Meu relacionamento já durava anos, 4 anos entre problemas, soluções, mais problemas, mas no fim eu confiava nela, achava que era mútuo. Mas não. Um dia ela quis ver meu celular, eu recusei sem saber o motivo, ela nunca fazia isso, ou pelo menos nunca pedia. Pra isso, dias antes ela tava com comportamentos estranhos. Mas resolvi mostrar meu celular, ela não achou nada, porque não tinha nada. Então falei que também queria ver o dela só pra testar, ela não quis e não cedeu, e já tava na minha cabeça que se ela não deixava é porque tinha algo obscuro ali.
Transamos naquela noite: vaginal, anal, oral, gemeu gostoso. O anal a gente já tinha praticado bastante e ela gostava, tinha peitos pequenos mas bonitos, cabelo cacheado, era baixinha, meio magra, de bunda boa. No final do sexo, notei que ela tinha deixado o celular porque foi tomar banho, então acessei e revistei. Lá, vários caras falavam com ela, tinham um grupo de conversa no Telegram onde mostravam os paus, e ela respondia. Tirei prints dos grupos e de alguns contatos que a assediavam. Não falei nada quando ela voltou do banho, mas já tava na cabeça que aquela mulher era uma puta, e já considerei isso. Então me deu uma vontade do caralho de transar, mas sexo bruto, já que era uma puta. Decidi: ela não era mais minha namorada, era só uma puta. Então ia gozar mais um pouco antes de terminar inevitavelmente.
Comi ela de novo, dessa vez vaginal, com camisinha especial, o alongador de pênis, que tinha no total uns 22 centímetros com textura. Nunca tínhamos usado, mas eu já tinha planejado, por isso tinha um pronto. Ao entrar, senti ela dolorida porque além de alongador era engrossador e era meio pesado, mas manobrei e entrou tudo. Que gostoso sentir aquela bucetinha que antes eu cuidava se abrindo. Tava avermelhada e soltando líquidos lubrificantes, excitada, ofegante. Mas meti forte, fundo, às vezes senti que perfurava ela. Quando tirei tudo, o armamento da buceta dela, vi a bunda dela e falei que entrava e enfiei de um empurrão, ela me chutou e gritou mas não deixei ela escapar, com dor e tudo aguentou, a verdade é que já não tava nem aí, nem um pouco, aquela bunda arrombada que seja pro próximo ou pra ela, se já não tava arrombada antes, vi um pouco de sangue mas não liguei, ela tava reclamando mas ao mesmo tempo pedia mais, então tirei tudo da bunda dela e abri com as mãos, tava aberta, sangrava um pouco, meti três dedos e depois quatro e ela reclamou então decidi deixar ali, dei uns calmantes pra dor, e dormimos. Passaram os dias e tudo tava normal com exceção da minha cabeça, qual seria o próximo passo? Decidi falar com os contatos do telegram pra perguntar se queriam comer ela, alguns eram estrangeiros, e alguns da cidade, eles queriam sim e topavam, então falei pra eles insistirem com ela pra eu agir como se só tivesse descoberto, assim passou uma semana depois ela me comentou que uns amigos dela queriam me conhecer, e aí conversamos em videochamada zoando, chegamos no assunto de abrir o relacionamento, ela me olhava com dúvida, e eu como surpreso, então me perguntaram: você deixaria ela comer os amigos dela e ela deixaria você comer as amigas dela? E ela disse que sim mas que eu e ela também tinha que estar de acordo e presente, eu aceitei. Pra finalizar todo o show era só uma puta que não aceitava isso. Combinamos de nos encontrar num motel com jacuzzi, orçamento dos três caras, bebidas, roupa de lingerie, um pouco de coca, eles eram bem dotados, não eram negros mas eram bem dotados, já pelados ela vestiu a calcinha fio dental e um sutiã de enfeite que só fazia