Agora sim, como eu disse no post anterior, a universidade foi um ponto de virada fundamental na minha história.
O primeiro ano de estudo foi turbulento, eu viajava muito da minha cidade para uma das principais cidades da Argentina para cursar as matérias, e isso me desgastava pra caralho. Não eram tantas horas de viagem, mas meu corpo tava sofrendo com todo o estresse das mudanças de vida, poucas horas de sono, pressão pra ir bem nas provas e ter que ficar indo e voltando de casa direto.
A situação ficou caótica, e no segundo ano tive a sorte de uma família amiga me oferecer um lugar pra ficar durante a semana, pra eu não precisar viajar e aliviar toda essa bagunça. Foi assim que me mudei: de segunda a sexta eu morava na cidade, e nos fins de semana voltava pra casa. Aguentei isso o máximo que pude, mas não durou muito, porque sábado e domingo eu precisava de sossego pra preparar exames e trabalhos. Isso acabou fazendo com que eu praticamente não voltasse mais pra casa e vivesse quase sempre na cidade. A família que me abrigava tinha uma particularidade: os filhos já não moravam mais lá, e nos sábados e domingos eles trabalhavam algumas horas, então eu ficava sozinho por um bom tempo, que eu aproveitava pra "estudar". Coloco entre aspas porque claramente isso não durou nada, e aquelas horas de solidão passaram de momento de estudo pra um momento de intimidade total.
Então, o que eu fazia nessas horas sozinho? Bom, por um tempo eu repetia em loop as punhetas dos relatos anteriores, mas a sensação de tédio e vazio apareceu de novo. Dessa vez, eu queria ter um contato real com pessoas, já que as modelos dos sites que eu frequentava claramente não tinham nenhum tipo de troca comigo, a menos que eu pagasse por um show (coisa totalmente impossível, porque eu era um estudante que não trabalhava). Foi aí que entrei no Poringa e comecei a comentar em posts com a esperança de que alguma mulher me respondesse um oi e assim engatar sei lá o quê. Não tive sucesso.
Então, num ato desesperado, comecei a postar fotos minhas, tipo… do meu pau, com o objetivo de perder o medo de mostrar minhas partes nobres e também chamar a atenção de alguém. Pra minha surpresa, sempre recebi elogios bem legais nos posts e mensagens que me subiam a autoestima. Realmente percebi que a página tava cheia de punheteiros e punheteiras como eu, mas que comentavam sempre na boa e me escreviam pra me elogiar.
Entre essas mensagens que recebi, estava a da Natalia, uma cordobesa de 38 anos que, segundo ela, tava louca pelo meu pau e corpo. Um detalhe é que, entre tantas mensagens, ela me confessou ser ainda virgem.
Com toda sinceridade, a Nati não tinha nada que me agradasse, não era especialmente bonita, não tinha um corpo que me excitava nem uma bunda que valesse muito a pena. Mas tinha a grande vantagem de compensar tudo isso com uma atitude espetacular, que me fazia esquecer de querer ficar com garotas transexuais. Por um tempo, voltei a ser o típico macho hétero que tava de olho numa dama. Com o tempo, engatei uma relação fluida com ela e tudo acabou num acordo pra nos vermos num sábado por cam e finalmente concretizar.
Levem em conta que eu ainda não tinha tido minha primeira relação sexual, minhas trocas com mulheres eram praticamente nulas e só tinha dado uns beijos numa balada que foram uma experiência pouco gratificante, que nem vale a pena detalhar. Ou seja, tava totalmente assustado porque ia me masturbar ao vivo e a cores pela primeira vez com uma mulher. Bom, a questão é que chegou o bendito sábado, trocamos mensagens pra combinar o horário e nos conectamos pelo que na época se chamava Hangouts. Passo a narrar o momento:
- Oi Valen, como você tá? Que legal te conhecer – a Nati abriu assim que apareci na tela, com um sorrisinho que mal se Já que ambos estávamos com a câmera focada do nariz pra baixo.
- Oi, Nati! Finalmente a gente pode se ver, tava morrendo de vontade de te conhecer também – falei com a voz claramente nervosa e trêmula.
- Ah, que sorte, não sabia se ia ficar só nas mensagens ou se você tava me enrolando. Era difícil acreditar que um cara como você sentisse algo por mim.
