Fazia tempo que nossos olhares se cruzavam, uns beijos roubados e uns amassos, e a gente já tava no fogo. Naquele dia, marquei com ela num hotel, falei: "se veste bem gostosa, isso tem que ser inesquecível". Nós dois tava no tesão.
Ela se jogou em cima de mim e eu comecei a chupar aqueles peitos que tantas vezes imaginei sendo meus. Até hoje, só tinha apalpado eles umas duas vezes, mas agora estavam todos meus. Eu me agarrei neles com força, apertava, lambia e, de vez em quando, dava uma mordidinha suave. Minha língua fazia círculos naqueles bicos duros, apertava e chupava, fazendo um barulho bem gostoso. Ela gemia, pedindo mais.
Cheguei nesse prêmio, peguei a bucetinha dela com delicadeza, comecei a lamber suavemente pra cima e pra baixo. Depois abri aqueles lábios pra chegar no prêmio maior, aos poucos fui procurando aquele clitóris pra fazer ela feliz. Chupei aqueles sucos com calma, mas também com uma rapidez medida, via ela gemendo e tremendo, mordendo os lábios de prazer. Com as mãos, ela afastava os lábios pra facilitar meu trabalho.
Coloquei ela pra cavalgar em cima de mim, os movimentos dela rápidos, mas delicados pra cima e pra baixo, ela mexia a cintura com timidez, mas com vontade de aproveitar, rebolava suave em cima de mim.
Era uma expert, uma mestra, curtia de um jeito devagar mas forte ao mesmo tempo, tirava todo o meu potencial de forma calma, uma deusa do sexo escondida numa carinha de menina bobinha.
Coloquei ela de quatro, mas ela mesma se ajeitou com uma delicadeza, o movimento da cintura dela empurrava pra frente e pra trás, tinha um ritmo que contagiava. Mas eu tinha preparado um final espetacular.
Pra frente, pra trás, em círculos, mas suave, de um jeito que me deixava numa excitação constante, mas ela me controlava, dominava o jogo e eu deixava. Era um jeito de curtir devagar, igual quando você não quer que as férias acabem.
Uma rainha do sexo. Hoje, ela estava no meu poder, ou melhor, eu estava no dela. Ela sentava e se movia, mas sempre arrumava tempo pra me dar um olhar com aquela carinha de menina boazinha que não quebra um prato, uma carinha de sonsa, mas que era uma foxy insaciável na cama. Queria tirar tudo de mim. Dessa vez, eu deixaria, mas na próxima seria do meu jeito. Bom, até agora... porque eu teria que dar um fim nisso.
e então chegou minha vez, levantei mas enfiei meu pau na boquinha de menina bobinha dela até o fundo, e ela ajudou a empurrar, chupando tudo, empurrando até minhas bolas.
me presenteando com aquele olhar de menina doce, mas com uma pica na boca — a imagem de como a dignidade de uma menina recatada por fora hoje era uma puta que não tinha nada de diferente de uma atriz pornô, uma expert em sexo que se escondia entre nós.
faminta de sexo que engoliu até a última gota do meu gozo e a protagonista de muitos outros encontros.
Ela se jogou em cima de mim e eu comecei a chupar aqueles peitos que tantas vezes imaginei sendo meus. Até hoje, só tinha apalpado eles umas duas vezes, mas agora estavam todos meus. Eu me agarrei neles com força, apertava, lambia e, de vez em quando, dava uma mordidinha suave. Minha língua fazia círculos naqueles bicos duros, apertava e chupava, fazendo um barulho bem gostoso. Ela gemia, pedindo mais.
Cheguei nesse prêmio, peguei a bucetinha dela com delicadeza, comecei a lamber suavemente pra cima e pra baixo. Depois abri aqueles lábios pra chegar no prêmio maior, aos poucos fui procurando aquele clitóris pra fazer ela feliz. Chupei aqueles sucos com calma, mas também com uma rapidez medida, via ela gemendo e tremendo, mordendo os lábios de prazer. Com as mãos, ela afastava os lábios pra facilitar meu trabalho.
Coloquei ela pra cavalgar em cima de mim, os movimentos dela rápidos, mas delicados pra cima e pra baixo, ela mexia a cintura com timidez, mas com vontade de aproveitar, rebolava suave em cima de mim.
Era uma expert, uma mestra, curtia de um jeito devagar mas forte ao mesmo tempo, tirava todo o meu potencial de forma calma, uma deusa do sexo escondida numa carinha de menina bobinha.
Coloquei ela de quatro, mas ela mesma se ajeitou com uma delicadeza, o movimento da cintura dela empurrava pra frente e pra trás, tinha um ritmo que contagiava. Mas eu tinha preparado um final espetacular.
Pra frente, pra trás, em círculos, mas suave, de um jeito que me deixava numa excitação constante, mas ela me controlava, dominava o jogo e eu deixava. Era um jeito de curtir devagar, igual quando você não quer que as férias acabem.
Uma rainha do sexo. Hoje, ela estava no meu poder, ou melhor, eu estava no dela. Ela sentava e se movia, mas sempre arrumava tempo pra me dar um olhar com aquela carinha de menina boazinha que não quebra um prato, uma carinha de sonsa, mas que era uma foxy insaciável na cama. Queria tirar tudo de mim. Dessa vez, eu deixaria, mas na próxima seria do meu jeito. Bom, até agora... porque eu teria que dar um fim nisso.
e então chegou minha vez, levantei mas enfiei meu pau na boquinha de menina bobinha dela até o fundo, e ela ajudou a empurrar, chupando tudo, empurrando até minhas bolas.
me presenteando com aquele olhar de menina doce, mas com uma pica na boca — a imagem de como a dignidade de uma menina recatada por fora hoje era uma puta que não tinha nada de diferente de uma atriz pornô, uma expert em sexo que se escondia entre nós.
faminta de sexo que engoliu até a última gota do meu gozo e a protagonista de muitos outros encontros.
0 comentários - la mejor amiga de mi novia es mía