Hipnotizando a mamãe II
Nos dias seguintes depois de renovar o guarda-roupa, mamãe realmente mudou o jeito de se vestir, até pra ir trabalhar. Não que ela usasse roupas muito extravagantes agora, na verdade, ela usava roupas bem normais, mas as curvas enormes e pronunciadas do corpo dela faziam a figura de MILF dela se destacar. O tecido das roupas justas no corpo, sem dúvida, criava um contraste enorme com as roupas largas e sem graça que ela usava antes. Dessa vez, ela se vestia com um estilo mais casual, ousado e sexy.
Foi um show completo quando, pela primeira vez, vi ela sair na rua usando um shortinho de couro preto que mal cobria aquela bunda linda e mostrava por completo as pernas grossas e firmes dela, que, torneadas pelos exercícios, tinham uma aparência musculosa e macia ao mesmo tempo. Ou quando ela saía pro trabalho usando jeans (normais, na verdade), mas combinados com tops pequenos e blusas com decotes enormes que mal conseguiam segurar aquelas tetonas que pareciam querer escapar daquelas roupas apertadas.
Mesmo que ela sempre tivesse achado confortável trabalhar com sapatos baixos ou tênis, agora ela tinha pegado o costume de usar saltos, e não qualquer salto, mas saltos altos, que levantavam ainda mais a bunda empinada que ela já tinha.
Como não podia faltar, sempre, antes de sair ou depois de provar alguma roupa, ela pedia minha opinião, desfilando e se virando na minha frente pra eu apreciar o corpo escultural dela. Ela até tinha pegado o costume de se trocar no quarto com a porta aberta, e mais de uma vez eu entrei "acidentalmente" vendo ela semi-nua. A melhor parte é que ela nem se esforçava pra se cobrir; pelo contrário, virava as costas pra mim, mostrando aquelas nadegas enormes cobertas só por calcinhas fio dental na maioria das vezes.
Sem dúvida, ela estava me provocando, e a cada dia que passava, eu não aguentava mais. vontade de avançar mais, tava morrendo de vontade de poder tocar ela ou pelo menos sentir a pele macia da bunda dela com minhas mãos, mesmo sendo gostoso de ver, também era uma tortura não poder me jogar em cima dela e devorar ela.
Minha irmã, por outro lado, ao notar a mudança na roupa da nossa mãe, mostrou uma certa curiosidade pelo motivo da mudança, às vezes até questionava ela, mas por causa da idade dela, talvez, ou da mente aberta, achou que era algo bom, tratou como um "empoderamento feminino" ou algo assim que ela chamou o fato de a mãe poder se vestir como quiser sem medo do "que vão dizer".
Conforme os dias passavam, eu via crescer na minha mãe um desejo sexual que aos poucos ia consumindo ela, como eu sabia? Às vezes eu tinha pegado ela me espionando enquanto eu me vestia no meu quarto, que de propósito eu também deixava aberto.
Um dia instalei um espelho numa posição que me permitia ver a porta do meu quarto estando de costas, então, quando eu me vestia, via a porta se abrir devagar e sem fazer barulho. Depois um par de olhos espiando, e quando isso acontecia, eu tirava a calça e a cueca devagar, pra ela não perder nenhum detalhe. Depois começava a me masturbar até gozar… sem tirar os olhos daquele espelho, imaginando o rosto da minha mãe cheio de porra, escorrendo pela cara toda, sujando os lábios dela, as bochechas e a testa enquanto ela abria aquela boquinha e colocava a língua pra fora como uma verdadeira puta.
Apesar de tudo, pra minha desgraça, a situação não passava de pequenos roços e de nos espiarmos pelas portas. Eu precisava de mais e não parava de pensar no meu próximo passo.
Uma manhã, um barulho chato de aspirador interrompeu meu sono, tentei tampar os ouvidos com um par de travesseiros, mas não adiantou, depois de rolar umas vezes na cama mostrando meu incômodo, finalmente abri os olhos e olhei o relógio, eram 8:00 da manhã. Levantei a Viro a cabeça pra ver a origem daquele barulho chato e na hora minha raiva sumiu quando vi minha mãe, vestindo um conjunto preto sexy, que era um short de lycra que mal e mal cobria as bundonas dela, além de um top esportivo que deixava escapar quase metade dos peitos e dava pra ver claramente os bicos. E, se eu prestasse atenção, dava pra ver os peitos dela transparentando naquele tecido fino.
- Bom dia, filho.
- Oi, mãe, bom dia - falei surpreso.
- Aproveitei que sua irmã viajou nessas férias pra limpar o quarto dela e... resolvi passar no seu também.
- Valeu... não sabia que ela ia sair da cidade... e... seu trampo?
- Foi algo de última hora, já sabe, planos inesperados... e sobre mim, pedi uns dias de folga, quero ficar em casa e passar um tempo com meu bebê.