- Um cara como eu? E jamais faria você perder tempo, não é meu estilo.
- Sei, não sei. Você é bem mais novo que eu, tá em boa forma e eu não tenho nada a ver com isso.
Vale dizer que, embora eu tenha dito na primeira parte que era super magro, aos meus 19 anos tava em boa forma física, treinava 4 vezes por semana, tinha o tanquinho marcado e os peitorais levemente definidos. E a meu favor, sempre tive as veias dos braços, antebraços, da pica, das pernas, etc., bem aparentes. Algo que até hoje mantenho e que acho que me dá uma certa estética fit.
- Mas Nati, tudo que a gente conversou, você acha que inventei? Tava falando sério sobre te ver e, bom... já sabe que a gente também vai matar a vontade – num ato heroico, tentei acelerar e tomar as rédeas.
- Então não vamos enrolar mais, porque eu também tô morrendo de vontade – nesse momento ela se inclinou na câmera pra me dizer e eu pude ver como a camiseta dela deixava o peito à mostra, dando pra observar a lingerie que ela tava usando. Não era nada especial, pra minha decepção, na hora senti que ela tava em casa à toa e não tinha se esforçado muito.
- Exato, não vamos perder tempo que os dois tão na correria.
Nati morava com os pais, supostamente, e sempre tava procurando um cantinho pra fazer as coisas dela, mas na pressa, e eu mais ou menos igual, tinha que tentar fazer tudo em algumas horas, inclusive estudar se possível pra matar a culpa.
- Você tá sozinho?
- Não, tô com você. E quero saber uma coisa...
- Ah, que pegador. Fala, o que você quer saber?
- Você gosta de branco?
- Hã? Sei lá, por quê?
- Você Perguntei por que você tava com camiseta branca e sutiã branco, e fiquei na dúvida se a calcinha também era da mesma cor
- Não sabia que você era tão bisbilhoteiro, vai, me diz aí se é branca ou não…
Naquele momento, eu tava vendo pela primeira vez uma mulher se despir pra mim. Repito, essa mina não tinha nada que fisicamente me agradasse. Quando vi ela pelada, confirmei que tava um pouco acima do peso e duvidei da tal virgindade dela, porque notei uma cicatriz que, pra mim, parecia de cesárea, mas eu não era ninguém pra julgar o corpo dela e muito menos pra falar algo. Se tem uma coisa que aprendi em casa é respeitar as mulheres e, no geral, nunca falar nada que ofenda os outros.
Mesmo assim, senti que tava ficando excitado pra caralho e, sem nem me tocar, senti aquela pontada que mostrava que meu corpo tava reagindo de repente a um estímulo.
Nati tirou a roupa e ficou só de lingerie. Tava usando um sutiã normal e uma calcinha branca, nada muito insinuante.
- Uff, que linda que fica em você, e melhor ainda é como seus peitos se marcam, e nem falo dessa buceta que tá comendo o pano.
- Tá gostando, moleque? O que você quer fazer? Chupar meus peitos? Passar a mão na minha buceta?
- Nessa ordem, e depois você já sabe, te dar o pau.
- É? Mostra o pau pra mim, tira a cueca que quero ver o pau que vem me esquentando há dias.
Aí tirei a cueca como pude (tava numa situação desconfortável, sentado com as pernas abertas, desviando de um notebook que usava como webcam e teclado, e um monitor velho de tubo que servia de tela pra ver minha parceira) e meu pau ficou totalmente duro na frente da câmera. Senti uma vergonha por causa das inseguranças que já falei, e também uma excitação.
- Ai, cara, que pau gostoso que você tem, que vontade de estar aí e passar a língua inteira ao longo do tronco.
- Quero que você chupe ele todo, que não deixe um centímetro de pau descoberto e passe a língua inteira. pela cabeça da pica assim você prova o quanto ela tá molhada – nesse instante minha pica já tava cuspindo litros de líquido pré-seminal, ajudada pelo fato de que desde o minuto zero eu me masturbava sem parar.
