Erica, mi hermanastra 1

Éyummy, minha irmã postiça.Erica, mi hermanastra 1CAPÍTULO 1
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Buenos Aires, pleno verão. Meu velho vinha morar um tempo com a outra parceira dele e a filha dela, num bairro nobre da Cidade. Fazia um tempo que ele tinha se separado da minha mãe e formou outra família, em Córdoba. Não era afastado dele, mas não via ele com frequência desde que casou de novo. Aliás, nunca tive a oportunidade de conhecer sequer a nova filha dele, ou seja, minha meia-irmã. Erica... Esse é o nome dela. Tem a minha idade. 20 anos. É inacreditável que nunca a tenha conhecido, ainda mais quando a mãe dela já estava com meu pai, Carlos, há quase 10 anos. Nem nos seguíamos no Instagram ou no Facebook. É como se ela nunca tivesse se envolvido comigo, nem eu com ela.

Enfim, por questões de trabalho, uma oportunidade profissional muito importante do meu pai, eles vinham pra cá. Quem sabe por quanto tempo. A mãe dela, Sandra, eu conhecia e gostava bastante. As duas ou três vezes que a vi, foi muito atenciosa comigo. A verdade é que não tenho nada de ruim pra falar dela. Minha velha, Laura, também tinha refeito a vida, então a relação com meu pai se mantinha nos melhores termos. Tanto que ele comentou com ela que a enteada não estava muito feliz em voltar pra Buenos Aires. E é compreensível, já que voltar pra San Isidro, onde nasceu, depois de ter construído a vida em outra província, não era nada agradável...

Uma tarde, estávamos tomando uns mates com minha mãe. Eu tava de férias da faculdade e tinha bastante tempo livre.

MAE: Então Julián, vai conhecer sua irmã!
EU: Parece que sim, depois de quase 10 anos... Mas não é minha irmã.
MAE: Não seja chato, filho... É filha do seu pai.
EU: Política...
MAE: Por que você tá tão resistente? — Ela perguntou surpresa.
EU: Não, só tô dizendo... Não a conheço... Ela também nunca quis me conhecer... Por que eu ia ficar animado?
MAE: Coisas da vida. Acontece... Além disso, segundo seu pai, ela é uma excelente pessoa.
EU: Vamos ver kkk
MAE: Ele me manda fotos, às vezes. Ela é uma Bonequinha... Era verdade. De vez em quando, a curiosidade me levava a bisbilhotar as redes dela. Não tinha muita coisa, já que eu não seguia ela nem tinha ela como amiga, mas dava pra ver que era gostosa. Olhos verdes... Parecia alta nas fotos. Tinha cara de ser bem na dela. Daquelas minas que passam do teu lado e nem te notam. Nas imagens que vi, o cabelo era castanho, meio avermelhado. Usava franja. No fim das contas, era como minha mãe dizia... Uma bonequinha. Mentiria se dissesse que não tava nervoso pra conhecê-la. Imaginava ela com uma personalidade forte. Não sei por quê. Tanto que, dias depois, quando minha mãe ia recebê-los em casa, acordei com uma dorzinha de estômago. Tomei banho e me arrumei pra ocasião. Minha velha me olhava e ria. Mas não queria causar uma má impressão logo de cara. Principalmente porque eu era de andar sempre largado em casa. Mas, como não conseguia controlar meu gênio, fiquei horas pra me decidir. Finalmente, coloquei uma camiseta preta com o desenho de "DE VOLTA PARA O FUTURO" e o DeLorean com fogo. Na parte de baixo, uma jeans. Que fosse o que Deus quisesse... Imaginava ela chegando toda produzida, foda. Mas fazer o quê, também não ia me fantasiar de algo que não sou, né... Quando a campainha tocou, senti como se fosse um sino do inferno. O nervosismo que veio era mais forte do que aquele que senti quando perdi a virgindade. Mas por quê? Minha mãe foi recebê-los. Como eu disse, tinha uma relação muito boa com eles. Quando ela abriu a porta, entrou uma luz parecida com as da entrada do paraíso. Tipo um clarão que inundou a casa. Nem vi meu pai, nem a esposa dele. Vi ela. Parecia um anjo. Fiquei parado, estático. Era alta, como imaginei, com um olhar de dar calafrios. Muito gostosa. A verdade é que chamava a atenção de qualquer um que a visse. Até a minha. Engoli seco... Por que eu tava sentindo aquilo? MA: "Ei! Você não vai cumprimentar?" — Ela disse. Eu tava completamente besta. Erica ficou parada na entrada do hall, com as mãos... juntas na frente. EU: "Ei... Sim... Oi!" — falei saindo do transe. Fazia um tempão que não via meu velho e quase nem reconheci ele. Que idiota! Não conseguia parar de olhar pra ela feito um otário. Era minha meia-irmã, Erica. Mas, como um ímã, minha atenção não largava ela. Comprimentei meu pai e a Sandra. Depois, virei o olhar pra ela. Acho que ela percebeu que eu tava encarando ela que nem um retardado, porque me olhou de cima a baixo com uma cara estranha. Cheguei perto e comprimentei ela com um beijo na bochecha. "Oi", ela disse. Um sorriso saiu do fundo da minha alma quando comprimentei ela. O que tava rolando comigo? Ela