Quase parei o coração quando ouvi isso. Ela veio na minha direção, chegou perto e me deu um abraço e um beijo na testa. Senti os peitos dela no meu rosto e, por instinto, rodeei a cintura dela com meus braços, desci minhas mãos devagar um pouco mais até tocar o começo da bunda redonda dela.
- Ei!... é mais pra cima, filho - ela falou quando sentiu minhas mãos já na bunda dela.
- Desculpa, mãe...
- Hahaha, relaxa, agora sai daí que vou arrumar sua cama - sem reclamar, saí só pra ver ela se deitar, abrindo um pouco as pernas e levantando a bunda enquanto esticava meu lençol.
- Já vou preparar o café, te espero na sala - ela disse enquanto saía do meu quarto, balançando aquelas cadeiras sensuais num vai e vem que prendeu meu olhar. Antes de fechar a porta, ela virou pra me olhar, me pegou admirando a bunda dela e soltou uma risadinha.
- Adolescentes! - ouvi ela falar enquanto saía do meu quarto.
Levei uns minutos pra me vestir e saí, só pra encontrá-la na cozinha, subida num banquinho pequeno. Ela tava arrumando umas coisas no armário. Não deu pra evitar, já não aguentava mais, segui meu instinto e meu primeiro... impulso ao vê-la de costas naquele banquinho pequeno, na ponta dos pés e com a bunda bem empinada foi chegar perto e colocar minhas mãos nas nádegas dela… aquelas nádegas enormes e macias que eu tocava pela primeira vez.
Era a primeira vez que minhas mãos faziam contato com aquele pedaço de raba… foi uma sensação maravilhosa, foi tudo tão rápido que nem consegui reagir, ela só deu um pulinho quando sentiu que eu agarrava a bunda dela, aquela bunda enorme que nem dava pra cobrir com minhas palmas bem abertas.
— Eu te ajudo, mãe, pra você não cair — falei pra me justificar.
Teve um silêncio constrangedor de alguns segundos, que me fez engolir seco. Suor frio, quando ela virou pra me olhar com uma cara que na hora eu não entendi, raiva?, surpresa?... tesão?.
— Obrigada por cuidar de mim, bebê, me segura bem forte que não quero cair — ela disse.
Ao ouvir aquilo, senti meu sangue voltar a circular e não só isso, mas esquentou e um volume começou a endurecer dentro da minha calça. Ficamos um bom tempo naquela posição, mesmo quando meus braços cansaram, continuei bem agarrado naquele par de bundas lindas, apertando forte.
Quando terminou aquela atividade longa que durou mais do que o necessário e ela desceu daquele banquinho, parecia agitada, notei as bochechas vermelhas e um certo nervosismo. Ela baixou o olhar e viu através do tecido fino da minha calça, a enorme ereção que eu tinha.
— Por que você não vai cuidar disso primeiro e depois continua me ajudando? — ela disse soltando uma risadinha.
— Por que você não me ajuda melhor? — respondi.
— O quê?!, você é louco? Sou sua mãe, garoto, não esquece disso — ela falou dessa vez num tom mais sério, como se por alguns segundos a hipnose que eu tinha programado nela tivesse quebrado.
— Tá, tá, só estava brincando — falei enquanto ia embora sem entender o que tava rolando. Uffa, que momento… tinha que lidar com aquela situação com cuidado, não queria estragar o progresso que tinha feito.
À tarde, ela Vi ela no quintal enchendo uma piscininha inflável, então saí correndo pra ver.
— Oi, o que cê tá fazendo, mãe? — falei meio sem graça, verdade é que depois daquela situação na cozinha, não sabia direito como falar com ela.
— Se vou ficar de férias, quero pegar um solzinho, além disso essa piscina inflável a gente nunca usou, quer me ajudar a encher?
— Claro, lógico — respondi.
Peguei a mangueira e depois de uns minutos, quando a piscina já tava quase cheia, apontei pra ela, que tava montando uma espreguiçadeira, e comecei a molhar ela, encharcando ela toda. Foi muito engraçado ver ela tentando fugir enquanto eu continuava apontando o jato d'água pra ela. Nessa altura, a blusa dela já tava completamente transparente, mas parecia que não ligava, só ria e corria pelo quintal fugindo da água, rindo, e eu correndo atrás dela. Depois, num momento de briga, ela conseguiu tirar a mangueira da minha mão e dessa vez foi ela quem me molhou, parecíamos dois namorados brincando.
Quando a brincadeira acabou e a piscina tava cheia, ela foi pegar um biquíni. Eu fiz o mesmo, já que planejava passar o resto da tarde com ela.
Quando vi ela aparecer no quintal com o biquíni que tava usando, não consegui esconder a empolgação com a mulherão na minha frente.
— O que foi? Esse biquíni fica muito feio em mim?