- Uf Valen, me deixa com muito tesão – foi aí que minha colega se soltou e começou a passar a mão nos peitos e usa a palavra: buceta
- Nati, não me faz querer mais, quero te ver pelada e você se tocar bem nos peitos e esfregar o clitóris igual uma louca, e escuta isso: quero que você geme muito, foda-se se seus pais te ouvirem. Quero que eles saibam que a filha deles tá sendo comida por um cara que tem metade da idade dela
- Ahhh filha da puta, você é um cuzão, vai me fazer passar por uma puta
- Você não é puta, tá prestes a descobrir que é uma puta danada, disposta a mostrar pra um desconhecido como você se masturba
Isso que eu falei de alguma forma acendeu a libido dela ao máximo porque ela começou a esfregar o clitóris como se não houvesse amanhã. Com a mão direita fazia movimentos circulares desenfreados, com a esquerda apertava e torcia os mamilos enquanto gritava muito e repetia meu nome uma e outra vez. Era tanto desespero que ela se descuidou e mostrou parte do rosto no momento em que gozou.
- Ahh Valen, que cara de merda que você é, olha o que me faz fazer
- Cala a boca, Cordobesa, que você adora, seus dedos estão escorrendo e minha pica tá chorando de tanto aperto que tô dando
- Você vai me comer?
- Você já sabe a resposta
- Mas olha que sou virgem, vai doer?
- Se eu disser que não, tô mentindo. Mas vou cuidar de você e se precisar parar, a gente para
- Que lindo você cuidar de mim assim… vai me dar o gozo também?
- Tudo, até a última gota vai ficar dentro da sua buceta
- Você vai me engravidar, idiota! Mas adoraria… mesmo assim, antes de gozar, você tem que me dar uma chupada foda
- Não me importo se te engravidar, sou seu homem e quero que na sua primeira vez fique minha marca dentro de você. E usa a palavra: buceta, não sabe a vontade que Tenho que passar a língua toda, sentir seu cheiro e gosto, mas vou te dizer uma coisa… por que chupar antes e não depois?
- Como assim????
Aqui eu me arrisquei, se não podia mamar porra de uma transexual, queria provar a minha escorrendo de uma buceta. Óbvio que era tudo fictício, uma brincadeira, mas eu gostava de imaginar.
- Acha que eu não teria coragem? Nada mais gostoso do que passar a língua depois de gozar dentro de você e te dar um beijo de língua, pra sentirmos nossos sabores..
- Degenerado do caralho – e ela começou a esfregar o clitóris de novo, com o dobro da força
- Você adora, sua puta. Quero que você abra sua buceta e tente enfiar um dedo
- Sabe que não consigo…
- Consegue sim, só um pouquinho. Me dá esse prazer, não precisa ir fundo se não estiver segura ou confortável.
Nessa altura, meu pau pulsava, babava umidade pra todo lado e explodia de porra. Já fazia um bom tempo que eu fazia a mímica de bater punheta ou de subir e descer sem apertar muito, porque tava a ponto de gozar e não podia passar vergonha. Sinceramente, depois de 3 minutos do começo eu já tava pronto, mas tinha que segurar a onda da minha parceira, que tava botando toda a atitude do mundo.
No momento em que pedi pra ela enfiar um dedo, ela abriu ainda mais as pernas e separou com raiva os lábios da buceta, como quem diz: é toda sua, olha como eu abro pra você vir e fazer o que quiser.
A Nati tinha uma buceta super pequenininha, dava até ternura, e tava bem depilada, o que somava pontos. Ela aproximou a câmera e me mostrou o buraco dela. Ali sim parecia totalmente fechado, e minhas dúvidas sobre a veracidade da virgindade dela balançaram de novo.
Ela apoiou o dedo no buraco e avançou não mais que 2 centímetros, e começou a gemer como uma louca.
- Abre bem esses lábios pra eu meter o pau em você, Nati. Vou te fazer mulher e você vai me sentir tão dentro de você que não vai querer que eu saia nunca
- Ai, cara, me come, me dá bem forte e me enche de porra
Por causa de toda essa situação, eu inconscientemente comecei a bater uma bem forte de novo (não sei como, se já não aguentava mais)
- Boludo, solta um pouco a pica, não dá pra ficar batendo punheta o tempo todo. Deixa eu olhar pra ela sem a sua mão atrapalhar.
Parei o movimento, levei as mãos pros lados e deixei minha pica toda dura pra minha companheira admirar. Lembro que sentia ela pulsando e se mexendo com uns pequenos espasmos.