deu uma risadinha por causa disso. Deve ter pensado: "Meu Deus, que otário esse cara". EU: "Tudo bem?" — falei, tentando não gaguejar. ERI: "Gostei da sua camiseta..." — ela disse e continuou andando, olhando a casa. Claro que fiquei parado ali feito uma estátua. Pelo menos não tinha cagado na camiseta. Nunca tinha ficado tão nervoso. Na real... Até minha mãe percebeu. A atitude dela, meio rebelde, pelo menos de primeira, parecia ser como eu imaginava. Ela não me deu muita bola. Ela também tava vestida normal, tanto problema que eu criei. Uma calça jeans com um vestidinho curto por cima. O cabelo dela era bem ruivo. Mais do que na foto que vi. Tinha umas sardas no rosto. Sim, eu reparei nela. Completamente. Um estilo Bella Thorne ou Jennifer Lawrence com a franjinha, mas mais gostosa, hehe. Com certeza, ela me impactou. MA: "Você vai ficar aí?" — ela falou, meio rindo. Eu ainda tava parado na porta da entrada feito um idiota. EU: "Sim, sim..." — me adiantei com eles. Minha mãe conversava com a Sandra e meu velho comigo. Erica ia na frente. Tinha cara de "O que eu tô fazendo aqui?" Mais ou menos eu me atualizava com ele, embora a gente falasse por telefone. Enquanto eu escutava ele, olhava pra ela e pra calça jeans apertada dela. Parecia ter umas pernas muito gostosas. Eu sabia que tinha que parar de olhar. Mas fazia automático. Ela era filha do meu pai e eu não podia ter esse tipo de pensamento. Bem, por afinidade, mas filha dele. Finalmente, né? Num instante, ela começou a falar com a minha mãe e por pouco não me pegou olhando pra bunda dela. Não tem como ser mais idiota. Escapei por um microssegundo. Foi por pouco... Parecia ter uma rabeta boa. É inacreditável, continuo falando dela desse jeito. Deus... O que tava acontecendo comigo? Será que fiquei maluco? A gente andou pela casa como se fosse um museu. Não era uma mansão, mas era bem grande. E a cada dois metros eles paravam pra contar coisas da vida e não acabavam mais. A cara da Erica dizia tudo. Ela não ia ser mal-educada, mas dava pra ver que tava de cara fechada. Não tinha a menor vontade de estar ali socializando. Quando eu olhava pra ela pra incluir na conversa com meu pai, ela desviava o olhar e continuava na dela. Uff... Isso ia ser difícil... Fiquei me perguntando se ela tinha namorado. Com certeza sim, já que era tão gostosa. Aliás, era provável que parte da frustração dela de estar em Buenos Aires fosse por causa disso. Mas tava viajando. Não sabia se era verdade. Só tentava decifrar ela. Outro atributo que me chamava muita atenção era o peito dela. Parece muito punheta, mas o corpo dela era um imã de verdade. O perfume que sentia quando tava perto dela... Eu me sentia o pior. Tentava consolar minha punhetice me convencendo de que ela não era minha irmã de sangue. Mas não deixava de ser errado. Sei lá... Também não ia me julgar. Era uma mina que chamava muita atenção e quem estiver livre de pecado... Lá no fundo (a gente tem uma casa grande), ela se aproximou de mim. Acho que depois de tudo, ela ia falar comigo. Finalmente! Juro que ver ela andando na minha direção me intimidava. E eu não era uma pessoa fácil de amedrontar... 1,70m de altura com certeza. Ela me olhou com uma cara como se tivesse cometido um homicídio e disse: ERI: Cê gosta muito da minha calça jeans, né?.- E levantou uma sobrancelha. A puta... Ela percebeu que eu tinha olhado. E agora, o que faço? Do que me disfarço? Senti como se tudo pudesse ir pro Que merda. Ia me acusar e a vergonha que ia dar. ERI: Cê acha certo ficar olhando a bunda da sua meia-irmã? – Falou com veemência, mas baixinho. Minha pressão foi pro chão. Pro subsolo, diria... EU: Ei! Não! Que isso? Tá maluca? – Soltei, desesperado. Fiquei a mil graus. Tinha que me livrar daquela de qualquer jeito. ERI: Que sem noção, cara! EU: Juro que não foi nada disso... Já tava ferrado. Ela ficou uns cinco segundos em silêncio, me encarando com cara de incredulidade. Que jeito de me apresentar pra ela... Aí, finalmente falou. ERI: É brincadeira, muleque... Que cara que a gente fez, hein! – Exclamou dando um sorrisinho e saindo satisfeita com a maldade dela. Como assim? Era uma brincadeira o que ela tava fazendo? Já tava me sentindo super suado... Que maldita! Entrei feito um cavalo... Comi feio. Já me via saindo de casa, igual ao Chaves quando chamaram ele de ladrão. Filha da mãe... Como ela me zuou! Mas bom, isso quer dizer que ela não percebeu quando eu olhei pra ela, hehe. Respirei aliviado pra caralho. Meu Deus... Caminhei até onde todo mundo tava. Quando cheguei, Erica me olhou com cara de "que baita descanso que te dei" e tava rindo baixinho. Claro que eu também. Além do mais, depois de tudo, ela tinha gastado um tempinho dela pra me pregar uma peça. Me