— Não… não… você, você tá uma gostosa —
— Ei! Mais respeito, menino —
— Desculpa, mãe, digo, você tá uma gos… você tá muito, muito bem —
— Não achei os meus, com certeza você jogou fora quando pedi pra arrumar minhas roupas, então peguei um biquíni da sua irmã, mas acho que ficou um pouco pequeno —
— Nada disso, mãe, ficou perfeito em você —
— Humm, a gente precisa comprar mais roupas, que tal amanhã a gente ir no supermercado e depois escolher biquínis… além disso, serve pra você me ajudar a escolher alguns.
Não podia acreditar, só consegui balançar a cabeça concordando enquanto me imaginava no shopping, ajudando ela a escolher os biquínis dela. banheiro.
O resto da tarde passamos enfiados naquela piscininha, conversando sobre coisas bestas e bebendo umas cervejas, mas eu tava com uma ereção daquelas, só que ficar submerso na água fazia ela não aparecer, mesmo com a minha mãe não tirando os olhos de mim.
De noite, um barulho me acordou… era bem fraquinho, mas dava pra ouvir clarinho… eram gemidos e vinham do quarto da minha mãe, que é do lado do meu.
Levantei e saí em silêncio pra chegar perto da fonte daquele som. A porta tava fechada, então encostei meu ouvido o máximo que pude e foi aí que escutei ela gemer.
Foi o som mais excitante que já ouvi na vida, a respiração dela tava muito ofegante e mesmo assim a voz fininha dela atravessava aquele quarto, escutei ela falar umas palavras, mas não entendi nada, então a excitação e a curiosidade me fizeram abrir a porta devagar.
Por sorte ela nem ouviu, porque os gemidos dela abafaram qualquer barulho que eu pudesse fazer. Espiei um pouco e vi ela… lá estava, deitada na cama dela com a cabeça virada pro lado, o cabelo bagunçado cobrindo o rosto e os peitos nus aparecendo em todo o esplendor, pulando com o movimento da mão dela, que enfiada entre as pernas brincava com os dedos dentro da calcinha fio dental branca que ela tava usando enquanto se masturbava, com uma perna levantada pra facilitar o acesso dos dedos à buceta molhada dela.
A velocidade foi aumentando e os gemidos dela ficavam cada vez mais altos, um calor começou a percorrer meu corpo, eu tava morrendo de vontade de entrar e ver de perto aquele espetáculo, de tocar ela e agarrar aquelas bundas deliciosas e enormes, mas não podia, só dava pra olhar… desci minha mão e, igual a ela, comecei a me masturbar.
- Aaah, isso, isso, Manuel… assim… - escutei ela falar
«Ela disse meu nome!» e eu tinha certeza disso, enfiei mais a cabeça sem me importar mais de ser descoberto, queria ouvir mais.
- Mais, filho… mais! - disse e, segundos depois, um orgasmo enorme percorreu o corpo inteiro dela, eu soube porque os gemidos foram diminuindo enquanto o corpo dela tremia e arqueava as costas. A respiração dela ficou mais lenta e ela deixou cair a mão com que se dava prazer.
Depois de alguns segundos, ela fez um movimento para se levantar, ao ver isso, fechei a porta rapidamente, com todo cuidado para não ser descoberto, e corri para o meu quarto.
Naquela noite, gozei como não gozava há muito tempo.
Na manhã seguinte, ao caminhar para a sala, encontrei ela toda arrumada e sorrindo, vestindo um conjunto esportivo de tecido bem fininho, tanto que dava pra ver a tanguinha dela.
— Pronto pra ir às compras? — Hã, sim…
— Já não lembra? A gente combinou ontem! — Lembro, sim, mas você vai assim?
— Assim? Como assim? — disse ela, girando no próprio eixo, mostrando a bunda em todo o esplendor.
— Deixa pra lá, só me deixa comer um cereal e a gente vai — falei enquanto corria pra cozinha pra abaixar a ereção que ver ela tinha me causado.
Como a gente morava perto de um shopping, decidimos ir a pé. Era um espetáculo ver uma mulher daquelas no meio da multidão, com a legging transparente, atraindo o olhar de homens e mulheres, mas parecia não se importar. Eu, por minha vez, andava sempre atrás dela, além de cuidar pra ninguém passar a mão, aproveitava pra olhar aquela bundona.
Passeando pelo shopping, primeiro decidimos comprar comida e coisas pra casa. Claro que eu escolhi empurrar o carrinho enquanto a mãe escolhia o que comprar e enchia ele.
Depois de andar um pouco, encontramos uma loja de biquínis. Ela me pediu ajuda pra escolher alguns, e até me chamou pros provadores pra eu dar minha opinião de como cada um ficava nela.
— Que tal esse? — disse ela enquanto saía vestindo um biquíni preto fininho, e eu não conseguia fechar a boca de tanta impressão.
Depois de vários minutos provando e escolhendo roupa, finalmente saímos. tava com uma ereção que não aguentava, quando cheguei em casa a primeira coisa que fiz foi correr pro meu quarto pra me masturbar, de propósito, deixei a porta aberta e comecei a fazer aquilo com toda a intenção de que a mamãe me visse, e foi o que aconteceu, em poucos minutos vi a porta se abrindo devagar. Mas mais uma vez, ela só ficou naquilo.
