Viciado na Bunda da Mamãe 2

Me senti como um moleque mimado por querer mais tão cedo, mas minha luxúria era um fato inegável. Menos de cinco minutos depois de ter gozado, já tava fantasiando sobre a próxima vez que ia ver minha mãe. Até o jeito que ela tinha se afastado do meu quarto, com aquele rebolado agora carregado de um novo significado, parecia uma provocação deliberada em vez de um simples andar. Sim, com certeza, eu era um moleque mimado.

Fiquei um tempão deitado na cama, revivendo cada segundo do encontro, gravando os detalhes na memória com a precisão de um arquivista. Ainda não conseguia acreditar que tinha acontecido. Apertei meu braço umas duas vezes, buscando a dor que confirmasse a realidade. Ter descoberto que tudo não passava de um sonho teria sido, ironicamente, o verdadeiro pesadelo. Então, quando a leve ardência na pele me garantiu que eu tava acordado, uma onda de gratidão quase vertiginosa me tomou.

A mulher que eu desejava em segredo há mais de um ano tinha acabado de deixar eu cobrir a bunda enorme dela com meu leite. Tinha sido um sonho realizado no sentido mais literal, e ainda assim, nem chegava perto dos cantos mais obscuros das minhas fantasias. Nelas, movido por uma luxúria desenfreada, eu não parava até que eu e minha mãe cometêssemos o pecado final, o tabu definitivo. Nunca teria coragem de dar uma indireta, mas depois do que tinha acabado de rolar...

A vontade de chamar ela de volta pro meu quarto era um zumbido físico por baixo da pele. Mas encontrei, em algum canto da minha consciência, força pra resistir. Não queria que ela virasse uma serviçal dos meus caprichos, ou pior, tinha medo que, ao pedir demais e cedo demais, eu pudesse parecer ingrato e estragar tudo.

Pra evitar que minha mente, sempre focada na minha obsessão, se fixasse num único pensamento, peguei o celular e abri o Instagram. O turbilhão de conteúdo curto e disperso conseguiu me distrair por uns minutos daquela mulher que, um andar abaixo, vagava pela casa. Eu ouvia ela cantarolando baixinho, uma melodia suave que atravessava o chão e se enroscava no meu estômago. Logo, até os vídeos mais barulhentos ficaram sem graça.
Não aguentei mais. Desci as escadas e encontrei ela na sala, falando no telefone. Pelo tom, achei que era com minha tia Linda, a irmã dela. Quando me viu entrar, minha mãe mandou um beijo no ar sem parar a conversa. Me apoiei no batente da porta, de braços cruzados, esperando. Queria que ela soubesse, sem eu falar nada, que eu precisava de algo.Viciado na Bunda da Mamãe 2— Desculpa, Lin, me dá um segundo —ela disse, afastando o fone da boca—. Oi, meu anjo. Tudo bem?
— Sim, tudo bem —respondi, sentindo o rubor subir pelo meu pescoço—. É que… você sabe.
Não sabia como articular, especialmente com a irmã dela do outro lado da linha.
Sem emitir um som, ela moveu os lábios formando uma palavra silenciosa, enquanto os olhos me interrogavam com o olhar "Vontade?"
A timidez me invadiu, mas, como acontece com tantas crianças tímidas, tive a sorte de que minha mãe pudesse me ler como um livro aberto. Assenti com a cabeça, um movimento pequeno, mas carregado de toda a urgência que eu sentia. Mamãe voltou o telefone à orelha.
— Oi, desculpa. Sim, eu sei, mas surgiu um imprevisto. Isso mesmo, Lin. Você me entende. Te ligo daqui a pouco, tá? A gente se fala.
Desligou e deixou o celular no braço da poltrona. Depois, voltou a atenção para mim, e um sorriso lento, deliberadamente sedutor, se desenhou nos lábios dela.
— Não demorou muito pra vontade voltar —disse, o tom era uma mistura de ternura e provocação—. Será que já não te atendi o suficiente, meu senhor?

Fiquei olhando para meus próprios pés, incapaz de sustentar o olhar dela. A confissão era absurda e humilhante.
— Sim… Não. Mais ou menos. Quer dizer, mais ou menos… mas não exatamente.
