Minha jovem tia do Hiphop911 Instagram: hiphop911ok. Sempre achei que conhecia os limites entre o certo e o proibido. Que a moral era tipo uma bússola interna, incapaz de se torcer, mesmo diante do desejo mais visceral. Mas o tempo — e principalmente as pessoas — me ensinaram que nada disso é tão claro quanto a gente repete. Que tem horas em que a razão vira um sussurro fraco e o corpo grita com uma força que justifica tudo. Não foi um impulso repentino, mas uma corrente lenta, silenciosa, que começou como curiosidade e acabou virando necessidade. A gente não percebe quando o pensamento deixa de ser inocente e se transforma em desejo; quando o afeto se enrosca com a atração, ou quando a admiração se tinge de pecado. De repente, o que antes parecia um limite intransponível fica difuso, tipo uma linha traçada na água. Às vezes penso que a moral não se mede pelos atos, mas pelo que nos atormenta depois. Por aquele instante de lucidez em que entendemos que o que nos tenta também pode nos destruir, e mesmo assim seguimos em frente, como se o coração não entendesse a língua da culpa. Tem uma parte de mim que ainda se pergunta se o desejo é uma forma de amor, ou só uma desculpa pra cruzar fronteiras que juramos respeitar. Talvez por isso eu escreva, ou confesse, ou lembre: porque não quero me justificar, mas também não quero negar que fui humano. Que senti, que desejei, que me deixei levar por algo que me superava. E que, no fim, entendi que a moral nem sempre se quebra num ato, mas no silêncio anterior, quando decidimos não nos afastar a tempo. CAPÍTULO 1 O nome dela é Tanya. A jovem mulher do meu tio recém-falecido, Roberto. De origem genovesa, veio pra Argentina quando era bem pequena, só uma menina, e pouco depois de fazer 20 anos se casou com ele. O pessoal não conseguia entender a diferença de idade de quase 30 anos que tinha entre eles, nem eu, mas eles se viam bem juntos. Hoje, ela tem 28 anos, quase 10 a mais que eu. que eu. Uma loira gostosa. De cabelo comprido, loiro, às vezes meio castanho. Também é dona de uns olhos verdes lindos, bem claros. Sempre achei que ela era muito parecida com a atriz Rebecca Romijn quando jovem. A primeira Mística do live action de X-men. Aliás, meu nome é Ramiro, hehe. Tenho quase um metro e oitenta, estudo Engenharia e, não é por me gabar, mas Deus me caprichou bem lá embaixo, hehe. A tana, como chamam no bairro, sempre foi muito na dela. Quase ninguém sabia nada da vida dela. E você nunca ia encontrar alguém que falasse mal dela. Talvez por estar com uma pessoa muito mais velha, ela se via obrigada a manter um perfil baixo, sei lá... Eu, que conheço ela desde os 10 anos, posso dizer que ela é um anjo. E que anjo!! Lembro que sempre que eu ficava na casa do tio, ela era super boa comigo. Eu era um moleque, claro, mas conforme fui crescendo, fui percebendo o quanto ela era linda. Posso dizer que, de certa forma, ela me chamava a atenção. Ainda mais considerando o quanto ela sempre foi carinhosa. Meu tio não tinha filhos, não sei se porque não podia ou não queria, mas que sempre me tratou como se fosse filho dele, não posso negar. Numa das últimas conversas que tive com ele, ele me disse isso. "Você sempre foi um filho para mim..." foram as palavras exatas dele. Me fez chorar naquela hora, embora não na frente dele, claro. Mas isso não foi o mais surpreendente de tudo que a gente conversou. Ele também me pediu pra nunca deixar de visitar a casa dele quando ele não estivesse mais aqui e pra nunca deixar a tia sozinha. Um cara foda... Além disso, acho que esse último pedido era mais por medo de quem pudesse se aproximar dela do que por outra coisa, hehe. Mas vamos falar dela... Minha "tia" é uma deusa. Alta, com mais de 1,70m de altura e um corpo de dar inveja. Ele a conheceu quando ela estava dando os primeiros passos no mundo da moda. Coisa que ela largou pouco depois. Eu, poucas vezes tive a chance de vê-la, digamos, de pouca roupa. No máximo na piscina do tio, mas ela usava collants inteiros que cobriam ela toda. De vez em quando eu a via de camisola. E sim, eu me masturbei várias vezes pensando nela. Era difícil não fazer isso depois que ela vinha me dar um beijo de boa noite com aqueles tecidos de seda, mal presos no corpo dela. Além disso, ela não conseguia esconder aquela rabuda enorme que tinha. Disso eu já tinha ouvido algum comentário. Qualquer roupa que ela vestisse, marcava tudo. Uma bunda linda! Ela também era peituda. Mas sempre achei que ela aparentava ter mais peitos do que realmente tinha. Eu era um dos poucos que tinha tanto contato com ela, além do meu tio. Muitas vezes eu fazia companhia pra ela enquanto ela escrevia suas novelas. Claro, eu era um moleque naquela época. Não como agora. Mas uma coisa não tinha mudado. Ela continuava sendo uma gostosa. E eu já tinha 19 anos. Em parte pelo meu tio e em parte pelo meu carinho, uma vez por semana eu ia visitá-la por uns três meses. Ela sempre estava preparada pra isso. Mas mesmo assim, eu a acompanhava na tristeza dela. A gente tomava chimarrão, via TV na sala. Não existia mais aquela cerimônia de tia-sobrinho. Parecia mais um amigão ou um irmão, pode-se dizer. Eu sentia ela mais solta, menos estruturada. Como se tivesse se libertado do peso das aparências… A gente zoava, ria. Claro que tinha muita intimidade que antes não rolava tanto. E muito mais confiança. Eu adorava isso. Ela começou a me chamar carinhosamente de "guri". E eu gostava disso. Mas tem algo mais interessante… O que eu mais curtia, era poder ver um pouco dela. Um pouco do decote, ou as pernas e as leggings justas. Até cheguei a confirmar que minha teoria era verdade. Muitas vezes ela não usava sutiã e dava pra ver claramente que ela tinha uns peitões bons. Grandes. Às vezes, vendo algum filme, eu dava uma espiada nela. Talvez ela se mexia e mostrava mais pele. Dava pra notar que ela tinha uns peitos lindos. Sempre tudo com muito cuidado, óbvio. Eu curtia admirar ela, completamente em segredo. Embora o ponto de virada tenha acontecido num dia em que eu passava pela porta da casa. Era quase uma mansão, com muitos metros de frente e fundos. Uma casa imensa e ainda mais para uma pessoa só. A piscina ficava nos fundos, mas avançava um pouco pelo lado da propriedade. Se alguém olhasse por alguma parte do portão da entrada, não conseguia ver nada. Mas mais para o lado, entre as plantas, tinha um ponto cego que dava pra ver a borda lateral da casa. Quando eu tocava a campainha e não abriam, sempre olhava pra ver se via alguém por ali. Mas naquele dia eu não ia entrar, só estava passando por ali, a caminho de outro lugar. Estava muito calor... E algo na minha mente me fez chegar perto do portão. Por reflexo, fui tocar a campainha, mas rapidamente tirei a mão. Eu ouvia música ao longe. Não sabia por quê, mas fui na direção daquele setor que eu conhecia muito bem. Comecei a olhar e não tinha nada de outro mundo. Até que aconteceu algo que mudou minha vida. Eu vi minha tia Tanya, de leve, ao longe. Ela estava saindo da piscina, e me parecia que estava pelada. Obviamente que de quase meia quadra eu não conseguia ver bem, muito menos apreciar com nitidez. Mas dava pra ver pele demais pra pensar que ela tava vestida. Consegui ver as pernas inteiras dela, de lado. Foram só dois segundos, mas suficientes pra fantasiar por um bom tempo. Amei a pele lisa dela, as curvas. Será que ela tava nua? Ou talvez de biquíni e minha mente viajou sozinha por um tempo... De cima eu não consegui ver nada direito, direito. Naqueles segundos eu suei mais que num jogo de futebol. Eu tremia... De repente, lembrei que tinha câmeras de segurança na entrada, então saí na hora. Pra não dar chance de verem o vídeo e eu, fuçando sei lá por quê. Me recompus e continuei andando. Atônito... Não podia acreditar. Será que ela tava no pelo? Não sei, mas mesmo de longe, nunca tinha visto ela assim. Fiquei feito um idiota o dia inteiro. Em casa, fiquei olhando pro teto a tarde toda. Tentava lembrar de cada parte. Pesquisava em Minha mente tentava enxergar além. Sem sucesso, inventei o resto sozinho. Ela se despindo na borda da piscina, deixando as roupas caírem no chão… Os peitos dela balançando ao ar livre, recebendo com calma o brilho do Sol… Quando fui me banhar, bati uma gostosa. Não teve jeito de não subir a pica. Senti um pouco de culpa quando todo o esperma saiu de dentro. Afinal, era a mulher do meu tio. Mas curti pra caralho… Embora já tivesse ficado com algumas garotas, fazia um tempão que não me masturbava pensando em alguém assim. E ainda por cima, era minha tia. Minha tia jovem. Será que foi errado o que eu fiz? Não sei, mas um desejo estranho tomou conta de mim, de conseguir mais momentos como aquele. Minha mente e meu corpo pediam… Uns dias depois, Tanya me mandou umas mensagens no WhatsApp. Normalmente a gente se falava assim. Ainda com uns vestígios de arrependimento pelo que fiz dias atrás, respondi da forma mais natural