Padrastro Machista 4

Tanto a Mara quanto a Estefany tinham engravidado, as duas, quase ao mesmo tempo, na mesma sintonia, e olha que o estranho teria sido se não tivessem engravidado. Se a Estefany ainda tinha espaço e a Mara não era estéril, era o normal. O padrasto comeu as duas em cada tiro que podia, nos dias mais férteis delas, nos dias em que não podiam engravidar, enquanto sangravam, não teve uma única exceção e gozou dentro sem nenhum remorso. Com duas semanas de diferença, mãe e filha iam ser dupla mamãe do padrasto, embora fosse estranho, porque agora o pai de um dos bebês ia ser ao mesmo tempo o avô, enquanto a Mara ia ser mãe de um e ia ter outra irmã que ia criar como filha, e as bebês iam ser irmãs e tia/sobrinha, respectivamente. Era uma bagunça estranha, mas o padrasto estava feliz, antigamente as coisas eram assim, entre família, além disso ia fazer bem pra Mara, ele dizia que ela precisava começar a se responsabilizar por uma criança pra amadurecer como mulher.

Os meses da gravidez passaram e nem assim Mara e Estefany escapavam de fazer todos os serviços domésticos e de receber pica, afinal já não iam engravidar de novo.Padrastro Machista 4Enquanto a Estefany tava cozinhando, o padrasto chegou por trás, arrancou a fio dental e o shortinho dela e começou a meter, bem no meio da cozinha, sem se importar com a comida, enquanto a Estefany gritava pra Mara.
Estefany: Ahhh, ahhh Maraaaaa ahh olha a minha comida, ahhhh.
Enquanto o padrasto continuava comendo ela, a barriga pesava, os peitos inchados balançavam, ela empinava a raba e deixava ele meter, gemendo e largando a tarefa que tava fazendo pra Mara, embora às vezes fosse o contrário e quem levava era a Mara, e aí quem tinha que sair pra cobrir era a Estefany.vadiaA nova vida que elas tinham que se acostumar era essa, as duas eram praticamente propriedade do padrasto. Ele cuidava de manter as duas, mas em troca elas tinham que obedecer e deixar tudo em ordem. Enquanto estavam fazendo a limpeza, o padrasto chegava por trás, elas tinham que estar sempre prontas pra ser possuídas, não importava o que estivessem fazendo, qualquer tarefa doméstica que fosse. Quando o macho queria, elas abriam as pernas e deixavam ele comer. Por exemplo, a Estefany estava colocando a roupa pra lavar quando ele chegou por trás, arrancou a fio dental e o top e começou a meter nela. Na hora, ela parou o que tava fazendo, jogou a bunda pra trás e deixou ele comer até gozar dentro.

Assim os dias voaram e não demorou muito pra as duas darem à luz quase ao mesmo tempo. A Estefany teve outra filha linda, mas a Mara teve um meninão, os dois filhos do padrasto, que conseguiu o casal de primeira, literalmente porque foram os dois ao mesmo tempo e quase na mesma sentada, só duas semanas de diferença entre a transa que engravidou a Mara e a que engravidou a Estefany.

A partir de agora, a vida das duas ia mudar. A Mara ia experimentar o que era ser mãe pela primeira vez: o cansaço, dormir pouco, choro toda hora, cuidar e dar atenção pro filho, enquanto não podia descuidar da casa nem do padrasto, que queria ação direto. A mesma coisa pra Estefany, que mesmo não sendo a primeira vez que passava por isso, já tava mais velha pra encarar de novo, mas dessa vez foi mais fácil pra elas.incestoEnquanto uma amamentava os dois bebês e os fazia dormir, a outra levava uma surra de rola gostosa, amamentando o outro, enquanto metia forte e tirava leite das tetas dela, porque eram três chupando aqueles peitos: os bebês e o padrasto. Fazia uma gemer enquanto chupava os peitos dela como se fosse mais um bebê, já que naquela casa todo mundo tomava leite antes de dormir — os bebês e o padrasto mamavam no peito da Mara e/ou da Estafany, e mãe e filha tomavam o leite do padrasto.

Essa era a vida que as duas levavam, muito felizes, parecia tudo bem, tudo normal. Já tinham se acertado e viviam em harmonia pelo bem da casa e pela força do padrasto, que as fez conviver à força, sem nenhum tipo de briga — ou pelo menos era o que se pensava.

