Com minha esposa, trabalhamos quase o dia inteiro durante toda a semana, isso fazia com que a limpeza em casa fosse meio caótica.
Minha esposa sai às 6:40 e eu às 9:40, nós dois voltamos às 2 para almoçar e saímos de novo até as 8.
A gente achava difícil confiar em alguém desconhecido, então optamos por pedir ajuda para a sobrinha dela, ela se chama Estefânia, e todo mundo na família chama ela de Fani.
Sem muitos detalhes pra não derrubarem o post depois, digamos que ela acabou de entrar no primeiro ano do ensino médio, tem a pele morena clara, cabelo liso, preto e comprido até a parte de baixo das costas, tem uns peitos, eu diria médios, não se destacavam muito, o que realmente se destacava era a bunda dela, tinha uma bunda grande de pura genética que, sem ninguém perceber, me dava tesão de ver ela nos encontros de família.
Apresentamos a proposta de ela limpar às terças e quintas, que no começo seria meio pesado porque já estava uma bagunça, mas com o tempo ia ficando mais leve, ela aceitou e combinou de chegar antes de a gente voltar pro trabalho, umas 3:40, assim ela teria a tarde toda livre.
Eu sempre fui desconfiado, ainda mais quando se trata de gente no meu espaço pessoal, mas não vou negar que também sou muito tarado, e a ideia de ter uma jovenzinha de uniforme limpando a casa me encheu de tesão, então fiz o mais óbvio, coloquei algumas câmeras.
Só tinha duas, então coloquei uma no quarto e outra na sala, na sala tinha uma visão ampla de quase toda a casa, menos o banheiro e o quarto,
e no quarto, que era a área mais quente, tinha todo o arsenal de brinquedos que usávamos com minha esposa guardados na minha gaveta sem chave e me dava muito tesão pensar que ela encontrasse e ficasse curiosa pra usar.
Entre os brinquedos tinha vários plugs, um vibrador e um de aço (aqueles com uma "joia"), um dildo com ventosa, e um vibrador Lovense Lush (esse era o favorito da minha esposa).
PRIMEIRO DIA
Na verdade, ela não fez muita coisa do que eu esperava, ela realmente focou na casa e é que se precisava, a única coisa que consegui capturar foi que ela se olhou no espelho do quarto (minha esposa tem um espelho de corpo inteiro com luz), ela só se olhou, tirou algumas fotos e contemplou o corpo dos pés à cabeça.
SEGUNDO E TERCEIRO DIA
Esses dois dias foram praticamente a mesma coisa, com um pouco menos de serviço ela fez as coisas mais relaxada, comecei a perder a esperança, mas me mantive firme. O que entendi foi que, apesar de cumprir o trabalho, ela preferia não ir embora; pelo contrário, ligava a TV e relaxava um pouco até dar 7:45. Imaginei que queria aproveitar aquele momento sozinha para ela mesma.
QUARTO DIA
No quarto dia, decidi tentar acelerar as coisas e, antes de ir pro trabalho, peguei o dildo e deixei entre os lençóis e cobertores, deixei a cama desarrumada de propósito pra que, quando ela fosse arrumar a cama, se deparasse com a surpresa.
Meu plano funcionou. Desde que chegamos quase às 9 daquele dia, pude saber sem nem olhar a câmera. Assim que botei o pé no quarto, senti aquele cheiro que todo mundo conhece, de suor, pele e fluidos.
Tive que esperar até o dia seguinte pra ver, mas assim que minha esposa saiu, voei igual um raio pra revisar a câmera no meu laptop.
CAM. SALA
Fani chega às 2:30, minha esposa recebe ela. Ela tá de uniforme esportivo e tira a jaqueta, deixa no sofá e espera sentada mexendo no celular enquanto a gente termina de se arrumar. Assim que a gente sai, ela levanta e dá uma volta pela casa, tipo avaliando o que vai ter que fazer. Olha na direção do quarto, mas não passa disso. Vê que tem uns pratos sujos e a mesa cheia do que a gente acabou de comer. Recolhe a mesa e lava a louça. Não era muita coisa, então leva uns 20 minutos.