possível. Reconheço que gostava quando ela me escrevia… TAN: E aí, cara!! Eu ri ao olhar a tela do celular. EU: Tan! EU: Como cê tá??? TAN: Bem, bem! TAN: Tinha me avisado que veio outro dia, seu besta! Como assim? Pensei: "Ela me viu, ferrei…". O coração começou a bater de nervoso. E agora, o que eu digo? Não posso ser mais idiota… Tentei me acalmar e não piorar a situação. Ser o mais natural possível. EU: Ahhh sim! EU: Só passei mesmo, hehe TAN: Te vi pela câmera quando tocou a campainha, mas não ouvi, kkk TAN: Tinha me mandado mensagem!! Agradeço ao céu por aquele movimento involuntário de quase tocar a campainha. Salvou minha vida. EU: Kkk sem problema! EU: Achei que você não tivesse em casa TAN: Tava sim, na piscina ouvindo música, por isso não te ouvi 😅 Já tinha me acalmado. Como escapei! Me dava um tesão ela falar isso. Que estava na piscina. Só faltava me contar como estava e pronto, kkk. EU: Ahhh, por isso, kkk TAN: Jeje TAN: Ei, quando você vai ter um tempo livre pra me ajudar com uma coisa?? Tipo, se quiser EU: Quando você quiser, Tan. O que foi? precisa?? Eu adorava quando ela me pedia coisas e passava tempo comigo. TAN: Tenho um monte de coisas pra jogar fora do fundo, mas são pesadas pra mim sozinha 😁 EU: Fala, quando você quiser eu vou e te ajudo! TAN: Valeu, gato! Depois você dá um mergulho na piscina. TAN: Não vou te explorar nesse calor haha Por dentro pensei "coisas que nunca vão acontecer na sua vida de otário…". Meu verão estava prestes a começar… Será que ela ia querer algo comigo? Seria um sonho. EU: Haha, bora!! TAN: Beleza, amanhã tá bom pra você?? EU: Tô dentro haha TAN: Fechou, gato! Te espero 😘 EU: Fechou! Sei que é uma besteira. Mas aquele beijinho fez meu pau ficar duro. Bastava só um gesto, né. Ia trampar um pouco. Mas tenho certeza que ia me divertir pra caralho com ela. A verdade é que sempre era assim… Era meio de semana e naquele dia não ia trabalhar com meu pai. Ele tem uma empresa de segurança cibernética e sempre me ensinava como tocava os negócios. De vez em quando me passava alguma tarefa. Mas como eu estudava, não me fazia cumprir horários. Era muito sortudo, se for sincero. Por isso sempre tentei aproveitar essa situação e levar tudo muito a sério. Tomei café da manhã e mandei uma mensagem pra Tanya dizendo que quando ela quisesse eu ia. Não morava longe da casa dela. EU: Opa! Quando você quiser, eu vou! TAN: Bom dia 😊 TAN: Daqui a meia hora passo pra te buscar.. Tô voltando das compras EU: Beleza!! TAN: 👌 E foi assim. Depois de 30 minutos ouvi a buzina. Ela veio no Audi A4 dela, branco. O sorriso dela do carro fez meu dia começar do jeito mais foda. Que anjo, pensei. Pra minha surpresa, ela tava vestida de casa. Tinha o cabelo preso num coque e uma regata decote V, que mostrava a parte de cima dos peitos dela. Por baixo, uma calça jeans azul desgastada. Com certeza, a vida era mais leve pra ela… -Pronto pra trampar?- Ela riu com uma careta muito linda. -Haha sim... Imagino que você vai me fazer uns mates bons…- Respondi com graça -Ah, é? Ha -O quê? Acha Isso aqui é de graça?
—Droga, droga! —Falou igualzinho ao Emmett Brown. Ele sempre dizia essa frase. Devia ser porque o filme favorito dele era De Volta pra o Futuro… Eu caí na gargalhada. —Claro, neném!
Que gostosa ela tava. Fiquei meio vermelho, pra ser sincero. Mesmo que não fosse do meu sangue, era minha família. Não podia passar dos limites. De qualquer jeito, já sentia que tava afim dela… Chegamos e comecei a limpar umas coisas do galpão que tinha do lado do churrasco. Muita tranqueira velha e inútil.
—Vou me trocar pra te dar uma mão! —Falou enquanto eu mexia umas coisas de lá pra cá.
—Oka!
Eu continuei. Não sei como explicar, mas a companhia dela, a atenção dela, era algo que eu precisava. Me divertia pra caralho com ela, fosse trabalhando, tomando um mate ou falando merda enquanto via um filme. Por isso, fazia esse tipo de coisa com maior prazer…
Daí a pouco, vi ela vindo de longe. Parecia que só tinha trocado a calça jeans. Vestiu uma legging… Marcava todas as pernas dela. Já tava começando a pensar umas coisas que não devia… Era cinza, meio gasta. De vez em quando, eu olhava pra ela. E percebia que ela parecia ter a minha idade, tranquilamente… Não queria ter uma ereção na frente dela, então tentei não olhar. Mas num momento ela se abaixou pra frente e eu vi ela como nunca tinha visto até agora. Marcou toda a raba! Fiquei besta… Era um rabão monumental. Fiquei paralisado olhando pra aqueles glúteos. A buceta que se formava no meio era sinistra. Os lábios vaginais se contornavam. Não acreditava no que tava vendo. Além disso, dava pra ver o relevo da fio dental. Fiquei azul e quando ela se ajeitou, me fiz de desentendido como um profissional. Mas o pau tinha subido… Agora tinha que esconder de qualquer jeito. Me concentrei, mas toda vez que ia abaixar, ela fazia um movimento na minha frente e eu via os peitos balançando ou via ela de costas marcando a raba. Era impossível… Notei que ela não tava de sutiã. Dava pra ver, de leve, o contorno dos mamilos por trás da prenda. Que diazaço que eu tava vivendo! A blusa verde que ela tava usando era bem larga. Era uma tortura ver as tetas dela balançando. Sofri a manhã inteira. Já tava doido pra acabar o serviço pra ver se ela entrava na piscina comigo… Depois do meio-dia a gente tinha terminado o trampo. Beleza! Comemos uns sandubas no quiosque, feito uns peão de obra. Eu olhava pra ela… Não podia ser tão gostosa! E ainda o sol batia na cara dela e dava pra ver umas sardas. Uff… — Tá morrendo de vontade de se jogar de cabeça na piscina, né? — Ela perguntou, provocando. — Hehe, é… Um calorão… — Trouxe outra roupa, né? Cê tá podrão. — Ela caiu na risada. — Eeeeehh haha… Sim! — Hehe… Zoação, zoação — Vai entrar também? — Mmm, quem sabe um pouquinho… — Ela falou revirando os olhos pro lado — Como assim, quem sabe? Haha — É, sei lá… Haha — Que tédio sozinho… — Haha, tá bom… Já que cê insiste tanto… — Assim que eu gosto. — Eu ri, safado. — Calma, brother, hein!! — Me fiz de engraçadão. — Beleza… Entra você que eu vou me trocar… Meus olhos se encheram de alegria. Só esperava que ela não vestisse daquelas maiôs dos anos 50. Era a primeira vez que a gente ia ficar sozinho com pouca roupa… Eu me joguei de cabeça na água e esperei por ela. Era foda o que eu tava fazendo. Olhar pra mulher do meu tio. Ex-mulher, mas cê entende. Não sentia um pingo de vergonha do que tava fazendo… Tava só de short, azulzinho e bem fresquinho. Haaa… Como era bom se sentir assim… Quando eu vi ela vindo lá de casa! Ela andava como se tivesse desfilando. Fiquei olhando pra ela. Toda vez que eu fazia isso, Tanya soltava aquele sorriso que desmontava os ossos da gente. Dessa vez não foi diferente… Ela tava com um shortinho minúsculo. Metade do tamanho do meu, pra comparar. Mas em cima, só o sutiã da bikini. Fiquei babando. Ela não só tinha uma cintura fitness de dar inveja, como também os peitos dela eram lindos. Naturais e grandes… Meu Deus! Nunca tinha visto ela de biquíni. Não conseguia evitar agir. com nervos.
—O quê??
—Ela perguntou, inocente e rindo.
—Nada, não…
Sorri, meio envergonhado.
—Você ficou paradinho kkk
—Só tava te vendo desfilar kkk — falei, todo engenhoso.
Ela soltou um sorriso daqueles que apaixonam.
—Aaaandaa!!
Não sei se era por causa do sol, mas ela tava vermelha no rosto.
—Kkk juro! Modelo demais!
—Kkk nossa, que elogio! — falou enquanto se abaixava pra colocar os pés na piscina.
Foi aí que eu vi aqueles peitos levitarem. Não podia ser… Hipnóticos… O biquíni era vermelho e fazia você querer secar a boca chupando aquelas tetas.
Acho que ela percebeu que eu tava olhando… Senti um aperto no peito, como se caísse no vazio. Não podia ser mais otário!
—O que você tá olhando, hein? — falou com cara de quem tava se segurando pra rir.
Que pedaço de trouxa… O que eu falo? Pensei. Olhar pra ela daquele jeito, tão sem noção e na cara dura…
—Que estranho te ver de biquíni… Você sempre usava aqueles maiôs, né kkk
—Aahh… É… Seu tio não gostava que, digamos, mostrasse tanto…
—Ahh…
—Olha o que eu tô te contando kkk… — ela mexia os pezinhos na água.
—Kkk e aí? Não vai entrar?
—Tá fria kkk
—Então, daqui a pouco eu saio e te jogo dentro.
—Não se atreve… Nem pensa…
Eu adorava zoar com ela. Ela entrava na brincadeira… Muito brincalhona, sempre.
—Mmmm sei não. Talvez…
—Tá cheio de confiança, hein… — e ria de lado, de sacanagem.
—Beeeem… — e fingi que fiquei ofendido.
—Tô te zoando, bobo. — sorriu.
Fiz que tava andando triste, todo sofrido.
Ela ficou parada…
—Eii!! Ficou bravo?
Ficou me olhando enquanto eu me aproximava como se fosse sair. Fez um silêncio enorme, só se ouvia a água se mexendo. Quando, de repente, peguei ela pelos braços e joguei dentro da piscina. A explosão espirrou longe, hehe. Ri pra caralho. Fiz ela entrar feito um cavalo.
—Aaaahh… Puta que pariu… Oooohh, tá gelada!! — falava morrendo de frio, mas rindo.
—Nunca confie em mim.