os peitos de limão dela parecerem maiores, um sorriso perverso que nunca tinha visto, os olhinhos brilhavam haha, eu também lá pelado, bem excitado, 4 contra 1, uma orgia onde não tinha regras claras, só combinamos de falar chega quando um dos dois não aguentasse mais. Beberam um pouco, cheiraram a coca também, eu não queria estar. Lúcido, mas tomei umas cervejas. E aí começou a festança. Já sabia tudo que os caras falavam no Telegram, então organizei tudo: eu ia comer ela onde quisesse, do jeito que quisesse, e eles iam se revezar no cu, na boca, na buceta, na mão, nos peitos, nos pés, até nas orelhas. Peguei a buceta dela e levei outro dilatador, um pouco maior. Os outros tinham camisinha com textura, então decidi montar nela e meter forte enquanto os outros seguravam as pernas dela, chupavam, batiam punheta. Eu penetrando duro, ela bem excitada. Quando trocamos de posição, ela subiu em cima de mim, e aí um cara entrou no cu dela. As costinhas dela se retorceram — ela nunca tinha feito um DP. Os outros dois caras comemorando. Nós dois abrimos ela, enquanto os outros estavam ocupados fazendo ela mamar, engasgando. Quis trocar de lugar e falei: "quero o cu". Alguém foi chupar a buceta dela. Teve um deles que quis chupar meu pau com os fluidos dela — achei estranho, mas não deixei. Meti no cu dela e tava gostoso, apertava um pouco, mas já tava aberto. Ela mamava os outros com muita vontade, mas eu só pensava: é uma puta, tem que dar pra puta, foi isso que ela quis, que buscou, que viva a vida dela. Um dos caras falou: "dá uma palmada forte nela". E foi o que fiz, deixei minha mão marcada. Outro bateu no peito dela, os peitinhos ficaram vermelhos do tapa, mas mesmo assim a gente tava muito excitado, nós cinco. Coloquei meu pau na cara dela pra ela mamar junto com outro cara, e ela meteu os dois na boca sem nojo. Senti que ia gozar e avisei todo mundo pra acabar tudo gozando junto na puta. Quando terminou, decidi ficar a sós com ela e explicar que aquilo acabava ali. Naquele mesmo dia, ela não acreditou. Eu falei: "pode transar com meio mundo se quiser, já não me importo mais. Talvez um dia eu pare de te amar, mas hoje eu vou embora porque foi isso que você quis." Como você achava que isso ia terminar? Transando pra sempre assim? Claro. que não, só me diverti hoje, mas você queria transformar isso num estilo de vida que não pretendo voltar. Fui embora e no lobby do hotel tava um cara que esteve na orgia com a gente. Expliquei o que eu disse e o que rolou, e ele falou: "isso sempre acontece, ela não é a primeira, esse corpo e mente já tão estragados". Fomos tomar umas cervejas e seguir com a vida. Às vezes dói, mas é melhor assim, não fiz certo. Mas mesmo que eu não tivesse lá, isso teria acontecido. Tchau, GPR.
Transamos naquela noite: vaginal, anal, oral, gemeu gostoso. O anal a gente já tinha praticado bastante e ela gostava, tinha peitos pequenos mas bonitos, cabelo cacheado, era baixinha, meio magra, de bunda boa. No final do sexo, notei que ela tinha deixado o celular porque foi tomar banho, então acessei e revistei. Lá, vários caras falavam com ela, tinham um grupo de conversa no Telegram onde mostravam os paus, e ela respondia. Tirei prints dos grupos e de alguns contatos que a assediavam. Não falei nada quando ela voltou do banho, mas já tava na cabeça que aquela mulher era uma puta, e já considerei isso. Então me deu uma vontade do caralho de transar, mas sexo bruto, já que era uma puta. Decidi: ela não era mais minha namorada, era só uma puta. Então ia gozar mais um pouco antes de terminar inevitavelmente.