senti importante por um segundo. Que linda ela tava sorrindo, por sinal... A gente conversou todo mundo junto por um tempo. Ela não tava me dando muita bola. De vez em quando me olhava e ria do que tinha feito. Eu tentava puxar assunto, mas ela se fazia de difícil. O personagem de rebelde, desinteressada do mundo, caía perfeitamente nela... Mas alguém resolveu quebrar esse gelo. MA: Gente, por que vocês não vão ali na padaria comprar uns pães doces? Aproveita e mostra um pouco do bairro pra ela. Erica respondeu na hora. ERI: Também não faz tanto tempo que fui embora pra não conhecer, haha. – Respondeu sincera e educada. Parecia que não queria de jeito nenhum me acompanhar. Que sensação horrível... Foi aí que a Sandra. SAN: Vai, filha! De quebra você conhece um pouco mais o Julián... — Exclamou, sendo uma espécie de mediadora. Ela se virou e olhou com cara de “é necessário?”. Meu velho fez sinal pra ela ir. Nunca me senti tão rejeitado na vida. Horrível, né. Mas no fim, ela cedeu. ERI: Tá bom... — Ela só disse isso. Eu, bem desconfortável com a situação, levantei e comecei a andar. Ela, com uma cara de certo desgosto, ou pelo menos parecia, veio atrás de mim. Não tava mais nervoso, mas sim meio irritado. Senti como se ela fosse obrigada a me dar trela... Ao cruzar a porta da entrada, comentei: EU: Cê não precisa vir se não quiser. Vou sozinho comprar. — Olhei nos olhos dela direto. Além disso, deixei claro que o desgosto dela com a situação, eu tinha captado perfeitamente. ERI: Também não tenho nada melhor pra fazer... Vamos! — Falou. E começou a andar pra rua. Bom, obrigado!, pensei ironicamente. Isso me deixa mais tranquilo... Aquela tarde foi um compêndio de momentos constrangedores. Sério que não lembrava de ter tido tantos na vida... E tão seguidos um do outro.. Não sabia se falava com ela ou não. Pensei em tentar só uma vez. Também não ia ficar aturando as esnobadas dela. EU: Cê tá chateada de voltar de Córdoba, né? Ela me olhou meio de lado. Ela também não tinha muitos pudores em olhar fixamente... ERI: Um pouco, mas fazer o quê... A gente ia andando. Ela um pouco na frente de mim. EU: Eu estaria igual, tendo toda a sua vida num lugar... ERI: É, tá, quem tá com fome? — Ela me disse, mostrando que não tava a fim de falar daquele assunto. Fora que eu gostei da frase cinéfila dela, fiquei em silêncio. Porra, como era complicado acompanhar o raciocínio dela daquele jeito. Além disso, eu me irritava rápido, então preferi me calar e aguentar o momento desconfortável. Acho que ela percebeu. E decidiu, finalmente, ceder um pouco na atitude. ERI: Qual é a sua, cê tem namorada ou algo assim? — Perguntou sem filtro. Primeiro me surpreendeu ela querer conversar. E segundo, essa pergunta. EU: Não, e você? ERI: Não, não tenho namorada, haha. Pelo menos soltei uma piada. EU: Kkk... e namorado? ERI: Isso te importa? — Disse ela, erguendo uma sobrancelha. EU: É só uma pergunta... — Respondi sério, olhando pra frente. Se ela ia ter essa atitude de desinteresse comigo, então eu ia fazer o mesmo. Não ia deixar que me afetasse. ERI: Não... — Limitou-se a dizer. EU: E por aqui você tem amigos? ERI: Você é do FBI, é? Kkk EU: Bom, se quiser, posso falar de futebol, sei lá... — Falei meio irritado. ERI: Você é esquentadinho... Gostei... — Disse com um ar de satisfação. Sim, tenho amigas que não vejo há mil anos... Acho que seria mais fácil se ela respondesse direito toda vez que eu perguntava algo, em vez de me fazer sofrer em cada resposta... Chegamos na padaria. Entrei pra comprar e ela ficou na porta com o celular. Parece que não gostava muito de socializar e, menos ainda, sendo a novata. Era uma pessoa difícil de lidar. Ia me dar muito trabalho. Disso não tinha dúvida. E agora que íamos ser vizinhos de bairro, ia ter que me acostumar de um jeito ou de outro. Depois de comprar, no caminho de volta, ela quase não falou comigo. Ficou no celular, viajando. Fazia tempo que não sentia esse desconforto com alguém. De certa forma, era compreensível. Não me conhecia e não tinha por que falar da vida dela. Além de que praticamente a obrigaram a sair comigo. Só esperava que isso mudasse. Porque queria me dar bem com ela. O resto da tarde passou mais ou menos normal, dadas as circunstâncias. De vez em quando ela falava comigo e eu respondia direito. Talvez, aos poucos, ela fosse se soltando mais. Embora sempre mantivesse aquela espécie de distância. Talvez fizesse isso por obrigação, já que dava pra ver o enorme respeito que sentia pelo meu pai. E era lógico, ele a tinha adotado como filha. Durante o jantar, às vezes, sentia que meu olhar escapava pra ela. Não sei o que era, de todos os atributos dela, tanto pessoais quanto físicos, que me atraía tanto. interessantes. Mas