Seguimos ouvindo música e bebendo um pouco de álcool, de vez em quando pegava meu celular e respondia alguma mensagem pro meu amigo. L: Com quem você fala tanto? Não vai ser com alguma puta das suas colegas, né? Eu: Pode ser que sim, te deixa com ciúmes? L: Um pouco, você não ficaria com ciúmes se eu falasse com seu amigo? Eu: O que houve? Ficou com tesão nele? L: Pode ser que sim, um pouco. Me excitou mais a situação dele ver como eu estava vestida e você mandar fotos, certeza que ele vai bater uma. Eu: Tô falando com ele, tô rindo do que ele fala e pergunta. L: Me conta. Eu: Ele diz que daqui a pouco vai fazer uma baita punheta, mas que precisa de mais info pra te imaginar melhor. L: Que tipo de info? Eu: Ele perguntou, se já te arrombei o cu, como você chupa a pica, se engole a porra, como você trepa, quer saber tudo. Ficou com vontade de ver suas tetas, ele disse. L: Tudo isso me excita muito, quer fazer um último presente pra ele? Eu: Fala, ele ficou com muito tesão kkk L: Mas o último, hein. Eu: Não me faz lembrar que você é uma puta e tem que fazer o que eu mando, vamos logo que quero mandar um presente pra ele. L: Sim, senhor. Ela tirou o top branco, cruzou os braços na mesa e apoiou as tetas em cima (primeira foto), apertou os peitos um com cada mão (segunda foto), esticou os bicos (terceira foto). L: Com isso acho que já basta, né? Mandei as fotos pra ele e li a resposta. F: Ela deixa gozar nas tetas? Como ela coloca? L: Bom, mostra a última. Só deixa aparecer até minha boca. Juntei as tetas com as duas mãos, abri a boca e coloquei a língua pra fora. Até eu tava ficando com tesão com tudo isso que tava rolando. Continuei falando com meu amigo, mas não contei mais o que a gente conversava. Eu: Vem pro quarto, quero continuar te usando, puta. Animada, ela me acompanhou, pensando que eu ia comer ela, mas não. Mandei ela deitar de barriga pra baixo e com um pouco de brutalidade coloquei as algemas nela, fiz ela sentar na beira da cama e também coloquei uma venda que impedia a visão dela. Eu: Agora sim você vai saber o que é ser minha puta. Ela ficou se lambendo. A respiração dela acelerava cada vez mais e ela soltava uns gemidos baixinhos. Comecei a tocar ela, apertar os peitos dela e passar a mão na buceta, que não parava de soltar suor como nunca. Tinha comprado um chicote daqueles com várias pontas, mas bem macios. Não falei o que era, comecei a percorrer o corpo dela com ele, acariciando cada parte. L: É... isso é um... um chicote? Mudei a voz, sério. Eu: Sim, te dá medo, sua puta? L: Não sei, um pouco talvez, nunca usei. E ainda não tô vendo nada. Vai doer? Eu: Vou ser suave, mas também depende de como você se comportar. L: Cê vai me castigar? Eu: Sim, por ter deixado eu e meu amigo muito excitados. L: Desculpa, achei que ele ia gostar que eu fosse tão puta assim. Eu: Não falei que não gostei. Dei uma chicotada devagar nas costas dela. Apoiei o chicote na cabeça dela, fui descendo pela bochecha esquerda até o ombro e bati no peito direito dela. "Aiii", ela disse. Foi mais susto que dor, eu tava sendo bem gentil. Empurrei ela de barriga pra cima na cama e abri as pernas dela, pra acariciar a buceta com as pontas do chicote. Tomei cuidado pra não machucar, movi o chicote só um pouquinho pra ela sentir uma leve chicotada. A respiração dela ficou ainda mais ofegante. Virei ela de barriga pra baixo, era hora do castigo na raba. L: Agora vem o castigo mais forte? Eu: Pode ser... Dei uma chicotada devagar. L: Tô gostando, me comportei mal. Eu: Eu sei, por isso o castigo tá só começando... Dei uma chicotada um pouco mais forte. L: Aiii sim, me castiga, eu mereço. Dei uma chicotada mais forte, dessa vez as nádegas começaram a ficar meio avermelhadas. L: Me bate mais forte, papai, me comportei muito, muito mal. E vou me comportar pior se você não me corrigir. Dei outra chicotada. Eu: O que você tá pensando em fazer? L: Deixar muitos homens excitados, na praia quando eu tiver de férias. Chicotada. Eu: Como? L: Sendo muito puta, com um biquíni bem pequenininho, pra todo mundo ver minha raba. Chicotada. Eu: Deixar o otário do seu marido no ridículo. L: Sim, quero parar muitas picas na praia. E se der, vou comer alguma. Dei uma chicotada bem forte. Eu: Você é minha puta, não dos outros. os outros. A única buceta que você prova é a minha, ouviu?
L: Não, a parte de provar outras picas não ficou clara. Me corrige.
Tapa, tapa e mais tapa. A puta gritava, mas incrivelmente pedia mais, eu tava completamente louco batendo nela.
Eu: Agora entendeu?
L: Não, só consigo pensar em provar outras picas na praia.
Eu: Ah, é? Precisa de mais tapas?
L: Acho que sim, só penso em provar vários leites diferentes.
Bati firme pelo menos umas 10 vezes a mais, no meio ela começou a gritar que já tinha entendido que só a minha pica era a que podia usar. Mas eu quis ter certeza, por isso bati mais algumas vezes.
A tela do meu celular acendeu, tinha recebido a mensagem que tava esperando. Mandei ela sentar na beira da cama e, antes de colocar uns fones com música, falei: “Fica quietinha aí, senão vai levar de novo”.
E assim deixei ela, sentada na minha cama, só de fio dental preto, top, algemada, com uma venda cega e uns fones com música alta.
L: Não, a parte de provar outras picas não ficou clara. Me corrige.
Tapa, tapa e mais tapa. A puta gritava, mas incrivelmente pedia mais, eu tava completamente louco batendo nela.
Eu: Agora entendeu?
L: Não, só consigo pensar em provar outras picas na praia.
Eu: Ah, é? Precisa de mais tapas?
L: Acho que sim, só penso em provar vários leites diferentes.
Bati firme pelo menos umas 10 vezes a mais, no meio ela começou a gritar que já tinha entendido que só a minha pica era a que podia usar. Mas eu quis ter certeza, por isso bati mais algumas vezes.
A tela do meu celular acendeu, tinha recebido a mensagem que tava esperando. Mandei ela sentar na beira da cama e, antes de colocar uns fones com música, falei: “Fica quietinha aí, senão vai levar de novo”.
E assim deixei ela, sentada na minha cama, só de fio dental preto, top, algemada, com uma venda cega e uns fones com música alta.
3 comentários - Milf gostosa da banca 15