Mas aí vieram os problemas: as brigas entre mãe e filha voltaram, dessa vez pra ver quem era a melhor mãe. Entraram numa espécie de competição — quem limpa mais, quem cuida melhor dos filhos, quem troca a fralda direito. Se enroscaram de novo naquilo que o padrasto supostamente tinha resolvido. O clima da casa virou uma luta constante entre uma mulher que estava se redescobrindo como mãe — depois de tanto tempo, tinha um bebê de novo, se reajustando à rotina — e uma mulher que estava descobrindo isso pela primeira vez. Uma batalha silenciosa de egos pra ver quem era a melhor mãe.padrastroNão só isso, mas pra ver quem atendia melhor o agora marido/namorado das duas, o macho da casa. Entre umas chupadas bem fundas, engolindo a rola inteira, estava a Mara, que já era uma expert em oral. A vontade dela de mamar, o tesão desgraçado que sentia naquilo e a capacidade pulmonar de aguentar um bom tempo se engasgando na pica faziam dos boquetes dela os melhores. Estafany não podia fazer nada além de ver a filhinha dela chupando e continuando a mamar mesmo depois que ele encheu a cara dela de porra. Estafany tava com ciúme, mas ao mesmo tempo muito orgulhosa e surpresa com o quão puta a filha dela tava parecendo.mae e filhaMas depois de ver que isso não era suficiente, sendo tomada por ele, enquanto ele segurava seus braços e a forçava, bem selvagem, enquanto ela gemia bem alto, a putinha sendo submetida pelo padrasto, se vingando com toda força na buceta da Mara, que por ser mais nova tinha vantagem sobre a Estafany, que já era mais velha e mais desgastada, mas era demais para a jovem Mara, que até aguentava como uma campeã, mas seu físico ia minguando depois de um tempo de umas estocadas brutais e gemidos de putinha.machismoMas é claro, a Estafany tava com ciúmes, então ela também queria um pouco de atenção, coisa que o padrasto tava disposto a dar. Se a buceta dela não era a mais apertada, a resistência dela era superior à da Mara, então ela aguentava as porradas brutais que ele dava, sem se quebrar. A Mara ficava tremendo depois das investidas terríveis que o padrasto metia nela, sem fôlego, sem força, precisava de uma hora pra se recuperar. Já a Estafany não, aguentava cada metida de pau até o fundo, apesar dos gritos, da respiração ofegante e do cansaço, ela continuava firme. Mais que isso, quando terminava, ainda aguentava mais, embora quem acabava murchando era o padrasto, por questões óbvias.

Mas a competição entre as duas tinha virado tóxica, a ponto de cada uma fazer as coisas duas vezes. Não importava se uma lavava, a outra lavava de novo, e assim mostrando que ela fazia melhor. Uma competição completamente sem sentido, que claro, tirou o padrasto do sério. Quando ele percebeu isso, ia corrigir elas do único jeito que sabia.troca de corpoEle pegou a Estafany primeiro, a mais velha, experiente, com décadas nas costas mas parecendo uma novinha, colocou ela no colo e começou a dar palmadas na bunda dela, enquanto gritava.

Padrasto: O que vocês pensam que tão fazendo, você e sua filha? Tão competindo como se fossem duas criancinhas, perdendo tempo à toa e não colaboram.

Estafany só soltava uns gemidos enquanto cada palmada ecoava na bunda dela e a cada vez ficava mais vermelha.

Padrasto: Eu vou ensinar vocês a colaborar uma com a outra, pensei que já tinham aprendido mas parece que não.

Estafany aceitou o que tava rolando, ele tinha razão, era uma ideia idiota, competir com a filha por algo que nenhuma das duas ia ganhar, era uma bobagem, então ficou calada recebendo cada palmada que levava.

Quando o padrasto se acalmou, e a bunda dela já tava bem vermelha, ele parou.

Padrasto: De agora em diante vão colaborar? (Enquanto solta a última palmada)

Estafany: Mm, sim.

Desobediente e com a bunda doendo, ela aceitou, mas aquilo não ia ficar por ali, já que faltava a Mara, o padrasto se levantou e disse que levou ela pelo braço até o quarto onde a Mara estava.troca de generoColocou ela de frente pra cama e começou o mesmo castigo e discurso que teve com a Estafany, meteu-lhe uma surra de lascar também. A Mara ficou na dúvida entre se cobrir ou não, mas sabia que ia ser pior, então só segurava o braço e aguentava firme, enquanto levava aquele sermão acompanhado de umas palmadas fortes que deixavam a buceta dela toda ardendo.Desculpe nao posso ajudar comAssim que o sermão acabou, veio a disciplina: elas de quatro, com a bunda pra cima, e ele começou a meter. Primeiro na Mara, que teve o cu arrombado enquanto ela gemia, mas não era por igual, e ele passou pra Estafany. Ficou pulando de uma pra outra, com estocadas selvagens em cada uma, somadas às botas vermelhas dele. Deixou as duas de quatro, com a bunda pra cima, dolorida, vermelha e tremendo, tanto pelas palmadas quanto pelas metidas, enquanto olhava pras duas. Ambas baixavam a cabeça e concordavam, parecia que o assunto já tava resolvido.

Depois disso, as duas começaram a viver do jeito que ele queria, sem problemas, como se fossem duas namoradas dele, se apoiando uma na outra, unidas mais do que por laço de sangue, tendo uma verdadeira relação de mulheres.De homem pra mulherPra consolidar a reconciliação, pegou as duas e mandou fazer um boquete duplo, enquanto os lábios delas se tocavam, uma de cada lado, enquanto passava o pau dele pela boca delas, e elas chupavam, era uma chupada e um beijo praticamente ao mesmo tempo, a partir de agora as duas iam melhorar a relação.genero xA reconciliação se consumou quando mãe e filha chuparam tão bem que fizeram ele gozar enquanto elas continuavam chupando.

Assim, mãe e filha aprenderam a conviver, digamos, felizmente com o padrasto, numa vida que era boa. As duas, como mães e "mulher" dele, se apoiavam mutuamente, junto com os filhos, sem que o padrasto se importasse — mesmo sendo o macho da casa e tudo girar em torno dele, elas tinham uma à outra, algo que antes não rolava, porque a relação dele com o filho quando era homem deixava muito a desejar. Agora, ao contrário, viviam como donas de casa de um provedor, embora machista, criando os filhos. Fim.

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