Depois daquelaprimeira vezMafer não parava de pensar um minuto sequer no Carlos, mesmo ele tendo idade pra ser pai dela e ela só 18 anos, ele tinha feito ela delirar na cama e descobrir a sensação maravilhosa de um orgasmo.
Mafer quis experimentar essas sensações com o namorado, mas ele não conseguia nem fazer ela lubrificar, o que resultava numa penetração dolorosa, mesmo o pau dele sendo mais fino que o do Carlos.
Essa situação não deu mais pra segurar e Mafer decidiu terminar com o namorado, apesar dos pedidos e do choro dele, mas Mafer tava decidida: ia virar amante do amigo do pai.
Numa tarde de setembro, os pais dela tiveram que viajar urgente por causa de um assunto de família, e ela aproveitou a chance pra se desculpar com uns exames e ficar sozinha em casa.
Às 7 da noite, enquanto Carlos tava indo pra casa, o celular dele tocou. Era o número da casa do amigo, mas quando ele atendeu, desligaram a chamada. Isso deixou Carlos intrigado, que mudou de rumo e foi pra casa do amigo.
Mafer recebeu ele na porta com um short que deixava ver as pernas longas e finas dela e uma blusa larga, o cabelo solto de um lado e com um sorrisão safado, convidando ele pra entrar.
— Oi, finalmente você voltou aqui.
— Cuidado, podem te ouvir. Acho que seu pai quer falar comigo.
— Entra e espera enquanto eu chamo ele, quer beber alguma coisa?
— Não, obrigado. Só vou esperar na sala.
Carlos sentou num móvel da sala, nervoso com a atitude da Mafer. Eles tinham combinado de disfarçar enquanto não estivessem sozinhos, e ele achava que talvez o amigo tivesse descoberto. Em poucos minutos, Mafer apareceu, recém-saída do banho e vestindo um roupão rosa transparente que deixava ver os pezinhos rosados dela, porque ela não tava de sutiã, e uma calcinha branca pequena que deixava escapar uns pelinhos pubianos, o olhar dela tinha um misto de inocência, desejo e malícia.
— O que você tá fazendo, tá louca? Não podem nos pegar assim.
— Shhhhh, não se preocupa, meu amor, minha família viajou à tarde e não volta por uns dias. Eu te liguei pra te dar essa surpresa.
—Mas os vizinhos podem ter me visto entrar! Se seu pai descobrir, vamos nos meter em encrenca feia! Você é filha do meu amigo e sócio!
—Fica tranquilo, meu amor, já estamos aqui e quero aproveitar esses minutos com você.
—Mafer, isso não é uma boa ideia, é melhor eu ir embora.
Quando ele tentou se levantar, Mafer se jogou sobre ele e o beijou de um jeito desenfreado que surpreendeu Carlos, que do susto passou a corresponder aquele beijo enquanto a excitação crescia aos poucos debaixo da calça dele, ele acariciava a bunda e as costas dela enquanto ela se esfregava na pélvis dele, querendo sentir aquele volume que crescia e crescia sem controle. Carlos tinha cedido.
Enquanto ele aumentava a intensidade dos beijos e carícias, ela começou a descer, abrindo a camisa e lambendo o peito e o umbigo dele enquanto passava a mão na pica dele, que já estava dura por cima da calça; Carlos desabotoou a calça e baixou tudo junto com a cueca, deixando livre aquela pica grossa e cheia de veias que já soltava as primeiras gotinhas de pré-gozo.
As mãos macias de Mafer pareciam ainda mais delicadas segurando aquele pau grosso, a mão direita de Carlos pegou a nuca de Mafer, enquanto a esquerda guiava a pica dele na direção dos lábios doces de Mafer, que entendeu o recado e abriu o máximo que pôde; a cabeça avermelhada mal conseguiu entrar naquela boquinha, e uma parte do tronco também.
Carlos se sentia no céu admirando aquela cena, o pauzão dele entre os lábios brilhantes e jovens de Mafer, que não era tão experiente em chupar, mas gostava e queria aprender e agradar Carlos.