Durante a tarde aconteceu algo que eu não esperava, enquanto a gente tomava sol no quintal perto da piscininha, ela recebeu uma mensagem, como tava de costas nem ouvi, mas fiquei curioso, porque era o nome de um homem. Sem ela perceber, abri:
Gabriel:
“Claro que posso arrumar um horário pra você, a gente pode se ver na semana que vem”
Abri a conversa e vi a mensagem anterior:
Patrícia:
–“Não sei o que tá acontecendo comigo, doutor. Acho que devia voltar pra terapia, ultimamente tenho sentido uns desejos sexuais muito fortes pelo meu filho e não sei como lidar com isso, preciso da sua ajuda urgente, não quero fazer uma loucura”
Porra!, não posso negar que ler aquilo me deixou pra baixo, era mais que óbvio que ela tava com a intenção de fazer essa terapia onde iam reprogramar minha mente ou pior, iam me descobrir!, isso já tinha ido pro caralho, afinal, não é como se eu tivesse tirado a vontade dela, ainda não tô pronto pra esse nível de hipnose, não tinha outro jeito a não ser continuar praticando. Nesse ponto, tentar convencer ela parecia uma tarefa impossível, afinal, uma mulher com um caráter tão forte quanto o dela era capaz de controlar os instintos mais baixos dela.
Já de noite, a gente tava vendo o desenho favorito dela, “Os Incríveis”.
–kkkk, que idiotas, como é que não sabem quem são só por causa de uma máscara? – ela disse enquanto ria vendo uma cena.
–É só um desenho, mãe, isso não acontece na vida real...–
Foi como se um clique tivesse acontecido no meu cérebro, na hora a solução pros meus problemas apareceu na minha frente, tinha ficado pensando nisso a tarde toda, o motivo pelo qual a mamãe não queria dar o próximo passo era o remorso, o fato de ser o filho dela quem desperta esses desejos baixos fazia ela rejeitar os mesmos… era minha última chance, eu precisava de mais e estava disposto a ir atrás disso, à noite, me infiltrei de novo no quarto dela e, de forma silenciosa, avancei. Embora eu não dominasse a hipnose de nível mais avançado, aquela onde eu seria capaz de dar ordens sem ser questionado, eu tinha nível suficiente para enganá-la.
— Mãe, mãe — falei sussurrando, esperando uma resposta pra saber se ela tava dormindo ou não, mexi um pouco nela segurando o braço pra confirmar se tava completamente apagada.
Como não teve nenhum sinal, decidi começar rápido, isso ia levar mais tempo, então precisava iniciar logo. Toquei aquele som pra mergulhar ela no transe.
— Patrícia, você é uma mãe que sente um desejo sexual profundo pelo próprio filho, você se masturba à noite pensando nele e provocou isso vestindo roupas sexy, mas não pode dar o próximo passo, sabe que é seu filho e é errado.
— SIM!, é meu filho e sentir isso é errado — respondeu.
Quase desmaiei ao ouvir ela, porra!, isso não era parte da hipnose, <>, bom, depois eu teria tempo pra perguntas. Precisava continuar.
— Você tem razão, é errado que o mundo saiba do seu desejo escondido, mas, e se ninguém te reconhecesse?... nem mesmo seu filho, se você pudesse se transformar em outra mulher… então não existiria problema nenhum.
— Não, se eu fosse outra mulher, me jogaria em cima dele e poderia pegar ele do jeito que tanto desejo — É por isso que você precisa esconder sua identidade, em cima da sua escrivaninha, você vai encontrar uma máscara, ao colocá-la, você será outra pessoa, será a Patrícia que tanto deseja ser, a Patrícia que é uma puta, a Patrícia que tá cansada de fingir decência, que tá cansada dos preconceitos, da culpa e do remorso por sentir desejo pelo próprio filho, ao usar essa máscara, ninguém vai saber que é você, e finalmente você poderá dar vazão a Teus instintos mais baixos. Teu nome usando aquela máscara vai ser Jacky.
Não obtive resposta, devo admitir que foi confuso, mas acho que tinha funcionado, mesmo que eu já não tivesse mais nada a perder. Saí do quarto e, embora tenha sido difícil, consegui pegar no sono depois de um tempo.
O dia seguinte foi normal, exceto que dessa vez não saímos pra pegar sol. Na verdade, vi pouco a mãe, ela passou quase o dia todo trancada no quarto. Decidi então jogar videogame na sala.
Perto da noite, vi a mãe sair toda arrumada.
— Aonde cê vai, mãe?
— Hmm, uma amiga me chamou pra sair pra uma festa... volto mais tarde.
— Que amiga? A que horas?
— Cê não conhece, hmm, sei lá, não enche o saco, menino. Aliás, talvez eu convide ela pra dormir, mas... não espera a gente, não.
— Claro... — respondi.