Depois disso, finalmente entra no quarto, puxa todos os cobertores de uma vez, ainda não percebe. Estica o lençol, mas quando vai colocar o edredom, o dildo finalmente cai. Ela primeiro Tenta entender o que é, se abaixa e pega com uma desconfiança visível, mas assim que coloca as mãos nele, começa a examinar (dava pra ver que era a primeira vez que segurava um daqueles), larga ele na cômoda da minha esposa e continua arrumando a cama, mas dá pra notar que ela tá inquieta, de vez em quando vira pra olhar o dildo. Termina a cama e sai do quarto pra varrer, eu já tô perdendo a esperança de que ela vai fazer alguma coisa. Ela varre a casa inteira, menos o quarto, deixa ele por último, mas aí acontece algo: quando entra no quarto, não começa a varrer. Curiosa e inquieta, fica encarando o dildo até que finalmente decide pegar de novo. Examina ele outra vez, mas dessa vez o olhar dela tá mais safado, e finalmente aconteceu. Parece que ela se decidiu: deitou na cama, baixou o moletom e a calcinha até os joelhos.
Finalmente pude apreciar aquela buceta gostosa, ela era morena e peludinha, sem ser exagerada, com um rosa intenso nos lábios internos que se destacavam feito uma língua.
Ela foi direto se enfiar com o dildo, mas ele não entrou nem um centímetro. Era óbvio que ela era inexperiente e que tava muito apertada pra aquele brinquedo, então começou só a se esfregar com ele. Tava aproveitando ao máximo. Depois que lubrificou mais, tentou enfiar de novo e ele só entrou um terço, mas isso já bastou pra Fani começar um vai e vem suave que depois ficou violento. Ela tirou de vez o moletom e a calcinha pra abrir mais as pernas. Ficou assim por quase um minuto e, de repente, parou seco. Tapou a boca com uma mão, levantou a pelve e apertou a bunda com pequenas contrações.
Fani tava tendo um orgasmo do caralho, não sei se foi o primeiro da vida dela, mas apostaria que foi o mais prazeroso. Ficou parada um momento, respirando, se recuperando.
Ela sentou de novo na cama e tentou guardar o dildo, mas não sabia onde e (por sorte) abriu a gaveta certa, aquela onde eu tinha todo o arsenal. Tirou cada um deles, inspecionou, deduziu a função de cada um. Tiro fotos de cada um (aparentemente, pesquiso na internet sobre o que cada um era).
Infelizmente, naquele dia não teve mais toques nem nada. Pouco tempo depois, a gente chegou, ela se vestiu o mais rápido possível, guardou tudo e saiu voando pra sala. Mas claro que não é o fim. No dia seguinte, na faxina, ela chegou preparada, sabia o que ia rolar naquela tarde. Mas isso é história pra outro dia, porque merece muitos detalhes. Vocês me digam se querem que eu termine.
Minha esposa sai às 6:40 e eu às 9:40, nós dois voltamos às 2 para almoçar e saímos de novo até as 8.
A gente achava difícil confiar em alguém desconhecido, então optamos por pedir ajuda para a sobrinha dela, ela se chama Estefânia, e todo mundo na família chama ela de Fani.
Sem muitos detalhes pra não derrubarem o post depois, digamos que ela acabou de entrar no primeiro ano do ensino médio, tem a pele morena clara, cabelo liso, preto e comprido até a parte de baixo das costas, tem uns peitos, eu diria médios, não se destacavam muito, o que realmente se destacava era a bunda dela, tinha uma bunda grande de pura genética que, sem ninguém perceber, me dava tesão de ver ela nos encontros de família.
Apresentamos a proposta de ela limpar às terças e quintas, que no começo seria meio pesado porque já estava uma bagunça, mas com o tempo ia ficando mais leve, ela aceitou e combinou de chegar antes de a gente voltar pro trabalho, umas 3:40, assim ela teria a tarde toda livre.
Eu sempre fui desconfiado, ainda mais quando se trata de gente no meu espaço pessoal, mas não vou negar que também sou muito tarado, e a ideia de ter uma jovenzinha de uniforme limpando a casa me encheu de tesão, então fiz o mais óbvio, coloquei algumas câmeras.
Só tinha duas, então coloquei uma no quarto e outra na sala, na sala tinha uma visão ampla de quase toda a casa, menos o banheiro e o quarto,
e no quarto, que era a área mais quente, tinha todo o arsenal de brinquedos que usávamos com minha esposa guardados na minha gaveta sem chave e me dava muito tesão pensar que ela encontrasse e ficasse curiosa pra usar.
Entre os brinquedos tinha vários plugs, um vibrador e um de aço (aqueles com uma "joia"), um dildo com ventosa, e um vibrador Lovense Lush (esse era o favorito da minha esposa).
PRIMEIRO DIA
Na verdade, ela não fez muita coisa do que eu esperava, ela realmente focou na casa e é que se precisava, a única coisa que consegui capturar foi que ela se olhou no espelho do quarto (minha esposa tem um espelho de corpo inteiro com luz), ela só se olhou, tirou algumas fotos e contemplou o corpo dos pés à cabeça.