Ele terminou de se despir e ela apagou as luzes da sala, depois se despiu em pé na frente dele; Carlos se levantou e deitou ela de barriga pra cima num dos sofás, abriu as pernas dela e começou a lamber aquela bucetinha molhada enquanto ela soltava gemidos suaves; ao notar a quantidade de sucos na buceta começou a enfiar um dedo enquanto a língua passava pro clitóris, enfiou dois dedos na buceta e mexia pra cima e pra baixo devagar no ritmo que lambia o clitóris.
Mafer trocou os gemidos suaves por gritos intensos de prazer, arqueava o corpo se agarrando com força no sofá sentindo contrações fortes e vontade de mijar.
—Para! Tô com vontade de mijar.
—Mija na minha boca, não tem medo não.
Meio na dúvida, Mafer quis se soltar mas Carlos não soltou e ela acabou derramando uma quantidade grande de líquido no peito dele, aquela expulsão de líquido deixou dores musculares fortes nas pernas e nos quadris da Mafer que não conseguia se mexer, o que assustou ela um pouco, era algo novo e ela não sabia como reagir.
—Não se assusta não, o que você tá sentindo é normal.
—O que foi que aconteceu comigo?
—Você acabou de ter sua primeira ejaculação.
—Que ejaculação? Mas isso é coisa de homem.
—Não, mocinha, as mulheres também podem chegar nesse nível de excitação e você acabou de experimentar. Você tem sorte, muitas mulheres nunca sentem isso na vida, agora descansa um pouco enquanto se recupera.
Mafer sentia as pernas cãibradas e os quadris doloridos mas tava feliz, cansada mas feliz de experimentar tudo aquilo.
Carlos se vestiu e deu um beijo doce na boca da Mafer.
—Preciso ir, amanhã você vai experimentar algo mais, agora descansa minha menina.
Mafer quis segurar ele mas não conseguia ficar de pé, então deixou ele ir, ficando nua, molhada, exausta e muito satisfeita na sala.
Amanhã esperava por ela outra experiência nova com Carlos, que poderia ser pai dela mas não é, em vez disso ela é a neném dele.
Continua.....
Mafer quis experimentar essas sensações com o namorado, mas ele não conseguia nem fazer ela lubrificar, o que resultava numa penetração dolorosa, mesmo o pau dele sendo mais fino que o do Carlos.
Essa situação não deu mais pra segurar e Mafer decidiu terminar com o namorado, apesar dos pedidos e do choro dele, mas Mafer tava decidida: ia virar amante do amigo do pai.
Numa tarde de setembro, os pais dela tiveram que viajar urgente por causa de um assunto de família, e ela aproveitou a chance pra se desculpar com uns exames e ficar sozinha em casa.
Às 7 da noite, enquanto Carlos tava indo pra casa, o celular dele tocou. Era o número da casa do amigo, mas quando ele atendeu, desligaram a chamada. Isso deixou Carlos intrigado, que mudou de rumo e foi pra casa do amigo.
Mafer recebeu ele na porta com um short que deixava ver as pernas longas e finas dela e uma blusa larga, o cabelo solto de um lado e com um sorrisão safado, convidando ele pra entrar.
— Oi, finalmente você voltou aqui.
— Cuidado, podem te ouvir. Acho que seu pai quer falar comigo.
— Entra e espera enquanto eu chamo ele, quer beber alguma coisa?
— Não, obrigado. Só vou esperar na sala.
Carlos sentou num móvel da sala, nervoso com a atitude da Mafer. Eles tinham combinado de disfarçar enquanto não estivessem sozinhos, e ele achava que talvez o amigo tivesse descoberto. Em poucos minutos, Mafer apareceu, recém-saída do banho e vestindo um roupão rosa transparente que deixava ver os pezinhos rosados dela, porque ela não tava de sutiã, e uma calcinha branca pequena que deixava escapar uns pelinhos pubianos, o olhar dela tinha um misto de inocência, desejo e malícia.
— O que você tá fazendo, tá louca? Não podem nos pegar assim.