ela tinha algo. Claramente. Pra começar, tinha uma beleza natural que era tipo um ímã pros meus sentidos. Muito gostosa... Além disso, se tinha uma coisa que eu curtia em mulher, era franja. Mas, o que tô falando disso? Não devia ser assim. Antes dela ir embora, a Erica falou comigo mais uma vez. Meio que me olhou de cima a baixo. ERI: Ei! Tem alguma academia por aqui perto? EU: Sim, descendo essa rua, umas 3 quadras pra lá, tem uma... Não sabia que você malhava (embora desse pra perceber) ERI: Vai lá também, né? EU: Como cê sabe? haha Ela me olhou como se não quisesse responder. Fez um gesto meio estranho que eu interpretei como se desse pra ver que eu ia pra academia. Mas ela não queria falar. Curti isso... E a real é que ela era bem definida. "Bom, a gente se vê...", falou sem conseguir lembrar meu nome. Será que ela realmente não sabia meu nome? Nunca contaram pra ela? EU: Julião... — completei Ela deu um sorrisinho de lado e se virou pra sair com a mãe e meu pai. Sorriso? Aquele olhar que ela deu, de algum jeito, me fez corar. Senti isso. O que significava? Não parecia aquele olhar que você dá pra um primo ou irmão. Tinha outra intenção, embora eu ache que fui o único que percebeu. Como se fosse um primeiro e pequeno sinal de cumplicidade comigo. Não sei por que, mas aquela careta ficaria gravada na minha mente. Tanto que não pararia de pensar nela. E a última vez que lembro de me sentir assim foi quando queria que uma mina me desse bola. Estranhíssimo... Será que eu podia ter esse sentimento? Acho que não. Mas era assim. Ou talvez eu esteja exagerando e talvez tenha visto algo que não era, já que ter uma irmã nova é algo atípico pra mim. Quando finalmente se despediram e eu entrei em casa, fiquei tipo no piloto automático pelo resto do dia. Na real, fiquei impactado por ter conhecido ela pessoalmente. Era uma mistura de fascinação e intriga que nunca tinha sentido. Não sabia o que pensar. Embora, claro, também tinha a circunstância que, obviamente, ia ser difícil ganhar a confiança dela, dada a personalidade dura dela... Naquela mesma noite, já quase de madrugada, tava enrolando no face. Fiquei tentado a bisbilhotar o perfil dela, mas com certeza ia aparecer pra ela em "sugestões", que é um dedo-duro danado. E decidi não fazer. Por que será que me dava tanta curiosidade? Claramente eu tinha depositado minha atenção nela... Apareceu uma notificação. Olhei pro sininho e não vi nada. Alguém comentou algo e apagou arrependido, pensei. Mas não era isso. Era um pedido de amizade. Tinha alguns pendentes, mas qual não foi minha surpresa quando vi que quem tinha entrado era "Erica Herrera". Sim, aquela Erica... Fiquei tipo "What?" Era só um pedido de amizade numa rede social. Não era um pedido de compromisso. Mas, mesmo assim, me pegou de surpresa. E pra melhor. Não tava nos meus planos naquele momento. Pensei em aceitar na hora, mas não queria parecer um desesperado. Então decidi esperar. Continuei na minha por ali, enquanto pensava no quão louco tinha sido aquele dia. Depois de um tempo, enquanto via vídeos de chinesinhos fazendo casinhas de barro, me chegou uma mensagem no direct. "Você aparece online, neném... Tá se fazendo de difícil pra aceitar??? Vou cancelar, hein" Quase caí da cama. Que garota! E eu não tinha percebido isso, que ela podia me ver. Respondi me fazendo de besta. "Haha desculpa!! Não tinha visto". Imediatamente parei o que tava fazendo e fui aceitar. Não queria dar motivo pra uma briga besta, já que a gente mal se conhecia. "Confirmar". Pronto. Agora sim, já aparecia todo o conteúdo dela online. EU: Prontinho haha ERI: Ainda bem... Já ia cancelar EU: Hahaha ERI: Queria te perguntar uma coisa Mmmm... EU: Fala, pode dizer. O que ela poderia me dizer? E a essa hora? Tava me deixando curioso. ERI: Como é aquela academia que você vai? É boa? Aahh. Era isso. Já tava achando estranho. EU: Aah... Sim, é grande, máquinas boas, espaçosa... por quê? ERI: O que você achou que era? E aí? Sempre tão afiada nas suas expressões. EU: Não, nada kk ERI: Ok, e vai muita gente?? EU: Mais ou menos... não cabe a galera, kk ERI: Mmmm, sei lá, que que eu sei... Bom, valeu! EU: De nada! ERI: Beijos. Era só isso? Sem mais? Assim, cortante, ela se despediu. Me despedi e segui minha vida. Percebi na hora que aquilo ia ser rotina. Então decidi não dar muita importância. O que me dava curiosidade era ver o perfil dela. Fui dar uma olhada. Como esperava, tinha um monte de fotos. Mas uma em especial me pegou. Ela estava na praia, de biquíni. Fiquei vermelho na hora. Tanto que resolvi não olhar mais. Estava com quem parecia ser uma amiga. Com um conjunto turquesa. Um corpo divino. Fiquei chocado, de verdade. O cabelo igual agora, longo e com franja. Mas o que