- Uau, olha essa pica, como tá dura e como se inclina pro lado. Certeza que quando você me comer, vou sentir sua cabeça roçando num dos lados da minha buceta
- O que você vai sentir é a porra escorrendo – já não sabia mais como apressar pra gozar porque não aguentava mais
- Vai me dar a porra, cara? Quero tomar tudo
- Vou me ajeitar assim pra você ver toda a porra que eu tiro por você
Deitei na horizontal, pra que a porra que espirrasse no meu púbis não sujasse nada. Disfarçadamente peguei uns guardanapos e comecei a bater duro de novo
- Isso, lindo, bate bem rápido e forte assim pra soltar toda a porra pra mim
- Você se toca a buceta, puta, e aperta bem os peitos que isso me adora
- Mal-educado que você é, cara
- Mas você adora, puta
- Sim... mas vou ter que te ensinar modos
- Já tô quase lá, é tudo pra você, Nati. Cada gota que eu gozar é por você e pra você
- Me dá, filho da puta, não me faz esperar mais
- Ahhhhh, toma tudo
Na hora, gozei quantidades inimagináveis. Nunca tinha tirado tanto e com tanta força. Uns jorros caíram no meu púbis, mas outros foram pro meu peito e queixo.
Rapidamente tentei me levantar limpando o que dava, principalmente o que tinha escorrido perto da minha boca, que pra minha surpresa não gostei tanto.
Já sentado de novo, fiquei de frente pra câmera e percebi minha pica murchando, o que me encheu de vergonha porque se dura é pequena, imagina mole. Num lampejo de timidez, coloquei a mão disfarçadamente tapando ela
- Que linda quantidade de porra que você gozou, mano
- Nem eu acredito, nunca tinha gozado assim
- Me surpreendi como os jatos iam pra todo lado, me deixou com muito tesão
- Demais, eu também fiquei surpreso, mas não deveria me espantar já que você me deixou com muito tesão
- Que lindo o que você tá me dizendo, nunca tinha ouvido isso!
Naquele instante, Nati se inclina sobre a câmera como se fosse olhar mais de perto e me diz:
- Tira a mão, por favor, quero ver sua piroca dormindo. Isso me dá muito tesão e nunca vi num homem como é o pau sem uma ereção
- Claro, tudo que você quiser – de má vontade, tirei a mão e deixei meu pau exposto, já no estado flácido, mas não totalmente retraído. Alguns fios e gotas de sêmen ainda brotavam e caíam sobre uma das minhas coxas
- Que delícia, por favor, é muito lindo poder conhecer como é um pau no estado normal
- Tenho certeza que se você estivesse aqui, ele não ficaria nesse estado por muito tempo e, de quebra, você me ajudaria a terminar de limpar a porra que ainda tá saindo
- Claramente, eu te pouparia o gasto de lenços e usaria toda minha linguinha pra te deixar bem limpinho…
O que acontece depois desse diálogo são só generalidades, basicamente a gente tentou dar um fim ao nosso encontro e ficou por isso. Não foi a única vez que a gente se “viu”, várias vezes nos encontramos pela webcam e repetíamos toda a cena com um pouco mais de desenvoltura porque já nos conhecíamos.
Depois de um tempo conversando muito pelo telegram (quase todo dia) e webcam, as coisas foram esfriando até que paramos de nos falar. Da minha parte, decidi não continuar porque Nati tinha começado a ter algumas atitudes ou comentários que não gostava, ou outras questões que não vêm ao caso mencionar porque não dá.
Assim, coloquei um fim numa fase em que tinha uma parceira fixa pra poder aliviar e, de novo, me encontrava à deriva.
Sei que antes eu disse que minha época de faculdade foi um ponto de virada, vocês devem pensar que esses Os encontros com a Nati foram o que geraram uma mudança, mas não… ainda falta, isso é longo, muito longo, e não quero perder nenhum detalhe pra vocês conseguirem acompanhar toda a linha do tempo e os acontecimentos ao pé da letra.
E como sempre, termino esse post situando vocês no tempo e no espaço. O que foi narrado antes aconteceu desde o meio do meu segundo ano de faculdade até o começo do terceiro. Já estamos chegando mais perto dos momentos e situações que dão origem ao título dessa história.
