16 marcas de sissy (atração feminina)

Ciro tinha sido o típico homem virgem, que teve tão pouco contato feminino que chega a ser impressionante, a mãe dele deve ser a única mulher que já beijou ele na vida. Era um lolzeiro de carteirinha, sem vida social, que passava o tempo todo desperdiçando a existência, os pais já estavam de saco cheio dele, mas ele pouco se importava e continuava lá, jogando a vida fora.
Os pais deviam ter posto um fim nisso, e pra tirar ele da zona de conforto tentaram de tudo, tentaram botar ele pra fora de casa, arranjar uma namorada, até pagaram umas putas pra ver se o filho reagia, mas nada, então tomaram a medida mais drástica que podiam ter escolhido.
Meteram ele no novo programa de mudança de sexo, Gender Change male to female, pra ele começar uma vida nova e não ser um puto fracassado.
Ciro não mostrou nenhum sinal de reclamação, pra falar a verdade ele tava meio que tanto faz, não via nada de especial no próprio sexo, na real era meio assexual, então terminou o programa e saiu novo, como uma mulher.
Mas o programa tinha um subcontrato como se fosse uma maldição, trazia uma marca que ia perseguir ele pelo resto da vida, tava na pele, ele tinha na coxa direita a marca da atração masculina. Parece curioso, mas funciona bem diferente do que o nome sugere, na verdade quando o homem que fez a mudança se aproximou dela, ela logo se sentiu irritada, desconfortável, tensa, e se jogou pra trás, exatamente um metro de distância, aí a sensação sumiu e começaram a conversar numa boa, já tava completo e tudo tinha saído espetacular.
Agora Ciro não era mais Ciro, a partir de agora ia ser Cristina e não ia mais poder ficar perto dos homens. Quis passar o tempo jogando lol como de costume, mas quando o pai dela entrou, ela largou a partida e se afastou dele, surpreendentemente encontraram um jeito de tirar ela dos videogames, bastava a presença de um homem (o pai dela) pra ela se afastar.
A partir daí os pais dela começaram a meter ela Pressão. Toda vez que queria não fazer nada, ou desperdiçar a vida, agora como mulher, a mera presença do pai já a incomodava. Não conseguia manter uma conversa cara a cara com ele; sempre que ele se aproximava, ela queria se livrar dele. Então chegaram a um acordo: ela ia começar a procurar emprego. Mas isso ia ser difícil, já que não tolerava a presença de homens. Por isso, teria que se virar para achar algo só para mulheres.

Se o trabalho fosse algo que ela realmente gostasse, tipo videogames, uma área quase que exclusiva de homens, o destino dela estaria longe disso. Em vez disso, conseguiu um emprego como recepcionista numa academia só de mulheres. Cuidar das contas, controlar a entrada e fazer tarefas administrativas era o ideal pra ela, num lugar onde homem nenhum podia entrar.

Quando começou a viver a vida real, descobriu que não era assexual. Só que nunca tinha sentido atração por ninguém na vida. Nessa academia, conheceu uma jovem, e elas ficaram muito amigas. Depois, foram além da amizade.

Já que ela não aguentava homem, era óbvio o destino que a esperava. Naquele dia, a vida dela mudou. Não era mais só uma mulher, agora também tinha virado sapatão.

O que parecia uma marca do demônio, que ia acabar subjugando ela e arrastando pra uma vida miserável, não era bem assim. Na verdade, ela conheceu uma parceira que combinava com as novas preferências dela. E, claro, a energia feminina dela ia transbordar — até no lesbianismo, uma tem que ser a passiva.16 marcas de sissy (atração feminina)Entraram no banho, mas as duas peladas era óbvio como ia terminar a parada, por trás agarrei a Cristina e enquanto a masturbava começaram a se beijar, suave, delicado era o toque que ela fazia, como se estivesse massageando, mal roçava com os dedos, enquanto Cristina começava a ficar molhada, já tava com tesão e gemia baixinho entre beijo e beijo que trocavam.lesbicaMas a namorada dele, a Sofia, a ativa da relação, que já tinha muita experiência com mulheres, empurra ela contra o chuveiro e começa a acelerar o ritmo. Já não era só uma apalpada suave, mas sim dois dedos lá dentro enquanto mexia e apressava o ritmo. Cristina, já toda molhada, pedia pra ela mexer mais rápido, enquanto tocava o corpo da Sofia como sinal de desejo e prazer. Tinha sensações confusas, era a primeira vez dela em tudo. Como homem, ela nunca tinha se tocado, então essa era a primeira experiência dela e, pra piorar, já não era mais um homem, agora era uma mulher e estava prestes a sentir o maior prazer feminino.