mais me perturbava, de algum jeito, eram os peitos dela. Era errado ficar olhando. Sabia disso. Mas não conseguia parar. Ela tinha um baita peito. Sério mesmo. Era aquilo ou um push-up. Mas eu tava mais inclinado pra primeira opção. Ou era o que eu queria, kk. Se já não conseguia tirar aquele sorriso lindo da cabeça, agora as tetas dela, menos ainda. E ainda me sentia culpado por causa disso. Sentia o pau subindo e não tinha controle. Como que aconteceu? Deus ia me castigar, com certeza. E eu merecia. Mas e agora? Normalmente, quando fico excitado, eu bato uma, com certeza. Posso admitir, fazia isso direto. O problema é que a ereção que eu tava tendo era por causa da minha meia-irmã. E isso soava horrível. Eu não era um degenerado, muito menos um punheteiro. E agora me sentia assim... Desliguei tudo e tentei pensar em outra coisa. Rolei pra lá e pra cá na cama, mas não conseguia focar em mais nada. Que punheteiro!, pensei. Só por causa de umas tetas fiquei assim. Mas era um pouco mais que isso, no fim das contas. Não eram só os peitos dela, eu também achava ela muito gostosa. No fundo, era o tipo de mulher que eu mais olhava sempre. Com todas as características. Alta, com rabo, tetas, cabelo ruivo e olhos claros. Parecia de propósito. Quanto mais eu pensava nisso, pior ficava. Tava durasso. Puxei um pouco pra fora da cueca. Talvez assim passasse um pouco. Ela tava grossa, toda esticada pela pressão... Lembro que uma vez uma mina falou que eu tinha uma pika "muito bonita", ha. Sim. Ela usou essas palavras. Mas, enfim, naquele dia foi difícil me concentrar em outra coisa pra conseguir dormir. Embora, no fim, consegui, sem me masturbar. Nos dias seguintes, não tive notícias da Erica. Ela não falou comigo de novo nem nada do tipo. Vi meu velho duas vezes quase de passagem, mas dela, nada. Morávamos a duas quadras de distância, mas nem na rua eu tinha cruzado com ela. Minha mãe também perguntava se eu falava com ela. Tinha esperança de que a gente se desse bem. Pensei em escrever pra ela e convidar pra dar um rolê por aí, pra mostrar o bairro e tal. Tinha vários lugares legais que podiam agradar ela. Mas como falar isso sem parecer um chato? Ficava olhando os contatos do face e ela, online. Pensava na minha cabeça como dizer "Oi, quer ir caminhar pelo bairro? Assim você conhece", "Oi, tá afim de sair por aí?". Nenhuma me convencia. Até que tive uma boa ideia. EU: Oi! Só precisava me responder e pronto. E depois de dois minutos, foi o que aconteceu. ERI: Oi, como cê tá?? Já começava a ficar nervoso de novo. EU: Bem e você?? ERI: Bem, em casa 😒 E sim, onde mais ia estar... EU: No fim, foi ver como é a academia??.- Essa era minha arma secreta. Quack. ERI: Nops... EU: Se quiser, te acompanho pra você dar uma olhada 😂 ERI: Kkkkk Ela achou graça, pelo visto. Não sei por quê, hehe. EU: O quê? kkk ERI: Vai me apresentar pro povo?? Nem louca 😜 EU: Nada... Só tô falando, talvez você esteja entediada ERI: E você como sabe se tô entediada kkkkkk EU: Sei lá, como você é nova aqui... ERI: Quer me integrar?? Não dava pra lidar com o jeito dela, hein. Que mina, pensei. EU: Bom... Só tô falando, quando quiser sair um pouco é só me falar... Já tinha me irritado um Pouco. ERI: Kkkk lá vem o tarado... Valeu, vou levar em conta! Me tirava do sério ela responder assim. A gente tenta socializar. Deus... EU: Nada... Não tô afim não... Mas beleza, qualquer coisa... ERI: Ok, valeu mesmo assim EU: 👍 Me senti um otário. Claro que aquela ia ser a última vez que eu escrevia pra ela. Não podia ser tão antissocial. Se já me travava assim estando normal, imagina se descobrisse que eu fiquei de pau duro com uma foto dela de biquíni... Com certeza seria minha morte. Que bom que ela nunca ia saber. É. Fim, eu já tinha oferecido pra gente se ver, ficava por conta dela aceitar ou não. Mas admito que aquela atitude, mesmo me irritando, eu achava de certa forma interessante. Mais tarde, naquele dia, joguei futebol com os amigos. Tive a má ideia de contar sobre a situação atual. A única coisa que consegui deles foi “Ela é gostosa? Como ela é? Tem namorado?” Não vale a pena contar detalhes. Só que praticamente mandei todo mundo tomar no cu pra me livrar. Enquanto tomava uma coca na quadra e mexendo no celular, vi que a Erica tinha postado uma foto. Tava com umas amigas e a legenda dizia “Sinto falta de vocês 😢”. Era compreensível. Eu, por mais que às vezes quisesse matar meus amigos, não conseguiria viver sem eles. E ela agora tava a quilômetros e quilômetros de distância. Isso queria dizer que eu tinha que ser mais compreensivo com ela? Talvez. Mas também não curtia a rejeição constante. Fim, se surgisse uma chance de ser gentil com ela, eu ia fazer. E só. O que dava pra pensar era que, desde