O primeiro ano de estudo foi turbulento, eu viajava muito da minha cidade para uma das principais cidades da Argentina para cursar as matérias, e isso me desgastava pra caralho. Não eram tantas horas de viagem, mas meu corpo tava sofrendo com todo o estresse das mudanças de vida, poucas horas de sono, pressão pra ir bem nas provas e ter que ficar indo e voltando de casa direto.
A situação ficou caótica, e no segundo ano tive a sorte de uma família amiga me oferecer um lugar pra ficar durante a semana, pra eu não precisar viajar e aliviar toda essa bagunça. Foi assim que me mudei: de segunda a sexta eu morava na cidade, e nos fins de semana voltava pra casa. Aguentei isso o máximo que pude, mas não durou muito, porque sábado e domingo eu precisava de sossego pra preparar exames e trabalhos. Isso acabou fazendo com que eu praticamente não voltasse mais pra casa e vivesse quase sempre na cidade. A família que me abrigava tinha uma particularidade: os filhos já não moravam mais lá, e nos sábados e domingos eles trabalhavam algumas horas, então eu ficava sozinho por um bom tempo, que eu aproveitava pra "estudar". Coloco entre aspas porque claramente isso não durou nada, e aquelas horas de solidão passaram de momento de estudo pra um momento de intimidade total.
Então, o que eu fazia nessas horas sozinho? Bom, por um tempo eu repetia em loop as punhetas dos relatos anteriores, mas a sensação de tédio e vazio apareceu de novo. Dessa vez, eu queria ter um contato real com pessoas, já que as modelos dos sites que eu frequentava claramente não tinham nenhum tipo de troca comigo, a menos que eu pagasse por um show (coisa totalmente impossível, porque eu era um estudante que não trabalhava). Foi aí que entrei no Poringa e comecei a comentar em posts com a esperança de que alguma mulher me respondesse um oi e assim engatar sei lá o quê. Não tive sucesso.
Então, num ato desesperado, comecei a postar fotos minhas, tipo… do meu pau, com o objetivo de perder o medo de mostrar minhas partes nobres e também chamar a atenção de alguém. Pra minha surpresa, sempre recebi elogios bem legais nos posts e mensagens que me subiam a autoestima. Realmente percebi que a página tava cheia de punheteiros e punheteiras como eu, mas que comentavam sempre na boa e me escreviam pra me elogiar.
Entre essas mensagens que recebi, estava a da Natalia, uma cordobesa de 38 anos que, segundo ela, tava louca pelo meu pau e corpo. Um detalhe é que, entre tantas mensagens, ela me confessou ser ainda virgem.
Com toda sinceridade, a Nati não tinha nada que me agradasse, não era especialmente bonita, não tinha um corpo que me excitava nem uma bunda que valesse muito a pena. Mas tinha a grande vantagem de compensar tudo isso com uma atitude espetacular, que me fazia esquecer de querer ficar com garotas transexuais. Por um tempo, voltei a ser o típico macho hétero que tava de olho numa dama. Com o tempo, engatei uma relação fluida com ela e tudo acabou num acordo pra nos vermos num sábado por cam e finalmente concretizar.
Levem em conta que eu ainda não tinha tido minha primeira relação sexual, minhas trocas com mulheres eram praticamente nulas e só tinha dado uns beijos numa balada que foram uma experiência pouco gratificante, que nem vale a pena detalhar. Ou seja, tava totalmente assustado porque ia me masturbar ao vivo e a cores pela primeira vez com uma mulher. Bom, a questão é que chegou o bendito sábado, trocamos mensagens pra combinar o horário e nos conectamos pelo que na época se chamava Hangouts. Passo a narrar o momento:
- Oi Valen, como você tá? Que legal te conhecer – a Nati abriu assim que apareci na tela, com um sorrisinho que mal se Já que ambos estávamos com a câmera focada do nariz pra baixo.
- Oi, Nati! Finalmente a gente pode se ver, tava morrendo de vontade de te conhecer também – falei com a voz claramente nervosa e trêmula.
- Ah, que sorte, não sabia se ia ficar só nas mensagens ou se você tava me enrolando. Era difícil acreditar que um cara como você sentisse algo por mim.
- Um cara como eu? E jamais faria você perder tempo, não é meu estilo.
