Trabalhamos naquele dia não por dinheiro, mas porque iam nos pagar com roupa, um acordo justo porque a lingerie era linda. Eu e minha amiga já nos conhecíamos de antes, uma negona espetacular que me fazia sentir coisas, mas nunca tínhamos trabalhado juntas. Nos conhecíamos da agência, mas só de "oi" e "tchau". Naquele dia, tudo começou normal até a gente se trocar. Vejo um pedaço de carne daqueles na minha frente.
As mudanças foram muitas, mas ver ela vestindo e tirando aquela roupinha minúscula me deixou muito excitado, tanto que tive que ir ao banheiro e me dar um pouco de carinho com a mão. A putinha me confessou que tinha feito o mesmo naquele dia, e por minha causa. O que eu não sabia era que ela tinha um plano para me seduzir.
A Zuly quase me levou ao limite umas quantas vezes ao se aproximar demais de mim... Na sessão, ela ficou atrás de mim enquanto eu experimentava roupas... Ela tava usando um daqueles sutiãs que dava pra ver a linha dos mamilos dela... Ela colocou as mãos na minha cintura e apoiou a cabeça no meu ombro enquanto me dizia que eu cheirava bem.
Eu sentia os peitos dela pressionando minhas costas... Meu coração acelerou e a temperatura do meu corpo começou a subir... Sem querer, deixei escapar um gemido e fiquei com vergonha disso, ainda bem que ela não viu minha cara vermelha... Achei que ia morrer de vergonha.
Juro que senti os mamilos dela endurecerem nas minhas costas depois que eu gemi...Ficou excitada ao me ouvir ou foi minha imaginação?Antes que eu percebesse, ela já tinha ido embora... a Zuly sempre dava um jeito de me tocar de um jeito tão sensual que me deixava num tesão sem fim. As carícias na minha mão, afastar meu cabelo dos meus olhos enquanto falava comigo, ou o jeito que ela tocava minha orelha enquanto admirava as joias que pendiam dela, me esquentavam de um jeito desesperador. Nunca antes tinha sentido vontade de fazer nada com uma mulher, e me assustou pra caralho querer sentir as mãos dela no meu corpo de novo... Comecei a sonhar com ela me tocando.
Fiquei sozinha o dia inteiro com a Zuly e não queria isso... Evitei ela a maior parte do tempo até chegar a hora de me arrumar pra festa.
Só temos um chuveiro, a gente se reveza pra usar... Agora, a Zuly insistiu pra eu ir primeiro e, sem pensar muito, fui... Fiquei lá só uns minutos e me perdi nos meus pensamentos... O som da porta do chuveiro abrindo me trouxe de volta à realidade.
Tava com tanto medo que não conseguia me virar, tentei me controlar. Não precisei ouvir a voz dela pra saber que era a Zuly... Ela usava aquele perfume inebriante, e agora ele tava enchendo o box do chuveiro com o aroma.
— "A gente pode economizar tempo tomando banho juntas", ela disse.
Não conseguia me virar de tanto pânico que sentia... Se eu falasse, ia me entregar pelo que tava sentindo naquele momento... Queria ver cada forma e curva do corpo dela... Sabia que, se tivesse a chance, não ia conseguir evitar de olhar ela de cima a baixo... A coisa piorou quando ela falou de novo e disse:
— Deixa eu ensaboar suas costas.
Senti tanto medo quanto excitação me percorrendo... Olhei pra baixo enquanto ela passava o sabonete líquido nas minhas costas e fiquei muito excitada quando começou a me ensaboar... Tentei segurar o impulso de gemer.
Quando as mãos dela chegaram na minha lombar, perdi essa batalha e deixei escapar um gemidinho... Tive medo que ela ouvisse, mas, pra meu alívio, pareceu não perceber.
Quando as mãos dela desceram ainda mais e começaram a ensaboar minha bunda, tive que morder o lábio pra não gemer de novo.
Foi um esforço danado tentar manter o controle sobre mim mesma, sem ter um momento de paz... Quando ela tirou as mãos pra pegar mais sabonete, só tive um breve instante pra recuperar o fôlego antes de sentir as mãos dela na minha barriga.