que conheci ela naquele dia na minha casa, por um motivo ou outro, não conseguia tirá-la da cabeça. Às vezes tentava me convencer de que era uma coisa proibida, ter pensamentos sobre ela. Pelo menos, os pensamentos que eu tinha. Tipo o rosto dela sorrindo, as sardas, os... peitos. Meu Deus! Só de falar sinto uma vergonha danada. Não podia vê-la como uma mulher comum. Tinha que fazer meu cérebro entender isso, que a toda hora me aquela foto de biquíni fazia reviver, a que eu tinha visto no Facebook. Já sabia ela de cor. Admito. Várias vezes tinha voltado no perfil dela pra ver. Como agora, que todos meus amigos estavam esperando pra jogar o segundo tempo e eu, feito um otário com o celular. Que desgraça! Me pergunto o que diriam se soubessem em quem eu tava pensando. Iam cair de bunda. "Olhando pra irmã dele". Na real, meia-irmã. Tem uma diferença enorme... Assim sendo, ia pintar outra chance de interagir com a Erica. Meu velho tinha organizado o primeiro churrasco dele desde que voltou e queria juntar as duas famílias dele. Talvez pudesse ser uma oportunidade foda pra confraternizar um pouco. Mas claro, dessa vez, eu ia botar os limites. Não ia deixar ela me tratar como um nada de novo. Aliás, talvez fosse isso que, de algum jeito, me atraía nela. O desinteresse dela. Embora isso não explicasse minha excitação ao vê-la ou imaginá-la de pouca roupa. Fim de papo, aquele dia ia ser, no mínimo, interessante. E o tempo ia me dar razão... Chegamos na casa nova dela, perto do meio-dia. Naquele bairro, todas as casas eram uns casarões. Quem nos recebeu, eu e minha mãe, foi a mulher do meu pai. Sempre atenciosa, ofereceu uns aperitivos no jardim dos fundos. Meu pai tava na churrasqueira, montando tudo. Quem não tava era a Erica, que segundo a Sandra, tava fazendo umas coisas no quarto dela. Tinham um fundo bonito, com piscina e tudo. Muito da hora pra fazer festas. Principalmente com o quincho ou "zoom", como chamam agora. Bati um papo com meu pai, que me contou o grande sacrifício que tinham feito com a família dele pra vir pra Buenos Aires. Embora se justificasse, com o trampo que tinha arrumado. Era uma oportunidade econômica foda. Me entediou um pouco com os detalhes, mas deixou claro que foi uma daquelas chances que raramente aparecem na vida. E decidiram agarrar. Depois me falou pra ter paciência com a Erica, fazer ela se sentir em casa e blá-blá-blá. Coisa de pai. Adotivo nesse caso, mas pai no fim das contas. Com o sermão do meu pai, tomei tanto líquido que deu uma vontade danada de ir ao banheiro. Pedi licença pra Sandra e fui pra lá. Que casa do caralho eles tinham. Imensa. Tive que andar um tempão pra achar o corredor que levava ao banheiro. Que por sorte tava vazio. A porta tava entreaberta e a luz, apagada. Tava com tanta vontade que comecei a tirar o pau antes de entrar. Tinha esse maldito costume. Mas ia acontecer algo que mudaria totalmente meus planos. E minha vida! Nunca vou esquecer aquele momento. O banheiro não tava vazio. Por deus que não... Era a Erica, enrolada numa toalha. Tinha acabado de sair do chuveiro. Abri os olhos feito um idiota. Ela tava toda molhada e os cabelos ruivos caíam na frente do corpo, por cima dos peitos e da toalha. Não dava pra ver nada. Mas, bem ali. E ainda por cima, eu, um otário. Em vez de me virar e sair na hora, fiquei olhando pra ela, bestificado. Claro que foi reflexo, mas deu pra ver a pele branca dos peitos dela. A lisura das pernas. O que cê tá fazendo, cara! – Gritou furiosa. A cara que ela fez... Quando consegui reagir, queria morrer. Ela tava com uma cara de nojo da porra. EU: Me desculpa! A luz tava apagada... ERI: Não tomo banho com a luz acesa, não vê a luz que entra de fora? – Me repreendeu segurando a toalha com força pra não cair. EU: Mil desculpas... É que tava aberto e eu entrei. – Falei todo nervoso. ERI: Para de dar desculpa e sai logo do banheiro... cara! – Falou toda irritada. Ainda por cima, eu ainda tava parado ali. Agora sim, era minha morte. Saí antes que ela me matasse. Lembro da frustração que senti. Se antes eu já tava na merda, agora precisava da força de um foguete pra conseguir avançar com ela. Que azar do caralho! E ainda por cima, os gestos dela... Não queria nem imaginar o que viria agora... Quando eu tava saindo e andando pelo corredor, ela saiu também. ERI: Usa agora... Seu tarado! Falou como se quisesse me enforcar num pé de árvore, e foi pro quarto dela. Andou de costas, descalça. A toalha mal cobria a bunda dela. Dava pra ver a curva perfeita que se formava naquela parte. Uma puta bagunça na minha cabeça e eu pensando naquilo... Inacreditável. Eu tinha suado pra caralho e o suor escorria pela minha testa. A real é que a culpa não era minha. Mas, sem dúvida