Ela se levantou da cadeira e fechou a distância entre nós com alguns passos lentos. A sombra dela caiu sobre mim.
— Precisa da minha bunda de novo, querido?
Levantei o olhar. A expressão dela era uma mistura indecifrável de preocupação maternal e algo mais… expectante.
— Você… disse que eu podia pedir quando quisesse. Então… estou pedindo agora.
Um sorriso fugaz, quase secreto, tocou os lábios dela.
— E aposto que vai me pedir mais umas duas vezes antes do anoitecer. Sei no que me meti, meu anjo. Quero que faça isso quantas vezes precisar… pra tirar isso do sistema, suponho.
O raciocínio dela soava lógico, nobre até. Mas uma parte cínica e Uma parte escura dentro de mim se recusava a engolir aquilo. Um sussurro egoísta, como o de um demônio no meu ombro, insistia que ela não era tão altruísta assim. Que havia uma luxúria latente nela, um apetite que usava minha obsessão como desculpa legítima para se saciar.

Ela dizia fazer por mim, mas era igualmente óbvio que sentia um prazer genuíno naquilo. A luz nos olhos dela, a leveza quase provocante nos movimentos desde aquela manhã… tudo sugeria que ela estava esperando, talvez com ansiedade, por esse segundo pedido.

Com um movimento do queixo, ela apontou para o corredor que levava aos quartos.
— Vamos subir? Ou prefere aqui?
Meus olhos se arregalaram.
— Aqui… dá pra fazer? No sofá?
Ela assentiu, com uma paciência que agora me parecia carregada de significado.
— Não me importo. Afinal, vou ficar deitada. Você escolhe.
— Aqui! — soltei, rápido demais, empolgado demais —. Sim. Aqui está… de boa.
Mamãe soltou uma risadinha suave, um som que já não era só de ternura, mas de cumplicidade.
— Não precisa ter vergonha de estar animado, meu bem. Acho… adorável como você está ansioso.
— Ansioso, sim. Então… o sofá?
Ela revirou os olhos, mas com carinho.
— Meu Deus, garoto. Sabe? Tem uma mulher inteira grudada nessa bunda.
— Desculpa, mamãe — murmurei, sem sentir nenhum arrependimento.
Ela franziu os lábios, segurando um sorriso maior.
— Não, não sente. Mas tudo bem. Você só está… muito empolgado com a bunda grande da mamãe. Entendo.
O ar entre nós parecia elétrico. Me senti mais ousado, tentado a testar os limites desse jogo perigoso.
— A gente podia… fazer algo diferente dessa vez?
Ela mordeu o lado de dentro da bochecha, um gesto que eu já reconhecia como o sinal de nervosismo dela.
— Talvez. O que você tem em mente?
— Sem calcinha — falei, mantendo a voz firme, embora estivesse pronto pra voltar atrás ao primeiro sinal de rejeição.
Por sorte, não veio. Ela hesitou, mas foi uma hesitação pensativa, não de negação.
— Acho que… sim. Acho que tá de boa. Não é nada demais, né? Você já viu… quase. Acho que consigo. —Parecia mais que ela tava se dando coragem do que falando comigo.
—Massa! —exclamei, sem conseguir segurar.
—Mas —ela completou rápido, a voz baixando pra um sussurro sério—, isso não quer dizer que… você vai meter em mim, certo?
Por mais que meu corpo primitivo desejasse exatamente isso, eu sabia que pressa seria minha ruína.
—Prometo, mãe.
Ela assentiu, um movimento lento que parecia mais pra convencer ela mesma.
—Tá bom, amor. Eu deito igual da última vez?
Assenti com avidez.
—Por favor.
Ela concordou também, mas a inquietação não tinha sumido do rosto dela.
—Eu devo…? Vou… Sim. Beleza.
—O quê? —perguntei, impaciente.
—Bom… devo tirar agora ou quando já estiver deitada?
—Tanto faz —falei, mas minha voz saiu rouca de antecipação.
Ela franziu o nariz e balançou a cabeça, frustrada consigo mesma.
—Nossa, tô pensando demais. Tô nervosa pra caralho! Pode decidir você, querido? Me fala o que fazer.