- Sei, não sei. Você é bem mais novo que eu, tá em boa forma e eu não tenho nada a ver com isso.
Vale dizer que, embora eu tenha dito na primeira parte que era super magro, aos meus 19 anos tava em boa forma física, treinava 4 vezes por semana, tinha o tanquinho marcado e os peitorais levemente definidos. E a meu favor, sempre tive as veias dos braços, antebraços, da pica, das pernas, etc., bem aparentes. Algo que até hoje mantenho e que acho que me dá uma certa estética fit.
- Mas Nati, tudo que a gente conversou, você acha que inventei? Tava falando sério sobre te ver e, bom... já sabe que a gente também vai matar a vontade – num ato heroico, tentei acelerar e tomar as rédeas.
- Então não vamos enrolar mais, porque eu também tô morrendo de vontade – nesse momento ela se inclinou na câmera pra me dizer e eu pude ver como a camiseta dela deixava o peito à mostra, dando pra observar a lingerie que ela tava usando. Não era nada especial, pra minha decepção, na hora senti que ela tava em casa à toa e não tinha se esforçado muito.
- Exato, não vamos perder tempo que os dois tão na correria.
Nati morava com os pais, supostamente, e sempre tava procurando um cantinho pra fazer as coisas dela, mas na pressa, e eu mais ou menos igual, tinha que tentar fazer tudo em algumas horas, inclusive estudar se possível pra matar a culpa.
- Você tá sozinho?
- Não, tô com você. E quero saber uma coisa...
- Ah, que pegador. Fala, o que você quer saber?
- Você gosta de branco?
- Hã? Sei lá, por quê?
- Você Perguntei por que você tava com camiseta branca e sutiã branco, e fiquei na dúvida se a calcinha também era da mesma cor
- Não sabia que você era tão bisbilhoteiro, vai, me diz aí se é branca ou não…
Naquele momento, eu tava vendo pela primeira vez uma mulher se despir pra mim. Repito, essa mina não tinha nada que fisicamente me agradasse. Quando vi ela pelada, confirmei que tava um pouco acima do peso e duvidei da tal virgindade dela, porque notei uma cicatriz que, pra mim, parecia de cesárea, mas eu não era ninguém pra julgar o corpo dela e muito menos pra falar algo. Se tem uma coisa que aprendi em casa é respeitar as mulheres e, no geral, nunca falar nada que ofenda os outros.
Mesmo assim, senti que tava ficando excitado pra caralho e, sem nem me tocar, senti aquela pontada que mostrava que meu corpo tava reagindo de repente a um estímulo.
Nati tirou a roupa e ficou só de lingerie. Tava usando um sutiã normal e uma calcinha branca, nada muito insinuante.
- Uff, que linda que fica em você, e melhor ainda é como seus peitos se marcam, e nem falo dessa buceta que tá comendo o pano.
- Tá gostando, moleque? O que você quer fazer? Chupar meus peitos? Passar a mão na minha buceta?
- Nessa ordem, e depois você já sabe, te dar o pau.
- É? Mostra o pau pra mim, tira a cueca que quero ver o pau que vem me esquentando há dias.
Aí tirei a cueca como pude (tava numa situação desconfortável, sentado com as pernas abertas, desviando de um notebook que usava como webcam e teclado, e um monitor velho de tubo que servia de tela pra ver minha parceira) e meu pau ficou totalmente duro na frente da câmera. Senti uma vergonha por causa das inseguranças que já falei, e também uma excitação.
- Ai, cara, que pau gostoso que você tem, que vontade de estar aí e passar a língua inteira ao longo do tronco.
- Quero que você chupe ele todo, que não deixe um centímetro de pau descoberto e passe a língua inteira. pela cabeça da pica assim você prova o quanto ela tá molhada – nesse instante minha pica já tava cuspindo litros de líquido pré-seminal, ajudada pelo fato de que desde o minuto zero eu me masturbava sem parar.