SEGUNDO E TERCEIRO DIA
Esses dois dias foram praticamente a mesma coisa, com um pouco menos de serviço ela fez as coisas mais relaxada, comecei a perder a esperança, mas me mantive firme. O que entendi foi que, apesar de cumprir o trabalho, ela preferia não ir embora; pelo contrário, ligava a TV e relaxava um pouco até dar 7:45. Imaginei que queria aproveitar aquele momento sozinha para ela mesma.
QUARTO DIA
No quarto dia, decidi tentar acelerar as coisas e, antes de ir pro trabalho, peguei o dildo e deixei entre os lençóis e cobertores, deixei a cama desarrumada de propósito pra que, quando ela fosse arrumar a cama, se deparasse com a surpresa.
Meu plano funcionou. Desde que chegamos quase às 9 daquele dia, pude saber sem nem olhar a câmera. Assim que botei o pé no quarto, senti aquele cheiro que todo mundo conhece, de suor, pele e fluidos.
Tive que esperar até o dia seguinte pra ver, mas assim que minha esposa saiu, voei igual um raio pra revisar a câmera no meu laptop.
CAM. SALA
Fani chega às 2:30, minha esposa recebe ela. Ela tá de uniforme esportivo e tira a jaqueta, deixa no sofá e espera sentada mexendo no celular enquanto a gente termina de se arrumar. Assim que a gente sai, ela levanta e dá uma volta pela casa, tipo avaliando o que vai ter que fazer. Olha na direção do quarto, mas não passa disso. Vê que tem uns pratos sujos e a mesa cheia do que a gente acabou de comer. Recolhe a mesa e lava a louça. Não era muita coisa, então leva uns 20 minutos.
Depois disso, finalmente entra no quarto, puxa todos os cobertores de uma vez, ainda não percebe. Estica o lençol, mas quando vai colocar o edredom, o dildo finalmente cai. Ela primeiro Tenta entender o que é, se abaixa e pega com uma desconfiança visível, mas assim que coloca as mãos nele, começa a examinar (dava pra ver que era a primeira vez que segurava um daqueles), larga ele na cômoda da minha esposa e continua arrumando a cama, mas dá pra notar que ela tá inquieta, de vez em quando vira pra olhar o dildo. Termina a cama e sai do quarto pra varrer, eu já tô perdendo a esperança de que ela vai fazer alguma coisa. Ela varre a casa inteira, menos o quarto, deixa ele por último, mas aí acontece algo: quando entra no quarto, não começa a varrer. Curiosa e inquieta, fica encarando o dildo até que finalmente decide pegar de novo. Examina ele outra vez, mas dessa vez o olhar dela tá mais safado, e finalmente aconteceu. Parece que ela se decidiu: deitou na cama, baixou o moletom e a calcinha até os joelhos.
Finalmente pude apreciar aquela buceta gostosa, ela era morena e peludinha, sem ser exagerada, com um rosa intenso nos lábios internos que se destacavam feito uma língua.
Ela foi direto se enfiar com o dildo, mas ele não entrou nem um centímetro. Era óbvio que ela era inexperiente e que tava muito apertada pra aquele brinquedo, então começou só a se esfregar com ele. Tava aproveitando ao máximo. Depois que lubrificou mais, tentou enfiar de novo e ele só entrou um terço, mas isso já bastou pra Fani começar um vai e vem suave que depois ficou violento. Ela tirou de vez o moletom e a calcinha pra abrir mais as pernas. Ficou assim por quase um minuto e, de repente, parou seco. Tapou a boca com uma mão, levantou a pelve e apertou a bunda com pequenas contrações.
Fani tava tendo um orgasmo do caralho, não sei se foi o primeiro da vida dela, mas apostaria que foi o mais prazeroso. Ficou parada um momento, respirando, se recuperando.
Ela sentou de novo na cama e tentou guardar o dildo, mas não sabia onde e (por sorte) abriu a gaveta certa, aquela onde eu tinha todo o arsenal. Tirou cada um deles, inspecionou, deduziu a função de cada um. Tiro fotos de cada um (aparentemente, pesquiso na internet sobre o que cada um era).
Infelizmente, naquele dia não teve mais toques nem nada. Pouco tempo depois, a gente chegou, ela se vestiu o mais rápido possível, guardou tudo e saiu voando pra sala. Mas claro que não é o fim. No dia seguinte, na faxina, ela chegou preparada, sabia o que ia rolar naquela tarde. Mas isso é história pra outro dia, porque merece muitos detalhes. Vocês me digam se querem que eu termine.
2 comentários - Colegiala entediada de limpar