Minha última aventura: Memórias

Olá pessoal, volto com minhas memórias sexuais.

Hoje vou contar a aventura que tive no trem Sarmiento, saindo da Estação Once até Ramos Mejía.

Acontece que eu precisava resolver um negócio no centro, e a volta é um saco se você não vai de carro. Aí pensei: "vou pegar o metrô A até a Once e de lá o Sarmiento, que é mais rápido e tem ar-condicionado". Isso foi recente, dia 23 de dezembro de 2025.

Subo num trem que ia sair em 15 minutos, então ainda tinha assentos vazios. Vejo no vagão aqueles bancos de dois lugares perto da porta de ligação entre vagões. Do meu lado, tinha um homem de uns 50 a 60 anos.

Vale lembrar que naquele dia tava um calor infernal. Eu tava de bermuda e camiseta de verão. Enquanto o trem ia lotando, uma garota encostada na porta desmaiou, e o pessoal ajudou ela a sair.

Nisso, o homem puxa conversa comigo e fala: "Pois é, com esse calor..." E começamos a bater papo. Ele me conta que é pedreiro, que tava trabalhando numa obra ali perto. Reclama do calor e diz: "Dá vontade de tomar uma cerveja bem gelada na companhia de alguém". Eu respondo: "Siiim, quando eu chegar em Ramos, vou tomar uma com certeza" (sendo que eu não bebo cerveja). Nessa hora, o trem começa a andar. O cara tava com a mochila no colo e se recostou no banco, como se estivesse dormindo.

Ele deixa a mão cair entre os bancos. O trem tava lotado pra caralho. Aí eu estico minha mão e começo a acariciar os dedos dele com os meus, brincando com as pontas. Como vi que ele não tirava a mão, umedeci os dedos na boca e acariciei de novo, com os dedos molhados. Ele, se fazendo de dormindo, não reagiu. Então me animei mais e comecei a acariciar o joelho dele, já que ele tava usando um short de futebol tipo de banho, bem folgado nas pernas.

Subi a mão pelo joelho e enfiei pela perna da bermuda. Toquei a borda da cueca e senti que o pau dele já tava meio duro, mas ainda no tamanho normal. Tirei ele pela borda da cueca e, habilmente com dois dedos em formato de V, comecei a bater uma punheta pra ele. Lembrando, o trem tava lotado e a gente já tava quase chegando em Ramos Mejía. Liniers, continuo batendo uma e ele começa a ficar tenso, sabendo do final, estico a mão pra que quando ele gozar, goze na palma da minha mão. Dito e feito, ele goza um jato no meu pulso e bastante na mão, bem grosso, como se estivesse dias sem gozar.

Gozo tudo na mão, então fecho o punho, tiro a mão e falo no ouvido dele: "Sei que você não dorme, abre os olhos e me olha". Ele vira com olhos de coruja, eu pego e lambo a mão onde gozei, tomando tudo, e chupo meus dedos. A putaria que tava, porque todo mundo tava no seu mundo ou se olhava, me fez fazer isso, algo que nunca pensei que faria.

Ele me olha e pergunta: "Você gostou?" E eu respondo: "Adorei". Já tava chegando em Ciudadela e tive que levantar e lutar pra conseguir descer. O trem continuou, ele também. Eu tomei o gozo dele, o que ele me deu. Cheguei em Ramos, fui no Mostaza, entrei no banheiro e fiz uma punheta foda no banheiro, e depois fui pra casa.

1 comentários - Minha última aventura: Memórias