- Uf Valen, me deixa com muito tesão – foi aí que minha colega se soltou e começou a passar a mão nos peitos e usa a palavra: buceta
- Nati, não me faz querer mais, quero te ver pelada e você se tocar bem nos peitos e esfregar o clitóris igual uma louca, e escuta isso: quero que você geme muito, foda-se se seus pais te ouvirem. Quero que eles saibam que a filha deles tá sendo comida por um cara que tem metade da idade dela
- Ahhh filha da puta, você é um cuzão, vai me fazer passar por uma puta
- Você não é puta, tá prestes a descobrir que é uma puta danada, disposta a mostrar pra um desconhecido como você se masturba
Isso que eu falei de alguma forma acendeu a libido dela ao máximo porque ela começou a esfregar o clitóris como se não houvesse amanhã. Com a mão direita fazia movimentos circulares desenfreados, com a esquerda apertava e torcia os mamilos enquanto gritava muito e repetia meu nome uma e outra vez. Era tanto desespero que ela se descuidou e mostrou parte do rosto no momento em que gozou.
- Ahh Valen, que cara de merda que você é, olha o que me faz fazer
- Cala a boca, Cordobesa, que você adora, seus dedos estão escorrendo e minha pica tá chorando de tanto aperto que tô dando
- Você vai me comer?
- Você já sabe a resposta
- Mas olha que sou virgem, vai doer?
- Se eu disser que não, tô mentindo. Mas vou cuidar de você e se precisar parar, a gente para
- Que lindo você cuidar de mim assim… vai me dar o gozo também?
- Tudo, até a última gota vai ficar dentro da sua buceta
- Você vai me engravidar, idiota! Mas adoraria… mesmo assim, antes de gozar, você tem que me dar uma chupada foda
- Não me importo se te engravidar, sou seu homem e quero que na sua primeira vez fique minha marca dentro de você. E usa a palavra: buceta, não sabe a vontade que Tenho que passar a língua toda, sentir seu cheiro e gosto, mas vou te dizer uma coisa… por que chupar antes e não depois?
- Como assim????
Aqui eu me arrisquei, se não podia mamar porra de uma transexual, queria provar a minha escorrendo de uma buceta. Óbvio que era tudo fictício, uma brincadeira, mas eu gostava de imaginar.
- Acha que eu não teria coragem? Nada mais gostoso do que passar a língua depois de gozar dentro de você e te dar um beijo de língua, pra sentirmos nossos sabores..
- Degenerado do caralho – e ela começou a esfregar o clitóris de novo, com o dobro da força
- Você adora, sua puta. Quero que você abra sua buceta e tente enfiar um dedo
- Sabe que não consigo…
- Consegue sim, só um pouquinho. Me dá esse prazer, não precisa ir fundo se não estiver segura ou confortável.
Nessa altura, meu pau pulsava, babava umidade pra todo lado e explodia de porra. Já fazia um bom tempo que eu fazia a mímica de bater punheta ou de subir e descer sem apertar muito, porque tava a ponto de gozar e não podia passar vergonha. Sinceramente, depois de 3 minutos do começo eu já tava pronto, mas tinha que segurar a onda da minha parceira, que tava botando toda a atitude do mundo.
No momento em que pedi pra ela enfiar um dedo, ela abriu ainda mais as pernas e separou com raiva os lábios da buceta, como quem diz: é toda sua, olha como eu abro pra você vir e fazer o que quiser.
A Nati tinha uma buceta super pequenininha, dava até ternura, e tava bem depilada, o que somava pontos. Ela aproximou a câmera e me mostrou o buraco dela. Ali sim parecia totalmente fechado, e minhas dúvidas sobre a veracidade da virgindade dela balançaram de novo.
Ela apoiou o dedo no buraco e avançou não mais que 2 centímetros, e começou a gemer como uma louca.
- Abre bem esses lábios pra eu meter o pau em você, Nati. Vou te fazer mulher e você vai me sentir tão dentro de você que não vai querer que eu saia nunca
- Ai, cara, me come, me dá bem forte e me enche de porra
Por causa de toda essa situação, eu inconscientemente comecei a bater uma bem forte de novo (não sei como, se já não aguentava mais)
- Boludo, solta um pouco a pica, não dá pra ficar batendo punheta o tempo todo. Deixa eu olhar pra ela sem a sua mão atrapalhar.
Parei o movimento, levei as mãos pros lados e deixei minha pica toda dura pra minha companheira admirar. Lembro que sentia ela pulsando e se mexendo com uns pequenos espasmos.