—Como você me enganou, filho da puta kkk
Como os peitos dela brilhavam com a água. Que delícia que tavam.
—Kkk cê tá Linda toda molhada. - Escapou de mim falar isso. Nem percebi. O inconsciente me traiu. - Ô, ô, ei!! Que eu não sou nenhuma das suas namoradas... Só ri. Mas adorei que ele falou isso. - Não queria molhar o short... Droga, droga! Vou te matar! - Mas você riu... Era meu objetivo! - É... - E ela ria me dando razão. Que momento gostoso. Aproveitei como nunca. Ela se mexia e os peitos pareciam flutuar. Como balançavam! Uma loucura... Ficamos um tempinho. O sol batendo no rosto dela, deixava ela linda de um jeito especial. Dava prazer olhar pra ela... Linda demais. A verdade é que eu me divertia muito com ela. Gostava pra caralho... E isso fazia o tempo voar. Um tempo depois, a gente já ia sair. A Tanya saiu primeiro. Olhei ela enquanto caminhava de costas. Tava feito um tarado. O shortinho fino colava gostoso na raba. Deixava ela bem voluptuosa. Foda. Eu saí atrás dela. Ela se secou na minha frente. Se inclinava passando a toalha e os peitos balançavam pra caralho. Só pedia pra escapar um. - Vou tomar um banho e volto, você me espera ou quer ir embora já? - Não, não, sem problema, te espero! - Ok... Quando ficou pronta, foi tomar banho. Eu me troquei, lembrando cada curva do corpo molhado dela, hehe. Minha cabeça ia viajar um tempão com o que aconteceu hoje, hehe. Depois, fui pra sala esperar ela. Quando sentei, notei que o notebook dela tava na mesa, aberto. Toquei no touchpad e tava ligado. Algo em mim acendeu de repente... Bateu aquele tesão de fuçar. Ver se tinha fotos ou vídeos, sei lá. Tava errado. Sabia disso. Mas mesmo assim, fui fundo. A tentação foi maior. Com o coração batendo forte, comecei a procurar. De longe ouvia a chuva do chuveiro. Tinha fotos soltas, mas todas normais, de família. Arquivos de texto e tal. Nada demais. A adrenalina tava nas alturas... No canto superior da área de trabalho tinha uma pasta. Chamava "Tanya". Coloquei o cursor em cima e na descrição dizia que pesava mais de 15 gigas. Engoli seco e cliquei. Mas não consegui entrar. Tinha senha. Que merda! Mas se tinha senha, alguma coisa privada guardava ali. Com certeza… Coisas privadas, íntimas? Precisava ver o conteúdo. Mas como? Pelo menos naquele dia não ia rolar. Tanya sairia do banheiro a qualquer momento… Pra piorar, ia ter que evitar que ela chegasse perto do notebook, até a tela apagar de novo como estava. A curiosidade ainda me devorava por dentro. Na lixeira tinha arquivos. Entrei, mas nada. Nada que me interessasse. Fui além e abri o navegador. A verdade é que tava enlouquecido, fora de mim, haha. Tesão demais tinha me pegado na piscina… Entrei no Facebook. A conta dela abriu. Tava com a senha salva, então entrei sem problemas. Tinha perdido o controle… Tava tomado por uma curiosidade incontrolável. Mas aquilo era perigoso. Se me descobrisse, tava frito. Além disso, perderia a confiança dela pra sempre. Na hora, o medo me invadiu e saí. Não podia fazer aquilo. Era arriscado demais. Mas não sem antes ir em “opções avançadas” e ver se a senha tava salva. Pensei que talvez tivesse alguma conversa quente ou tivesse mandado alguma foto por ali. Não achei que teria sorte. Normalmente não se salvam senhas daquele site. Pra minha surpresa, essa era a exceção. Tava salva. Me senti um espião secreto. “Ibiza2017” era a senha. Engoli seco e voltei pra tela inicial. Ouvi o chuveiro. Tudo tranquilo… Testei na pasta na hora. Não deu certo, não era. Mas pelo menos tinha a senha do Facebook dela. Tava errado o que tava fazendo. Mas meu pau agia por conta própria. Apaguei todos os rastros e ouvi que ela tinha terminado de tomar banho. Já era o suficiente… Fui pra cozinha. No que eu tava pensando? Tinha enlouquecido? Me arrependi em certo ponto, mas a ansiedade de descobrir mais sobre ela me venceu… No minuto seguinte, Tanya apareceu com uma camiseta comprida e uma toalha na cabeça. Em algumas partes dava pra ver através da água. Será que ela tava pelada por baixo?
—Tudo bem, neném?
—Sim... Mas... Por que "neném", haha
—Porque você é um neném, haha
—Tô a algumas semanas de fazer 20 anos, igual você, hehe
—Haha... É verdade...
Ela viu que eu tava olhando pra ela. Se olhou.
—Sequei que nem uma desgraçada... Vou me trocar antes que você veja um peito. —Ela riu. Deus. Não se troca...
Eu ri do quanto fiquei pasmo. Ela virou e foi embora. Enquanto ia, dava pra ver como a camiseta se encaixava na bunda dela. Mal dava pra cobrir quando ela secava o cabelo e a camisa subia. Parecia que não tava usando nada por baixo. Meses atrás, nem louca ela ia andar assim pela casa na minha frente ou de qualquer um. Tipo, pra lei, ela era minha tia. Mas a real é que a Tanya ainda era uma mina. Só um pouco mais velha que eu...
Fiquei pensando no jeito que ela falou comigo. Gostei... Depois de um tempo, ela voltou já trocada. Eu tinha o que fazer em casa, então falei que ia embora.
—Tchau, Tan!
—Ué, já vai? —Ela falou meio triste. Que porra é essa?
—Sim, por quê?
—Achei que você ia ficar mais um pouco... Mas se tem algo pra fazer, não liga pra mim, vai...
—Não, tipo o quê?
—Sei lá... Ver alguma mina, por exemplo. —Ela sorriu, provocando.
—Hehe, não, nada a ver...
—Não seria nada demais, digo...
—Não, não... Só pensei que você ia querer ficar de boa, talvez... Sei lá...
—Haha, não... Você sempre fica... Por isso achei estranho..
—Ok..
—Vamos ver um filme, parceiro?
Não dava pra ser mais doce. Como dizer não? —Bora!
Ela curtia muito minha companhia. E eu não ficava babando o tempo todo. Bom, pelo menos tentava não fazer, haha. Dava pra levar numa boa... Ela preparou uns cafezinhos e fomos ver um filme na sala. Era um filme de espaço. Era bom. E a gente era muito bom parceiro de filme, verdade. Eu olhava pra ela, com aquela camisetinha no umbigo e o shortinho jeans. Deus! Em alguns momentos, eu queria pular em cima dela. Tava muito gostosa... Além disso, a gente se dava muito bem. Tanto que, num momento, morrendo de rir, ela me disse que “eu tava mais pra ser primo dela do que tio”. Que razão… Durante aquela tarde, eu olhei pra ela mais do que devia, umas duas vezes. Não sei se ela percebia, mas quando notava, ria. Talvez não soubesse com que olhos eu a observava. Ela me olhava como se nada tivesse acontecendo. No fundo, curti muito aquela tarde. Ela é daquelas pessoas que dão até satisfação visual. Mas já era um pouco tarde… — Bom… Te pago todo o trampo, me espera — Quê? Nada, haha — Como assim não? — Fiz pra te ajudar, não pra você me pagar… Além disso, a gente morreu de rir… — Trampo é trampo… — Se não, não te ajudo mais, haha — E então… Arruma as paradas e nada? — Me sinto útil, também aprendo… E a gente passa um tempo legal… Além disso, bom, você sabe… Me sinto em casa, às vezes… — Bom… Certeza? — Sim… E se quiser, a gente troca a fiação das luzes do fundo… Tá velha já, e uma hora dessas de chuva vai dar curto tudo — Isso é um trampão… — Me paga com comida, haha. Ela se acabou de rir. — Que barato! — Viu? haha — Bom, a gente vê… Acho que ela gostou da minha resposta. Dava pra ver nos olhos dela uma certa satisfação ao me olhar… Uns minutos depois, quando já era hora de ir, ela se ofereceu pra me levar. — Quer carona? — Nada, é só umas quadras — Certeza? Te incomoda se eu te levar? haha — Haha não, por quê? — Sei lá… Não é que eu te trate como criança, hein… É que é o mínimo que posso fazer — Haha não, já sei… — Não quer que alguma mina te veja descendo do carro de uma deusa como eu? — E fazia caretas. Hummm… — Hehe não… Me leva, vai! — Haha vai… Dirige você.. Ela jogou as chaves do carro pra mim, igual o Han fez com o Sean em Tóquio, e saímos de casa em direção ao carro. Era perto também, mas um tempinho a mais com a Tanya nunca podia ser ruim. A gente ia conversando e morrendo de rir. Combinamos de continuar no dia seguinte. Ela viajava bem confortável, com um pé em cima do banco. Ficava super estilosa. Não podia ser mais gostosa… O cabelão caía pra frente. Ela tinha um braço apoiado no joelho. — Te Falta o boné e tu parece uma rapper kkk - Kkk é mesmo? Eu, eu!! - E fez o gesto com as mãos - Kkk que merda - E qual seria meu nome de rapper, hein? - Hmm sei lá... Tany Tan... Taz-Tanya... - Eu ri desse. - Siiim Taz-Tanya, gostei... Kkk - Kkk viu... Depois me fala que horas a gente começa amanhã - Se quiser vem às 10... Tá bom? - Fechou! - Pega a chave do portão, caso eu tenha saído ou algo... Entra tranquilo... Ela me deu as chaves? Beleza, hein... Mas era só a do portão. - Ok... Já tínhamos chegado. A gente conversou 2 minutos sobre o que precisava comprar e tal. Não era muita coisa, mas eram uns itens essenciais pro trampo. - Agora vou me sentir sozinha em casa... Droga, droga kkk. - Ela me deu um sorriso doce que me derreteu. Ela tava falando sério? - Kkk eu também... Foi da hora hoje! Mas amanhã a gente continua! - Siiim!! Fechou, cara!! - Ela sorriu. Eu também. Parecíamos dois namorados no carro conversando, kkk. Aí descemos e ela veio se despedir. - Até amanhã! - Te vejo, Taz-Tanya hehe Ela me cumprimentou e entrou no carro morrendo