O convite, dito com aquela mistura de vulnerabilidade e submissão, foi a faísca final. Tirei o shorts de uma vez, ficando só de cueca, e me joguei no sofá. Olhei direto nos olhos dela, assumindo um controle que nem sabia se tinha.
—Tira logo, mãe.
Com ela de pé na minha frente enquanto eu tava sentado no sofá, a cena pegou a atmosfera pesada de um striptease particular. Ela não tava de lingerie convencional, mas a calcinha dela abraçava as curvas com uma precisão que superava qualquer foto bem planejada. O tecido era uma afirmação silenciosa da forma dela.vadia—Você está incrível, mãe —falei, e minha voz saiu estranhamente grave, séria.
Ela acenou com a mão como se quisesse descartar o elogio, mas o rubor intenso que subiu do pescoço até as bochechas a denunciou.
—Ah, pelo amor! Nem comecei ainda!
Coloquei uma mão no meu colo, sobre o tecido da minha cueca, e comecei a me acariciar por cima do pano.
—Tô pronto quando você estiver —falei—. Mas… posso te ver por trás?
—Quer que eu me vire? Sou mais do que só uma bunda, sabia? —respondeu, mas já tinha um tom de cumplicidade na voz—. Mas sim, querido. Vou me virar pra você.
Fiel à palavra, girou nos calcanhares até ficar de costas. A respiração dela estava um pouco mais audível.
—Bom… lá vai. Três… dois… um!
Ela abaixou a calcinha mais rápido do que eu gostaria, mas a rapidez do gesto teve um efeito inesperado: ao puxar o tecido pra baixo, a bunda dela deu uma sacudida breve, uma pequena convulsão de carne que me deixou sem fôlego.rabudaA metade superior do corpo dela ainda vestia uma camiseta curta que mal cobria a cintura, e essa parcialidade a tornava, de alguma forma, ainda mais gostosa. Uma metade ficava pra minha imaginação; a outra, exposta, nua pra eu contemplar. A bunda generosa dela, o arco suave da lombar, até a vulnerabilidade dos dedos descalços… tudo era de tirar o fôlego.

Apertei a ponta da minha ereção através do algodão.
—Porra, mãe.
Ela balançou os quadris de leve, um movimento quase involuntário.
—Já posso deitar?
Dei uns tapinhas no travesseiro ao meu lado.
—Pode. Mas… quero montar nas suas pernas. Pra ver melhor.
Apesar da tensão visível nos ombros dela, ela não reclamou. Me olhou por cima do ombro com um sorriso que parecia, pelo menos em parte, genuíno.
—Tá bom, amor.
Com dois passos curtos, chegou no sofá. Deitou de bruços, esticando as pernas pra trás até os tornozelos se tocarem. A bunda dela se erguia então como uma oferenda monumental, duas montanhas de pele macia empoleiradas sobre a paisagem mais modesta das coxas. A dobra que as separava era uma linha tensa, um vale profundo onde a carne parecia balançar com o próprio peso.

Tirei a cueca de um movimento só e subi, não em cima dela como meu corpo gritava que queria, mas montado nas panturrilhas dela, prendendo-as sob meu peso.
—Tô pesando demais?
—Não —respondeu, a voz um pouco abafada pelo travesseiro—. Tá de boa. Faz… o que precisar fazer, querido.
—É mais estranho… assim? —perguntei, me referindo à minha nudez.
Ela se remexeu um pouco debaixo de mim, e a parte de trás dos joelhos roçou minhas bolas.
—Um pouco, sim. Pensei que você também fosse ficar de cueca dessa vez, mas…
—Quer que eu vista? —Me preparei pra decepção.
Felizmente, ela não recuou.
—Não. Tá suave. É estranho, mas não… não tanto. —Ela fez uma pausa—. Fica… melhor assim?
Assenti com fervor, minha mão já trabalhando no meu pau, que atingiu a rigidez total em poucas pinceladas.
—Porra, realmente fica melhor assim.
Mamãe cruzou os braços e apoiou a cabeça neles, escondendo o rosto atrás de um véu de cabelo. Minha vista de cima me permitia apreciar a arquitetura completa do corpo dela: a cintura surpreendentemente fina que se alargava em quadris poderosos, a curva lombar acentuada que servia de pedestal para a bunda dela. Havia uma diferença de altura palpável entre o vão das costas e o cume daquela carne. Sentia um calor úmido e primitivo emanando do espaço entre as coxas fechadas dela. Minhas bolas pendiam sobre aquele abismo como sobre a boca de um vulcão.
