A mãe da minha namorada (parte 1)

Sou um homem de 29 anos agora, mas naquela época tinha 20. Naquela época, eu tinha uma namorada muito gostosa, uma bunda enorme, uma buceta apertada e peludinha, ela tinha 19 anos, peitos pequenos, cabelo liso na altura dos ombros, magrinha, uma mina muito atraente que adorava exibir aquele rabão usando calças justas. Com ela, vivi muitas experiências sexuais. Vou chamá-la de Diana por questões de privacidade, e vou contar mais sobre ela em outras histórias. Tudo começou num dia de férias — a gente estudava naquela época, sabe como é, jovens que transavam onde dava, fosse na casa dela, na minha, em hotéis, amassos no cinema, parques, escola, em qualquer lugar. Era um relacionamento muito quente. Mas naquele dia, fui buscá-la pra ir ao cinema. Ela morava no Estado do México e eu na Cidade do México, então levava uma hora pra chegar lá. Mas nesse dia, um amigo que ia pra aquela região se ofereceu pra me levar, então cheguei em 30 minutos, mais cedo do que tinha combinado. Quando cheguei, minha ex abriu a porta e a gente entrou. Mas quando estávamos no quarto dela, ela disse que ia tomar banho, que assim que a mãe dela saísse do banheiro, ela entraria. A gente ficou conversando, e nisso vi a mãe dela passar de toalha. Só falei: "Sua mãe já saiu". Até então, eu não olhava pra ela de um jeito tarado. Quando ela entrou no banheiro, me pediu pra ir pra sala, o que eu fiz. Liguei a TV e fiquei lá um tempão.A mãe da minha namorada (parte 1)Uns minutos depois, apareceu a dona Paola, uma mulher de 41 anos, muito bem cuidada, apesar de ter tido 3 filhas. Tinha uma bunda bem maior que a da minha ex, uma cintura fina pra idade dela, cabelo ondulado na altura dos ombros, uns peitos médios, pele branca, magra. Ela malhava e fazia dieta, então o corpo dela era espetacular, 1,65 m de altura. Normalmente usava calças ou vestidos largos, sempre foi educada com todo mundo. Saiu usando um vestido verde daqueles que marcam o corpo, era curto, batia no meio da coxa, mas a parte de trás subia, então quando olhei pra ela, não consegui tirar os olhos. Ela começou a fazer umas coisas, tipo arrumar e limpar a mesa pra preparar a comida. Eu tava perdido em como as nádegas dela marcavam, dava pra ver que tava de fio dental. Chegou um ponto em que ela se abaixou e eu consegui ver um pouco da bunda dela. Logo depois, minha namorada saiu e a gente se despediu. Fomos ao cinema, eu peguei minha namorada pensando na mãe dela, enfiava os dedos na buceta peluda e molhada dela e ficava mais excitado. Naquele dia não passou disso, levei ela em casa e depois fui pra minha.vadia
namoradaNa semana seguinte, tentei chegar cedo pra ver se conseguia pegar minha sogra antes dela tomar banho, mas não deu certo — só minha namorada que tava tomando banho. Quem me abriu a porta foi a irmã dela, e eu fui pra sala de novo. Aí a irmã dela me perguntou se eu podia ajudar a descer umas coisas do terraço. Eu topei, ela explicou que era pra descer umas caixas com enfeites de Natal, então fiquei subindo várias vezes pra um quarto no terraço. Na terceira vez que subi, percebi que tinha roupa da minha sogra pendurada e vi umas tangas, uns cacheter de lingerie e outras peças. Não aguentei, peguei um cacheter vermelho e guardei no bolso da calça. Quando deu, entrei no banheiro e me masturbei com o cacheter enrolado no meu pau. Só que o que eu não esperava era que o líquido pré-ejaculatório manchou a calcinha. Fiquei apavorado, não consegui gozar e tentei tirar sem molhar mais. Quando achei que tava limpo, corri pro terraço pra pendurar de volta. Nisso, minha sogra apareceu e perguntou: "O que você foi fazer lá em cima?" Eu falei que tava procurando uma caixa que não achei. Acho que ela não acreditou muito, mas não falou mais nada.