- Uau, olha essa pica, como tá dura e como se inclina pro lado. Certeza que quando você me comer, vou sentir sua cabeça roçando num dos lados da minha buceta
- O que você vai sentir é a porra escorrendo – já não sabia mais como apressar pra gozar porque não aguentava mais
- Vai me dar a porra, cara? Quero tomar tudo
- Vou me ajeitar assim pra você ver toda a porra que eu tiro por você
Deitei na horizontal, pra que a porra que espirrasse no meu púbis não sujasse nada. Disfarçadamente peguei uns guardanapos e comecei a bater duro de novo
- Isso, lindo, bate bem rápido e forte assim pra soltar toda a porra pra mim
- Você se toca a buceta, puta, e aperta bem os peitos que isso me adora
- Mal-educado que você é, cara
- Mas você adora, puta
- Sim... mas vou ter que te ensinar modos
- Já tô quase lá, é tudo pra você, Nati. Cada gota que eu gozar é por você e pra você
- Me dá, filho da puta, não me faz esperar mais
- Ahhhhh, toma tudo
Na hora, gozei quantidades inimagináveis. Nunca tinha tirado tanto e com tanta força. Uns jorros caíram no meu púbis, mas outros foram pro meu peito e queixo.
Rapidamente tentei me levantar limpando o que dava, principalmente o que tinha escorrido perto da minha boca, que pra minha surpresa não gostei tanto.
Já sentado de novo, fiquei de frente pra câmera e percebi minha pica murchando, o que me encheu de vergonha porque se dura é pequena, imagina mole. Num lampejo de timidez, coloquei a mão disfarçadamente tapando ela
- Que linda quantidade de porra que você gozou, mano
- Nem eu acredito, nunca tinha gozado assim
- Me surpreendi como os jatos iam pra todo lado, me deixou com muito tesão
- Demais, eu também fiquei surpreso, mas não deveria me espantar já que você me deixou com muito tesão
- Que lindo o que você tá me dizendo, nunca tinha ouvido isso!
Naquele instante, Nati se inclina sobre a câmera como se fosse olhar mais de perto e me diz:
- Tira a mão, por favor, quero ver sua piroca dormindo. Isso me dá muito tesão e nunca vi num homem como é o pau sem uma ereção
- Claro, tudo que você quiser – de má vontade, tirei a mão e deixei meu pau exposto, já no estado flácido, mas não totalmente retraído. Alguns fios e gotas de sêmen ainda brotavam e caíam sobre uma das minhas coxas
- Que delícia, por favor, é muito lindo poder conhecer como é um pau no estado normal
- Tenho certeza que se você estivesse aqui, ele não ficaria nesse estado por muito tempo e, de quebra, você me ajudaria a terminar de limpar a porra que ainda tá saindo
- Claramente, eu te pouparia o gasto de lenços e usaria toda minha linguinha pra te deixar bem limpinho…
O que acontece depois desse diálogo são só generalidades, basicamente a gente tentou dar um fim ao nosso encontro e ficou por isso. Não foi a única vez que a gente se “viu”, várias vezes nos encontramos pela webcam e repetíamos toda a cena com um pouco mais de desenvoltura porque já nos conhecíamos.
Depois de um tempo conversando muito pelo telegram (quase todo dia) e webcam, as coisas foram esfriando até que paramos de nos falar. Da minha parte, decidi não continuar porque Nati tinha começado a ter algumas atitudes ou comentários que não gostava, ou outras questões que não vêm ao caso mencionar porque não dá.
Assim, coloquei um fim numa fase em que tinha uma parceira fixa pra poder aliviar e, de novo, me encontrava à deriva.
Sei que antes eu disse que minha época de faculdade foi um ponto de virada, vocês devem pensar que esses Os encontros com a Nati foram o que geraram uma mudança, mas não… ainda falta, isso é longo, muito longo, e não quero perder nenhum detalhe pra vocês conseguirem acompanhar toda a linha do tempo e os acontecimentos ao pé da letra.
E como sempre, termino esse post situando vocês no tempo e no espaço. O que foi narrado antes aconteceu desde o meio do meu segundo ano de faculdade até o começo do terceiro. Já estamos chegando mais perto dos momentos e situações que dão origem ao título dessa história.
1 comentários - Meu início como femboy/trap - Parte III