Relato da Carla 🖋 Parte 3

Relato da Carla 🖋 Parte 3
vadiaDepois que passaram os ardores da buceta, já recuperada minha pobrezinha e quente como uma puta no cio, voltei a vê-lo. Dessa vez, embora ainda doesse quando ele enfiava, tive o primeiro orgasmo com aquela pica gigante e gostosa, e nesse mesmo dia chupei a cabecinha dela e engoli boa parte da porra dele. Depois, em sessões de amor seguidas e sob a experiência de um fodedor como Rafael, fui aprendendo as artes do love em todas as versões possíveis. Minha buceta se adaptou totalmente ao monstro e, com o tempo, cheguei a ter ele inteiro dentro de mim. E, como é lógico, aprendi a enfiar um bom pedaço dessa rola na minha boca e, por longos períodos, me deliciava chupando, até ele gozar numa cachoeira de esperma que eu engolia com gosto. A língua dele era um elemento que ele usava com maestria total, e quando me lambia e chupava a buceta, meus orgasmos eram incontáveis.cogidaOutra história é quando ele enfiou no meu cu. Foi uma experiência que começamos com Rafael por iniciativa dele, já que ele dizia que era dono do meu corpo e que não ia deixar buraco sem preencher. Mas dessa vez eu levei na calma e adotava posições que me permitiam escapar quando a coisa ficava pesada. Levamos muito tempo preparando minha bunda, Rafael primeiro trabalhava com a língua, depois enfiava um dedo, massageava por um bom tempo, aí introduzia dois dedos sempre lubrificados com um creme bom pra não irritar, até que depois de um tempo ele conseguiu colocar quatro dedos bem fundo. Usávamos enemas quentes e abundantes pra ajudar a dilatar os esfíncteres, e por último Rafael me acostumou com um consolo de bom tamanho. Escolhemos um dia em que minha tia tinha que viajar pra uma cidade próxima e não voltaria até o início da noite, seguros de que ela chegaria tarde, já que o retorno dela era no único trem que passava naquele horário e linha específicos. Foi todo um ritual. Tomamos banho juntos, ele chupou minha buceta e eu correspondi com um boquete dos bons, mas sem fazer ele gozar. Queria guardar ele pra quando fosse arrombar meu cu nos meus recentes 19 anos. Depois, com a delicadeza de sempre, ele lubrificou bem fundo meu cu e eu fiz o mesmo com o monstro. A parada não me agradava muito porque o consolo que a gente tinha usado pra moldar meu cu era menor, tanto em comprimento quanto em grossura, que a pica do Rafael. Além disso, aquela cabeçona, enorme como um pêssego, não tinha sido representada em nada no nosso preparativo de amolecimento. De qualquer forma, eu tava muito tesuda e queria realizar todos meus desejos, ao mesmo tempo que tinha fixado na cabeça que tinha que superar minha tia Sofia na resistência, porque ela nunca tinha tolerado nem a pontinha da pica no cu. Ela tinha um pânico total nas vezes que vi ela apertada pelo Rafael pedindo a bunda dela. Continuando a história, Rafael me fez apoiada numa mesa; ele, de pé atrás, e eu com as pernas bem abertas. Esperava o momento da verdade. Ele esfregou primeiro o pau dele todinho na minha racha, o que aumentou ainda mais o meu tesão.Relatos eroticosEle me disse bem claramente pra eu relaxar e soltar os esfíncteres, fazendo força pra fora como se fosse no banheiro. Fechei minha mente pra qualquer outra coisa e me concentrei em deixar meu corpo todo mole, quando comecei a sentir a ponta do monstro empurrando minha bunda. Minha primeira reação foi me tensionar, mas lembrei dos conselhos do Rafael e relaxei de novo. E o pau dele começou a entrar. Senti como se meu cu tivesse rasgando, mas diferente de quando ele rompeu minha buceta, a dor não nublou meus sentidos, e embora no começo não fosse agradável, também não era totalmente desagradável. Com uma paciência infinita, bem delicadamente e bem devagar, Rafael foi enfiando e perguntando toda hora se tava doendo muito e que, se fosse o caso, se eu queria que ele