de rir. Eu fiquei olhando até ela ir embora. Que dia! Tava sentindo algo estranho em mim. Será que eu tava afim da minha tia? Uff... Podia ser um problema se fosse. Não só por ser da família, mas por ser a mulher do meu tio. Aquele que eu tanto amava. E que tanto me amou... Balancei a cabeça e entrei. Melhor não pensar nisso... Um tempo depois, de noite, não parava de pensar no negócio do computador dela. Deu uma vontade enorme de ver se tinha algo no Facebook dela. Tava com muito tesão de curiosidade. Mas outra parte de mim sabia que era errado. Me mordi várias vezes pra não fazer. Ela era um anjo comigo, a Tanya. Não podia fazer isso. Ia decepcionar ela. Não tinha motivo. Mas a vontade de descobrir mais sobre ela também era insuportável. Não dava pra ignorar... Pensei e mordi os lábios várias vezes, kkk. E no fim, não fiz. Tomei um banho e, isso sim, bati uma bronha daquelas. Lembrava daqueles peitos na piscina. As coxas lindas dela. Acho que já tava passando do limite. Mas se era o que eu sentia por dentro, por que teria que ser errado? Era a realidade. Minha realidade… Quando terminei, pensando nela, talvez até me deu um pouco de culpa, hein. Era lógico. Fui dormir mais aliviado. Como se tivesse tirado um peso enorme das costas. Dormi que nem um bebê e com um sorriso no rosto… No dia seguinte… Acordei cedo, cheio de energia e animação. Preparei umas ferramentas que ia usar. Me senti orgulhoso de mim mesmo por não cair na tentação de mexer nas coisas da Tanya, hein. Tomei café da manhã e já às 10 da manhã, meu velho me levou na casa dela. Me deixou na porta e seguiu. Toquei a campainha e nada. Que estranho… Olhei pelo lugar secreto e não via nem ouvia nada. Parecia que não tinha ninguém em casa. Aí, como a Tanya tinha falado, decidi entrar por conta própria. A frente da casa era foda. Muito verde, caminho de pedras, árvores. Fácil, uns dois contos valia aquela casa. Fui pelo lado, pra levar a bolsa de ferramentas pro fundo. Tava meio pesada. Um silêncio tomava conta da casa toda. Só o canto dos pássaros se ouvia. Mas quando cheguei na área da piscina, meu coração disparou, quase explodindo o peito. Na borda da piscina tava a Tanya, tomando sol, de bruços. Tava com uma micro biquíni, verde claro. Quase explodiu minha cabeça. Era a primeira vez que via ela com tão pouca roupa. A bunda em forma de maçã apontava pro céu. Mal coberta pela fio dental, brilhava de um jeito que fazia minhas papilas gustativas trabalharem como nunca. Dava pra ver um pouco de carne do lado da rachadura que se formava entre as nádegas. Isso é real? Fiquei vermelho. A pele lisa da bunda e das pernas dela endureceu minha pica pra caralho. Não conseguia acreditar no que tava vendo. Ela percebeu minha presença e pulou do chão. — Neném!! — Se cobriu com a toalha. Vi a parte da frente da calcinha. Os triangulinhos eram algo pequenininhas. Cobriam só 30% dos peitos dela. Que infarto. Olhei pro lado. —Foi mal, Tan... Você disse pra eu vir às 10 e entrar se não atendesse... —Que horas são? —ela perguntou, perdida. —Umas 10 e 20 já... —Ahh, nem vi a hora... haha. —Começou a rir meio sem graça. Tinha um livro na frente. Fui me acalmando vendo que ela tava levando numa boa. —Nossa... Desculpa... Tô quase pelada. Tinha que falar algo pra amenizar a situação. —Pelada? As pessoas não vão assim pra praia ou piscina? Haha Ela me olhou. Fez uma careta, tipo "agora assim? Não..." —Haha do jeito que eu tô... Fico sem graça de você ter me visto, cara... Vi ela meio envergonhada. Estranho. Eu só ria como se nada. —Como se nunca tivesse visto ninguém assim... —O remador dentro de mim falou mais alto. —Mesmo assim haha... —Ela se cobria bem com a toalha pra ir se trocar. Eu só esperava que ela não olhasse pro volume que tinha crescido entre minhas pernas... Meio corada, ela levantou e foi pra dentro. Nunca vou esquecer aquela imagem. Nunca mais... Fiquei fazendo de tudo pra baixar a ereção. Não queria que ela me visse daquele jeito. Ia ser sem noção, grosseiro. Como é que explico isso? Precisava começar a me controlar mais. Um minuto depois, ela saiu com um shortinho e uma regata rosa. —Agora sim, botei uma roupa haha —Hehe —Por favor, não conta que você me viu assim, hein... —De biquíni? Qual é o problema? Haha —Eu minimizava tudo. —Tá bom... Mas não era um biquíni qualquer... Era bem pequeno... Tava aparecendo tudo... Não quero que fiquem falando besteira de mim depois. Fiquei parado. —Claro... Fica tranquila... Mas você não devia se preocupar tanto com o que os outros pensam... Era compreensível ela pensar assim. Afinal, era viúva fazia só alguns meses. Percebi que ela tava meio estranha... Tinha ficado sem graça de eu ter visto ela daquele jeito. Sacou? Tipo, era algo novo. Mas também não era pra tanto. Pelo menos eu achava isso. —Bom... Já tomou café? —Já, já... Se quiser, eu começo... —Fica à vontade! Vai nessa! Com a companhia dela, fiz o serviço. Ficamos até quase o fim da tarde. Não deu tempo, nem espaço pra putaria. Além disso, senti que ver ela naquela biquíni minúscula mexeu um pouco com ela, hehe. Não quis criar mais clima estranho. No fim das contas, o que eu mais queria era continuar curtindo momentos com ela, então não ia foder com isso… Já eram umas 15h. Se eu disser que não imaginei aquela raba quase nua enquanto trabalhava, tô mentindo… O serviço ficou foda. Tinha que ver como a iluminação ficava à noite. Mas ela economizou uma boa grana com a minha mão de obra. Isso sem dúvida. — Gênio!! Quero que anoiteça logo pra ver como fica, haha — Haha, depois tira foto e me manda.. — Ué, não vai ficar pra ver sua obra? De novo ela me pedindo pra ficar. Adorava quando ela fazia isso… — Beleza... Se você quer... — Respondi me fazendo de bonzinho. — Claro... Tô te devendo um jantarão, pelo menos, hehe. — Ri, cúmplice. — Agora vou me jogar de cabeça na piscina, com sua permissão… — Fala sério… Eu também... Mas vou vestir algo adequado, haha. — Me veio uma ideia. — Entra assim mesmo, haha, vai se trocar por minha causa? — Assim como eu tô?? Haha — Com a sunga que já tá por baixo... — Ahh, claro… Quase pelada. — Ela riu, se divertindo. — Pelada… Meu Deus! — Provocando ela. — Cê tá confiante, hein, cara... haha. — Ela ria, incrédula com minha atitude. — Mmmm, já sei... — O quê? — Me olhou curiosa — Sabe que você é modelo... Ela me olhou com cara de “com o que esse cara vai aparecer agora…” — Siiim... Era... E daí? — Então... Entra na piscina do jeito que tava antes e é tipo um show que você tá fazendo e me paga assim… — Assim como? — Perguntou atônita. — Me deixando assistir, haha… — Ela me encarou. Fudeu, vou tomar um fora, pensei. — Posso te perguntar uma coisa? — Fala... — Espero que ela não tenha levado a mal. — Como é que você pensou nessa merda? — E caiu na risada, muito divertida. Uffa. Quase infartei… — Hehe… Acabei de inventar. — Tá na cara, Engenheiro… Mais elaboração na próxima, haha — Beleza, haha, vou tentar. Mais ou que olhava o chão. Pensava. Será que tava considerando? Hmm… Levantou a cabeça e me olhou. —Tá bom… Mas não me olha, hein… —Sério? pensei comigo. Excelente… Quando já tinha perdido as esperanças, ela disse sim! O dia não podia ser melhor… —Haha dale… Vou vestir o short. Fui me trocar. Pensei em como ia fazer pra olhar a bunda dela sem ela perceber. E sem perceber minha ereção garantida! Essa parada de fazer coisas no limite do pudor tava me dando um frio na barriga danado… Minha tia ter essa intimidade comigo era o máximo. Me fazia sentir, sei lá, incrível. Quando voltei, ela já tava na água. Caralho! Não podia ser mais gostosa… Vi a raba dela debaixo d’água, de costas. Um pouquinho, até ela perceber que eu tava entrando. Com os braços, ela se cobria um pouco. Tava vermelha, e não era só do sol. —Fica aí, você! — ela riu. —Haha nervosa, tia? —Faz o engraçadão mesmo… E mais respeito que sou sua tia… —Mas podia ser minha prima, melhor… — zoava ela pra provocar. Ela entrava na brincadeira. —Haha quase que eu trocava suas fraldas… —Ah, exagerada! haha —Você é um menino… Olhei pra ela com a cara do careca da múmia. Ela morreu de rir. —Tá, não é um moleque, mas sou sua tia… Pelo menos, legalmente haha —Minha tia gostosa!! — gritei e ri. Super ousado. —Como é que é??? — ela parou. Me olhou sem saber se ria ou me matava. —Claro haha Que outro cara tem uma tia tão jovem e bonitona? Absolutamente ninguém haha Ela não aguentou e se acabou de rir. —Cara… Vou te matar… Tia gostosa… Nossa… Ela ria de um jeito tão lindo… —Além disso… A gente tem quase a mesma idade… Ela me olhava como quem diz que eu tava certo. Mas não entendia minha confiança repentina. Quando ela se distraía, eu olhava pros peitos dela. Que vontade de lamber eles… Bem molhadinhos pela água, eram um tesão. —Bom… Acho que já refresquei o suficiente… Ela continuava se cobrindo os peitos com os braços. —Já?? —Sim… Além disso, tô com vergonha de ficar assim na sua frente… —Por mim, fica haha —Sim, sim… Tô vendo que você não tem Problema… Você é bem atrevido… Ela ria como se estivesse pensando. Eu também, tentando normalizar meu comportamento. -Haha mas o que tem de errado nisso?.