Exatamente quando achava que minha ereção não podia ficar mais intensa, mamãe deu uma reboladinha pequena, mas magnífica. A bunda dela se encontrou num aplauso surdo, um som que, mesmo abafado, fez meu estômago dar um nó. O alcance do movimento dela era limitado pelo meu peso, mas até o menor giro dos quadris criava ondas lentas e voluptuosas na superfície.
Uma explosão de arrepios, centenas de pequenas bolinhas, apareceu de repente na pele dela, adicionando uma textura fascinante à suavidade geral.milf—Mamãe… posso tocar você? — perguntei, minha voz carregada de necessidade.
Ela murmurou algo ininteligível contra a almofada.
—Talvez você pudesse… só olhar dessa vez, querido? Tudo bem pra você?
Tentei não deixar minha voz soar muito abatida.
—É… acho que sim.
Ela suspirou, um som de frustração consigo mesma, e então murmurou mais alguma coisa.
—Querido… você realmente precisa tocar você mesmo?
Sim! Sem pensar, estendi a mão esquerda e agarrei um punhado voraz da bunda dela. Era mais macia do que qualquer imaginação poderia conceber, como afundar a mão em nuvens compactas.
—Ai! — ela gritou, se assustando—. Isso… isso não foi um convite, céu.
Não tirei a mão. Pelo contrário, fechei os dedos, deixando a carne tenra escorrer entre eles, se moldando ao redor da minha mão como cimento morno. Afundei um pouco mais, separando sem querer a bunda dela, e senti o calor úmido da buceta roçar nos meus nós dos dedos.
—Você tá me abrindo, querido! — protestou, mas a voz dela não tinha força de verdade—. Precisa abrir tanto assim?
—Quer que eu pare? — perguntei, seguro da resposta.
Ela soltou um suspiro longo e teatral.
—Sei que você não quer me soltar… então tá tudo bem. Só seja… gentil com minha bunda. Não me deixa roxa.
—Não vou. Mas…
—Mas?
—Mas tô com vontade de te dar um tapa — admiti, a confissão saindo num sussurro rouco.
Ela grunhiu, um som de fingido aborrecimento.
—Sabia! Você é igual ao seu pai. O que os homens têm com palmadas?
Dei de ombros, uma onda de estranho orgulho se misturando com a excitação.
—Não sei. Parece coisa de família.
—Que conveniente — disse ela, mas o tom era de resignação—. Me promete ser gentil? De verdade.
Sacudi a bunda dela suavemente algumas vezes, vendo as ondas se espalharem.
—Isso é um sim?
—Se você for gentil!
Apesar do aviso, o sangue pulsava nas minhas têmporas quando ela me deu essa permissão tácita. Meu pau latejava, endurecendo a um ponto que eu achava impossível. Os meses fantasiando com essa imagem… Eles tinham preparado ele pra esse momento. Soltei a carne dele, com pesar, só pra levantar a mão uns trinta centímetros e descarregar ela, com a palma aberta, no meio da bochecha esquerda dele.
O impacto foi carnudo e ressonante, mandando uma onda sísmica pela carne dele que chegou até as coxas.maeEla gritou, um som agudo de surpresa, e apertou as nádegas na hora.
—Porra!
—Eu sei… desculpa. É que… caralho, mãe. Fica tão gostosa quando se mexe.
Não senti remorso, só um triunfo sombrio.
—Que bom que você gostou —ela disse, recuperando o fôlego—, mas dá pra ser mais leve… da próxima vez?
Um formigamento de antecipação subiu pela minha nuca.
—Tá dizendo que… tem uma próxima vez?
Ela riu, um som abafado pelo travesseiro.
—Querido, a bunda da mamãe é tipo Pringles. Aposto que você não consegue parar numa só. Igualzinho ao seu maldito pai.
Senti uma conexão estranha e poderosa com aquele fantasma na hora. Levantei a mão de novo e soltei outra palmada, mais controlada mas igualmente firme, na outra bochecha dela.