Comi ela de novo, dessa vez vaginal, com camisinha especial, o alongador de pênis, que tinha no total uns 22 centímetros com textura. Nunca tínhamos usado, mas eu já tinha planejado, por isso tinha um pronto. Ao entrar, senti ela dolorida porque além de alongador era engrossador e era meio pesado, mas manobrei e entrou tudo. Que gostoso sentir aquela bucetinha que antes eu cuidava se abrindo. Tava avermelhada e soltando líquidos lubrificantes, excitada, ofegante. Mas meti forte, fundo, às vezes senti que perfurava ela. Quando tirei tudo, o armamento da buceta dela, vi a bunda dela e falei que entrava e enfiei de um empurrão, ela me chutou e gritou mas não deixei ela escapar, com dor e tudo aguentou, a verdade é que já não tava nem aí, nem um pouco, aquela bunda arrombada que seja pro próximo ou pra ela, se já não tava arrombada antes, vi um pouco de sangue mas não liguei, ela tava reclamando mas ao mesmo tempo pedia mais, então tirei tudo da bunda dela e abri com as mãos, tava aberta, sangrava um pouco, meti três dedos e depois quatro e ela reclamou então decidi deixar ali, dei uns calmantes pra dor, e dormimos. Passaram os dias e tudo tava normal com exceção da minha cabeça, qual seria o próximo passo? Decidi falar com os contatos do telegram pra perguntar se queriam comer ela, alguns eram estrangeiros, e alguns da cidade, eles queriam sim e topavam, então falei pra eles insistirem com ela pra eu agir como se só tivesse descoberto, assim passou uma semana depois ela me comentou que uns amigos dela queriam me conhecer, e aí conversamos em videochamada zoando, chegamos no assunto de abrir o relacionamento, ela me olhava com dúvida, e eu como surpreso, então me perguntaram: você deixaria ela comer os amigos dela e ela deixaria você comer as amigas dela? E ela disse que sim mas que eu e ela também tinha que estar de acordo e presente, eu aceitei. Pra finalizar todo o show era só uma puta que não aceitava isso. Combinamos de nos encontrar num motel com jacuzzi, orçamento dos três caras, bebidas, roupa de lingerie, um pouco de coca, eles eram bem dotados, não eram negros mas eram bem dotados, já pelados ela vestiu a calcinha fio dental e um sutiã de enfeite que só fazia os peitos de limão dela parecerem maiores, um sorriso perverso que nunca tinha visto, os olhinhos brilhavam haha, eu também lá pelado, bem excitado, 4 contra 1, uma orgia onde não tinha regras claras, só combinamos de falar chega quando um dos dois não aguentasse mais. Beberam um pouco, cheiraram a coca também, eu não queria estar. Lúcido, mas tomei umas cervejas. E aí começou a festança. Já sabia tudo que os caras falavam no Telegram, então organizei tudo: eu ia comer ela onde quisesse, do jeito que quisesse, e eles iam se revezar no cu, na boca, na buceta, na mão, nos peitos, nos pés, até nas orelhas. Peguei a buceta dela e levei outro dilatador, um pouco maior. Os outros tinham camisinha com textura, então decidi montar nela e meter forte enquanto os outros seguravam as pernas dela, chupavam, batiam punheta. Eu penetrando duro, ela bem excitada. Quando trocamos de posição, ela subiu em cima de mim, e aí um cara entrou no cu dela. As costinhas dela se retorceram — ela nunca tinha feito um DP. Os outros dois caras comemorando. Nós dois abrimos ela, enquanto os outros estavam ocupados fazendo ela mamar, engasgando. Quis trocar de lugar e falei: "quero o cu". Alguém foi chupar a buceta dela. Teve um deles que quis chupar meu pau com os fluidos dela — achei estranho, mas não deixei. Meti no cu dela e tava gostoso, apertava um pouco, mas já tava aberto. Ela mamava os outros com muita vontade, mas eu só pensava: é uma puta, tem que dar pra puta, foi isso que ela quis, que buscou, que viva a vida dela. Um dos caras falou: "dá uma palmada forte nela". E foi o que fiz, deixei minha mão marcada. Outro bateu no peito dela, os peitinhos ficaram vermelhos do tapa, mas mesmo assim a gente tava muito excitado, nós cinco. Coloquei meu pau na cara dela pra ela mamar junto com outro cara, e ela meteu os dois na boca sem nojo. Senti que ia gozar e avisei todo mundo pra acabar tudo gozando junto na puta. Quando terminou, decidi ficar a sós com ela e explicar que aquilo acabava ali. Naquele mesmo dia, ela não acreditou. Eu falei: "pode transar com meio mundo se quiser, já não me importo mais. Talvez um dia eu pare de te amar, mas hoje eu vou embora porque foi isso que você quis." Como você achava que isso ia terminar? Transando pra sempre assim? Claro. que não, só me diverti hoje, mas você queria transformar isso num estilo de vida que não pretendo voltar. Fui embora e no lobby do hotel tava um cara que esteve na orgia com a gente. Expliquei o que eu disse e o que rolou, e ele falou: "isso sempre acontece, ela não é a primeira, esse corpo e mente já tão estragados". Fomos tomar umas cervejas e seguir com a vida. Às vezes dói, mas é melhor assim, não fiz certo. Mas mesmo que eu não tivesse lá, isso teria acontecido. Tchau, GPR.
1 comentários - Minha namorada jogava, mas perdeu