E aÃ, tudo bem? Sou mãe de 4 filhos lindos, 3 homens e uma menina. Eles se chamam Carlos, de 27 anos, Manuel, de 22, Jorge, o mais novo de todos, com 15 anos, e FabÃola, de 19. Só transo com dois: o mais velho e o mais novo, mas sinto que minha filha tá começando a desconfiar. Meu nome é Maria Guadalupe, sou de Guadalajara, tenho 48 anos e sou mais ou menos assim.
Tudo começou assim. 5 anos atrás, com o mais velho que mora longe por causa do trabalho, e com o mais novo foi porque ele nos pegou na cozinha. A gente achou que não tinha ninguém. Vou contar a história direito. Não tenho fotos nossas nem vÃdeos transando no meu celular.
Tudo começou em agosto de 2021. Meu filho Carlos estava chegando de Tampico depois de 2 anos sem vê-lo. Ele trabalha numa empresa de controle de qualidade e está muito bem financeiramente.
Chegou de surpresa em casa 3 dias antes do combinado. Eu estava lavando roupa e fazendo minhas tarefas como num dia normal. Estava com uma camiseta comprida e um short curto, não estava de sutiã e usava uma tanga vermelha. Ouço a porta abrir. Eu estava na cozinha arrumando as coisas enquanto a máquina de lavar parava. Quando virei, lá estava o Carlos. Ele me olhou de cima a baixo.
C: Oi, mãe, o que cê tá fazendo?
M: Oi, filho, nada, só um pouco de serviço aqui. E esse milagre? Pensei que você só chegaria na sexta.
C: É, mas não tinha mais trabalho e decidi vir. Cadê meus irmãos?
M: Manuel e Fabiola na escola. Jorge saiu pra dar uma volta. Tá muito rebelde ultimamente.
C: Caramba, imagino.
Limpei as mãos e corri pra abraçar ele e dar um beijo. Esqueci que não estava de sutiã e meus peitos grandes estavam aparecendo. Ele ficou me olhando e me abraçou bem forte, me pegou pela cintura e me levantou. Meus peitos quase encostaram no rosto dele, e ele apoiou a cara neles. Eu só aproveitei aquele momento, não senti nada de errado na hora, só depois que comecei a pensar. E nisso, comecei a sentir algo duro na calça dele. Ele me abaixou e sentou, pegou o celular pra disfarçar. Dei um copo de água pra ele e sentamos pra conversar e colocar o papo em dia.
C: Já volto, mãe, vou na loja comprar umas cervejas e meus cigarros.
M: Tá bom, filho.
C: Não quer nada da loja?
M: Hmmm, me traz um macarrão instantâneo e um creme de leite. E se puder, uma cerveja pra mim, porque tá muito calor.
C: Fechou. Tá bom, mãe, hahaha, tá bom, vou comprar só porque faz tempo que a gente não se via. Carlos foi embora e demorou um tempão. Quando ele chegou, terminei de preparar a comida e a gente tomou as cervejas, mas eu percebia que Carlos ia muito ao banheiro. O tempo passou e a gente continuou bebendo, ele saÃa pra comprar mais álcool e trouxe uma garrafa de vodka. Mais tarde, Manuel e Fabi chegaram da escola, a gente jantou e eles foram pro quarto deles. Mas Jorge, o mais novo, não chegava, e a gente ficou esperando ele na cozinha. Continuamos bebendo, colocamos música, eu já tava bem mamada, como dizem, mas ele tava estranho, não tava bêbado, tava meio alterado, ansioso. Passou mais um tempo e eu já me sentia super doida, levantei e sentei num sofá que tinha na frente da cozinha, e ele pegou uma cadeira e ligou a TV. Eu acabei dormindo e ele continuou bebendo... Continua pt.1

Tudo começou assim. 5 anos atrás, com o mais velho que mora longe por causa do trabalho, e com o mais novo foi porque ele nos pegou na cozinha. A gente achou que não tinha ninguém. Vou contar a história direito. Não tenho fotos nossas nem vÃdeos transando no meu celular.Tudo começou em agosto de 2021. Meu filho Carlos estava chegando de Tampico depois de 2 anos sem vê-lo. Ele trabalha numa empresa de controle de qualidade e está muito bem financeiramente.
Chegou de surpresa em casa 3 dias antes do combinado. Eu estava lavando roupa e fazendo minhas tarefas como num dia normal. Estava com uma camiseta comprida e um short curto, não estava de sutiã e usava uma tanga vermelha. Ouço a porta abrir. Eu estava na cozinha arrumando as coisas enquanto a máquina de lavar parava. Quando virei, lá estava o Carlos. Ele me olhou de cima a baixo.
C: Oi, mãe, o que cê tá fazendo?
M: Oi, filho, nada, só um pouco de serviço aqui. E esse milagre? Pensei que você só chegaria na sexta.
C: É, mas não tinha mais trabalho e decidi vir. Cadê meus irmãos?
M: Manuel e Fabiola na escola. Jorge saiu pra dar uma volta. Tá muito rebelde ultimamente.
C: Caramba, imagino.
Limpei as mãos e corri pra abraçar ele e dar um beijo. Esqueci que não estava de sutiã e meus peitos grandes estavam aparecendo. Ele ficou me olhando e me abraçou bem forte, me pegou pela cintura e me levantou. Meus peitos quase encostaram no rosto dele, e ele apoiou a cara neles. Eu só aproveitei aquele momento, não senti nada de errado na hora, só depois que comecei a pensar. E nisso, comecei a sentir algo duro na calça dele. Ele me abaixou e sentou, pegou o celular pra disfarçar. Dei um copo de água pra ele e sentamos pra conversar e colocar o papo em dia.
C: Já volto, mãe, vou na loja comprar umas cervejas e meus cigarros.
M: Tá bom, filho.
C: Não quer nada da loja?
M: Hmmm, me traz um macarrão instantâneo e um creme de leite. E se puder, uma cerveja pra mim, porque tá muito calor.
C: Fechou. Tá bom, mãe, hahaha, tá bom, vou comprar só porque faz tempo que a gente não se via. Carlos foi embora e demorou um tempão. Quando ele chegou, terminei de preparar a comida e a gente tomou as cervejas, mas eu percebia que Carlos ia muito ao banheiro. O tempo passou e a gente continuou bebendo, ele saÃa pra comprar mais álcool e trouxe uma garrafa de vodka. Mais tarde, Manuel e Fabi chegaram da escola, a gente jantou e eles foram pro quarto deles. Mas Jorge, o mais novo, não chegava, e a gente ficou esperando ele na cozinha. Continuamos bebendo, colocamos música, eu já tava bem mamada, como dizem, mas ele tava estranho, não tava bêbado, tava meio alterado, ansioso. Passou mais um tempo e eu já me sentia super doida, levantei e sentei num sofá que tinha na frente da cozinha, e ele pegou uma cadeira e ligou a TV. Eu acabei dormindo e ele continuou bebendo... Continua pt.1
6 comentários - FamÃlia do Gelo 🧊