Dessa vez, o som foi mais um baque surdo. Dei umas batidinhas rápidas e leves, me deliciando com as pequenas ondulações sob meus dedos.
—Assim tá melhor —ela disse, a voz um pouco mais relaxada—. Viu? Dá pra ser bonzinho.
—Sim, mas… —hesitei.
Ela soltou uma risadinha, se divertindo com a capacidade de me ler.
—Mas você não quer parar. Claro que não.
—Nem um pouco.
—Menino guloso —sussurrou, e o tom dela agora era claramente encorajador—. Tá bom. Me dá outra.
Obedeci, e dessa vez a palmada foi mais forte que a primeira. Um som molhado e pesado encheu a sala, um som que eu queria gravar na memória pra sempre.
Mamãe gritou, chutando o sofá sem querer.
—Meu Deus, Cristóbal!incestoAntes que ela pudesse falar mais alguma coisa, eu dei outra, bem do lado da primeira. Uma marca vermelha brilhante já estava se formando na pele dela, um selo da minha posse impresso na palidez dela. Minha palma e dedos ficaram estampados num tom rosa intenso.
Ela ofegou, um som entrecortado.
— Ah, porra!
— Demais? — perguntei, deixando minha mão na bochecha quente. Ao apertar pra aliviar a dor, meu polegar, por pura proximidade, deslizou pro sulco entre as nádegas dela.
— Sim! — ela gritou, mas era um grito sem convicção.
A ponta do meu polegar encontrou algo macio e anelado: um músculo vivo. Pressionei de leve, afundando nas dobras enrugadas que rodeavam o cuzinho dela. Era incrivelmente pequeno, mas os sulcos ao redor se espalhavam. Puxei a bunda dela pro lado, mantendo o polegar no lugar, abrindo a visão.
O anel era perfeitamente circular até a pressão distorcê-lo um pouco. Parecia caramelo derretido, e a imagem me deu água na boca. Só de pensar em levar minha libertinagem mais longe foi o estopim final.
— Mamãe… — rosnei. — Já vem.
— Já vem? — ela perguntou, confusa por um instante, antes que o entendimento iluminasse o rosto dela. — Ah! Você tá gozando!
— Aham. Sim, tipo… Caralho!
Uma onda de calor pungente envolveu a base da minha espinha e se expandiu, derretendo qualquer pensamento coerente.
— Vai, gostoso! — ela exclamou, e a voz dela soou estranhamente excitada. — Goza no cu da mamãe!
O apelido, agora carregado de uma sexualidade obscena, reconectou meu cérebro numa fração de segundo. Eu não tava gozando em cima de qualquer mulher, mas na própria fonte da minha obsessão. A culpa era um gosto azedo no meio do doce do prazer.
Minhas bolas se contraíram, meu pau pulsou com força violenta. Fechei os olhos diante do clímax, mas abri bem a tempo de ver o primeiro jorro grosso e branco sair disparado e acertar a bochecha esquerda dela com um som molhado e audível. Um segundo jorro se cruzou com o primeiro, formando um X bagunçado. Um terceiro, com força diminuindo mas ainda abundante, traçou uma linha da bunda direita dela até a lombar. Uma quarta, depois uma quinta gozada se juntaram à festa, se fundindo num montinho pegajoso e brilhante.
O esperma se agarrou teimosamente antes de ceder à gravidade, escorrendo em regueiras lentas que se juntaram numa poça crescente no vale entre as nádegas dela. A pele dela brilhava sob a substância leitosa, cada fio reluzindo como seda líquida. Fiquei maravilhado com o mapa que eu estava desenhando no corpo dela, uma reivindicação visceral e molhada do meu desejo.
Um rugido gutural rasgou minha garganta, abafando qualquer outro som. Quando o último espasmo passou, desabei para o lado, me apoiando num cotovelo, tremendo.mae e filho— Já terminei, mãe.
Ela virou a cabeça, me olhando com um olho só visível por entre o cabelo.
— Precisa sentar, querido?
Me deixei cair sobre ela, não com peso, mas com todo meu corpo exausto, colando minha pele na dela, agora unidos pela substância quente e pegajosa.
— Porra. Porra, mãe. Isso foi… incrível.