— Shhhhh, não se preocupa, meu amor, minha família viajou à tarde e não volta por uns dias. Eu te liguei pra te dar essa surpresa.
—Mas os vizinhos podem ter me visto entrar! Se seu pai descobrir, vamos nos meter em encrenca feia! Você é filha do meu amigo e sócio!
—Fica tranquilo, meu amor, já estamos aqui e quero aproveitar esses minutos com você.
—Mafer, isso não é uma boa ideia, é melhor eu ir embora.
Quando ele tentou se levantar, Mafer se jogou sobre ele e o beijou de um jeito desenfreado que surpreendeu Carlos, que do susto passou a corresponder aquele beijo enquanto a excitação crescia aos poucos debaixo da calça dele, ele acariciava a bunda e as costas dela enquanto ela se esfregava na pélvis dele, querendo sentir aquele volume que crescia e crescia sem controle. Carlos tinha cedido.
Enquanto ele aumentava a intensidade dos beijos e carícias, ela começou a descer, abrindo a camisa e lambendo o peito e o umbigo dele enquanto passava a mão na pica dele, que já estava dura por cima da calça; Carlos desabotoou a calça e baixou tudo junto com a cueca, deixando livre aquela pica grossa e cheia de veias que já soltava as primeiras gotinhas de pré-gozo.
As mãos macias de Mafer pareciam ainda mais delicadas segurando aquele pau grosso, a mão direita de Carlos pegou a nuca de Mafer, enquanto a esquerda guiava a pica dele na direção dos lábios doces de Mafer, que entendeu o recado e abriu o máximo que pôde; a cabeça avermelhada mal conseguiu entrar naquela boquinha, e uma parte do tronco também.
Carlos se sentia no céu admirando aquela cena, o pauzão dele entre os lábios brilhantes e jovens de Mafer, que não era tão experiente em chupar, mas gostava e queria aprender e agradar Carlos.
Ele terminou de se despir e ela apagou as luzes da sala, depois se despiu em pé na frente dele; Carlos se levantou e deitou ela de barriga pra cima num dos sofás, abriu as pernas dela e começou a lamber aquela bucetinha molhada enquanto ela soltava gemidos suaves; ao notar a quantidade de sucos na buceta começou a enfiar um dedo enquanto a língua passava pro clitóris, enfiou dois dedos na buceta e mexia pra cima e pra baixo devagar no ritmo que lambia o clitóris.
Mafer trocou os gemidos suaves por gritos intensos de prazer, arqueava o corpo se agarrando com força no sofá sentindo contrações fortes e vontade de mijar.
—Para! Tô com vontade de mijar.
—Mija na minha boca, não tem medo não.
Meio na dúvida, Mafer quis se soltar mas Carlos não soltou e ela acabou derramando uma quantidade grande de líquido no peito dele, aquela expulsão de líquido deixou dores musculares fortes nas pernas e nos quadris da Mafer que não conseguia se mexer, o que assustou ela um pouco, era algo novo e ela não sabia como reagir.
—Não se assusta não, o que você tá sentindo é normal.
—O que foi que aconteceu comigo?
—Você acabou de ter sua primeira ejaculação.
—Que ejaculação? Mas isso é coisa de homem.
—Não, mocinha, as mulheres também podem chegar nesse nível de excitação e você acabou de experimentar. Você tem sorte, muitas mulheres nunca sentem isso na vida, agora descansa um pouco enquanto se recupera.
Mafer sentia as pernas cãibradas e os quadris doloridos mas tava feliz, cansada mas feliz de experimentar tudo aquilo.
Carlos se vestiu e deu um beijo doce na boca da Mafer.
—Preciso ir, amanhã você vai experimentar algo mais, agora descansa minha menina.
Mafer quis segurar ele mas não conseguia ficar de pé, então deixou ele ir, ficando nua, molhada, exausta e muito satisfeita na sala.
Amanhã esperava por ela outra experiência nova com Carlos, que poderia ser pai dela mas não é, em vez disso ela é a neném dele.
Continua.....
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