nenhuma, já tava diante de um baita problema. Depois de fazer minhas necessidades, voltei pra mesa. Já imaginava a Erica armando um escândalo ali, na frente de todo mundo. Tava preocupado. Com muita resignação. Queria vazar daquele lugar pra merda. Aí, ela saiu com uma cara de poucos amigos. Já esperava que ela fosse contar o que tinha rolado. Que não tinha sido nada, mas que ela podia muito bem distorcer tudo. Me cumprimentou com uma cara de bunda foda, mas não falou nada. Sentou e só ficou me encarando feio. Saí bem barato. Mas, mesmo assim, tava na mão dela. Ela veio vestida com uma blusa branca. Era solta embaixo, mas em cima parecia justa por causa do sutiã azul que tava por baixo. E também tava usando um short jeans bem curtinho, com umas sandálias pretas. Pra completar, o cabelo molhado e os olhos delineados... O que eu posso dizer? Muito gostosa. Mas claro, não tava falando comigo e de vez em quando me olhava feio. Eu respondia com aquele gesto de "o que é que eu vou fazer?". Como já disse, não vou me deixar intimidar por ela. Tanto que, se ela me tratasse com indiferença, eu ia fazer exatamente a mesma coisa. E foi assim pelo resto do dia. Ela deve ter se surpreendido com isso. Já que não falei nem "a" e também me fiz de importante. A única coisa que podia foder comigo era se ela armasse um escândalo por causa do banheiro, mas não armou, nem ia armar. Então, já tinha relaxado. Quando comecei a levantar o que tinha sobrado na mesa pra ajudar, ela veio suspeitamente atrás de mim. ERI: Fica tranquilo que não vou falar nada... — Falou se fazendo de controladora. a situação. EU: Do quê? - respondi indiferente. ERI: De como você entrou no banheiro enquanto eu me trocava, pelada... - exclamou séria. EU: Desculpa, mas não te vi pelada... Além disso, você é a única pessoa que toma banho com a luz apagada e a porta aberta. A culpa não é minha. - respondi e continuei. Apoiava as coisas na pia, sob o olhar dela. ERI: Ah, não?... - falou num tom safado. EU: Nope. - falei convicto. ERI: E que você ficou me encarando também não? - exclamou desafiadora. E pra me complicar mais, ela tava divina fazendo aquilo... EU: Não tava te encarando... Que isso? ERI: Sim... Burra me chamam... Vi como você olhava pros meus peitos... Ela tinha razão. Mas será que foi tão na cara? De qualquer jeito, tinha que me safar. EU: Nada a ver... Só tava explicando que foi sem querer. - respondi tentando parecer maduro. ERI: É, claro, fazia isso olhando nos meus olhos. - e agarrou os próprios peitos, apertando eles. Como os peitos se enfiavam entre os dedos dela. Não... Me surpreendeu ela fazer aquilo. Me chamou atenção pelo jeito. Como se provocasse, mordendo os lábios. Mas também me deixou desconfortável. Alguém podia ver. EU: O que cê tá fazendo?? Cê é louca??? - falei meio paranóico, olhando pra todo lado. Parecia que ela curtia fazer aquilo. ERI: Nervoso? haha EU: E você, o que acha... ERI: Mas se você entrou pra isso, não foi? - falou com um sorriso diabólico. EU: Pra quê? - respondi sem jeito. ERI: Pra me ver... Não, seu safado? - e mordia o lábio inferior fazendo "fff" enquanto levantava o olhar. Fiquei pasmo. Nunca pensei que ela teria uma atitude dessas comigo. Me apertou. Tava vermelho. E se alguém visse? ERI: Você fica vermelho... Viu? Eu tava certa... EU: Eh... Não... Nada a ver. A balança tinha virado claramente. Me sentia encurralado. Inacreditável como meu plano tinha funcionado tão pouco. Tinha se despedaçado todo. E ela tava longe de desistir. ERI: Se me pedisse, talvez eu mostrasse, não precisa me espiar... - exclamou de um jeito muito provocante, quase sem noção, diria. Senti que me afundava no pântano dela. O jeito que ela me encarou. Senti que ela me deixou pelado só de me olhar. Assustador. Mas o que ela tinha dito? Será que era maluca? Por que ela soltava essas coisas? EU: O quê? — respondi gaguejando. ERI: E eu sei... Era uma situação totalmente inesperada. Mas alguma coisa tava começando a rolar. Por baixo daquela vergonha que ela me fazia sentir, eu tava começando a ficar excitado. Dentro da calça jeans, comecei a sentir o pau subindo. Não podia ser. De novo não! E ainda na presença dela... Ela quase me encurralou contra a pia, só com gestos e palavras. Tinha que dar um jeito de escapar. Depois eu teria tempo pra pensar. EU: Você é louca... — falei e me preparei pra vazar dali. ERI: Haha, que alívio... — Ela soltou uma gargalhada. Ela não me impediu e ficou rindo da maldade que tinha feito. Queria fazer parecer que eu tava delirando. Mas eu sabia que não era bem assim. Algo no olhar dela me dizia isso. Percebi ela, digamos, com uma certa perversidade. Uma perversidade que me prendeu. Não consegui pensar em outra coisa pelo resto do tempo que fiquei lá. Comi