Ela enfiou uma mão por trás e encontrou minha cabeça, acariciando meu cabelo com uma ternura que contrastava brutalmente com o que acabara de acontecer.
— Melhor sem calcinha? — perguntou, a voz num sussurro brincalhão.
Assenti contra as costas dela.
— Com certeza. Nunca… nunca gozei assim.
— E agora nós dois estamos grudados — observou, com um toque de humor.
Senti o esperma, já esfriando, agindo como uma cola entre nós. Não era fisicamente confortável, mas num nível mais profundo, eu queria aquilo.
— Não me importo. Vale a pena.
— Aposto que sim! Feliz que seu pau esteja encostando na minha bunda.
Me ajustei levemente sobre ela.
— Bom, tá mais na sua perna… mas sim.
— É melhor você não ficar duro de novo — disse, e o tom dela era um aviso fraco —, porque nesse ângulo essa coisa pode entrar bem onde não deve.
Para provar, ou talvez pra tentar o destino, ela rebolou algumas vezes. A sensação da carne macia dela deslizando contra minha barriga, através da camada de esperma, foi um choque elétrico. Senti uma pulsação familiar, traiçoeira, na minha virilha.
— Caralho! Tá conseguindo! — exclamei, meio surpreso, meio alarmado.
Mamãe deu uns tapinhas na minha nuca.
— Então acho que é hora de você se afastar de mim, querido. Não queremos cometer… esse erro. Né?
Não soube se ela falava sério ou se só articulava o tabu final, o muro que ainda não ousávamos derrubar. Parecia a evolução natural, talvez prematura, de tudo que a gente tinha feito. Embora ela mostrasse receio, teria jurado que percebi um tremor de antecipação, não só de medo, na voz dela.
— Não sei, mãe — respondi, minha voz rouca pelo esforço e pela emoção—. Será que a gente sabe?
Ela não respondeu na hora. Rezei pra que ela só estivesse pensando, mas a reação dela foi a que, no fundo, eu já esperava.
—N-não… Não, a gente não pode —sussurrou, a voz carregada de um conflito que ecoou no silêncio do quarto.
Inclinei a cabeça e dei um beijo suave no ombro dela, deixando meus lábios descansarem um segundo na pele quente e fina.
—Só tava brincando, mãe.
Ela soltou um som rouco, no meio do caminho entre uma risada abafada e um suspiro de cumplicidade.
—Ahã. Claro que sim, querido. Mamãe acredita em você… totalmente.
Me aproximei ainda mais, até minha boca roçar a orelha dela, e geme baixinho:
—Se continuar falando assim… vai acontecer. Querendo ou não.
Mãe se arrepiou como se tivesse levado um choque, me empurrando pra longe do corpo dela e rolando pro outro lado do sofá.
—Sê um bom menino e me traz um paninho, por favor. Pensei que ia ser menos… porque era a segunda vez hoje, mas… é sempre assim?
—Assim como? —perguntei, confuso.
—Assim! —exclamou, com um gesto vago mas eloqüente em direção à bunda dela—. Tão… abundante! Sinto como se minha bunda inteira tivesse… encharcada! Não sei como descrever!
Um sorriso involuntário se formou nos meus lábios. Me abaixei e, com uma reverência quase debochada, apertei de leve uma das nádegas dela através do tecido.
—Acho que você finalmente tá entendendo o que sua bunda faz comigo.
—Mmm —resmungou, mas sem verdadeira irritação—. Bom, você usou a palavra «obsessão».
Estiquei a perna por cima do corpo dela até meu pé tocar o chão, e então me levantei do sofá. Um formigamento elétrico ainda percorria meus membros.
—E eu tava falando sério! Mas agora, minha única obsessão é conseguir essa toalha pra você.
Mãe me deu um sorriso radiante, tão quente e acolhedor que por um segundo apagou a perversidade da situação.
—Obrigada, querido.
Minhas mãos não pararam de tremer o caminho todo: até o armário da roupa de cama, depois pro banheiro pra molhar um pano macio com água morna. —nem quente, nem fria—, e de volta pra sala. A normalidade do ato colidia absurdamente com o contexto.