- Ela ficou me observando. -Acho que nada… Como essas situações me deixavam! Indescritível o que eu sentia… -A água tá gostosa -É… Você tá com o pescoço todo vermelho…- Ela me disse -Não me liguei de passar filtro quando tava fazendo as coisas -Depois foda-se dermaglós -Ah, para!! -Bons esses abdominais, hein… -Haha viu… -Também não se acha o tal…- E ela riu -Hehe você também tem abdômen… Ela desceu a mão pra tocar neles e soltou um pouco os peitos. Que delícia… Cada centímetro quadrado daqueles peitos lindos era terrivelmente gostoso de olhar. A pele, lisa, brilhava de um jeito esplêndido. Ela viu que eu tava olhando. -O que você tá olhando? Se é que se pode saber… -Seus abdominais haha.- Falei rápido. -É, claro!.- Respondeu como quem diz “tava olhando pras minhas tetas, cara”. Ela riu e eu amei que ela fez isso. Só de pensar que ela considerou essa possibilidade. Ufff… Dava aquele toque especial de que a gente tava fazendo algo errado. Foda… Me deixava nas alturas… A gente conversou um pouco assim e ela se preparou pra sair. Não era de ficar muito tempo na água, pelo visto. Ela se cobria um pouco, me olhava. Deixava algo à mostra. Se cobria de novo. Eu também não olhei muito descarado. Já bastou aquele olhar que ela me deu pra eu viajar o tempo todo. Será que ela realmente pensou que eu tava olhando pras tetas dela? Senti um aperto no estômago… Com menos vergonha já, andando de costas, ela saiu. Vi a bunda dela nua de novo. Era incrível. Te deixava duro, pra caralho. Ainda por cima, nem se cobriu. Isso sim me pareceu estranho. Ela se virou se secando e tratou como normal que eu tava vendo. Como se nada, me disse que ia preparar um lanche. O tesão tomou conta de novo… Passou da vergonha extrema pra não falar nada em questão de uma tarde. Ou talvez por causa do reflexo do sol, ela não me viu. Pode ser. Mas tomara que continuasse assim. Ela andou rebolando igual uma deusa. até entrar na casa. Devorei ela com os olhos. Como aquela bunda balançava pros lados a cada passo, era uma atração fatal. Daí a pouco saí eu também e fui pra dentro. Mas antes de entrar, fiquei numa das janelas, de lado, porque vi outra cena linda. A Tanya estava lá, ainda de biquíni, tirando uma selfie de cima, com o cabelo solto. Fazendo biquinho de pato. Que inferno que era… Mentiria se dissesse que não gravei ela na minha mente… Gostosa…
Claramente, não ia postar isso nas redes sociais dela. Será que era pra alguém? Melhor não pensar nisso. Aqueles peitos… Uma verdadeira femme fatale. Fiquei observando enquanto ela tirava as fotos. Dava vontade de tirar uma foto também, mas não tinha o celular à mão. Além disso, já tinha gravado aquela imagem na minha cabeça. Depois, ela foi pro lado do quarto dela e eu entrei. Com o pau duro que nem ferro quente, também me preparei pra me vestir. Doeu um pouco fazer isso, hehe. Ajeitei meu ganso inchado pro lado, do jeito que deu. Pra ser sincero, tava muito excitado… Minutos depois, já trocados, fomos lanchar. Ela vestiu uma roupa de ficar em casa e prendeu o cabelo de novo num coque. Enquanto comíamos, ela disse:
— Fazia tempo que alguém não me via assim…
Gostei do rumo que a conversa tomou.
— Assim como? — Me fiz de sonso.
— Tipo na piscina, bobo, hahaha.
— Ahh, hahaha, sério?
— Sim… — Falou meio sem jeito.
— Mas você também não tava nua, Taz-Tanya… — Dei risada, como se nada.
— Ai, neném! Hahaha.
— E sim, hahaha. Me fiz de besta como ninguém.
— Mas…
— Você tem uma rabeta do caralho, por que não deixar ela brilhar?
— Epa, epa, hahaha! — Ela arregalou os olhos.
— Beeeem… Só tô falando.
— Ah, é? Cê acha mesmo? — Fez uma careta de satisfação. Aquilo me deixou louco.
— Sim… — Criei coragem pra falar.
— Quando tô sozinha é uma coisa… Não tenho problema.
— Bom, mas é normal, ué… Não é nada demais.
— Sei lá… É o costume de tantos anos…
Eu entendia ela. Mas ainda assim não entendia o bronzeado uniforme que ela tinha. Não tinha partes brancas.
— Mas… Não, deixa pra lá. — Parei. Não quis continuar.
— O quê? Fala!
— Hahaha, não, nada, era uma besteira.
— Então fala. — Ela continuou curiosa.
— Não é que eu tenha visto muito… Mas não dava pra ver partes brancas, tipo as marcas do biquíni, digamos… — Falei com uma cara de pau imensa.
Ela sorriu de um jeito safado e olhou pro lado. Meu Deus…
— Hahaha.
— O quê? Hahaha.
— Nada, não… — Fez uma cara de quem escondia algo.
— Agora fala você! Hahaha.
— É que às vezes… Não, não posso te contar isso… — Parou. —O quê?
Já sabia onde aquilo ia dar e tava ficando louco. Será que eu tava sonhando? Apaguei em algum momento?
—Nada, cara... Pra que falei! Droga, droga haha
—Aaaah, já sei onde isso vai dar... — falei, todo confiante. Olhei pra ela e ri.
—O que cê tá pensando? — ela me encarou.
As sardas no rosto dela apareciam de um jeito lindo.
—Você pegou sol em... né?
O rosto dela ficou vermelho profundo. Intenso. Vulcânico... Acho que exagerei na pergunta. Ou melhor, na afirmação, ha... Ela não falou nada. Só me olhava, tentando achar a resposta certa. Abriu os olhos feito uma puta e respondeu:
Me segue no hiphop911ok e descobre como continua...
—Droga, droga! —Falou igualzinho ao Emmett Brown. Ele sempre dizia essa frase. Devia ser porque o filme favorito dele era De Volta pra o Futuro… Eu caí na gargalhada. —Claro, neném!
Que gostosa ela tava. Fiquei meio vermelho, pra ser sincero. Mesmo que não fosse do meu sangue, era minha família. Não podia passar dos limites. De qualquer jeito, já sentia que tava afim dela… Chegamos e comecei a limpar umas coisas do galpão que tinha do lado do churrasco. Muita tranqueira velha e inútil.
—Vou me trocar pra te dar uma mão! —Falou enquanto eu mexia umas coisas de lá pra cá.
—Oka!
Eu continuei. Não sei como explicar, mas a companhia dela, a atenção dela, era algo que eu precisava. Me divertia pra caralho com ela, fosse trabalhando, tomando um mate ou falando merda enquanto via um filme. Por isso, fazia esse tipo de coisa com maior prazer…
Daí a pouco, vi ela vindo de longe. Parecia que só tinha trocado a calça jeans. Vestiu uma legging… Marcava todas as pernas dela. Já tava começando a pensar umas coisas que não devia… Era cinza, meio gasta. De vez em quando, eu olhava pra ela. E percebia que ela parecia ter a minha idade, tranquilamente… Não queria ter uma ereção na frente dela, então tentei não olhar. Mas num momento ela se abaixou pra frente e eu vi ela como nunca tinha visto até agora. Marcou toda a raba! Fiquei besta… Era um rabão monumental. Fiquei paralisado olhando pra aqueles glúteos. A buceta que se formava no meio era sinistra. Os lábios vaginais se contornavam. Não acreditava no que tava vendo. Além disso, dava pra ver o relevo da fio dental. Fiquei azul e quando ela se ajeitou, me fiz de desentendido como um profissional. Mas o pau tinha subido… Agora tinha que esconder de qualquer jeito. Me concentrei, mas toda vez que ia abaixar, ela fazia um movimento na minha frente e eu via os peitos balançando ou via ela de costas marcando a raba. Era impossível… Notei que ela não tava de sutiã. Dava pra ver, de leve, o contorno dos mamilos por trás da prenda. Que diazaço que eu tava vivendo! A blusa verde que ela tava usando era bem larga. Era uma tortura ver as tetas dela balançando. Sofri a manhã inteira. Já tava doido pra acabar o serviço pra ver se ela entrava na piscina comigo… Depois do meio-dia a gente tinha terminado o trampo. Beleza! Comemos uns sandubas no quiosque, feito uns peão de obra. Eu olhava pra ela… Não podia ser tão gostosa! E ainda o sol batia na cara dela e dava pra ver umas sardas. Uff… — Tá morrendo de vontade de se jogar de cabeça na piscina, né? — Ela perguntou, provocando. — Hehe, é… Um calorão… — Trouxe outra roupa, né? Cê tá podrão. — Ela caiu na risada. — Eeeeehh haha… Sim! — Hehe… Zoação, zoação — Vai entrar também? — Mmm, quem sabe um pouquinho… — Ela falou revirando os olhos pro lado — Como assim, quem sabe? Haha — É, sei lá… Haha — Que tédio sozinho… — Haha, tá bom… Já que cê insiste tanto… — Assim que eu gosto. — Eu ri, safado. — Calma, brother, hein!! — Me fiz de engraçadão. — Beleza… Entra você que eu vou me trocar… Meus olhos se encheram de alegria. Só esperava que ela não vestisse daquelas maiôs dos anos 50. Era a primeira vez que a gente ia ficar sozinho com pouca roupa… Eu me joguei de cabeça na água e esperei por ela. Era foda o que eu tava fazendo. Olhar pra mulher do meu tio. Ex-mulher, mas cê entende. Não sentia um pingo de vergonha do que tava fazendo… Tava só de short, azulzinho e bem fresquinho. Haaa… Como era bom se sentir assim… Quando eu vi ela vindo lá de casa! Ela andava como se tivesse desfilando. Fiquei olhando pra ela. Toda vez que eu fazia isso, Tanya soltava aquele sorriso que desmontava os ossos da gente. Dessa vez não foi diferente… Ela tava com um shortinho minúsculo. Metade do tamanho do meu, pra comparar. Mas em cima, só o sutiã da bikini. Fiquei babando. Ela não só tinha uma cintura fitness de dar inveja, como também os peitos dela eram lindos. Naturais e grandes… Meu Deus! Nunca tinha visto ela de biquíni. Não conseguia evitar agir. com nervos.
