Me chamo Mariana e meu filho, depois de um ano e meio, está voltando para casa. Ele se chama Facundo e decidiu ir morar com a namorada quando fez 19 anos, mesmo eu tendo avisado que morar junto podia ser difícil, ele não me deu ouvidos e foi mesmo assim. Por sorte, e foi um milagre, ele não me fez avó. Eu vivi essa experiência: tive o Facundo muito jovem e não foi das melhores vivências. O pai também tinha 19 anos e me abandonou, um imbecil.
Eu já tinha me acostumado a viver sozinha, não me preocupava em fechar a porta do banheiro ou andar vestida pela casa. Tinha a liberdade de me masturbar sem medo de alguém ouvir meus gemidos, nem precisava esconder meus consolos e brinquedinhos sexuais da vista indiscreta do meu filho. No verão, ficava pelada o dia todo em casa.
Mas as coisas teriam que mudar. Me incomodava perder essa liberdade, mas era meu filho e não podia me negar a conviver com ele.
Logo no primeiro dia ele se acomodou: foi para o que era seu quarto e despejou as malas, sem se preocupar em arrumar ou limpar o lugar. Só ligou o computador e o videogame perto da cama. Ficou no quarto até a hora do jantar, que não foi muito longo. Conversamos pouco, ele estava vidrado no celular, então assim que terminou de comer voltou para o quarto.
Na manhã seguinte, levantei cedo e fui ao banheiro como de costume, mas dessa vez vi a luz acesa e percebi que o Facundo tinha acordado antes. E é aqui que a história começa.
Mariana: Ai, desculpa, não sabia que você estava…
Facundo: Oi, mãe.
E lá estava ele, em pé na frente do espelho do banheiro, se barbeando, despreocupado e completamente nu. Jamais imaginaria que ele carregasse entre as pernas um tronco daquele tamanho. Pendurado sobre os ovos, uns quinze centímetros de um cilindro carnudo e sem pelos, impressionante — e isso ainda mole. Mas rapidamente desviei o olhar. Não queria que ele ficasse constrangido ou, pior ainda, não queria continuar… Me empanturrando de ver um pau daquele tamanho, que me deixou completamente alucinada.
Mariana: Vou chegar mais tarde, olha só, você não está sozinho, não pode ficar pelado pela casa.
Facundo: Como se você nunca me tivesse visto pelado.
Mariana: Sim, mas você era mais novo, agora…
Facundo: Agora o quê? Hahaha, tá com medo?
Ele começa a rir, para de se barbear, com a mão direita pega o pau e começa a balançar de cima para baixo como se brandisse uma espada, vindo na minha direção e me atacando entre risadas. Me persegue pelo corredor com o pau na mão, tentando me enfiar sua espada de carne.
Mariana: Qualé, sai! Termina de se barbear que eu preciso ir ao banheiro.
Ele volta ao banheiro e eu continuo andando pelo corredor até a cozinha. Preparo um chá enquanto espero ele terminar e me sento para aguardar que ele me avise quando liberar o banheiro. Facundo chega na cozinha para me avisar que já tinha terminado, ainda pelado como antes, mas queria me mostrar uma coisa.
Facundo: Gostou?
Me diz enquanto segurava o pau com uma mão.
Mariana: O quê?
Respondo fingindo ser boba.
Facundo: Como ficou bem lisinho, por isso demorei para terminar de me barbear.
Mariana: Hahaha, pra quê?
Facundo: Como assim, pra quê? Não gosto que, quando me chupam, fique algum pelo na boca.
Mariana: Hahaha, qualé Facu, não exagera.
Facundo: Claro, porque você não se depila toda.
Mariana: Não vou te contar. O que você tem com isso? E cobre isso aí.
Facundo: Hahaha, qualé, quero ver. Tá com vergonha?
Ele se aproxima e tenta levantar a camiseta que durmo, mas eu recuso, embora já estivesse começando a gostar daquele jogo. Nos esquivamos por alguns segundos, em duas ou três oportunidades ele roça meu braço com o pau e sinto arrepios. Até que decido entrar no jogo dele.
Mariana: Hahaha, tá bom, mas só um pouquinho.
Estava tão excitada que já não via o Facundo como meu filho, só queria seguir a brincadeira e faço isso sem perder tempo.
Levanto a camiseta, mostro minha calcinha, nada sexy, uma peça de algodão branca, pequena, quase… uma calcinha fio dental. Com meu polegar direito, deslizo ela um pouco para baixo e mostro meus pelos pubianos cacheados, só alguns fios. Facundo: vai, não tenha vergonha. Sem hesitar e eu sem oferecer muita resistência, Facundo pega minha calcinha pelas laterais e puxa ela toda para baixo, meu púbis fica exposto ao seu olhar. Só deixo ele olhar, isso me fascinava. Facundo: Na medida pra depilar, vai, eu te depilo. Mariana: Não, você tá louco. Facundo: Vem, vamos ao banheiro que eu te tiro tudo. Ele me pega pela mão e me arrasta sem muita oposição até o banheiro. Mal entramos no banheiro, ele começa a preparar as coisas para depilar, não aguento e finalmente tenho que urinar, já não me importava de não estar sozinha. Novamente ele me pega pelo braço e me leva ao meu quarto. Me jogo de costas na minha cama e abro as pernas. Mariana: Com cuidado. Facundo: não é a primeira vez que faço isso. Primeiro ele coloca uma toalha embaixo da minha bunda e começa a passar o pincel com sabão no meu púbis, depois com a máquina ele começa a tirar os pelos a cada passada, até não deixar um único fio visível, até levanta minhas pernas e ensaboa minha bunda, não deixa um único pelo em volta do ânus. Fazia um tempo que o pênis dele estava ereto, era monstruoso. Facundo: Pronto, gostou? Ficou linda. Não consigo dizer nada antes que ele se ajoelhe e encoste seus lábios nos meus lábios vaginais. Começa a chupar a vulva com força, sua língua parecia um ventilador que queria me penetrar, começo a tremer e acabo tendo um orgasmo forte, jorravam fluidos, tinha perdido o controle. Mas Facundo não conseguiu parar, pega seu pênis e o enterra com força em mim, era como se tivesse enfiado um braço quente, ele sacode com força e não paro de ter orgasmos, até que pego seu braço e digo. Mariana: para, para, chega, não quero que você goze dentro. Ele puxa o pênis com força e me derruba, então sem pedir permissão me penetra pelo cu, sinto como se estivesse me rasgando por dentro e ele sacode com muito mais força, ele não conseguia parar e mesmo doendo eu não queria que parasse. Dessa vez goza dentro, enche minha buceta de porra, deixa meu cu escorrendo, mas ele era uma máquina imparável, em segundos fica duro de novo e me penetra outra vez. Essa não foi nossa única vez, foi a primeira. Aquele dia não paramos de transar o dia todo e mesmo sabendo que era errado, desde aquele dia não conseguimos parar. Em casa ficávamos pelados o dia todo, toda vez que nos encontrávamos pela casa eu acabava chupando ele ou ele me penetrando. Pra fora somos uma família normal, mas dentro de casa é um inferno de sexo.
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