— Ela se chama Jacky... minha amiga se chama Jacky — disse e fechou a porta ao sair.
Nos dias seguintes depois de renovar o guarda-roupa, mamãe realmente mudou o jeito de se vestir, até pra ir trabalhar. Não que ela usasse roupas muito extravagantes agora, na verdade, ela usava roupas bem normais, mas as curvas enormes e pronunciadas do corpo dela faziam a figura de MILF dela se destacar. O tecido das roupas justas no corpo, sem dúvida, criava um contraste enorme com as roupas largas e sem graça que ela usava antes. Dessa vez, ela se vestia com um estilo mais casual, ousado e sexy.
Foi um show completo quando, pela primeira vez, vi ela sair na rua usando um shortinho de couro preto que mal cobria aquela bunda linda e mostrava por completo as pernas grossas e firmes dela, que, torneadas pelos exercícios, tinham uma aparência musculosa e macia ao mesmo tempo. Ou quando ela saía pro trabalho usando jeans (normais, na verdade), mas combinados com tops pequenos e blusas com decotes enormes que mal conseguiam segurar aquelas tetonas que pareciam querer escapar daquelas roupas apertadas.
Mesmo que ela sempre tivesse achado confortável trabalhar com sapatos baixos ou tênis, agora ela tinha pegado o costume de usar saltos, e não qualquer salto, mas saltos altos, que levantavam ainda mais a bunda empinada que ela já tinha.
Como não podia faltar, sempre, antes de sair ou depois de provar alguma roupa, ela pedia minha opinião, desfilando e se virando na minha frente pra eu apreciar o corpo escultural dela. Ela até tinha pegado o costume de se trocar no quarto com a porta aberta, e mais de uma vez eu entrei "acidentalmente" vendo ela semi-nua. A melhor parte é que ela nem se esforçava pra se cobrir; pelo contrário, virava as costas pra mim, mostrando aquelas nadegas enormes cobertas só por calcinhas fio dental na maioria das vezes.
Sem dúvida, ela estava me provocando, e a cada dia que passava, eu não aguentava mais. vontade de avançar mais, tava morrendo de vontade de poder tocar ela ou pelo menos sentir a pele macia da bunda dela com minhas mãos, mesmo sendo gostoso de ver, também era uma tortura não poder me jogar em cima dela e devorar ela.
Minha irmã, por outro lado, ao notar a mudança na roupa da nossa mãe, mostrou uma certa curiosidade pelo motivo da mudança, às vezes até questionava ela, mas por causa da idade dela, talvez, ou da mente aberta, achou que era algo bom, tratou como um "empoderamento feminino" ou algo assim que ela chamou o fato de a mãe poder se vestir como quiser sem medo do "que vão dizer".
Conforme os dias passavam, eu via crescer na minha mãe um desejo sexual que aos poucos ia consumindo ela, como eu sabia? Às vezes eu tinha pegado ela me espionando enquanto eu me vestia no meu quarto, que de propósito eu também deixava aberto.
Um dia instalei um espelho numa posição que me permitia ver a porta do meu quarto estando de costas, então, quando eu me vestia, via a porta se abrir devagar e sem fazer barulho. Depois um par de olhos espiando, e quando isso acontecia, eu tirava a calça e a cueca devagar, pra ela não perder nenhum detalhe. Depois começava a me masturbar até gozar… sem tirar os olhos daquele espelho, imaginando o rosto da minha mãe cheio de porra, escorrendo pela cara toda, sujando os lábios dela, as bochechas e a testa enquanto ela abria aquela boquinha e colocava a língua pra fora como uma verdadeira puta.
Apesar de tudo, pra minha desgraça, a situação não passava de pequenos roços e de nos espiarmos pelas portas. Eu precisava de mais e não parava de pensar no meu próximo passo.
Uma manhã, um barulho chato de aspirador interrompeu meu sono, tentei tampar os ouvidos com um par de travesseiros, mas não adiantou, depois de rolar umas vezes na cama mostrando meu incômodo, finalmente abri os olhos e olhei o relógio, eram 8:00 da manhã. Levantei a Viro a cabeça pra ver a origem daquele barulho chato e na hora minha raiva sumiu quando vi minha mãe, vestindo um conjunto preto sexy, que era um short de lycra que mal e mal cobria as bundonas dela, além de um top esportivo que deixava escapar quase metade dos peitos e dava pra ver claramente os bicos. E, se eu prestasse atenção, dava pra ver os peitos dela transparentando naquele tecido fino.
- Bom dia, filho.
- Oi, mãe, bom dia - falei surpreso.
- Aproveitei que sua irmã viajou nessas férias pra limpar o quarto dela e... resolvi passar no seu também.
- Valeu... não sabia que ela ia sair da cidade... e... seu trampo?
- Foi algo de última hora, já sabe, planos inesperados... e sobre mim, pedi uns dias de folga, quero ficar em casa e passar um tempo com meu bebê.