Durante a tarde, tudo seguiu normal, mas eu não conseguia tirar a imagem dela de vestido da cabeça. De noite, minha sogra disse que era perigoso eu voltar de transporte público e que ela ia me levar até o metrô mais perto pra eu ficar seguro. Minha namorada falou que ia ficar pra continuar com os enfeites. Entrei no carro da minha sogra todo nervoso. Nos primeiros 5 minutos, não aconteceu nada — silêncio total. Aí ela falou: "Sabe, é errado você olhar pra mãe da sua namorada do jeito que você tem olhado. E é muito pior ter pegado minha calcinha e sujado ela." Eu fiquei morrendo de vergonha e só consegui dizer: "Me desculpa, não vai acontecer de novo, mas por favor não conta nada pra Diana. Eu amo muito ela e não queria perder ela." Ela parou o carro numa rua pouco movimentada e disse que o que eu tava fazendo era errado, que ela não ia contar nada, mas que eu também precisava me comportar. Não sei por que razão, mas ao ter ela tão perto e conversando sobre coisas sexuais, meu nervosismo virou excitação e eu tive uma ereção que não dava pra disfarçar. Ela viu e só disse "não está ruim pra sua idade", e eu a beijei. Sentir aqueles lábios carnudos, molhados e que não me rejeitassem foi uma das sensações mais satisfatórias da minha vida. Aproveitei pra apalpar os peitos dela, e ela começou a passar a mão no meu pau por cima da roupa. Parou de repente e disse: "Isso tá errado, meu marido e minha filha não merecem isso". Eu fiquei ali pedindo desculpas e dizendo que ela era uma mulher muito gostosa e que me atraía, mas que ela tinha mais a perder do que eu, então se ela quisesse, não ia rolar de novo.

Voltamos a pegar a estrada sem falar nada, mas ao passar por uma rua mal iluminada, coloquei a mão na perna dela. Ela parou o carro e nos beijamos de novo. Abrimos os zíperes das calças, meu pau saiu com líquido pré-seminal e, ao enfiar os dedos na buceta dela, percebi duas coisas: uma, que ela estava super molhada, e a segunda, que não tinha um único pelo, totalmente o contrário da minha Diana, o que me excitou ainda mais.MadrastraFicamos nos masturbando por uns 10 minutos,infidelidadeNão dava pra ver direito, mas sentia os mamilos dela durinhos, eram um pouco grandes comparados com os da Diana, os peitos dela eram maiores, a buceta dela eu sentia molhada, mas não tão apertada. Fiquei enfiando os dedos e, quando eu ia gozar, falei pra ela. Ela colocou o rosto perto do meu pau, enfiou na boca dela e eu não aguentei mais, enchi a boca dela de porra. Ela tirou até começar a murchar. Na hora ela me disse que o marido dela sempre fazia na cama e por cima, que não gostava de chupar buceta nem de receber boquete, então eu levei meus dedos à boca, sorri e falei: "Quando você quiser, eu chupo você." Ela só corou e a gente continuou a viagem até o metrô. Lá, ela me disse que o marido dela era infiel, que tava há muito tempo sem transar e que gostou da ideia de ainda provocar um homem jovem. Perguntei o que ia rolar, ela só disse: "Eu sei guardar segredos, espero que você também." Quando desci do carro, beijei ela na boca e fui embora. Tinham passado três dias do meu encontro com a dona Paola e as conversas com minha namorada estavam normais, mas ela me disse que ia passar o fim de semana com as irmãs e as primas em Pachuca. No dia seguinte, recebi uma mensagem da dona Paola perguntando se eu tinha planos pra sexta e sábado, porque ela ia ficar com a casa vazia — o marido ia viajar e as filhas não iam estar em casa. Minha cabeça começou a imaginar. Em casa, falei que ia pra uma festa de um amigo e que voltava no domingo. Chegou sexta-feira, 5 da tarde. Vi o carro, uma Ecosport vermelha com vidros escuros, fora do metrô. Eu tava super nervoso, tinha passado pra comprar camisinhas. Cheguei, vi ela: tava linda, uma maquiagem bem adequada pra idade dela, um vestido preto justo, meia arrastão, sapatilha preta. Mais tarde descobri que por baixo ela tava com um sutiã meia-taça preto, uma cinta-liga — foi a primeira vez que vi uma numa mulher — e uma tanga, tudo preto de lingerie.A mãe da minha namorada (parte 1)Chegamos na casa dela, ela me pediu pra me esconder porque os vizinhos podiam me ver, eu aceitei. Já dentro de casa, me joguei nela pra beijar, beijei o pescoço dela, os lábios, e sentei ela no sofá. Devagar, tirei a calcinha fio dental com os dentes, ela sentou com as pernas abertas, e eu vi a buceta dela pela primeira vez, completamente depilada, lábios lindos, bem molhadinhos, os pequenos com uma leve dobra, toda rosada, com um clitóris pequeno mas inchado. Na hora, comecei a lamber igual cachorro bebendo água, passando a língua em cada dobrinha, ajudando com os dedos enquanto lambia o clitóris dela e enfiava os dedos, só ouvia os gemidos baixinhos dela, e ela me puxava pelo cabelo, me apertando contra ela e espremendo os peitos dela.