Ela se aproximou de mim e pude sentir os peitos dela pressionando minhas costas... Zuly colocou uma das mãos na minha cintura e começou a esfregar minha barriga com a outra... Movia em círculos, descendo devagar, destruindo qualquer resistência que ainda me restasse... Sabia que, fosse o que fosse que ela fizesse comigo, eu não ia me opor.
Meu corpo queria que ela continuasse e entrasse na minha buceta... A água não era a única coisa escorrendo pelas minhas pernas.
Meu namorado nunca fez meu corpo reagir desse jeito, nem ninguém antes, também... Eu estava me rendendo aos toques dela, abrindo as pernas pra convidá-la a apalpar meu clitóris pulsante... Minha mente não queria isso, mas meu corpo estava no controle... Era mais forte e me dizia que eu ia ser fodida, gostasse ou não.
Quando os dedos dele roçaram meus pelos pubianos, soltei um gemido choroso e, quando ele tirou a mão, fiquei atordoada pela falsa antecipação do prazer.
— "É sua vez de fazer isso em mim", respondeu ele alegremente.
Eu estava num estado tão intenso que quis chorar pelo prazer vindouro que me foi negado...Será que eu imaginei quais eram as intenções dela ou era o que meu desejo queria que acontecesse?’, pensei.
Contive a respiração e me virei devagar... Consegui ver suas costas gostosas e a água batendo nelas... Meus olhos seguiram uma gota d'água que desceu e sumiu entre as nádegas dela... A bunda dela tinha um formato redondo bonito que eu queria apertar.
Ouvi ela tossir pra chamar minha atenção.
— "Pode começar já", disse a Zuly, rindo.
Peguei o gel de banho com as mãos trêmulas... Comecei a ensaboar as costas dela e senti que estava num estado de muito tesão, tentando segurar meu desejo... Tinha tanta vontade de ensaboar o corpo inteiro dela que queria que nunca acabasse.
Falei pra mim mesma que ia parar na lombar dela, mas minhas mãos tinham outros planos... Tava com muito medo de apertar a bunda dela, então deixei minhas mãos nuas lavarem ela.
A bunda dela era macia mas firme, e era uma delícia sentir nas minhas mãos... Dediquei um tempinho a mais do que ela dedicou à minha... Fiquei triste ao pensar que não ia rolar nada além disso... Me enganei ao achar que ela queria me comer e fiquei louca por querer que isso acontecesse.
Eu era uma mulher casada prestes a trair meu marido numa coisa que nunca fiz... Me aproximei pra ter um acesso melhor à barriga dela e pressionei meus peitos contra as costas dela... Foi aí que percebi como meus mamilos estavam duros... Ficaram tão sensíveis ao toque que eu geme quando encostaram.
Sabia que ela me ouviu com meus lábios a só alguns centímetros da orelha dela... Ela não pareceu se importar, e eu não dei tempo pra ela me rejeitar, então coloquei minhas mãos na barriga dela e imitei o que ela fez comigo.
A barriga da Zuly era definida e esfregar ela foi um prazer... Tava tão presa imitando os movimentos dela que minha mão foi além do que eu queria e meus dedos entraram na buceta dela... Tava molhada... Meus dedos entraram e saíram umas quantas vezes na buceta dela antes que ela se afastasse e me deixasse sozinha no chuveiro.
Meu tesão tinha tomado conta de mim e me feito cruzar uma linha vermelha... Saí do banheiro, pouco depois, levando Só uma toalha e me sentindo na merda por ter feito papel de trouxa.
Entrei no meu quarto, ainda sentindo a luxúria avassaladora de desejar a Zuly... Tava tão fora de controle que afastei ela pra sempre e não tinha certeza se conseguiria olhar na cara dela de novo.
Ouvi ela entrar atrás de mim e tava prestes a pedir desculpas, mas fiquei sem palavras por causa do que vi.
A Zuly tava parada ali, pelada, com uma rola entre as pernas... Depois que o choque passou, percebi que era uma rola falsa... Era um dildo que devia ter mais de vinte centímetros de comprimento... Quase o dobro do tamanho da pica do Brad.