Quase parei o coração quando ouvi isso. Ela veio na minha direção, chegou perto e me deu um abraço e um beijo na testa. Senti os peitos dela no meu rosto e, por instinto, rodeei a cintura dela com meus braços, desci minhas mãos devagar um pouco mais até tocar o começo da bunda redonda dela.
- Ei!... é mais pra cima, filho - ela falou quando sentiu minhas mãos já na bunda dela.
- Desculpa, mãe...
- Hahaha, relaxa, agora sai daí que vou arrumar sua cama - sem reclamar, saí só pra ver ela se deitar, abrindo um pouco as pernas e levantando a bunda enquanto esticava meu lençol.
- Já vou preparar o café, te espero na sala - ela disse enquanto saía do meu quarto, balançando aquelas cadeiras sensuais num vai e vem que prendeu meu olhar. Antes de fechar a porta, ela virou pra me olhar, me pegou admirando a bunda dela e soltou uma risadinha.
- Adolescentes! - ouvi ela falar enquanto saía do meu quarto.
Levei uns minutos pra me vestir e saí, só pra encontrá-la na cozinha, subida num banquinho pequeno. Ela tava arrumando umas coisas no armário. Não deu pra evitar, já não aguentava mais, segui meu instinto e meu primeiro... impulso ao vê-la de costas naquele banquinho pequeno, na ponta dos pés e com a bunda bem empinada foi chegar perto e colocar minhas mãos nas nádegas dela… aquelas nádegas enormes e macias que eu tocava pela primeira vez.
Era a primeira vez que minhas mãos faziam contato com aquele pedaço de raba… foi uma sensação maravilhosa, foi tudo tão rápido que nem consegui reagir, ela só deu um pulinho quando sentiu que eu agarrava a bunda dela, aquela bunda enorme que nem dava pra cobrir com minhas palmas bem abertas.
— Eu te ajudo, mãe, pra você não cair — falei pra me justificar.
Teve um silêncio constrangedor de alguns segundos, que me fez engolir seco. Suor frio, quando ela virou pra me olhar com uma cara que na hora eu não entendi, raiva?, surpresa?... tesão?.
— Obrigada por cuidar de mim, bebê, me segura bem forte que não quero cair — ela disse.
Ao ouvir aquilo, senti meu sangue voltar a circular e não só isso, mas esquentou e um volume começou a endurecer dentro da minha calça. Ficamos um bom tempo naquela posição, mesmo quando meus braços cansaram, continuei bem agarrado naquele par de bundas lindas, apertando forte.
Quando terminou aquela atividade longa que durou mais do que o necessário e ela desceu daquele banquinho, parecia agitada, notei as bochechas vermelhas e um certo nervosismo. Ela baixou o olhar e viu através do tecido fino da minha calça, a enorme ereção que eu tinha.
— Por que você não vai cuidar disso primeiro e depois continua me ajudando? — ela disse soltando uma risadinha.
— Por que você não me ajuda melhor? — respondi.
— O quê?!, você é louco? Sou sua mãe, garoto, não esquece disso — ela falou dessa vez num tom mais sério, como se por alguns segundos a hipnose que eu tinha programado nela tivesse quebrado.
— Tá, tá, só estava brincando — falei enquanto ia embora sem entender o que tava rolando. Uffa, que momento… tinha que lidar com aquela situação com cuidado, não queria estragar o progresso que tinha feito.
À tarde, ela Vi ela no quintal enchendo uma piscininha inflável, então saí correndo pra ver.
— Oi, o que cê tá fazendo, mãe? — falei meio sem graça, verdade é que depois daquela situação na cozinha, não sabia direito como falar com ela.
— Se vou ficar de férias, quero pegar um solzinho, além disso essa piscina inflável a gente nunca usou, quer me ajudar a encher?
— Claro, lógico — respondi.
Peguei a mangueira e depois de uns minutos, quando a piscina já tava quase cheia, apontei pra ela, que tava montando uma espreguiçadeira, e comecei a molhar ela, encharcando ela toda. Foi muito engraçado ver ela tentando fugir enquanto eu continuava apontando o jato d'água pra ela. Nessa altura, a blusa dela já tava completamente transparente, mas parecia que não ligava, só ria e corria pelo quintal fugindo da água, rindo, e eu correndo atrás dela. Depois, num momento de briga, ela conseguiu tirar a mangueira da minha mão e dessa vez foi ela quem me molhou, parecíamos dois namorados brincando.
Quando a brincadeira acabou e a piscina tava cheia, ela foi pegar um biquíni. Eu fiz o mesmo, já que planejava passar o resto da tarde com ela.
Quando vi ela aparecer no quintal com o biquíni que tava usando, não consegui esconder a empolgação com a mulherão na minha frente.
— O que foi? Esse biquíni fica muito feio em mim?