Não sei quanto tempo fiquei chupando aquela buceta gostosa, só sei que naquele dia provei uma ejaculação feminina pela primeira vez, e começou a doer minha língua e minha boca, tipo cãibra. Ela percebeu porque eu diminuí os movimentos, só me puxou pra perto dela e a gente começou a se beijar, lembro da língua dela entrando na minha boca e o gosto dos fluidos dela era de embriagar.

Depois de uns minutos de beijos intensos, ela parou, levantou, estendeu a mão e a gente foi pro quarto dela. Lá, ela ajoelhou, baixou minha calça, meu pau duro apontando pra ela, e começou a chupar. Ficamos assim uns 5 minutos, aí ela me sentou na cama, pensei que a gente ia continuar no boquete, mas ela falou "espero que você goste", se despiu devagar, tirou o vestido e o sutiã, mostrando os peitos dela, meio caídos, com um formato bonito, mamilos rosados e durinhos. Tirou os saltos e sentou em cima de mim. Quando senti que meu pau começava a entrar na buceta dela, eu falei "camisinha", porque na minha idade não queria ser pai e era assim que eu me cuidava. Ela disse pra eu não me preocupar, que não podia engravidar e que não tinha nenhuma infecção, então meu pau foi abrindo caminho lá dentro, que tava bem molhadinho e quentinho.

A gente transou por uns 30 minutos em Diferentes posições, com ela por cima na minha frente, depois ela virou de costas e começou a rebolando em cima de mim, também ficou de quatro e eu por cima com as pernas dela nos meus ombros, vendo como entrava e saía dela. Ela teve vários orgasmos, eu sei porque ela esguichou várias vezes, a cama ficou toda molhada. Aquela sensação de sentir o squirt é algo muito gostoso, uma das melhores sensações do mundo, de repente fica tudo molhado e quente, é muito excitante.

Quando eu estava quase gozando, tentei sair, mas ela me prendeu com as pernas e eu gozei dentro, tendo um orgasmo muito prazeroso. Me afastei dela e vi meu leite escorrendo dela, era a primeira vez que eu fazia isso, gozar dentro de uma mulher. Nos beijamos e ela me agradeceu por ter devolvido o apetite sexual dela. Falando em apetite, vou pedir pizza para o jantar.

Ela se levantou com meu leite ainda escorrendo, uma cena super sexy, porque as meias pretas dela contrastavam com meu leite branco.

Quando olhei o relógio, eram 9 da noite de sexta-feira e eu ficaria com ela até meio-dia de domingo.

2 comentários - A mãe da minha namorada (parte 1)

Que buena historia, sin duda las suegras provocan un morbo tan rico y más cuando son sexis y usan unas tangas tan ricas