a sobremesa a duras penas. Ela falou duas ou três palavras comigo na frente dos velhos. Mas era pra se fazer de sonsa. Dava pra ver nos olhos dela como ela me desafiava o tempo todo. Será que esse era o jeito dela de fraternizar? Seria muito estranho se fosse. Tem limites. Ficar passando a mão nos peitos na minha frente? Daquele jeito? Impossível. Impossível não pensar em outra coisa. Quando fui embora, ela me cumprimentou como se nada tivesse acontecido. Mas os olhares dela falavam por si. Fiquei inquieto pelo resto do dia. E sim. Excitado também. Pra caralho. Se antes eu já não conseguia parar de pensar no inanimado de uma fotografia, agora eu nunca mais tiraria da cabeça a Erica me provocando daquele jeito. Passando a mão nos peitos assim, tão vulgar. Falando comigo de um jeito inadequado. Acho que cheguei a ver o relevo dos mamilos dela quando ela se tocou. Caralho! O que eu tô falando? Será que eu piro? Outra coisa. importante. Será que ela era capaz de se mostrar nua pra mim? Com certeza tava falando só pra me provocar. Ou não? Como eu quebrava a cabeça pensando nisso. Repito de novo, não é certo pensar nisso. Mas qual seria o pior que podia acontecer? Afinal, ela não era filha biológica nem do meu pai nem da minha mãe. Mesmo assim, é muito estranho. Não preciso arrumar desculpas esfarrapadas. Talvez seja meu jeito de lidar com a culpa. Mas naquele dia eu não ia conseguir segurar a vontade de bater uma. Sério. Tanto que, já de noite, tava no meu quarto prestes a fazer isso. Tinha trancado a porta e tava de cueca na cama, com o notebook. Por mais que eu quisesse me controlar, ia ser impossível. Tirei ele pra fora, baixando a cueca um pouco, enquanto via uma atriz pornô, uma das mais gostosas da história, a Traci Lords. Tava pronto pra meter bronca. Até seria antinatural se não fizesse... Quando ia começar a puxar meu tronco grosso e cheio de veias, pipocou uma notificação do Messenger do face. E agora quem é? Deus... Mais uma vez, era a Erica. Que estranho falar comigo a essa hora. ERI: Como você ficou hoje 😜 Ela ainda tava a fim de continuar me provocando. Inacreditável... EU: Nada a ver... Eu me fazia de indiferente, mas tinha ficado mexido sim, hehe. ERI: Você não viu sua cara 😂 EU: Não é todo dia que me acusam de tarado... ERI: É... um pouco você é EU: Ah é? E por quê? ERI: Mesmo que não admita, vi que você me olhou com cara de safado EU: Desculpa, mas eu não comecei a me esfregar na sua frente... ERI: Faltava mais kkk EU: Bua... Tava meio puto com a atitude dela, mas de algum jeito, já tava me envolvendo com ela. ERI: Tenho que admitir que você é minha única diversão 😂 EU: É... Percebi 😒 ERI: Só cheguei um pouquinho e você já começou a chorar hehe EU: Você é sempre tão terrível assim? ERI: Não. Posso ser pior 😎 EU: Nem quero saber kkk ERI: Mmm te achava mais corajoso... De novo me provocando? Qual era o problema dela? EU: Mais corajoso?? Kkk ERI: Sim. Não tão mansinho EU: Kkkk vai se catar ERI: E sim... kkk mas beleza, vou deixar você pra não chorar mais. EU: Haha, tu é doida... ERI: Me adiciona no zap Passou o número. EU: Beleza ERI: Já pode continuar se tocando. Beijos 😘 Mas que bruxaria é essa? Como ela sabia que... Deus haha EU: Kkkk não parei... beijos!! Desconectou do nada. Com certeza falou isso pra me provocar. Não era vidente. Ou será que era? Haha Tinha uma foto de perfil muito gostosa. Que olhão. Mandei uma mensagem pra ficar registrado. Ficou como recebida por um tempo, mas não visualizada. Desliguei o PC e fiquei com o celular. Ainda tava muito excitado e com o pau pra fora da cueca, durasso. Por que eu não conseguia tirar a Erica, minha meia-irmã, da cabeça? Não queria bater uma pensando nela. Isso era terrível. Inaceitável. Mas, mesmo assim, ficava passando a mão na cabecinha no reflexo. Tinha um lugar reservado no inferno, com certeza. Parece que em algum momento eu dormi. Do jeito que tava. E dormi que nem um bebê. Que relax... De manhã, comecei a acordar. Ainda sentia aquele prazer. Não lembro o que tava sonhando, mas com certeza era divino, porque tava com uma ereção daquelas, igual toda manhã, hehe. Talvez tivesse sonhando que tava com alguém, porque dava pra sentir uma sensação gostosa descendo pela perna. Que delícia! Enquanto voltava a mim, abrindo os olhos, quase pulei da cama. Do lado, tava sentada a Erica, com um sorriso malvado no rosto e a mão na minha perna. Eu, mal coberto pelo lençol e com uma tesão daquelas. ERI: Bom dia, tarado!.- Falou irônica... Me segue no instagram HIPHOP911 OK e fica por dentro das novidades Essas são algumas das históriaspeitos

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1 comentários - Erica, mi hermanastra 1

Buen post, lastima que pocas fotos, igual esta bueno, van 10