— Não… não… você, você tá uma gostosa —
— Ei! Mais respeito, menino —
— Desculpa, mãe, digo, você tá uma gos… você tá muito, muito bem —
— Não achei os meus, com certeza você jogou fora quando pedi pra arrumar minhas roupas, então peguei um biquíni da sua irmã, mas acho que ficou um pouco pequeno —
— Nada disso, mãe, ficou perfeito em você —
— Humm, a gente precisa comprar mais roupas, que tal amanhã a gente ir no supermercado e depois escolher biquínis… além disso, serve pra você me ajudar a escolher alguns.
Não podia acreditar, só consegui balançar a cabeça concordando enquanto me imaginava no shopping, ajudando ela a escolher os biquínis dela. banheiro.
O resto da tarde passamos enfiados naquela piscininha, conversando sobre coisas bestas e bebendo umas cervejas, mas eu tava com uma ereção daquelas, só que ficar submerso na água fazia ela não aparecer, mesmo com a minha mãe não tirando os olhos de mim.
De noite, um barulho me acordou… era bem fraquinho, mas dava pra ouvir clarinho… eram gemidos e vinham do quarto da minha mãe, que é do lado do meu.
Levantei e saí em silêncio pra chegar perto da fonte daquele som. A porta tava fechada, então encostei meu ouvido o máximo que pude e foi aí que escutei ela gemer.
Foi o som mais excitante que já ouvi na vida, a respiração dela tava muito ofegante e mesmo assim a voz fininha dela atravessava aquele quarto, escutei ela falar umas palavras, mas não entendi nada, então a excitação e a curiosidade me fizeram abrir a porta devagar.
Por sorte ela nem ouviu, porque os gemidos dela abafaram qualquer barulho que eu pudesse fazer. Espiei um pouco e vi ela… lá estava, deitada na cama dela com a cabeça virada pro lado, o cabelo bagunçado cobrindo o rosto e os peitos nus aparecendo em todo o esplendor, pulando com o movimento da mão dela, que enfiada entre as pernas brincava com os dedos dentro da calcinha fio dental branca que ela tava usando enquanto se masturbava, com uma perna levantada pra facilitar o acesso dos dedos à buceta molhada dela.
A velocidade foi aumentando e os gemidos dela ficavam cada vez mais altos, um calor começou a percorrer meu corpo, eu tava morrendo de vontade de entrar e ver de perto aquele espetáculo, de tocar ela e agarrar aquelas bundas deliciosas e enormes, mas não podia, só dava pra olhar… desci minha mão e, igual a ela, comecei a me masturbar.
- Aaah, isso, isso, Manuel… assim… - escutei ela falar
«Ela disse meu nome!» e eu tinha certeza disso, enfiei mais a cabeça sem me importar mais de ser descoberto, queria ouvir mais.
- Mais, filho… mais! - disse e, segundos depois, um orgasmo enorme percorreu o corpo inteiro dela, eu soube porque os gemidos foram diminuindo enquanto o corpo dela tremia e arqueava as costas. A respiração dela ficou mais lenta e ela deixou cair a mão com que se dava prazer.
Depois de alguns segundos, ela fez um movimento para se levantar, ao ver isso, fechei a porta rapidamente, com todo cuidado para não ser descoberto, e corri para o meu quarto.
Naquela noite, gozei como não gozava há muito tempo.
Na manhã seguinte, ao caminhar para a sala, encontrei ela toda arrumada e sorrindo, vestindo um conjunto esportivo de tecido bem fininho, tanto que dava pra ver a tanguinha dela.
— Pronto pra ir às compras? — Hã, sim…
— Já não lembra? A gente combinou ontem! — Lembro, sim, mas você vai assim?
— Assim? Como assim? — disse ela, girando no próprio eixo, mostrando a bunda em todo o esplendor.
— Deixa pra lá, só me deixa comer um cereal e a gente vai — falei enquanto corria pra cozinha pra abaixar a ereção que ver ela tinha me causado.
Como a gente morava perto de um shopping, decidimos ir a pé. Era um espetáculo ver uma mulher daquelas no meio da multidão, com a legging transparente, atraindo o olhar de homens e mulheres, mas parecia não se importar. Eu, por minha vez, andava sempre atrás dela, além de cuidar pra ninguém passar a mão, aproveitava pra olhar aquela bundona.
Passeando pelo shopping, primeiro decidimos comprar comida e coisas pra casa. Claro que eu escolhi empurrar o carrinho enquanto a mãe escolhia o que comprar e enchia ele.
Depois de andar um pouco, encontramos uma loja de biquínis. Ela me pediu ajuda pra escolher alguns, e até me chamou pros provadores pra eu dar minha opinião de como cada um ficava nela.
— Que tal esse? — disse ela enquanto saía vestindo um biquíni preto fininho, e eu não conseguia fechar a boca de tanta impressão.
Depois de vários minutos provando e escolhendo roupa, finalmente saímos. tava com uma ereção que não aguentava, quando cheguei em casa a primeira coisa que fiz foi correr pro meu quarto pra me masturbar, de propósito, deixei a porta aberta e comecei a fazer aquilo com toda a intenção de que a mamãe me visse, e foi o que aconteceu, em poucos minutos vi a porta se abrindo devagar. Mas mais uma vez, ela só ficou naquilo.