Ela tava acariciando ele enquanto me olhava nos olhos e falou com uma voz suave e sedutora:
— "Minha querida garota, se você me quer, primeiro tem que provar seu valor."
Fiquei ali em silêncio e vi ela caminhar devagar até mim... Parou a só 30 cm de distância, continuando a acariciar o pênis falso e me olhando nos olhos.
Com os dedos, ela apontou pra baixo... Não precisei de mais instruções pra saber o que ela queria de mim... Quando caí de joelhos, ela me deu um sorriso de satisfação, como quem diz ‘pronto’.Sou dona dessa puta.Começou a traçar meus lábios com o pau dele e eu, sem resistir, abri os meus e enfiei ele na minha boca... Zuly agarrou meu cabelo e guiou o movimento da minha cabeça pra frente e pra trás.
Não conseguia acreditar que ela tava curtindo isso tanto quanto eu... Com a mão livre, Zuly tirou a toalha do meu corpo e senti o ar fresco na minha carne nua... Estar pelada e chupando o dildo que uma sapatão usava era mais safado do que a melhor trepada que já tive com meu marido.
— "Querida, nenhuma gostosa como você devia ficar coberta", ela disse.
Nunca fui muito de chupar pau... Só fazia isso pro Brad em ocasiões especiais... Agora, tava adorando e metia num ritmo cada vez mais rápido.
Tive que me segurar nas cadeiras dela pra manter o equilíbrio e continuar chupando aquele pau como se fosse o último do planeta.
Ia continuar mais tempo na minha safadeza, mas ela mandou eu subir na cama... Fiz o que ela pediu e tava pronta pro que viesse depois.
Zuly apertou um botão onde deveriam estar as bolas e ouvi um zumbido vindo do dildo... Ela soltou um gemido baixo e subiu em cima de mim... Abri as pernas, faminta pra ter ele dentro... Comecei a gemer quando ela entrou na minha buceta molhada e inchada e enfiou os vinte centímetros pra dentro de mim.
Começamos a nos beijar abraçadas por alguns minutos antes que ela começasse a me foder... Não consegui evitar gemer a cada empurrada da pélvis dela... Devagar no começo pra pegar o ritmo certo e depois começou a me foder como uma besta.
Ela parou de me beijar e segurou meus braços acima da minha cabeça... Os gemidos que saíram de mim foram curtos mas fortes... Minhas pernas a envolveram com força enquanto ela me socava e não consegui evitar gritar:
— "Me fode!... Siimmm!", eu disse.
O primeiro orgasmo foi incrível, mas foi seguido por um segundo logo depois... Aí vi que ela começava a gozar.
Esse brinquedo incrível tinha feito nós duas gozarmos com uma piroca longa e grossa enfiada na minha buceta e a parte vibratória nela.
Rapidamente virei ela sem ter terminado de ser fodida por ela... Dei um beijo nela antes de montá-la selvagemente e girar meus quadris na piroca dela... Arqueando minhas costas, gritei de prazer.
Zuly agarrou meus dois peitos enquanto eu continuava cavalgando ela... Gozei mais forte que nunca na minha vida e inclinei a cabeça pra trás gritando no ar... Tinha tido minha terceira gozada.
— "Porra... Oooh... Oooh!"
Gozei tão forte que não ouvi ela gozar também... O olhar de êxtase no rosto dela me disse que outro orgasmo estava chegando nela.
Dei um beijo longo nela, abraçando-a e depois me afastei... Senti que tinha acabado de correr uma maratona e mal conseguia respirar.
Queria continuar fodendo com essa mulher mas meu corpo não aguentou mais... Fiquei ali, coberta de suor e sem forças.
— "Piranha!... Você me deu uma das melhores fodas que já tive na vida e olha que já tive muitas!", Zuly me disse.
Só sorri sabendo que ela tinha despertado uma besta dentro de mim e a fome dela nunca será saciada.
— "Acho que você queria isso e fico feliz que você soltou seu lado lésbico", ela disse rindo do próprio comentário.