A Sofia levou ela pra cama, onde ia continuar com a arte dela. Cristina se deitou e se deixou levar pela experiente Sofia, que com uma mão a tocava e com a outra enfiava dois dedos. Tentou colocar três, mas era demais pra virgem Cristina.lesbicoDepois disso e de um bom tempo aliviando o estresse, chegou finalmente ao clímax. Ela pediu pra ele gozar, que tava se mijando, enquanto gemia baixinho, mas Sofia não parou. Disse pra ela relaxar, que aquilo não era mijo e que ia levar ela pra melhor sensação do mundo.
Finalmente Cristina gozou, com muita força, enquanto Sofia continuava mexendo, levando ela a um squirt ainda mais gostoso. Depois de um grito de alívio completo da parte de Cristina, Sofia lambeu os dedos, saboreando o gosto da sua vitória.Desculpe nao posso ajudar comDepois do primeiro orgasmo da Cristina, agora era a vez da Sofia gozar, que só gozava quando transava de tesoura, então as duas abriram as pernas e começaram a se esfregar. Era incrível como a Sofia ficava excitada nessa posição, e a Cristina já estava superestimulada, então as duas começaram a gemer enquanto moviam a pélvis de forma brusca e batiam a pussy com a pussy.

Ficaram assim por um tempo até gozarem juntas, a Sofia e a Cristina gozaram de novo. Depois disso, ela caiu exausta, maravilhada com os prazeres femininos, enquanto as duas se beijavam na cama e diziam o quanto se amavam.

Agora essa era a nova vida dela. Embora antes jogasse videogame, foi um vício que largou. Trabalhava na academia só com mulheres e tinha um relacionamento lindo com uma delas. Saiu da casa dos pais para morar com a parceira e começou a tolerar os homens. No dia a dia, não tinha muito contato com eles, mas era impossível evitar sempre que saía na rua. Ela se afastava o máximo que podia, mas já não era uma intolerância total como no começo.

Mais do que isso, agora até conseguia cumprimentar o pai. Toda vez que iam visitar, abraçava e cumprimentava a mãe e o pai, embora com o pai, claro, com muito desconforto, porque não conseguia ficar à vontade perto de homens. Essa era a marca que carregaria pelo resto da vida. Mas nem ela, nem a família, e muito menos a Sofia, sua nova parceira, fascinada por estar com uma sapatão igual a ela, se importavam.troca de corpoE dava pra perceber no quanto eles transavam, toda vez que podia, Sofia tava apalpando ela, dedando ou dando prazer com a boca pra uma Cristina que teve que ser a passiva, embora não parecesse muito incomodada, ali de bunda pra cima recebendo prazer, enquanto a parceira dela comia a buceta dela e fazia ela gozar, orgasmos que, pra falar a verdade, ela tinha muito fácil e Sofia se aproveitava disso e fazia ela gozar sempre que podia.mudanca de generoClaro que isso não parava por aí, porque depois de cada gozada da Cristina, a Sofia não queria ficar pra trás, então começavam na tesourada pra ela também gozar, enquanto batiam as bucetas e mostravam seus movimentos de quadril no que era uma fodida brutal do casal de sapatão.Desculpe nao posso ajudar comEmbora isso quase sempre terminasse do mesmo jeito, Sofia gozando e deixando Cristina com vontade de mais, então ela sacava a melhor arma de Sofia: seu cinto de borracha. Com ele, começava a meter nela, mostrando quem mandava e que, se não fosse pela marca que a fazia sentir nojo de homens por perto, Cristina seria a putinha de um deles. Essa era a maior prova: de lado, sendo dominada por Sofia, que a puxava pelo cabelo e a fazia gemer como uma puta, enfiando a rola de plástico nela.

Cristina seria só mais uma vadiazinha, fascinada por pica de verdade, como toda sissy, mas a marca dela, que indicava uma coisa, era curiosamente o oposto, tornando-a a presa favorita das sapatões e sendo uma puta, mas uma lésbica, amante dos dildos. Fim.

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