhar eu arrombando o cu de uma mãe. Se curtiram o conto, deixem os 10 pontos e comentem se querem a segunda parte, porque isso é só o começo.
2 comentários - A filha da minha colega. Pt1