—O quê??
—Ela perguntou, inocente e rindo.
—Nada, não…
Sorri, meio envergonhado.
—Você ficou paradinho kkk
—Só tava te vendo desfilar kkk — falei, todo engenhoso.
Ela soltou um sorriso daqueles que apaixonam.
—Aaaandaa!!
Não sei se era por causa do sol, mas ela tava vermelha no rosto.
—Kkk juro! Modelo demais!
—Kkk nossa, que elogio! — falou enquanto se abaixava pra colocar os pés na piscina.
Foi aí que eu vi aqueles peitos levitarem. Não podia ser… Hipnóticos… O biquíni era vermelho e fazia você querer secar a boca chupando aquelas tetas.
Acho que ela percebeu que eu tava olhando… Senti um aperto no peito, como se caísse no vazio. Não podia ser mais otário!
—O que você tá olhando, hein? — falou com cara de quem tava se segurando pra rir.
Que pedaço de trouxa… O que eu falo? Pensei. Olhar pra ela daquele jeito, tão sem noção e na cara dura…
—Que estranho te ver de biquíni… Você sempre usava aqueles maiôs, né kkk
—Aahh… É… Seu tio não gostava que, digamos, mostrasse tanto…
—Ahh…
—Olha o que eu tô te contando kkk… — ela mexia os pezinhos na água.
—Kkk e aí? Não vai entrar?
—Tá fria kkk
—Então, daqui a pouco eu saio e te jogo dentro.
—Não se atreve… Nem pensa…
Eu adorava zoar com ela. Ela entrava na brincadeira… Muito brincalhona, sempre.
—Mmmm sei não. Talvez…
—Tá cheio de confiança, hein… — e ria de lado, de sacanagem.
—Beeeem… — e fingi que fiquei ofendido.
—Tô te zoando, bobo. — sorriu.
Fiz que tava andando triste, todo sofrido.
Ela ficou parada…
—Eii!! Ficou bravo?
Ficou me olhando enquanto eu me aproximava como se fosse sair. Fez um silêncio enorme, só se ouvia a água se mexendo. Quando, de repente, peguei ela pelos braços e joguei dentro da piscina. A explosão espirrou longe, hehe. Ri pra caralho. Fiz ela entrar feito um cavalo.
—Aaaahh… Puta que pariu… Oooohh, tá gelada!! — falava morrendo de frio, mas rindo.
—Nunca confie em mim.
—Como você me enganou, filho da puta kkk
Como os peitos dela brilhavam com a água. Que delícia que tavam.
—Kkk cê tá Linda toda molhada. - Escapou de mim falar isso. Nem percebi. O inconsciente me traiu. - Ô, ô, ei!! Que eu não sou nenhuma das suas namoradas... Só ri. Mas adorei que ele falou isso. - Não queria molhar o short... Droga, droga! Vou te matar! - Mas você riu... Era meu objetivo! - É... - E ela ria me dando razão. Que momento gostoso. Aproveitei como nunca. Ela se mexia e os peitos pareciam flutuar. Como balançavam! Uma loucura... Ficamos um tempinho. O sol batendo no rosto dela, deixava ela linda de um jeito especial. Dava prazer olhar pra ela... Linda demais. A verdade é que eu me divertia muito com ela. Gostava pra caralho... E isso fazia o tempo voar. Um tempo depois, a gente já ia sair. A Tanya saiu primeiro. Olhei ela enquanto caminhava de costas. Tava feito um tarado. O shortinho fino colava gostoso na raba. Deixava ela bem voluptuosa. Foda. Eu saí atrás dela. Ela se secou na minha frente. Se inclinava passando a toalha e os peitos balançavam pra caralho. Só pedia pra escapar um. - Vou tomar um banho e volto, você me espera ou quer ir embora já? - Não, não, sem problema, te espero! - Ok... Quando ficou pronta, foi tomar banho. Eu me troquei, lembrando cada curva do corpo molhado dela, hehe. Minha cabeça ia viajar um tempão com o que aconteceu hoje, hehe. Depois, fui pra sala esperar ela. Quando sentei, notei que o notebook dela tava na mesa, aberto. Toquei no touchpad e tava ligado. Algo em mim acendeu de repente... Bateu aquele tesão de fuçar. Ver se tinha fotos ou vídeos, sei lá. Tava errado. Sabia disso. Mas mesmo assim, fui fundo. A tentação foi maior. Com o coração batendo forte, comecei a procurar. De longe ouvia a chuva do chuveiro. Tinha fotos soltas, mas todas normais, de família. Arquivos de texto e tal. Nada demais. A adrenalina tava nas alturas... No canto superior da área de trabalho tinha uma pasta. Chamava "Tanya". Coloquei o cursor em cima e na descrição dizia que pesava mais de 15 gigas. Engoli seco e cliquei. Mas não consegui entrar. Tinha senha. Que merda! Mas se tinha senha, alguma coisa privada guardava ali. Com certeza… Coisas privadas, íntimas? Precisava ver o conteúdo. Mas como? Pelo menos naquele dia não ia rolar. Tanya sairia do banheiro a qualquer momento… Pra piorar, ia ter que evitar que ela chegasse perto do notebook, até a tela apagar de novo como estava. A curiosidade ainda me devorava por dentro. Na lixeira tinha arquivos. Entrei, mas nada. Nada que me interessasse. Fui além e abri o navegador. A verdade é que tava enlouquecido, fora de mim, haha. Tesão demais tinha me pegado na piscina… Entrei no Facebook. A conta dela abriu. Tava com a senha salva, então entrei sem problemas. Tinha perdido o controle… Tava tomado por uma curiosidade incontrolável. Mas aquilo era perigoso. Se me descobrisse, tava frito. Além disso, perderia a confiança dela pra sempre. Na hora, o medo me invadiu e saí. Não podia fazer aquilo. Era arriscado demais. Mas não sem antes ir em “opções avançadas” e ver se a senha tava salva. Pensei que talvez tivesse alguma conversa quente ou tivesse mandado alguma foto por ali. Não achei que teria sorte. Normalmente não se salvam senhas daquele site. Pra minha surpresa, essa era a exceção. Tava salva. Me senti um espião secreto. “Ibiza2017” era a senha. Engoli seco e voltei pra tela inicial. Ouvi o chuveiro. Tudo tranquilo… Testei na pasta na hora. Não deu certo, não era. Mas pelo menos tinha a senha do Facebook dela. Tava errado o que tava fazendo. Mas meu pau agia por conta própria. Apaguei todos os rastros e ouvi que ela tinha terminado de tomar banho. Já era o suficiente… Fui pra cozinha. No que eu tava pensando? Tinha enlouquecido? Me arrependi em certo ponto, mas a ansiedade de descobrir mais sobre ela me venceu… No minuto seguinte, Tanya apareceu com uma camiseta comprida e uma toalha na cabeça. Em algumas partes dava pra ver através da água. Será que ela tava pelada por baixo?
—Tudo bem, neném?
—Sim... Mas... Por que "neném", haha
—Porque você é um neném, haha
—Tô a algumas semanas de fazer 20 anos, igual você, hehe
—Haha... É verdade...
Ela viu que eu tava olhando pra ela. Se olhou.
—Sequei que nem uma desgraçada... Vou me trocar antes que você veja um peito. —Ela riu. Deus. Não se troca...
Eu ri do quanto fiquei pasmo. Ela virou e foi embora. Enquanto ia, dava pra ver como a camiseta se encaixava na bunda dela. Mal dava pra cobrir quando ela secava o cabelo e a camisa subia. Parecia que não tava usando nada por baixo. Meses atrás, nem louca ela ia andar assim pela casa na minha frente ou de qualquer um. Tipo, pra lei, ela era minha tia. Mas a real é que a Tanya ainda era uma mina. Só um pouco mais velha que eu...
Fiquei pensando no jeito que ela falou comigo. Gostei... Depois de um tempo, ela voltou já trocada. Eu tinha o que fazer em casa, então falei que ia embora.
—Tchau, Tan!
—Ué, já vai? —Ela falou meio triste. Que porra é essa?
—Sim, por quê?
—Achei que você ia ficar mais um pouco... Mas se tem algo pra fazer, não liga pra mim, vai...
—Não, tipo o quê?
—Sei lá... Ver alguma mina, por exemplo. —Ela sorriu, provocando.
—Hehe, não, nada a ver...
—Não seria nada demais, digo...
—Não, não... Só pensei que você ia querer ficar de boa, talvez... Sei lá...
—Haha, não... Você sempre fica... Por isso achei estranho..
—Ok..
—Vamos ver um filme, parceiro?
Não dava pra ser mais doce. Como dizer não? —Bora!