"Como você pode saber?... Eu estava escondendo meus desejos", respondi meio desconcertada.
— "Uma lésbica experiente como eu conhece o desejo de Uma mulher que quer foder com ela e você teve a semana inteira.

As mudanças foram muitas, mas ver ela vestindo e tirando aquela roupinha minúscula me deixou muito excitado, tanto que tive que ir ao banheiro e me dar um pouco de carinho com a mão. A putinha me confessou que tinha feito o mesmo naquele dia, e por minha causa. O que eu não sabia era que ela tinha um plano para me seduzir.
A Zuly quase me levou ao limite umas quantas vezes ao se aproximar demais de mim... Na sessão, ela ficou atrás de mim enquanto eu experimentava roupas... Ela tava usando um daqueles sutiãs que dava pra ver a linha dos mamilos dela... Ela colocou as mãos na minha cintura e apoiou a cabeça no meu ombro enquanto me dizia que eu cheirava bem. Eu sentia os peitos dela pressionando minhas costas... Meu coração acelerou e a temperatura do meu corpo começou a subir... Sem querer, deixei escapar um gemido e fiquei com vergonha disso, ainda bem que ela não viu minha cara vermelha... Achei que ia morrer de vergonha.
Juro que senti os mamilos dela endurecerem nas minhas costas depois que eu gemi...Ficou excitada ao me ouvir ou foi minha imaginação?Antes que eu percebesse, ela já tinha ido embora... a Zuly sempre dava um jeito de me tocar de um jeito tão sensual que me deixava num tesão sem fim. As carícias na minha mão, afastar meu cabelo dos meus olhos enquanto falava comigo, ou o jeito que ela tocava minha orelha enquanto admirava as joias que pendiam dela, me esquentavam de um jeito desesperador. Nunca antes tinha sentido vontade de fazer nada com uma mulher, e me assustou pra caralho querer sentir as mãos dela no meu corpo de novo... Comecei a sonhar com ela me tocando.
Fiquei sozinha o dia inteiro com a Zuly e não queria isso... Evitei ela a maior parte do tempo até chegar a hora de me arrumar pra festa.Só temos um chuveiro, a gente se reveza pra usar... Agora, a Zuly insistiu pra eu ir primeiro e, sem pensar muito, fui... Fiquei lá só uns minutos e me perdi nos meus pensamentos... O som da porta do chuveiro abrindo me trouxe de volta à realidade.
Tava com tanto medo que não conseguia me virar, tentei me controlar. Não precisei ouvir a voz dela pra saber que era a Zuly... Ela usava aquele perfume inebriante, e agora ele tava enchendo o box do chuveiro com o aroma.
— "A gente pode economizar tempo tomando banho juntas", ela disse.
Não conseguia me virar de tanto pânico que sentia... Se eu falasse, ia me entregar pelo que tava sentindo naquele momento... Queria ver cada forma e curva do corpo dela... Sabia que, se tivesse a chance, não ia conseguir evitar de olhar ela de cima a baixo... A coisa piorou quando ela falou de novo e disse:

— Deixa eu ensaboar suas costas.Senti tanto medo quanto excitação me percorrendo... Olhei pra baixo enquanto ela passava o sabonete líquido nas minhas costas e fiquei muito excitada quando começou a me ensaboar... Tentei segurar o impulso de gemer.
Quando as mãos dela chegaram na minha lombar, perdi essa batalha e deixei escapar um gemidinho... Tive medo que ela ouvisse, mas, pra meu alívio, pareceu não perceber.
Quando as mãos dela desceram ainda mais e começaram a ensaboar minha bunda, tive que morder o lábio pra não gemer de novo.
Foi um esforço danado tentar manter o controle sobre mim mesma, sem ter um momento de paz... Quando ela tirou as mãos pra pegar mais sabonete, só tive um breve instante pra recuperar o fôlego antes de sentir as mãos dela na minha barriga.