Durante a tarde aconteceu algo que eu não esperava, enquanto a gente tomava sol no quintal perto da piscininha, ela recebeu uma mensagem, como tava de costas nem ouvi, mas fiquei curioso, porque era o nome de um homem. Sem ela perceber, abri:
Gabriel:
“Claro que posso arrumar um horário pra você, a gente pode se ver na semana que vem”
Abri a conversa e vi a mensagem anterior:
Patrícia:
–“Não sei o que tá acontecendo comigo, doutor. Acho que devia voltar pra terapia, ultimamente tenho sentido uns desejos sexuais muito fortes pelo meu filho e não sei como lidar com isso, preciso da sua ajuda urgente, não quero fazer uma loucura”
Porra!, não posso negar que ler aquilo me deixou pra baixo, era mais que óbvio que ela tava com a intenção de fazer essa terapia onde iam reprogramar minha mente ou pior, iam me descobrir!, isso já tinha ido pro caralho, afinal, não é como se eu tivesse tirado a vontade dela, ainda não tô pronto pra esse nível de hipnose, não tinha outro jeito a não ser continuar praticando. Nesse ponto, tentar convencer ela parecia uma tarefa impossível, afinal, uma mulher com um caráter tão forte quanto o dela era capaz de controlar os instintos mais baixos dela.
Já de noite, a gente tava vendo o desenho favorito dela, “Os Incríveis”.
–kkkk, que idiotas, como é que não sabem quem são só por causa de uma máscara? – ela disse enquanto ria vendo uma cena.
–É só um desenho, mãe, isso não acontece na vida real...–
Foi como se um clique tivesse acontecido no meu cérebro, na hora a solução pros meus problemas apareceu na minha frente, tinha ficado pensando nisso a tarde toda, o motivo pelo qual a mamãe não queria dar o próximo passo era o remorso, o fato de ser o filho dela quem desperta esses desejos baixos fazia ela rejeitar os mesmos… era minha última chance, eu precisava de mais e estava disposto a ir atrás disso, à noite, me infiltrei de novo no quarto dela e, de forma silenciosa, avancei. Embora eu não dominasse a hipnose de nível mais avançado, aquela onde eu seria capaz de dar ordens sem ser questionado, eu tinha nível suficiente para enganá-la.
— Mãe, mãe — falei sussurrando, esperando uma resposta pra saber se ela tava dormindo ou não, mexi um pouco nela segurando o braço pra confirmar se tava completamente apagada.
Como não teve nenhum sinal, decidi começar rápido, isso ia levar mais tempo, então precisava iniciar logo. Toquei aquele som pra mergulhar ela no transe.
— Patrícia, você é uma mãe que sente um desejo sexual profundo pelo próprio filho, você se masturba à noite pensando nele e provocou isso vestindo roupas sexy, mas não pode dar o próximo passo, sabe que é seu filho e é errado.
— SIM!, é meu filho e sentir isso é errado — respondeu.
Quase desmaiei ao ouvir ela, porra!, isso não era parte da hipnose, <
— Você tem razão, é errado que o mundo saiba do seu desejo escondido, mas, e se ninguém te reconhecesse?... nem mesmo seu filho, se você pudesse se transformar em outra mulher… então não existiria problema nenhum.
— Não, se eu fosse outra mulher, me jogaria em cima dele e poderia pegar ele do jeito que tanto desejo — É por isso que você precisa esconder sua identidade, em cima da sua escrivaninha, você vai encontrar uma máscara, ao colocá-la, você será outra pessoa, será a Patrícia que tanto deseja ser, a Patrícia que é uma puta, a Patrícia que tá cansada de fingir decência, que tá cansada dos preconceitos, da culpa e do remorso por sentir desejo pelo próprio filho, ao usar essa máscara, ninguém vai saber que é você, e finalmente você poderá dar vazão a Teus instintos mais baixos. Teu nome usando aquela máscara vai ser Jacky.
Não obtive resposta, devo admitir que foi confuso, mas acho que tinha funcionado, mesmo que eu já não tivesse mais nada a perder. Saí do quarto e, embora tenha sido difícil, consegui pegar no sono depois de um tempo.
O dia seguinte foi normal, exceto que dessa vez não saímos pra pegar sol. Na verdade, vi pouco a mãe, ela passou quase o dia todo trancada no quarto. Decidi então jogar videogame na sala.
Perto da noite, vi a mãe sair toda arrumada.
— Aonde cê vai, mãe?
— Hmm, uma amiga me chamou pra sair pra uma festa... volto mais tarde.
— Que amiga? A que horas?
— Cê não conhece, hmm, sei lá, não enche o saco, menino. Aliás, talvez eu convide ela pra dormir, mas... não espera a gente, não.
— Claro... — respondi.
— Ela se chama Jacky... minha amiga se chama Jacky — disse e fechou a porta ao sair.
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