Ao entrar, vi ela. Não tinha se mexido. Continuava deitada de lado, a bunda ainda exposta e gloriosa na luz fraca da tarde, um espetáculo que me deixou de boca aberta e paralisado na porta. Ela deve ter sentido meu olhar, porque depois de alguns segundos de silêncio carregado, limpou a garganta.
—Hum-hum!
—Desculpa! —gaguejei, sentindo o rubor subir pelo meu pescoço—. Desculpa, mãe.
—Tá me furando a bunda com esse olhar, né? —disse ela, e o tom era mais de exasperação brincalhona do que de raiva—. Pensei que o objetivo disso tudo era tirar isso da sua cabeça!
—Sim —falei, finalmente avançando—. Sim, é. E… acho que tá funcionando.
Mãe se virou um pouco mais, o suficiente pra eu ver o perfil dela e o arco cético de uma sobrancelha.
—Sério?
Fiquei gelado, uma paralisia que contrastava violentamente com a onda de sangue quente que queimava minhas bochechas. Tinha tropeçado na minha própria mentira.
—Eu, eh… Sim. Acho que sim! Então… a gente não precisa parar, né?
Os olhos dela oscilaram entre os meus, vasculhando, procurando um pingo de sinceridade por baixo da camada de desejo e vergonha.
—Mmm. Tá bom, querido. Se você diz —concedeu finalmente, embora a voz não soasse totalmente convencida—. É só pelo resto do dia, então…
Ela pareceu deixar o assunto de lado, por sorte. Eu era um péssimo mentiroso, e mal conseguia me enganar pensando que tinha convencido ela de algo com aquela primeira e atrapalhada tentativa de desfazer o feitiço.
Ela apontou pro pano úmido que eu segurava na mão.
—Molhou com água morna?
Assenti.
Um sorriso genuíno, inegável, iluminou o rosto dela. No começo, não entendi por quê.
—Sabe? Uma mulher pode aprender muito sobre um homem pelo tipo de toalha que ele traz depois.
Nunca tinha ouvido falar desse teste.
—Sério?
—Molhada com água morna é um sinal muito bom —afirmou ela, com um toque de nostalgia na voz—. Já Já tive caras que me trazavam uma buceta completamente seca! Mas acho que até isso é melhor do que fria e encharcada... isso sim é nojento.
Franzi o nariz.
—Informação demais, mãe.
—Uau, que *tasty* vindo do garoto que acabou de gozar na minha bunda como se fosse povoar uma cidade pequena! —ela rebateu, dando uma gargalhada—. Pensei que a gente podia contar tudo agora.
—Podemos —falei, sentindo uma pontada inesperada e amarga—. Mas não gosto de ouvir sobre outros caras com quem você esteve. Afinal, você ainda é minha mãe.
—Ah —ela suspirou, e uma luz de compreensão, quase de triunfo, brilhou nos olhos dela—. Entendi. Ciúmes, né?
Levantei uma sobrancelha, uma defesa fraca contra o rumo que aquilo estava tomando.
—Ciúmes do quê...?
Ela deu de ombros, um gesto de uma desenvoltura que me desarmou por completo.
—Ciúmes dos caras que já me comeram. Aposto que você queria estar nessa lista.
Senti o sangue e todo o calor sumirem do meu rosto, me deixando frio e vazio, como um fantasma de mim mesmo.
—Você só... tá brincando comigo —consegui articular, mas soou como um pedido.
Ela deu de ombros de novo, com uma inocência calculada.
—Talvez. Agora, por favor, limpa teus futuros filhos da minha bunda.
A crueza das palavras dela, ditas com aquela falsa leveza, me acertou em cheio. Me concentrei na tarefa. Limpei ela com o pano morno, passando sobre a pele lisa das nádegas, recolhendo as provas da minha obsessão. Se tivesse usado um seco, o peso teria sido considerável. Enfiei dois dedos cobertos pelo pano entre as coxas dela, curvando-os pra formar uma bola e depois deslizando o pano pelo sulco fundo e agora pegajoso entre as nádegas dela. Era um movimento estranhamente íntimo e utilitário ao mesmo tempo, e me veio uma lembrança fugaz, incongruente: ela fazendo algo parecido por mim quando eu era criança, em circunstâncias diametralmente opostas. A dependência absoluta de então tinha se transformado nessa outra dependência, doentia e total.