Ela se aproximou de mim e pude sentir os peitos dela pressionando minhas costas... Zuly colocou uma das mãos na minha cintura e começou a esfregar minha barriga com a outra... Movia em círculos, descendo devagar, destruindo qualquer resistência que ainda me restasse... Sabia que, fosse o que fosse que ela fizesse comigo, eu não ia me opor.
Meu corpo queria que ela continuasse e entrasse na minha buceta... A água não era a única coisa escorrendo pelas minhas pernas.
Meu namorado nunca fez meu corpo reagir desse jeito, nem ninguém antes, também... Eu estava me rendendo aos toques dela, abrindo as pernas pra convidá-la a apalpar meu clitóris pulsante... Minha mente não queria isso, mas meu corpo estava no controle... Era mais forte e me dizia que eu ia ser fodida, gostasse ou não.
Quando os dedos dele roçaram meus pelos pubianos, soltei um gemido choroso e, quando ele tirou a mão, fiquei atordoada pela falsa antecipação do prazer. — "É sua vez de fazer isso em mim", respondeu ele alegremente.
Eu estava num estado tão intenso que quis chorar pelo prazer vindouro que me foi negado...Será que eu imaginei quais eram as intenções dela ou era o que meu desejo queria que acontecesse?’, pensei.
Contive a respiração e me virei devagar... Consegui ver suas costas gostosas e a água batendo nelas... Meus olhos seguiram uma gota d'água que desceu e sumiu entre as nádegas dela... A bunda dela tinha um formato redondo bonito que eu queria apertar.
Ouvi ela tossir pra chamar minha atenção.
— "Pode começar já", disse a Zuly, rindo.
Peguei o gel de banho com as mãos trêmulas... Comecei a ensaboar as costas dela e senti que estava num estado de muito tesão, tentando segurar meu desejo... Tinha tanta vontade de ensaboar o corpo inteiro dela que queria que nunca acabasse.
Falei pra mim mesma que ia parar na lombar dela, mas minhas mãos tinham outros planos... Tava com muito medo de apertar a bunda dela, então deixei minhas mãos nuas lavarem ela.
A bunda dela era macia mas firme, e era uma delícia sentir nas minhas mãos... Dediquei um tempinho a mais do que ela dedicou à minha... Fiquei triste ao pensar que não ia rolar nada além disso... Me enganei ao achar que ela queria me comer e fiquei louca por querer que isso acontecesse.
Eu era uma mulher casada prestes a trair meu marido numa coisa que nunca fiz... Me aproximei pra ter um acesso melhor à barriga dela e pressionei meus peitos contra as costas dela... Foi aí que percebi como meus mamilos estavam duros... Ficaram tão sensíveis ao toque que eu geme quando encostaram.
Sabia que ela me ouviu com meus lábios a só alguns centímetros da orelha dela... Ela não pareceu se importar, e eu não dei tempo pra ela me rejeitar, então coloquei minhas mãos na barriga dela e imitei o que ela fez comigo.
A barriga da Zuly era definida e esfregar ela foi um prazer... Tava tão presa imitando os movimentos dela que minha mão foi além do que eu queria e meus dedos entraram na buceta dela... Tava molhada... Meus dedos entraram e saíram umas quantas vezes na buceta dela antes que ela se afastasse e me deixasse sozinha no chuveiro.
Meu tesão tinha tomado conta de mim e me feito cruzar uma linha vermelha... Saí do banheiro, pouco depois, levando Só uma toalha e me sentindo na merda por ter feito papel de trouxa.
Entrei no meu quarto, ainda sentindo a luxúria avassaladora de desejar a Zuly... Tava tão fora de controle que afastei ela pra sempre e não tinha certeza se conseguiria olhar na cara dela de novo.Ouvi ela entrar atrás de mim e tava prestes a pedir desculpas, mas fiquei sem palavras por causa do que vi.
A Zuly tava parada ali, pelada, com uma rola entre as pernas... Depois que o choque passou, percebi que era uma rola falsa... Era um dildo que devia ter mais de vinte centímetros de comprimento... Quase o dobro do tamanho da pica do Brad.
Ela tava acariciando ele enquanto me olhava nos olhos e falou com uma voz suave e sedutora:
— "Minha querida garota, se você me quer, primeiro tem que provar seu valor."