tirasse. Como eu disse, o desconforto era tolerável e o pior era a vontade imensa de fazer cocô, então eu incentivei ele a continuar, devagar e com pausas longas cheias de carícias nos meus peitos e na minha buceta. Sentia com todos os detalhes como aquele pau lindo escorregava dentro de mim, e quando percebi perfeitamente o volume da cabeça deslizando pelo meu intestino até no menor movimento, uma sensação gostosa de prazer subiu pelas minhas costas e me senti completa, tensa mas feliz, e sem ainda nenhum sinal de orgasmo, levei uma mão pra ver quanto tinha entrado, descobrindo que ainda faltava mais da metade pra enfiar. Naquele momento, primeiro pensei que pelo que faltava entrar eu ia sofrer, mas depois mudei de ideia ao pensar que com tudo que ainda ia entrar, meu prazer ia ser ainda maior. Desde que ele começou a meter, deviam ter passado uns 30 minutos e alguns reflexos de prazer gostoso, impossíveis de descrever, começavam a chegar no meu cu. Por isso pedi pro Rafael acelerar um pouco o processo, que eu tava ansiosa pra ver quanto prazer eu conseguia. Ele perguntou se eu tinha certeza do que tava pedindo. pedi e eu disse que sim, que até um pouco de dor aumentava mais minha libido. Aí veio a parte boa. A pica dele continuou entrando mais rápido e ondas de prazer imenso me atingiram, que eu completava me masturbando na frente com meus dedos, e eu implorei, supliquei pra ele meter de uma vez, que eu queria de uma vez por todas ter tudo dentro. Ele fez isso e quase desmaiei com as sensações lindas que senti, e no momento em que as bolas dele batiam na minha bunda na penetração total, nós dois tivemos um orgasmo monstruoso. As sacudidas dele quase me fizeram cair da posição em pé em que estávamos, então, assim, empalada até o talo como ele me segurava, fomos pra cama, e colocando um travesseiro debaixo da minha barriga, ele se deitou por cima de mim pro meu deleite mais absurdo. Apesar de ter gozado dentro de mim, o Rafael não perdeu nada da potência e continuou com a tarefa devagar e com orgasmos contínuos que eu tinha por estar empalada de prazer que me invadia, sentindo em toda plenitude o pau poderoso dele que tinha superado todas as minhas expectativas. Essa sessão tinha começado umas 4 da tarde, a gente deu por encerrada umas 19h30, então acho que tive no meu cu o monstro por mais de três horas, nas quais perdi a conta de quantas vezes gozei, embora o Rafael só tenha gozado duas vezes, porque não dava pra esquecer que a tia Sofia também tinha que ter a parte dela. Naquela noite, também, fui pros banhos de assento pra acalmar as ardências que vieram depois, e que por uns quatro ou cinco dias me tiraram a vontade de transar, apesar dos meus 19 anos floridos. Esse relacionamento lindo durou mais ou menos um ano, até que tive que ir pra outra província estudar na universidade. Mas quando eu tinha uns dias livres, disparava pra Buenos Aires pra que o inefável Rafael continuasse metendo a jiboia dele em todos os meus buracos. Logicamente que enquanto isso eu estudava medicina, carreira que depois larguei pra cuidar dos meus negócios e propriedades. Teve colega de faculdade que não experimentei pra ver se achava uma rola igual a do Rafael. Algumas eram de não desprezar, mas a maioria era coisinha pequena que só servia pra chupar, já que nem prazer me davam quando enfiavam no meu cu. O Rafael morreu quando eu tinha 24 anos e não minto que chorei por ele como nunca chorei por ninguém. Casei depois dos 30 com um homem muito bom, mas que nunca amei de verdade. Então, embora as aparências sejam de que vivemos como casal, atitude que tomamos pra evitar sofrimento pros nossos filhos, cada um tem sua grana própria e eu ainda me viro bem, mesmo que às vezes custe uma boa nota. Espero que tenha gostado, e as fotos também. Beijos, Carla.😘experiencias
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