—Que engraçado —ela cantarolou, com uma risadinha nervosa—. É como se… Sim. Você me entende.
Devolvi uma risada igualmente tensa.
—Sim, entendo. Embora isso seja… diferente.
—Bom, não é você que está sendo limpo! —protestou, sem muita convicção—. Mas… não é ruim. Ficar aqui deitada enquanto você cuida de mim é… relaxante. Mas cuidado onde… oh! Você está me tocando, querido! Cuidado onde está me tocando.
—Por quê? —perguntei, com ignorância deliberada, enquanto passava o pano mais uma vez pela dobra sensível.
—Porque essa era minha buceta! —gritou, e a palavra, crua e explícita na boca dela, ecoou no quarto como um tapa.
«Buceta». Repeti mentalmente. Era a fronteira verbal mais explícita que eu tinha cruzado. Apertei um pouco mais o pano, e ela soltou um suspiro que soou mais como rendição do que reclamação.
—E essa era minha bunda —falei, como quem reivindica território.
—Desculpa, mãe. Só estou limpando. Nem sinto nada através do pano.
—Mas eu sinto! Toma mais cuidado.
—Isso significa que da próxima vez também não vou poder tocar você… aí? —perguntei, e minha voz soou genuinamente desolada.
Ela suspirou, um som longo e carregado.
—Significa que a gente vê, amor. Acho que já estou limpa, mas ainda sinto que deveria tomar um banho.
—Por quê? —insisti, embora começasse a suspeitar do motivo.
—Pra garantir que você não perdeu nada. Estava… muito encharcado. Tenho medo de que algo possa ter… escorregado. Pra dentro.
Meus olhos se arregalaram. Uma mistura de alarme e um estranho, proibido orgulho me invadiu.
—Uau!
—Pois é —ela disse, e a princípio soltou uma risadinha nervosa—. Não tomo anticoncepcional, e acho que você não quer ser o motivo de um bebê surpresa na minha idade, quer?
Mas a risada dela morreu quando ela se virou e viu a expressão no meu rosto, que devia ser uma mistura de espanto e algo mais, algo contemplativo.
—Oh… —murmurou, a voz perdendo completamente o tom brincalhão—. Oh, talvez você… Caramba, querido!
Me sacudi, forçando uma neutralidade impossível.
—O quê? Não, nada. Desculpa, eu estava pensando em… outra coisa.
—Mmm —ela disse, me analisando—. Se você diz, querido.
Tinha sido minha atuação mais patética, mas o toque estridente do telefone dela me salvou, interrompendo o perigoso carrossel de olhares e meias verdades.
—É a Linda de novo —ela suspirou, esfregando a testa—. Merda. Esqueci completamente de retornar a ligação dela.
Apontei o polegar para o corredor, grato pela distração.
—Eu tenho lição pra fazer de qualquer jeito. Talvez… a gente possa continuar depois que você tomar banho?
Mamãe inclinou a cabeça, e um sorriso cansado, mas provocante, brotou nos lábios dela.
—Você tá marcando sessões com a minha bunda agora?
Dei de ombros, tentando parecer despreocupado.
—Se o horário estiver disponível.
Ela me mandou um beijo no ar, um gesto comum que agora estava carregado de um significado completamente novo.mae puta—É um encontro, meu bem.
Fingi pegá-lo, levei-o à boca e devolvi com um "MUA!" exagerado. Em seguida, saí do quarto bem na hora em que ela atendia o telefone, ouvindo como começava a se desculpar com a irmã pela longa ausência. Cada passo pelo corredor era um batimento acelerado, cada respiração, um lembrete de quão fundo eu tinha caído, e de quão mais pra dentro eu ansiava continuar me afundando.CONTINUA...
A aventura só tá começando, não percam os próximos capítulos! Se quiserem mais, dá uma olhada no meu perfil, que tem outras histórias esperando por vocês. Deixem seus pontos, comentários e compartilhem pra mais :D

6 comentários - Viciado na Bunda da Mamãe 2

10pts mostro quue siga asi los 2 solitos perfecto
buenisimo, creo aue esta naciendo una nueva leyenda de los relatos em esta pagina