Fiquei ali em silêncio e vi ela caminhar devagar até mim... Parou a só 30 cm de distância, continuando a acariciar o pênis falso e me olhando nos olhos.
Com os dedos, ela apontou pra baixo... Não precisei de mais instruções pra saber o que ela queria de mim... Quando caí de joelhos, ela me deu um sorriso de satisfação, como quem diz ‘pronto’.Sou dona dessa puta.Começou a traçar meus lábios com o pau dele e eu, sem resistir, abri os meus e enfiei ele na minha boca... Zuly agarrou meu cabelo e guiou o movimento da minha cabeça pra frente e pra trás.
Não conseguia acreditar que ela tava curtindo isso tanto quanto eu... Com a mão livre, Zuly tirou a toalha do meu corpo e senti o ar fresco na minha carne nua... Estar pelada e chupando o dildo que uma sapatão usava era mais safado do que a melhor trepada que já tive com meu marido.
— "Querida, nenhuma gostosa como você devia ficar coberta", ela disse.
Nunca fui muito de chupar pau... Só fazia isso pro Brad em ocasiões especiais... Agora, tava adorando e metia num ritmo cada vez mais rápido.
Tive que me segurar nas cadeiras dela pra manter o equilíbrio e continuar chupando aquele pau como se fosse o último do planeta.
Ia continuar mais tempo na minha safadeza, mas ela mandou eu subir na cama... Fiz o que ela pediu e tava pronta pro que viesse depois.
Zuly apertou um botão onde deveriam estar as bolas e ouvi um zumbido vindo do dildo... Ela soltou um gemido baixo e subiu em cima de mim... Abri as pernas, faminta pra ter ele dentro... Comecei a gemer quando ela entrou na minha buceta molhada e inchada e enfiou os vinte centímetros pra dentro de mim.
Começamos a nos beijar abraçadas por alguns minutos antes que ela começasse a me foder... Não consegui evitar gemer a cada empurrada da pélvis dela... Devagar no começo pra pegar o ritmo certo e depois começou a me foder como uma besta.Ela parou de me beijar e segurou meus braços acima da minha cabeça... Os gemidos que saíram de mim foram curtos mas fortes... Minhas pernas a envolveram com força enquanto ela me socava e não consegui evitar gritar:
— "Me fode!... Siimmm!", eu disse.
O primeiro orgasmo foi incrível, mas foi seguido por um segundo logo depois... Aí vi que ela começava a gozar.
Esse brinquedo incrível tinha feito nós duas gozarmos com uma piroca longa e grossa enfiada na minha buceta e a parte vibratória nela.
Rapidamente virei ela sem ter terminado de ser fodida por ela... Dei um beijo nela antes de montá-la selvagemente e girar meus quadris na piroca dela... Arqueando minhas costas, gritei de prazer.
Zuly agarrou meus dois peitos enquanto eu continuava cavalgando ela... Gozei mais forte que nunca na minha vida e inclinei a cabeça pra trás gritando no ar... Tinha tido minha terceira gozada.
— "Porra... Oooh... Oooh!"
Gozei tão forte que não ouvi ela gozar também... O olhar de êxtase no rosto dela me disse que outro orgasmo estava chegando nela.
Dei um beijo longo nela, abraçando-a e depois me afastei... Senti que tinha acabado de correr uma maratona e mal conseguia respirar.
Queria continuar fodendo com essa mulher mas meu corpo não aguentou mais... Fiquei ali, coberta de suor e sem forças.
— "Piranha!... Você me deu uma das melhores fodas que já tive na vida e olha que já tive muitas!", Zuly me disse.
Só sorri sabendo que ela tinha despertado uma besta dentro de mim e a fome dela nunca será saciada.
— "Acho que você queria isso e fico feliz que você soltou seu lado lésbico", ela disse rindo do próprio comentário.
"Como você pode saber?... Eu estava escondendo meus desejos", respondi meio desconcertada.
— "Uma lésbica experiente como eu conhece o desejo de Uma mulher que quer foder com ela e você teve a semana inteira.
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