
Leitura: 4 min. Anteriormente: O marido da Micaela chega de surpresa e interrompe a sessão quente que ela tava tendo com os sobrinhos dela.

O marido tenta transar com a Micaela, mas depois de uma performance fraca, apaga na cama de casal. Micaela veste um roupão de banho e vai pra sala, onde os sobrinhos dela decidem não ficar na mão e começam a seduzi-la até que ela cede aos instintos mais baixos. A tia acaba sentando no pau do sobrinho Marcos, que tá sentado no sofá. Além disso, tem o Agustín por trás, beijando ela com gosto enquanto ela segura com a mão doce a piroca de 20 centímetros do outro sobrinho. O roupão só tá amarrado na cintura pelo cinto de um jeito provocante, porque os peitos dela tão de fora e, por trás, o Agustín levantou a peça pra mostrar a raba de milf da tia. Micaela treme enquanto sobe devagar e se deixa cair pra sentir o tamanho monstruoso da rola do sobrinho dentro dela. Tenta não fazer barulho, mas escapam uns gemidos baixinhos misturados com gritos abafados. Ela sente que cada estocada do sobrinho soa como um sino na casa.

Agustín pega a tia pelos ombros e deita ela de costas sem sair da enfiada do Marcos. Lá, ela se remexe pra sentir melhor o falo quente do sobrinho e, deitada, sabe que o Agustín vai querer participar de algum jeito, usando a boca dela. Ela abre, e deixa o sobrinho enfiar o pau entre os lábios dela, que tentam prender a carne. Agustín empurra pra abrir caminho na boca e chegar até a garganta. Micaela engasga, mas não de nojo como com o marido, e sim porque a vara do sobrinho bateu na campainha.

Ela tá deitada do jeito mais gostoso pra receber o máximo de carne do sobrinho. Dessa posição, ela vê as bolas enormes do Agustín balançando, fica bêbada com o cheiro que sai e se excita ainda mais, fazendo os líquidos escorrerem de dentro dela, lubrificando tudo, banhando a pica do Marcos. Ela se distrai engolindo, enrolando a língua no pau, enquanto sente o outro sobrinho furando devagar. Aproveita que tem a boca cheia pra gemer sem fazer barulho, os peitos dela, durinhos, são presas das mãos dos sobrinhos, que tocam sem vergonha. De repente, o Agustín tira a pica da boca da tia e, na hora, o Marcos faz o mesmo com a buceta. Ela não entende o que tá rolando no começo. Só tão trocando de papel: agora o Agustín coloca a Micaela como uma boneca de pano, de quatro no sofá, e se abaixa pra lamber o cu dela e chupar a buceta. A Micaela tampa a boca com força, mas o Agustín pega as mãos dela e puxa pra trás, como se ela tivesse algemada. O Marcos aproveita a situação e mete o pau na cara da tia, que também vê a chance de usar o membro dele como mordaça.

Sente a pica enorme do Marcos na boca dela e chupa com desespero enquanto o Agustín faz o mesmo com a buceta dela. Ela tá mamando o pau do sobrinho como se não houvesse amanhã, e perde a noção do tempo e da razão. A saliva escorre no sofá e os líquidos da buceta dela jorram pela perna, sujando tudo. Agustín se coloca atrás dela e, sem preâmbulo, enfia na tia, que fecha os olhos de prazer.

Depois de vários minutos assim, eles param e tiram os membros dos buracos da tia. Marcos levanta Micaela e a carrega como um saco de batatas até a entrada do quarto de casal, onde o marido dela dorme de barriga pra cima, roncando e babando. Micaela faz cara de terror, diz "não" enquanto tenta bater nas costas dele com as mãos. Eles a deixam de pé, e ela olha para os dois, sem saber o que vai acontecer. Então Agustín a levanta com habilidade pra colocar as pernas dela em volta do torso dele. Ela sussurra pra eles pararem, que já era demais. Mas os sobrinhos parecem não querer parar. Agustín deixa Micaela descer pelo próprio peso, e ela sente como se seus lábios da buceta abertos dessem boas-vindas ao pau do sobrinho. Ela crava as unhas nas costas de Agustín pra abafar o grito de prazer que queria soltar. Ele sobe e desce com delicadeza, e ela sente que vai desmaiar de tanto que tá gozando. Perdida no êxtase, sente Marcos se encostar por trás. E ela beija ele com paixão. Mas Marcos não quer só a língua dela misturada com a dele. Ele posiciona a cabeça do enorme pau no cu molhado e dilatado da tia. Nas subidas e descidas sucessivas, ele vai enfiando aos poucos, e a tia adora a situação. Finalmente, o inevitável acontece: apoiados contra a porta, Agustín na frente e Marcos atrás, conseguem que Micaela, a tia deles, se deixe penetrar duplamente.

A cabeça enorme da glande do Marcos entra fácil com as pernas dela abertas desse jeito. Dessa vez, o Marcos ajuda tapando a boca da tia pra ela soltar o grito de prazer que tanto precisa. Dá pra ouvir o estalo dos corpos nus, suados e cheios de fluidos sexuais pela casa toda. O marido da Micaela parece querer acordar, mas não consegue, enquanto ela continua se deixando penetrar pelos sobrinhos, que não param de fazer ela gozar. Mais alguns minutos passam até que, de forma coordenada, os dois caras gozam uma quantidade enorme de porra que sacode o interior da tia, fazendo ela tremer de prazer.

Baixam a Micaela pra ficar de pé, mas ela não consegue, continua tremendo, tendo mais orgasmos depois que as picas dos sobrinhos saem de dentro dela. Tenta se segurar no Marcos, mas as mãos dela falham e ela só consegue arranhar o peitoral dele. Micaela desmaia de novo enquanto tem espasmos de prazer por dentro. Passam umas duas horas e Micaela sente que tão acordando ela. É o marido dela, do lado dela na cama. Os dois tão pelados. "Pô, como te deixei cansadinha, meu amor, hein" ele fala enquanto se levanta pra pegar roupa pra trocar. Micaela tá sem o roupão, pelada, mas cheia de porra que continua saindo do cu e da buceta dela. O marido não percebeu, acha que é tudo fruto da virilidade dele. O marido pega o roupão que a Micaela usou umas horas atrás e joga na cama. "Vai, se veste que a gente tem que ir ver o que esses sobrinhos tão fazendo." Os dois saem de mãos dadas pro salão e só veem os sobrinhos Marcos e Agustim nadando na piscina. O marido da Micaela sai pra fora e grita de zoeira: "Vocês nunca cansam de nadar, é? Arrumem umas namoradas pra meter pelo menos, assim não ficam o dia inteiro aqui, hahaha.

Fim (Este relato pertence a hectornieto em Cuento Relatos)
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