Ela curtia muito minha companhia. E eu não ficava babando o tempo todo. Bom, pelo menos tentava não fazer, haha. Dava pra levar numa boa... Ela preparou uns cafezinhos e fomos ver um filme na sala. Era um filme de espaço. Era bom. E a gente era muito bom parceiro de filme, verdade. Eu olhava pra ela, com aquela camisetinha no umbigo e o shortinho jeans. Deus! Em alguns momentos, eu queria pular em cima dela. Tava muito gostosa... Além disso, a gente se dava muito bem. Tanto que, num momento, morrendo de rir, ela me disse que “eu tava mais pra ser primo dela do que tio”. Que razão… Durante aquela tarde, eu olhei pra ela mais do que devia, umas duas vezes. Não sei se ela percebia, mas quando notava, ria. Talvez não soubesse com que olhos eu a observava. Ela me olhava como se nada tivesse acontecendo. No fundo, curti muito aquela tarde. Ela é daquelas pessoas que dão até satisfação visual. Mas já era um pouco tarde… — Bom… Te pago todo o trampo, me espera — Quê? Nada, haha — Como assim não? — Fiz pra te ajudar, não pra você me pagar… Além disso, a gente morreu de rir… — Trampo é trampo… — Se não, não te ajudo mais, haha — E então… Arruma as paradas e nada? — Me sinto útil, também aprendo… E a gente passa um tempo legal… Além disso, bom, você sabe… Me sinto em casa, às vezes… — Bom… Certeza? — Sim… E se quiser, a gente troca a fiação das luzes do fundo… Tá velha já, e uma hora dessas de chuva vai dar curto tudo — Isso é um trampão… — Me paga com comida, haha. Ela se acabou de rir. — Que barato! — Viu? haha — Bom, a gente vê… Acho que ela gostou da minha resposta. Dava pra ver nos olhos dela uma certa satisfação ao me olhar… Uns minutos depois, quando já era hora de ir, ela se ofereceu pra me levar. — Quer carona? — Nada, é só umas quadras — Certeza? Te incomoda se eu te levar? haha — Haha não, por quê? — Sei lá… Não é que eu te trate como criança, hein… É que é o mínimo que posso fazer — Haha não, já sei… — Não quer que alguma mina te veja descendo do carro de uma deusa como eu? — E fazia caretas. Hummm… — Hehe não… Me leva, vai! — Haha vai… Dirige você.. Ela jogou as chaves do carro pra mim, igual o Han fez com o Sean em Tóquio, e saímos de casa em direção ao carro. Era perto também, mas um tempinho a mais com a Tanya nunca podia ser ruim. A gente ia conversando e morrendo de rir. Combinamos de continuar no dia seguinte. Ela viajava bem confortável, com um pé em cima do banco. Ficava super estilosa. Não podia ser mais gostosa… O cabelão caía pra frente. Ela tinha um braço apoiado no joelho. — Te Falta o boné e tu parece uma rapper kkk - Kkk é mesmo? Eu, eu!! - E fez o gesto com as mãos - Kkk que merda - E qual seria meu nome de rapper, hein? - Hmm sei lá... Tany Tan... Taz-Tanya... - Eu ri desse. - Siiim Taz-Tanya, gostei... Kkk - Kkk viu... Depois me fala que horas a gente começa amanhã - Se quiser vem às 10... Tá bom? - Fechou! - Pega a chave do portão, caso eu tenha saído ou algo... Entra tranquilo... Ela me deu as chaves? Beleza, hein... Mas era só a do portão. - Ok... Já tínhamos chegado. A gente conversou 2 minutos sobre o que precisava comprar e tal. Não era muita coisa, mas eram uns itens essenciais pro trampo. - Agora vou me sentir sozinha em casa... Droga, droga kkk. - Ela me deu um sorriso doce que me derreteu. Ela tava falando sério? - Kkk eu também... Foi da hora hoje! Mas amanhã a gente continua! - Siiim!! Fechou, cara!! - Ela sorriu. Eu também. Parecíamos dois namorados no carro conversando, kkk. Aí descemos e ela veio se despedir. - Até amanhã! - Te vejo, Taz-Tanya hehe Ela me cumprimentou e entrou no carro morrendo de rir. Eu fiquei olhando até ela ir embora. Que dia! Tava sentindo algo estranho em mim. Será que eu tava afim da minha tia? Uff... Podia ser um problema se fosse. Não só por ser da família, mas por ser a mulher do meu tio. Aquele que eu tanto amava. E que tanto me amou... Balancei a cabeça e entrei. Melhor não pensar nisso... Um tempo depois, de noite, não parava de pensar no negócio do computador dela. Deu uma vontade enorme de ver se tinha algo no Facebook dela. Tava com muito tesão de curiosidade. Mas outra parte de mim sabia que era errado. Me mordi várias vezes pra não fazer. Ela era um anjo comigo, a Tanya. Não podia fazer isso. Ia decepcionar ela. Não tinha motivo. Mas a vontade de descobrir mais sobre ela também era insuportável. Não dava pra ignorar... Pensei e mordi os lábios várias vezes, kkk. E no fim, não fiz. Tomei um banho e, isso sim, bati uma bronha daquelas. Lembrava daqueles peitos na piscina. As coxas lindas dela. Acho que já tava passando do limite. Mas se era o que eu sentia por dentro, por que teria que ser errado? Era a realidade. Minha realidade… Quando terminei, pensando nela, talvez até me deu um pouco de culpa, hein. Era lógico. Fui dormir mais aliviado. Como se tivesse tirado um peso enorme das costas. Dormi que nem um bebê e com um sorriso no rosto… No dia seguinte… Acordei cedo, cheio de energia e animação. Preparei umas ferramentas que ia usar. Me senti orgulhoso de mim mesmo por não cair na tentação de mexer nas coisas da Tanya, hein. Tomei café da manhã e já às 10 da manhã, meu velho me levou na casa dela. Me deixou na porta e seguiu. Toquei a campainha e nada. Que estranho… Olhei pelo lugar secreto e não via nem ouvia nada. Parecia que não tinha ninguém em casa. Aí, como a Tanya tinha falado, decidi entrar por conta própria. A frente da casa era foda. Muito verde, caminho de pedras, árvores. Fácil, uns dois contos valia aquela casa. Fui pelo lado, pra levar a bolsa de ferramentas pro fundo. Tava meio pesada. Um silêncio tomava conta da casa toda. Só o canto dos pássaros se ouvia. Mas quando cheguei na área da piscina, meu coração disparou, quase explodindo o peito. Na borda da piscina tava a Tanya, tomando sol, de bruços. Tava com uma micro biquíni, verde claro. Quase explodiu minha cabeça. Era a primeira vez que via ela com tão pouca roupa. A bunda em forma de maçã apontava pro céu. Mal coberta pela fio dental, brilhava de um jeito que fazia minhas papilas gustativas trabalharem como nunca. Dava pra ver um pouco de carne do lado da rachadura que se formava entre as nádegas. Isso é real? Fiquei vermelho. A pele lisa da bunda e das pernas dela endureceu minha pica pra caralho. Não conseguia acreditar no que tava vendo. Ela percebeu minha presença e pulou do chão. — Neném!! — Se cobriu com a toalha. Vi a parte da frente da calcinha. Os triangulinhos eram algo pequenininhas. Cobriam só 30% dos peitos dela. Que infarto. Olhei pro lado. —Foi mal, Tan... Você disse pra eu vir às 10 e entrar se não atendesse... —Que horas são? —ela perguntou, perdida. —Umas 10 e 20 já... —Ahh, nem vi a hora... haha. —Começou a rir meio sem graça. Tinha um livro na frente. Fui me acalmando vendo que ela tava levando numa boa. —Nossa... Desculpa... Tô quase pelada. Tinha que falar algo pra amenizar a situação. —Pelada? As pessoas não vão assim pra praia ou piscina? Haha Ela me olhou. Fez uma careta, tipo "agora assim? Não..." —Haha do jeito que eu tô... Fico sem graça de você ter me visto, cara... Vi ela meio envergonhada. Estranho. Eu só ria como se nada. —Como se nunca tivesse visto ninguém assim... —O remador dentro de mim falou mais alto. —Mesmo assim haha... —Ela se cobria bem com a toalha pra ir se trocar. Eu só esperava que ela não olhasse pro volume que tinha crescido entre minhas pernas... Meio corada, ela levantou e foi pra dentro. Nunca vou esquecer aquela imagem. Nunca mais... Fiquei fazendo de tudo pra baixar a ereção. Não queria que ela me visse daquele jeito. Ia ser sem noção, grosseiro. Como é que explico isso? Precisava começar a me controlar mais. Um minuto depois, ela saiu com um shortinho e uma regata rosa. —Agora sim, botei uma roupa haha —Hehe —Por favor, não conta que você me viu assim, hein... —De biquíni? Qual é o problema? Haha —Eu minimizava tudo. —Tá bom... Mas não era um biquíni qualquer... Era bem pequeno... Tava aparecendo tudo... Não quero que fiquem falando besteira de mim depois. Fiquei parado. —Claro... Fica tranquila... Mas você não devia se preocupar tanto com o que os outros pensam... Era compreensível ela pensar assim. Afinal, era viúva fazia só alguns meses. Percebi que ela tava meio estranha... Tinha ficado sem graça de eu ter visto ela daquele jeito. Sacou? Tipo, era algo novo. Mas também não era pra tanto. Pelo menos eu achava isso. —Bom... Já tomou café? —Já, já... Se quiser, eu começo... —Fica à vontade! Vai nessa! Com a companhia dela, fiz o serviço. Ficamos até quase o fim da tarde. Não deu tempo, nem espaço pra putaria. Além disso, senti que ver ela naquela biquíni minúscula mexeu um pouco com ela, hehe. Não quis criar mais clima estranho. No fim das contas, o que eu mais queria era continuar curtindo momentos com ela, então não ia foder com isso… Já eram umas 15h. Se eu disser que não imaginei aquela raba quase nua enquanto trabalhava, tô mentindo… O serviço ficou foda. Tinha que ver como a iluminação ficava à noite. Mas ela economizou uma boa grana com a minha mão de obra. Isso sem dúvida. — Gênio!! Quero que anoiteça logo pra ver como fica, haha — Haha, depois tira foto e me manda.. — Ué, não vai ficar pra ver sua obra? De novo ela me pedindo pra ficar. Adorava quando ela fazia isso… — Beleza... Se você quer... — Respondi me fazendo de bonzinho. — Claro... Tô te devendo um jantarão, pelo menos, hehe. — Ri, cúmplice. — Agora vou me jogar de cabeça na piscina, com sua permissão… — Fala sério… Eu também... Mas vou vestir algo adequado, haha. — Me veio uma ideia. — Entra assim mesmo, haha, vai se trocar por minha causa? — Assim como eu tô?? Haha — Com a sunga que já tá por baixo... — Ahh, claro… Quase pelada. — Ela riu, se divertindo. — Pelada… Meu Deus! — Provocando ela. — Cê tá confiante, hein, cara... haha. — Ela ria, incrédula com minha atitude. — Mmmm, já sei... — O quê? — Me olhou curiosa — Sabe que você é modelo... Ela me olhou com cara de “com o que esse cara vai aparecer agora…” — Siiim... Era... E daí? — Então... Entra na piscina do jeito que tava antes e é tipo um show que você tá fazendo e me paga assim… — Assim como? — Perguntou atônita. — Me deixando assistir, haha… — Ela me encarou. Fudeu, vou tomar um fora, pensei. — Posso te perguntar uma coisa? — Fala... — Espero que ela não tenha levado a mal. — Como é que você pensou nessa merda? — E caiu na risada, muito divertida. Uffa. Quase infartei… — Hehe… Acabei de inventar. — Tá na cara, Engenheiro… Mais elaboração na próxima, haha — Beleza, haha, vou tentar. Mais ou que olhava o chão. Pensava. Será que tava considerando? Hmm… Levantou a cabeça e me olhou. —Tá bom… Mas não me olha, hein… —Sério? pensei comigo. Excelente… Quando já tinha perdido as esperanças, ela disse sim! O dia não podia ser melhor… —Haha dale… Vou vestir o short. Fui me trocar. Pensei em como ia fazer pra olhar a bunda dela sem ela perceber. E sem perceber minha ereção garantida! Essa parada de fazer coisas no limite do pudor tava me dando um frio na barriga danado… Minha tia ter essa intimidade comigo era o máximo. Me fazia sentir, sei lá, incrível. Quando voltei, ela já tava na água. Caralho! Não podia ser mais gostosa… Vi a raba dela debaixo d’água, de costas. Um pouquinho, até ela perceber que eu tava entrando. Com os braços, ela se cobria um pouco. Tava vermelha, e não era só do sol. —Fica aí, você! — ela riu. —Haha nervosa, tia? —Faz o engraçadão mesmo… E mais respeito que sou sua tia… —Mas podia ser minha prima, melhor… — zoava ela pra provocar. Ela entrava na brincadeira. —Haha quase que eu trocava suas fraldas… —Ah, exagerada! haha —Você é um menino… Olhei pra ela com a cara do careca da múmia. Ela morreu de rir. —Tá, não é um moleque, mas sou sua tia… Pelo menos, legalmente haha —Minha tia gostosa!! — gritei e ri. Super ousado. —Como é que é??? — ela parou. Me olhou sem saber se ria ou me matava. —Claro haha Que outro cara tem uma tia tão jovem e bonitona? Absolutamente ninguém haha Ela não aguentou e se acabou de rir. —Cara… Vou te matar… Tia gostosa… Nossa… Ela ria de um jeito tão lindo… —Além disso… A gente tem quase a mesma idade… Ela me olhava como quem diz que eu tava certo. Mas não entendia minha confiança repentina. Quando ela se distraía, eu olhava pros peitos dela. Que vontade de lamber eles… Bem molhadinhos pela água, eram um tesão. —Bom… Acho que já refresquei o suficiente… Ela continuava se cobrindo os peitos com os braços. —Já?? —Sim… Além disso, tô com vergonha de ficar assim na sua frente… —Por mim, fica haha —Sim, sim… Tô vendo que você não tem Problema… Você é bem atrevido… Ela ria como se estivesse pensando. Eu também, tentando normalizar meu comportamento. -Haha mas o que tem de errado nisso?.- Ela ficou me observando. -Acho que nada… Como essas situações me deixavam! Indescritível o que eu sentia… -A água tá gostosa -É… Você tá com o pescoço todo vermelho…- Ela me disse -Não me liguei de passar filtro quando tava fazendo as coisas -Depois foda-se dermaglós -Ah, para!! -Bons esses abdominais, hein… -Haha viu… -Também não se acha o tal…- E ela riu -Hehe você também tem abdômen… Ela desceu a mão pra tocar neles e soltou um pouco os peitos. Que delícia… Cada centímetro quadrado daqueles peitos lindos era terrivelmente gostoso de olhar. A pele, lisa, brilhava de um jeito esplêndido. Ela viu que eu tava olhando. -O que você tá olhando? Se é que se pode saber… -Seus abdominais haha.- Falei rápido. -É, claro!.- Respondeu como quem diz “tava olhando pras minhas tetas, cara”. Ela riu e eu amei que ela fez isso. Só de pensar que ela considerou essa possibilidade. Ufff… Dava aquele toque especial de que a gente tava fazendo algo errado. Foda… Me deixava nas alturas… A gente conversou um pouco assim e ela se preparou pra sair. Não era de ficar muito tempo na água, pelo visto. Ela se cobria um pouco, me olhava. Deixava algo à mostra. Se cobria de novo. Eu também não olhei muito descarado. Já bastou aquele olhar que ela me deu pra eu viajar o tempo todo. Será que ela realmente pensou que eu tava olhando pras tetas dela? Senti um aperto no estômago… Com menos vergonha já, andando de costas, ela saiu. Vi a bunda dela nua de novo. Era incrível. Te deixava duro, pra caralho. Ainda por cima, nem se cobriu. Isso sim me pareceu estranho. Ela se virou se secando e tratou como normal que eu tava vendo. Como se nada, me disse que ia preparar um lanche. O tesão tomou conta de novo… Passou da vergonha extrema pra não falar nada em questão de uma tarde. Ou talvez por causa do reflexo do sol, ela não me viu. Pode ser. Mas tomara que continuasse assim. Ela andou rebolando igual uma deusa. até entrar na casa. Devorei ela com os olhos. Como aquela bunda balançava pros lados a cada passo, era uma atração fatal. Daí a pouco saí eu também e fui pra dentro. Mas antes de entrar, fiquei numa das janelas, de lado, porque vi outra cena linda. A Tanya estava lá, ainda de biquíni, tirando uma selfie de cima, com o cabelo solto. Fazendo biquinho de pato. Que inferno que era… Mentiria se dissesse que não gravei ela na minha mente… Gostosa…
Claramente, não ia postar isso nas redes sociais dela. Será que era pra alguém? Melhor não pensar nisso. Aqueles peitos… Uma verdadeira femme fatale. Fiquei observando enquanto ela tirava as fotos. Dava vontade de tirar uma foto também, mas não tinha o celular à mão. Além disso, já tinha gravado aquela imagem na minha cabeça. Depois, ela foi pro lado do quarto dela e eu entrei. Com o pau duro que nem ferro quente, também me preparei pra me vestir. Doeu um pouco fazer isso, hehe. Ajeitei meu ganso inchado pro lado, do jeito que deu. Pra ser sincero, tava muito excitado… Minutos depois, já trocados, fomos lanchar. Ela vestiu uma roupa de ficar em casa e prendeu o cabelo de novo num coque. Enquanto comíamos, ela disse:— Fazia tempo que alguém não me via assim…
Gostei do rumo que a conversa tomou.
— Assim como? — Me fiz de sonso.
— Tipo na piscina, bobo, hahaha.
— Ahh, hahaha, sério?
— Sim… — Falou meio sem jeito.
— Mas você também não tava nua, Taz-Tanya… — Dei risada, como se nada.
— Ai, neném! Hahaha.
— E sim, hahaha. Me fiz de besta como ninguém.
— Mas…
— Você tem uma rabeta do caralho, por que não deixar ela brilhar?
— Epa, epa, hahaha! — Ela arregalou os olhos.
— Beeeem… Só tô falando.
— Ah, é? Cê acha mesmo? — Fez uma careta de satisfação. Aquilo me deixou louco.
— Sim… — Criei coragem pra falar.
— Quando tô sozinha é uma coisa… Não tenho problema.
— Bom, mas é normal, ué… Não é nada demais.
— Sei lá… É o costume de tantos anos…
Eu entendia ela. Mas ainda assim não entendia o bronzeado uniforme que ela tinha. Não tinha partes brancas.
— Mas… Não, deixa pra lá. — Parei. Não quis continuar.
— O quê? Fala!
— Hahaha, não, nada, era uma besteira.
— Então fala. — Ela continuou curiosa.
— Não é que eu tenha visto muito… Mas não dava pra ver partes brancas, tipo as marcas do biquíni, digamos… — Falei com uma cara de pau imensa.
Ela sorriu de um jeito safado e olhou pro lado. Meu Deus…
— Hahaha.
— O quê? Hahaha.
— Nada, não… — Fez uma cara de quem escondia algo.
— Agora fala você! Hahaha.
— É que às vezes… Não, não posso te contar isso… — Parou. —O quê?
Já sabia onde aquilo ia dar e tava ficando louco. Será que eu tava sonhando? Apaguei em algum momento?
—Nada, cara... Pra que falei! Droga, droga haha
—Aaaah, já sei onde isso vai dar... — falei, todo confiante. Olhei pra ela e ri.
—O que cê tá pensando? — ela me encarou.
As sardas no rosto dela apareciam de um jeito lindo.
—Você pegou sol em... né?
O rosto dela ficou vermelho profundo. Intenso. Vulcânico... Acho que exagerei na pergunta. Ou melhor, na afirmação, ha... Ela não falou nada. Só me olhava, tentando achar a resposta certa. Abriu os olhos feito uma puta e respondeu:
Me segue no hiphop911ok e descobre como continua...
1 comentários - Minha tia novinha gostosa